Notas iniciais
CHEGAY COM MAIS UM CAPITULO DIRETO DO FORNINHO ❤ - Espero que gostem! - Os personagens são o da foto ai em baixo, caso não consigam ler, o link com a imagem (http://i.imgur.com/rl9ocfs.jpg) - NÃO DEIXEM DE LER AS NOTAS FINAIS, SÃO MUITO IMPORTANTES! ❤ BOA LEITURA MEUS PODINS ❤

Os raios de sol atravessaram as cortinas escuras do quarto de Hideki, chegando a seu rosto em seguida. O ruivo estava nu e pouco suado, em seu abdômen trabalhado a água trilhava alguns caminhos diferentes. Este se sentou na cama e suspirou, massageou a nuca e levantou-se. Aparentemente o maior não havia acordado de bom humor e isso era péssimo.

Pegou o celular e discou o numero de Akane.

– Alô? – Atendeu o moreno.

– Vai pra faculdade hoje?

– Já estou aqui. – A voz de Vincent pode ser ouvida no fundo. – Só um momento, Vincent, nós já vamos.

– Você está com Nietzsche? – Um seco rasgou sua garganta.

– Sim, combinamos de tomar café juntos, ainda tenho algumas duvidas e ele ficou de me explicar algumas coisas, mas porque estou te contando isso? – O pequeno suspirou. – Logo vou pra aula, então não ligue.

A chamada foi finalizada e Hideki sentiu certo ódio brotar em si, caminhou em direção ao banheiro e tomou um banho rápido, se vestiu e foi em direção ao Maid coffee, duas quadras distantes de seu apartamento.

Ao chegar ao local cumprimentou as meninas e forçou um sorriso, indo em direção ao balcão cumprimentou Marcy, a responsável pelo estabelecimento, explicou que houve alguns imprevistos na faculdade e ele teria que ir até esta hoje. A moça assentiu e deixou-o ir.

Hideki correu algumas quadras até chegar à faculdade, mordiscou o lábio inferior quando viu Akane em frente ao portão junto a Vincent. O ruivo abaixou-se e engatinhou até a arvore mais próxima no jardim deste mesmo local, bateu duas vezes na madeira e esperou.

– Relatório. – Sussurrou.

Um homem extremamente alto, musculoso e com uma linda careca pulou da arvore e abaixou-se ao lado do rapaz, sua pele negra brilhava, assim como seus dentes incrivelmente luminuos White. Este pegou seu bloco de notas e olhou.

– Vincent chegou à escola as seis e quarenta e cinco e sete segundos, caminhou pelo corredor e observou a parede por cerca de cinco segundos, ele parecia levemente distraído. Foi até a sala do grêmio onde folheou três livros, dois deles sobre o dom do carisma e um deles com uma revista playboy escondida no meio. – O homem deu uma pequena pausa. – As sete horas em ponto ele se levantou e foi ao banheiro, ficou lá exatos sete minutos e vinte e um segundos, pelo cheiro acredito que na noite anterior ele comeu tacos com bastante pimenta que certamente causaram uma série de gases.

Hideki torceu o nariz e continuou a observar Ikeda e o loiro conversando em frente ao portão, sabia que algo estava errado e faria de tudo para descobrir.

– Após sair do banheiro cumprimentou dezessete pessoas, dentre essas sete professores, quatro alunas e seis alunos. – Continuou. – Enrolou vinte e sete minutos no jardim enquanto rabiscava um caderno, de acordo com a direção do vento, do como as gramas se movimentavam, como os pássaros estavam em silencio e como a cara de Vincent parecia um tanto perturbada, deduzo que no caderno estava escrito coisas que ele planeja para essa noite.

– Nós vamos ter que persegui-los até a noite. – Sussurrou Hideki. – Prossiga.

– Exatamente as sete e trinta e quatro, Akane Ikeda chega a escola e o aguarda na frente da faculdade, Vincent o avista e se aproxima rapidamente, eles conversam coisas idiotas como: como são as pessoas das quais Akane vai conhecer. Percebo que o rapaz moreno se sente ligeiramente desconfortável perto de nosso representante. Quinze minutos depois o telefone de Ikeda toca e ele parece um pouco zangado com a pessoa com quem fala.

– Não pode ser. – Choraminga o ruivo.

– Depois de desligar, ambos vão até a cafeteria da esquina, onde comem exatos cinco bolinhos de creme e tomam café preto, e sabe por que isso é bom? O café melhora o estado de alerta e concentração, é rico em compostos antioxidantes, benéficos para a saúde, que oferecem proteção contra várias doenças como as doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro, pode diminuir o risco de desenvolver diabetes tipo dois e a ingestão crônica de café pode reduzir o risco de demência. Além de que é preto e convenhamos, todo negão é maravilhoso. – O homem riu e bateu nas costas de Hideki, este beijou o chão. – Desculpe amigo, esqueço-me de minha força.

– Bruce, foco na missão. – Resmungou o ruivo enquanto se recompunha.

– Eles se encontram conversando desde a saída da cafeteria. – Concluiu o rapaz.

