Uma semana muda tudo-1981

Sete anos depois...

13 de outubro (Dia das bruxas) de 1981

23:39
Pov. Luy.

Tanta coisa mudou nesses sete anos. Pra começar eu e Remus começamos a namorar, isso foi na mesma semana que passamos a nossa primeira noite de lua cheia juntos, (Nota da Autora: Lobisomens namorando, SALVEM-SE QUEM PUDER! Hahahahhahahahhahahahhahahahhahah hhahahahhahahahhahahhahahhahahahahhahahahahhahahah) (Nota da Hermione: SERIO VOLTA A HISTÓRIA, EU VOU APARECER!!!) (Nota da Autora: Não, nesse não só talvez no próximo, ele já ta pronto... e talvez você apareça Mione.) bom, onde estava? Ah é! Bom James e Severo começaram a se odiar, e Lily terminou com o Batboy depois dele ter a chamado de semi-bruxa (Nota da Autora: ela é mestiça nesta fic, mas a mãe dela era vella por isso ela é uma seim-bruxa, não sangue ruim.) e começou a namorar o James no sétimo ano. Eles se casaram a dois anos, alguns messes depois de mim e do Remo, e um ano depois do Sirius e da Melody. Pedro e Jô estão juntos desde o quinto ano.

Há quatro anos entramos em uma organização que combate Voldemort e seus seguidores, o nome da organização é A Ordem da Fênix. Jô infelizmente corria riscos, por que seus pais eram nascidos trouxas, mas Peter conseguiu salva-la, ninguém sabe como.

Bom, já alguns messes Voldemort descobriu da profecia e cismou que era sobre Harry, o filinho de James e Lily ou os Longbottons.

Eu fui encarregada da segurança dos Longbottons. Agora estou a caminho do refugio deles. Quando cheguei na rua vi quatro sombras entrando na casa, eu gritei a perceber que eram comensais da morte. Apartei para dentro da casa onde encontrei Alice, Frank e Neville. O pavor estava estampado no rosto do casal, enquanto o bebê não entendia nada. Desesperada falei:

- Apartem, rápido eles estão chegando. — Mas eles me entregaram o bebê.

- Você não esta encarregada de tomar conta de nós, esta encarregada de tomar conta de Neville. – Falou Frank.

- Vá. – Falou Alice. O menino que repousava em meu colo acordou quando ouviu um estrondo vindo na porta. Eu me virei e apartei, logo depois de uma mulher conjurar... Só senti o impacto do feitiço nas minhas costas se misturando com a familiar dor da apartação...

- AVADA KEDRAVA!

No mesmo dia...

14:06

Pov. Jô McCartney.

Eu estava em casa me lembrando do dia em que Pedro me salvou do ataque dos comensais da morte. Naquele dia estava quase certa que iria morrer. Ouvi, em um estado de semi consciência um sonoro “Avadra Kedra...” isso logo antes de entrar em um outro lugar, pedi mentalmente desculpa aos meus amigos por tudo, por tudo mesmo, naquele momento pensei “Eu falhei, desculpem-me James, Lily, Sirius, Moody, Lunny, Aluado, Pedro, desculpem-me eu falhei.” Eu só lembro claramente até ai. Depois disso só imagens turvas, um grito, ou melhor, um feitiço.

Tive então uma idéia iria usar a penseira herdada de meu pai, para ver o que aconteceu, naquele dia. Logo que pus meu pensamento na água então imergi em meus próprios pensamentos.

Estava me vendo no chão, estava me contorcendo de dor, o crucio dela doía muito, quase perdi a consciência só de me ver daquele jeito, cortes profundos no rosto, cabelos queimados e ensangüentados. Belatrix, estava a minha frente, junto dos dois homens que abusaram de mim quando era mais nova.O homem de cabelos castanhos claros tinha olhos vermelhos assustadores, já o outro devia ser apenas alguns anos mais velho do que eu,tinha um cabelo liso com um corte estranho, sem contar uma mania de passar a língua nos lábios. Eles haviam repetido a pouco o mesmo ato de quando eu era pequena, mas invés de tapas e laminas, eles usaram diversos crucios. Belatrix começou a conjurar a maldição da morte.

