A Culpa Nunca Morre - Dramione
37 Capítulo 37
Notas iniciais
Espero que gostem :3. E desculpem-me sim?
Beijos sabor Draco Malfoy!
Molly Weasley foi embora logo após o acontecimento com Gina, achando melhor não discutir com a filha e confiar que ela voltaria para Hogwarts após dois dias, Molly foi embora do acampamento parecendo mais calma. Draco e eu deixamos Gina com a intenção de ela dialogar com Harry, já que o rapaz pareceu bastante preocupado depois de ouvir tudo que sua namorada havia dito. Eu compreendia perfeitamente e não protestei em momento algum ao afastar-me do casal, dando-lhes mais privacidade.
No dia seguinte, Draco acordou-me enchendo-me de seguidos beijos sem pausa na minha testa. Sentei-me na cama e cocei os olhos bastante cansada, estiquei-me e soltei um longo bocejo. Sentia-me um zumbi, por mais que eu estivesse acordada meu corpo estava totalmente mole, meus olhos pareciam protestar como se fosse uma afronta eu desejar que eles ficassem abertos.Meu hálito estava quente, fazendo-me ficar com vontade de deitar-me na cama novamente e senti-lo até pegar no sono. Mas, me conti. E meu sono desapareceu por completo quando meus olhos guiaram-se para uma caixinha de veludo preta que estava nas mãos de Draco.
_Bom dia. – disse ele sorrindo de um modo dócil e calmo.
_Bom dia. – respondi, fingindo desinteresse com relação a caixa.
_Trouxe um presente para você. – disse ele começando a sorrir. – Eu não sei se você vai gostar... pode parecer meio emotivo de minha parte mas não resisti. Pedi secretamente em uma carta para minha mãe comprar esse presente para você... e acabou de chegar do correio... – em seguid Draco estendeu a caixinha , pousando-a em seguida em cima de minha mão. – Abre.
Abri a caixa, não conseguindo mais esconder minha ansiosidade. Meus dedos tremiam e tremeram ainda mais quando vi o conteúdo. O presente, se tratava de dois anéis, um pequeno, provavelmente para dedos mais finos e delicados e um maior, para dedos maiores e mais fortes. Vi no anel menor o seguinte nome escrito em letras douradas “ Draco Black Malfoy”. E no anel maior havia o meu nome ali cravado.
_Anéis de compromisso? – perguntei mesmo que fosse óbvio.
_Sim. – confirmou Draco sorrindo. – Você gostou? – perguntou em seguida.
_Eu adorei ! – confirmei abraçando-o fortemente. Encostei meu queixo em seu ombro e senti o seu doce aroma que exalava de seu pescoço. Fiquei tentada a beijar o local, mas não era hora, só que sinceramente,aquele cheiro embriagava-me em demasiado. Afastei-me de Draco controlando-me enquanto o rapaz pegava o menor anel da caixinha. O rapaz pegou minha mão com a mesma delicadeza que seguraria um objeto facilmente quebradiço e colocou o anel no meu dedo que fica ao lado do dedo mindinho. Soltei uma lágrima de emoção unido a um soluço. Em seguida, coloquei o anel no dedo de Draco e dei-lhe um beijo carinhoso na mão e segurei-a com carinho, roçando-a em minha face. Como o amava, parecia que eu queria que aquele momento fosse eterno, queria que aquele carinho jamais terminasse, queria que Draco fosse apenas meu. Sentia como se eu tivesse me apaixonado outra vez. Agora eu conseguia compreender, como alguns casais conseguiam conviver entre si por tanto tempo. Um bom casal, parece que se apaixona novamente várias vezes, tendo assim, um amor tão grande quanto o que teve no ínicio. Tornando-se nada cansativo, e ao invés disso, uma droga que vicia cada vez mais e nos tornamos dependente dela. Guiei minha face de modo que fiquei olho-a-olho com o Draco e dei-lhe um selinho , recebendo um logo em seguido, dei-lhe mais um beijo e assim dêmo-nos seguidos selinhos, e logo, Draco acabou fazendo sua língua encostar em meus lábios quando fui dar-lhe um selinho. Entendi o recado e fiz o mesmo , beijando-o em seguida, movemos nossas línguas enrolando-as como quisessémos fazer um nó. Nossas respirações tornaram-se audíveis já que a intensidade do beijo nos levava a buscar ar. Durante o beijo mordi carinhosamente a língua de meu companheiro, que em seguida, fez uma língua ficar de um modo “caracol “ fazendo-me recuar enquanto ria. Demos mais um selinho, e nos abraçamos fortemente enquanto acariciava-lhe as costas.