– Então não aconteceu nada demais...

O negro movimentou a cabeça e o olhou.

– E agora matamos quem? – Este retirou uma arma do além.

– Guarda isso, demonho! – Disse Hideki esbugalhando os olhos. – Vamos observar e dar o bote na hora certa.

– E ai eu atiro.

– Não! Nós vamos manter o Akane seguro!

– E depois atirar nele, entendi.

– Não vamos atirar em ninguém, joga isso fora!

– Não posso andar por ai desprevenido. – Este olhou para os lados. – Quando eu era pequeno, acredite ou não, um dia fui como você...

– Bruce, nós temos a mesma idade...

– Um garotinho me disse “CUIDADO!”, ele tinha uma voz afeminada e usava um capacete. – O maior pousou a mão no queixo e olhou para cima, como estivesse lembrando-se de algo muito importante. – Este me disse “você não pode andar por ai desprevenido, os ET’s nos observam de um lugar tão distante que pode estar perto demais para ser tarde!” e desde então, eu tenho treinado pra ficar forte, no caso de não ter uma arma, eu tenho meus músculos!

Hideki suspirou e percebeu que os rapazes que antes estavam na frente do portão haviam sumido, levantou-se desesperado e olhou para todos os lados.

– Bruce, os perdemos de vista!

– Não, nunca perco uma presa de vista! – O outro se levantou em seguida. – Vamos! Seu cheiro ainda está fresco.

Ambos correram loucamente em direção ao prédio principal, se dividiram e começaram a procurar, Hideki havia percebido então o quão estava enferrujado, apesar de suas semanas cheias, ele não se exercitava como antes. Subindo o restante das escadas pode ouvir a voz de Vincent, se aproximou sem fazer barulho e ficou do lado de fora da sala do grêmio.

– Luka. – Disse o loiro. – Estamos combinados então?

– Sim, senhor. – A voz doce e fina encheu os ouvidos do ruivo, que se escondeu na sala ao lado. – De madrugada a faculdade estará completamente vazia.

Hideki abaixou-se e ficou ali por algum tempo até que não ouvisse mais nada. Virou-se para o lado e viu Bruce, assustou-se e instantaneamente socou a cara do amigo, porém o que foi ferido foi a própria mão do moço.

– Você me assustou. – O ruivo massageava a mão dolorida.

– Desculpe, amigo. – Este pois as mãos na cintura. – Encontrei Akane, ele está em sua primeira aula.

– Vincent planeja deixar a escola vazia de madrugada, o que quer dizer, sem seguranças.

– Isso é impossível.

– Não para o queridinho da escola.

– Então, o que faremos agora?

* * *

Durante todo o dia, os rapazes vigiaram discretamente Ikeda, este teve um total de cinco aulas e pela tarde estudou na biblioteca da faculdade, Bruce roncava num canto distante enquanto Hideki observava o alvo folhear o décimo sétimo livro.

O ruivo suspirou e olhou para o amigo, que babava. Não demorou a escurecer, a biblioteca começava a ficar vazia e logo apenas o moreno se encontrava nesta, fora seus seguranças.

Vincent entrou no local e caminhou até o rapaz que ainda lia. Sentou-se em frente a ele e sorriu.

– Já está tarde, conseguiu entender? – Indagou o loiro.

– Malemá... – Suspirou. – Vou só terminar de ler este e ir embora.

– Ah sim... – O outro se levantou. – Se importa de ficar um pouco e me ajudar com uns papéis no grêmio?

– Bem, acho que não.

– Ótimo! – Vincent começou a caminhar. – Quando acabar ai sabe onde me encontrar.

Hideki ficou em silencio e conseguiu escutar a conversa, algum tempo depois Akane se retirou da biblioteca e está estava finalmente vazia. O ruivo cutucou o amigo que se levantou num salto.

– Akane e Vincent vão se encontrar no grêmio. – Falou.

– Então vamos! – O outro sacou a arma. – E então o matamos!

– Pela vigésima vez, nós não vamos matar ninguém.

– Ah, mas vou ficar com isso só por precaução. – O negro guardou a arma na cintura.

Estes se levantaram e correram em direção ao grêmio algum tempo depois, o prédio estava escuro e completamente vazio, a única coisa que deixava pouco iluminado o local era o brilho da lua.

Eles subiram correndo as últimas escadas e pararam em frente a sala, onde se prepararam para entrar, contaram até três e então a invadiram, porém não havia nada, ninguém, nem se quer uma alma.

– Não entendi... – Hideki coçou a nuca.

Ouviram barulhos de coisas se arrastando pelos corredores, seguidos de portas batendo e um grito fino.

– Akane?! – O ruivo pulou para fora da sala e olhou em volta.

– Cuidado! – O amigo puxou-o. – São eles!

– Eles quem? – Perguntou assustado.

– Os ET’s! – Bruce sacou a arma e foi de vagar até o corredor. – Vamos, temos que salvar Akane antes que eles o peguem!