- Avadra ked- então a porta foi aberta, atrás dela estava Pedro com um buque de rosas, na outra mão estava uma pequena caixinha de veludo.

O homem, de olhos vermelhos, assustador gritou – Imperio! – e lançou a maldição em Pedro, enquanto meu amado dava um grito...

“Sai” da penseira, e continuei olhando para baixo, as lagrimas tomavam conta do meu rosto, um barulho de passos me faz sair de minha lamentação, olhei para cima, ficando de frente com um espelho, atrás de mim estava Pedro com uma varinha apontada para mim, seu rosto estava cheio de lagrimas, como se alguém estivesse o manipulando, devido a circunstâncias poderia apostar que é exatamente isso que esta acontecendo.

- Jô, eu te amo, não consigo controlar... – disse ele ainda mais triste.

- Não, não, não, não faça isso Pedro. – As lagrimas escorriam por meus olhos, e apostava que isso não mudaria nada, mas foi inevitável. – Eu te amo.

- Desculpe-me Jô, eu não consigo controlar... – Implorou ele, as lagrimas saíram ainda mais fortes e descontroladas, não entendia aquilo. Eu o amava, ele me amava dava para ver nos olhos dele, mas ele estava sendo forçado a me matar.

- NÃO!!! – Foi o que gritei antes de ouvir minha sentença.

- Avadra kedrava...

[Durante a cena do inicio do capitulo]

Pov. Remo.

Luy tinha saído há alguns minutos, mas eu estava com um mau pressentimento sobre aquilo. Eu me distrai com alguma coisa, a melhor coisa da minha vida lembranças de Lunny e cada vez que lembrava de seu rosto sentia um aperto em meu coração, algo parecia errado. De repente ouso o barulho de algo batendo no chão vindo do andar de cima acompanhado do choro de um bebê. Subi as escadas para falar com Alice e Frank que por algum motivo deviam ter vindo com ela.

Mas a cena com a qual me deparo é a que eu mais temia Luy com os braços apertados ao redor de Neville, os olhos dourados sem brilho algum, a pele pálida como a de bestas sádicas por sangue, fria como gelo, (nota da Autora: Vampiros) não corria som no quarto só o dois corações batendo, e um choro abafado.

Em pouco tempo perdi as forças meus joelhos bateram no chão, a mulher que dera sentido na minha vida é a mesma que tirou a minha vontade de viver. Se ela estava desse jeito me pergunto como estariam Frank, Alice, Jô, Melody, Peter, Sirius, James e Lily.

Quando me dei conta do que deveria ter ocorrido tirei Neville dos braços de Luy e então apartei para a ordem. Quando cheguei lá me deparei com uma Melody em prantos abraçada em minha afilhada. As lagrimas corriam por seu rosto de maneira que não sobrava um local seco, os cabelos ruivos estavam sem brilho e acastanhados, os lábios trêmulos repetindo estaticamente a frase que cortou o que havia sobrado de meu coração.

- Ela morreu, eles sumiram meu afilhado, meu sobrinho sem os pais, eles morreram. Ela morreu, eles sumiram meu afilhado, meu sobrinho sem os pais, eles morreram. Ela morreu, eles sumiram meu afilhado, meu sobrinho sem os pais, eles morreram. Ela morreu, eles sumiram meu afilhado, meu sobrinho sem os pais, eles morreram. Ela morreu, eles sumiram meu afilhado, meu sobrinho sem os pais, eles morreram. Ela morreu, eles sumiram, meu afilhado, meu sobrinho sem os pais, eles morreram...

Isso me arrasou, James e Lily estavam mortos, Jô também pelo o que ela dissera, Peter e Sirius haviam sumido. Um era o traidor, um havia entregado James, Lily e Harry, o outro caçava o traidor. Sirius poderia ser o traidor pelo que eu saiba ele era o fiel. Mas Jô estava morta, Peter havia perdido a única pessoa que amou não teria nada a perder entregando James e Lily.

