Notas iniciais
Respeitáveis leitores ! Estou muuito feliz, li os comentários e amei cada um deles (li pelo celular.) e irei responde-los como merecem ser respondidos ( com todo carinho, acho que quando eu tiver mais um tempinho livre , uma sexta-feira *-* talvez.) pior que eu prometi a mim mesma que iria responder hoje mesmo , mas fiquei com meu cronograma totalmente enrolado ,aaah sônia sua booba, mentirooooooooosa, *le mordendo a si própria com toda força. Mas, concerteza eu irei responde-los, faço questão ! E olha que eu não sou de deixar de responder... é meio estranho.
Semana de provas, menos tempo para escrever a fic mas faço o que eu posso (aiai, malditas notas.), confusão social , Meu deus tenho que me aposentar da realidade people.
Sem mais enrolação, tan tan - vamos ao cap seus lindos *-*.
Com n de nunca serão meus D': ! (infelizmente, snif.)

P.O.V especial Eva

Caminhei pelo acampamento observando provavelmente, com um semblante melancólico, o céu no crepúsculo, explêndido e que faz qualquer pessoa que o aprecia ficar sem ar. Meu cabelo estava preso, para que não atrapalhasse minha visão daquela linda visão que eu insistia em continuar olhando. Trajava uma camisola de cetim azul marinho, no qual tornava-se um tanto formal (estranhamente.) e eu usava sapatilhas da mesma cor que a vestimenta. Não ligava muito por estar vestida daquela maneira, já que, naquele horário a maioria dos estudantes estava na área de atividades, ou em suas barracas.

_Eva. — disse Vítor saindo de trás de uma das barracas a minha frente e se aproximando de mim. — E-eu ... é um prrazer vê-la novamente.

_O prazer é todo meu Vítor Krum. — falei um tanto acanhada pelo o encontro comigo naquelas condições. — Peço desculpas pelas minhas vestimentas... não imaginava que você estaria rondando por aqui.

_Pom... eu estava te prrocurando... — disse o rapaz ligeiramente acanhado. — Estava morrrendo de saudades de pofê... pom... — e depois o mesmo começou a coçar a parte de trás da cabeça confirmando a minha observação. — Não se prreocupe com sua vestimentas... você fica linda de qualquer maneirrra.

_Ah, sim. Eu agradeço. Quer me acompanhar na caminhada pelo acampamento?

_Serrá um prrazerr... — disse Vítor oferecendo-me o braço no qual eu aceitei.

Caminhamos por um bom tempo. Trocamos olhares diversas vezes, acabamos por caminhar em uma parte e do acampamento que era um pouco arborizado. Guiei o Vítor até elas e apontei para uns galhos onde haviam pequenas fadas mordentes... onde eu morava não haviam muitas delas, então para mim, era algo meio que diferente vê-las.

Algo inesperado aconteceu. As folhas de um galho da árvore começaram a se expandir transformando-se em pequenos ramos delicados, parecia que uma pequena luminosidade saia delas atraindo o olhar de Vítor e o meu.

_O que é isso Vítor? — perguntei segurando-lhe o ombro com as duas mãos um pouco curiosa e assustada ao meu tempo.

_Parrece ser o famoso visco. — sussurrou Vítor em resposta olhando para mim atentamente. — O pessoal de Hogwarrrts falar muito sobrre isto.

_Por quê? — perguntei sem tirar os olhos do pequeno ramo que agora pairava sobre nossas cabeças.

_Parrece que terrei que te ensinar alguns costumes... — disse Vítor aproximando-se de mim.

Eu já ia perguntar o que ele pretendia fazer, mas ele me tirou as palavras do momento que me beijou. Um silêncio invadiu o local onde estávamos e eu apenas conseguia ouvir o som das arfadas de Vitor e as minhas próprias. Era algo estranho... era meu primeiro beijo. Era algo muito diferente e incomum... mas bom ao mesmo tempo, e eu sentia que meus lábios estavam se juntando com os lábios certos...

_Ich habe dich liebe. — sussurrei cessando o beijo.

Recebi um sorriso como resposta, e ficamos ali nos beijando... e pareceu que até as fadas mordentes estavam presenciando aquele nosso momento.

* * *

P.O.V Hermione Granger

Acordei com os raios do sol batendo em meus olhos. Não me levantei , apenas fiquei ali deitada tentando tentar sair do transe do sono que parecia não querer me abandonar. Tentei me espreguiçar com a intenção de tirar o sono, e o fiz. Antes de me levantar olhei para o Draco que estava deitado do meu lado em seu sono pesado, seu braço estava envolto em minha cintura, e seus cabelos loiros bagunçados de um jeito engraçado. Uma expressão tão serena... que dava-me dó de acordá-lo.

"Eu te amo..." — disse sua voz em minha mente.

_Ainda não consigo acreditar... — sussurrei sem tirar os olhos de Draco. Sorri de um modo cândido e tirei gentilmente seu braço de minha cintura, afim de que, eu pudesse me levantar sem acordá-lo. Levantei-me e espreguiçei-me novamente tentando tirar por completo o sono que insistia em ficar. Estava prestes a sair do quarto para fazer meu café-da-manhã quando uma mão segurou a minha, puxando-me.

_Não vai embora... — sussurrou Draco apoiado sobre o cotovelo e esticado querendo permanecer com sua mão segura a minha. — Eu também vou acordar.