Hideki suspirou e ambos voltaram a correr, seguiram o som das coisas se arrastando e pararam em frente a uma sala um andar a baixo de onde estavam. O ruivo olhou para o amigo e em seguida para a porta, segurou a maçaneta e contou até três, abrindo rapidamente em seguida.

Akane assustado bateu na cabeça de Hideki com um bastão de baseball que havia achado em um dos armários, o rapaz desmaiou automaticamente. Nem mesmo o moreno sabia o poder de sua força.

– Hideki! – Este soltou o bastão e o segurou. – Me desculpe!

– Soldado ferido! – Bruce observou o amigo capotado. – O que está acontecendo?

– Eles estão aqui! – Respondeu Ikeda. – Os ET’s invadiram a faculdade, só que eles se fantasiaram de espíritos, eu sei disso!

– Estamos sobre ataque?!

– Estamos sobre ataque!

– Akane, pegue seu bastão. – O negro tirou a regata branca e amarrou-a na testa, pegou Hideki, colocou-o em seu ombro e com a outra mão, pegou a arma. – Vamos!

– Onde? – As pernas do moreno estavam bambas, este se abaixou e pegou o taco.

– Vamos sair daqui.

Bruce encheu os pulmões e saiu enquanto soltava um longo rugido, como um leão. Enquanto Ikeda o seguia como uma gazela assustada, esses correram pelos corredores e viram inúmeros espíritos que estavam cheios de correntes. O negro tentou atirar, mas lembrou-se que estava sem munição.

– Santa berinjela... – Sussurrou.

– O que faremos agora?! – O moreno suava frio.

Os espíritos se aproximavam rapidamente, Bruce olhou nos olhos do menor que estava ao seu lado.

– Akane.

– S-sim?

– Corre, criatura, corre!

Ikeda soltou o bastão, ambos correram enquanto gritavam como moças, correram até suas pernas doerem, e se viram presos num corredor fechado, as criaturas insistiam em persegui-los.

– A janela! – Apontou o maior.

– Ta locão? Vamos morrer?

– Prefere virar cobaia dos ET’s?!

– Deus me segura. – Ikeda se atirou pela janela, seguido pelo brutamonte.

Por sorte eles já estavam no primeiro andar e caíram num arbusto, Akane estava enjoado e sentia que colocaria sua alma para fora a qualquer momento. Bruce o segurou e correu até o portão, este infelizmente estava fechado.

– Você sabe voar? – Perguntou o homem. – Bem, não importa, hora de aprender!

Assim dizendo o negro atirou Ikeda para fora e em seguida Hideki que caiu por cima do menor. O ultimo escalou as grades e pulou em seguida.

– Vamos. – Disse pegando o ruivo e levantando Akane.

Eles correram um pouco mais, até que o moreno parou para vomitar, ele havia ficado realmente muito nervoso e isso havia causado varias dores e desconfortos em seu corpo. Este respirou fundo e tentou fazer suas pernas voltarem ao normal.

– O que aconteceu lá? – Perguntou Bruce enquanto forçava seus pulmões a aceitarem um pouco mais de ar.

– Eu estava indo para o grêmio... – Ikeda se encostou a parede e olhou para cima. – E eles simplesmente apareceram, eu entrei em pânico!

– Entendo, precisamos avisar o mundo.

– No momento, eu só preciso tomar um banho, comer, dormir, morrer e quem sabe nascer de novo. – Esse apoiou as mãos no joelho.

– O que faremos com ele? – Perguntou apontando para Hideki que ainda se encontrava desmaiado em seu ombro.

– A culpa foi minha então... Vamos levar ele pra minha casa.

Bruce recusou-se a ir para a casa de Akane, pois tinha que avisar o mundo que eles estavam sobre ataque, porém Ikeda convenceu-o de que deveriam guardar segredo até terem mais provas disso, afinal, dois testemunhos não seria o suficiente. O negro esperou o taxi com os rapazes, ajudou a colocar o ruivo no carro assim que o mesmo chegou e despediu-se de Akane, ficou parado vendo os amigos desaparecerem rapidamente de sua vista.

* * *

– E então senhor? – Perguntou a moça.

– Minhas suspeitas estavam certas, é mesmo ele... – Suspirou. – Você fez um bom trabalho, Luka.

Notas finais
ESPERO QUE TENHAM GOSTADO ❤ -------- ❤ -------- LEIAM AQUI, COISINHA IMPORTANTE PARA FÃS DE LIMONADA. Bem, meus podins, eu vou viajar durante o natal e o ano novo, vou pro meio do nada, vamos chorar juntos... ;-; Porém quando eu voltar pretendo postar uma linda limonada, porque estamos no verão e nada melhor no verão do que está delicia. )o) Então lá vai: - Vocês tem que escolher qual shipp deve participar desse capitulo: 1 - ToshixKuro. 2 - AkanexHideki. 3 - ToshixKuro / AkanexHideki / TatsuoxNakano (Serão 3 em um, então vai ter um pedacinho de casa casal no capitulo ❤ ) Escolham! )o) BOAS FESTAS, BOM NATAL, BOM ANO NOVO, QUE A PAZ E O PUDIM ESTEJAM COM VOCÊS ❤
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.