_Vamos tomar o café-da-manhã. – disse-lhe. – Está calmo?
_Não. – admitiu Draco rindo-se enquanto olhava para baixo.
Comecei a rir e estendi a mão para ele segurar, caminhei meu olhar para os anéis em nossos dedos e amplei ainda mais meu sorriso. Conduzi-o até a cozinha, mas já havia alguém lá, em pé perto da pia. Estranhando, peguei a frigideira mais próxima e apontei para o “desconhecido” que eu não me dera o trabalho de reconhecer devido o susto de encontrar alguém logo de manhã em minha cozinha.
_Bom dia, Potter. – cumprimentou Draco fazendo-me abaixar a frigideira no mesmo momento em que Harry caminhava em nossa direção.
_Bom dia, Malfoy. – disse ele olhando para a frigideira em minhas mãos. – E Bom-dia Hermione, que modo estranho de me cumprimentar tentando atacar-me com , hãn... essa terrível frigideira.
_Harry ! – exclamei. – A quem lhe devo esse prazer tão matinal?
_Não me conti de ansiosidade. – informou ele. — Quero fazer uma festa para a Gina. Hoje mesmo, mas preciso saber se não tem problemas eu adiar o treinamento de quadribol com o Malfoy.
_Uma festa?- perguntei surpresa com a notícia.
_Sim uma festa. Amanhã é o último dela,então decidi fazer o seguinte: Hoje eu queria fazer uma festa para ela, convidando seus amigos e apresentar também nossos amigos. Com doces, música, dança e tudo... – disse o rapaz excitado com idéia. – E amanhã, após o treino que realizarei com você Malfoy, passarei o dia com Gina, uma espécie de despedida... já que, ficaremos sem nos ver por um bom tempinho.
_Ah, tudo bem. – disse-lhe parecendo um pouco pasma com tal repentino pedido. – Eu acho que Gina iria adorar ! E eu também vou adorar fazer os preparativos!
_Obrigado, Mione. – agradeceu Harry parecendo radiante. – Isso significa muito para mim e ainda mais para Gina. Ela vai ficar contente da vida !
_Mas precisaremos de ajuda. – informou Draco franzindo a testa. – Só nós três fazendo os preparativos não vai ajudar em nada.
_Tudo bem, isso eu já resolvi. – murmurou Harry com um sorriso sagaz.
Ouvi passos de pessoas entrando em minha barraca, saí da cozinha e fui até a sala acompanhada de Draco e Harry. Na minha frente, haviam as seguintes pessoas: Rony, Lilá ( que como de costume não parava de dar risinhos excitados.) , Neville, Vítor, Eva, Blásio ( estranhamente.) , Cho Chang ( que corou ligeiramente ao ver Harry.), Zacarias Smith ( com seu ar arrogante como sempre.) Ernesto Macmillan ( que parecia estar interessado em Cho Chang.) , e Luna Lovegood que sorria com seu tipíco olhar sonhador.
_A ajuda está aqui. – disse a garota. – Va mos fazer a melhor festa para a Gina.
Seguiu-se um silêncio incômodo, e Luna parecendo não aceitar tal silêncio soltou sorriu sinceramente e disse animadamente:
_Querem experimentar meu bolo de raiz de mandrágora com abobóra?È uma invenção particularmente minha, sabem...
Notas finais
A Culpa Nunca Morre, motivo do título:
Na história já foi relatado a culpa de Draco ter sido Comensal da Morte, e ter se comportado da maneira que se portava antes... (preconceituoso, arrogante e tal.)
Hermione - Por ter meio que "atrapalhado " Rony Weasley, prendendo-o a um amor que nem sequer existia. De tanta ilusão, parecedo até realidade.
Gina - Culpa por Fred ter morrido. Como ela mesma diz: Ela podia ter entrado na guerra e ter morrido ao invés de Fred.
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