_Então vamos logo, preguiçoso. — falei tirando gentilmente minha mão da dele e ficando de braços cruzados aguardando.

_Só cinco minutos... já estou indo. — disse o rapaz deitado com os braços abertos e as pernas igualemente abertas, e os olhos vidrados no teto.

Não aguentando a demora para o rapaz levantar, pulei em cima dele fazendo-o ficar sem ar. Comecei a rir, parecendo uma criança e felizmente, o rapaz também levou na brincadeira, abraçando-me e em seguida fazendo-me cocégas.

_Golpe de corpo não vale , Granger ! — disse ele enquanto me fazia cocégas.

Virei o rosto para encará-lo. Nossos olhares se encontraram... olhos castanhos e olhos cinzas, ambos refletindo a imagem do outro... os rostos próximos um do outro...

_Vou fazer o café-da-manhã. — avisou ele tirando-me de cima dele e saindo da cama. — Troque de roupa, e depois vá para a cozinha. — pediu ele dando-me um beijo na buchecha e saindo do quarto.

_"Parecíamos criança"... — pensei. — "Aliás, achei que viria um beijo."

Troquei-me, colocando um vestido azul aqua e sai do quarto em seguida, fui para a sala para em seguida ir a cozinha. E ao entrar vi o Draco contemplando seu próprio braço com um suor pescorrendo sua testa.

_Draco... -perguntei baixinho, mas o loiro pareceu não ouvir.

Eu sabia o que ele tanto contemplava. A Marca Negra que parecia quase transparente de tão clara.

_Draco? — repeti a pergunta com uma voz um pouco mais alta.

O Draco deu uma pequena estremeção e voltou a cozinhar o café-da-manhã que nem ao menos eu sabia identificar o que era , mas ao me aproximar percebi o quanto ele estivera distraído observando a Marca Negra.

_Você colocou o saleiro na frigideira. — avisei tirando a frigideira das mãos do rapaz que por um breve momento pareceram hesitar em segurar o utensílio ou largá-lo.

_Você acha que eu sou um monstro? — perguntou o rapaz.

_Não... — respondi solenimente.

_E se eu fosse?

_Você não é.

_Como pode ter tanta certeza?

Segurei sua mão firmemente e disse-lhe:

_Um monstro nunca iria temer ser um.

O rapaz tornou a olhar para a Marca Negra e eu mordi o lábio pensando em uma solução.

_Você confia em mim? -perguntei por fim.

_O quê?

_Confia ou não?

_Confio.

Peguei minha varinha e apontei-a para seu braço e disse-lhe:

_Nunca pus esse feitiço em prática, mas talvez vá doer um pouco... ou um pouco mais...

_Vá em frente.

Conjurei o feitiço e movi a varinha como se eu desenhasse e logo a pele de Malfoy começou a sangrar e o rapaz fez várias expressões de dor , e durante o procedimento o loiro mostrou-se firme em querer mostrar que era capaz de segurar lágrimas de dor.

_Pronto. — disse por fim.

O braço do loiro estava sangrando , mas além da marca negra, havia um escudo a volta, a caveira que antes estava ali , era mais uma sombra de um rosto humano, e a cobra o mesmo.

_Pelo menos não vai te lembrar mais tanto a Marca Negra. — disse-lhe guardando a varinha. — Foi o máximo que pude fazer. Infelizmente, a Marca Negra é perpétua. Achei esse feitiço em um livro da seção reservada. Lembra um pouco das penas sofredoras de Umbrigue, mas a tinta permanece na pele. Uma espécie de tatuagem e...

Não pude terminar de falar , pois, recebi um intenso abraço de Draco. Não esperava aquela reação, já que eu "cortei" a pele do garoto.

_Obrigado. — disse ele.

_Não precisa agradecer... sabe que eu te entendo... esse sofrimento por causa do passado... sabe não sabe?

_Sim. Obrigado, Granger.

Fizemos o café-da-manhã juntos, entre sorrisos e conversas descontraídas. Nem conseguia acreditar naquele clima que rolava entre nós... sempre esperava, que após acordar, eu achasse um Draco reclamando que a Sabe-Tudo havia dormido demais, ou algo do tipo ou pior. Mas estávamos ali, juntos e partilhando confissões... ou talvez, só ele confessando alguns de seus sofrimentos...

_Vamos sair? Está um dia bastante agradável. — propôs Draco ao terminar de lavar a louça.

_Vamos! — disse animada.

Draco lançou-me um lindo sorriso e em seguida, segurou-me no colo e carregou-me para fora da barraca. Parecíamos dois bobos felizes, mas sabe? Não nos importamos com os olhares indagadores dos alunos a nossa volta.

Estávamos aproveitando o momento juntos. Isso era o que importava.



Notas finais
Estou tentando por mais seriedade na historia, não sei se consegui esse efeito. *-* , Mas tenho que animar um pouco a história, UEHEUEHEU. Aguardem ! Então, meus lindos amores e amoras, esse Kreva... (Krume Eva.) Tão fofos *-* nyah... amei escrever sobre eles. Ah, esse cap foi meio lentinho mas novidades estão por vir. Para sugestões, ou criticas podem mandar mp a vontade (: estou a disposição (sempre que possível UEHEU.)
Beijinhos lindos e .lindas -*