Durante minha reflexão Dumbledore chegou carregando uma criança, Harry. O menino estava dormindo. Quando viu seu afilhado Moody saiu de seu estado se choque largou a filha no sofá e pegou o sobrinho no colo.

-Você foi a única coisa que sobrou dele. Você é a única parte viva do meu irmão. Harry, por favor, não se esqueça disso.

- Amanhã Hagrid vai levar-lo a casa de Petúnia... – disse Dumbledore.

- O QUE?! NÃO, ELE VAI FICAR COMIGO E O SIRIUS! NÃO COM AQUELES PASPALHOS! Eles são horríveis, ela é francesa, uma francesa nojenta, má e preconceituosa. Ela me chamou de aberração. – Ok, não era para o chilique dela ser engraçado, mas se fosse em outra situação eu estaria segurando o riso. Mas se fosse em outra situação não teria o porquê do chilique.

1º de novembro de 1981

5 horas da manhã.

Pov. Sirius Black.

Não pensei nada quando cheguei à casa dos Potter's ontem e me deparei com aquela cena... Emprestei minha moto a Rubeo, não acreditava no que acontecera. Lembrei então de Pedro, o que será que acontecera com ele? O que será que acontecera a Jô? Fui ver como estavam, mas em sua casa me deparei apenas com o corpo de Jô, lágrimas escorriam de seu rosto. Com minha varinha recolhi as lembranças do corpo que jazia no chão.

Nelas imagens claras mostrando seus últimos momentos de vida, e como meu amigo estava sendo controlado já a mais de um ano. Naquele momento mandei um patrono a Alvo falando o que acontecera na casa de meus amigos. E então fui à busca de Pedro.

Fazia horas que estava atrás de Pedro quando o encontro finalmente em uma rua trouxa. Só que os olhos dele estão normais como se não estivesse (estava?) sobre o controle de outra pessoa.

- PARE AGORA PEDRO PARE DE FUGIR! – Gritei para ele. Ele virou os olhos de meu amigo pediam desculpas como se fosse obrigado a fazer algo de que eu não iria gostar.

- PARA QUE, VOCÊ ME MATAR? COMO FEZ COM JAMES, LILY, SEU CUNHADO, A MELHOR AMIGA DA SUA ESPOSA! VOCÊ OS ENTREGOU NAS MÃOS DELE!

Peguei minha varinha para fazer uma simples azaração, mas ele foi mais rápido e como sugeriu há alguns anos atrás, explodiu a rua e entrou em sua forma animaga.

Perdi a consciência logo após disso.

3 de novembro de 1981

23 horas e 45 minutos.

Pov. Autora.

Em uma rua calma, com altos prédios de tijolos a vista, Sr. Granger poucos metros de seu apartamento é cegado por uma luz extremamente clara que iluminou a rua toda. Dessa luz surgiu uma mulher de cabelos castanhos escuros em estado de choque cai no meio fio. Ela segurava um bebê, uma menina pequena de cabelos castanhos claros.

Quando Sr. Granger olha a mulher vai correndo prestar socorro, e as leva para sua casa. Minutos depois ela acorda e Fabio (nota da autora: nome do Sr. Granger dado por mim), se maravilha com seus olhos.

- Onde estou? – perguntou a mulher levantando – Cadê Hermione? – Esse seria o nome da menininha. O mesmo nome da falecida filha de Fabio.

- Você esta na minha casa, sua filha esta lá em cima. Você esta bem?

- Não, e você? Parece até que sou um fantasma.

- É que você é igual a minha falecida mulher. E sua filha a minha pequena filha que morreu.

- Ah, lamento muito.

- E você por que estava em estado de choque?

- Meu marido acabou de ser condenada a prisão perpétua. Acabei de perder minhas melhores amigas e meu irmão.

- Ah, lamento.

- Não lamente, estaria ainda pior se também tivesse perdido minha filha. – então se lembrou – A propósito qual é o seu nome?

- Felipe, e o seu?

- De agora em diante apenas Pricila. – disse a mulher com um sorriso fraco no rosto.

Notas finais
O que vcs acharam? Sei que demorei mais do que eu disse mas ninguém comentou... Bom posto o próximo capítulo amanhã.