Notas iniciais
Oi minhas lindas, olha eu sei que eu sumi, sei disso, mas é que eu me casei e vida de casada não é fácil. Mas sem choradeira, vamos ao capítulo que é a continuação do anterior. E eu preciso que vcs leiam as notas finais pq eu tenho um recadinho muito importante.
Curtam o capítulo e até lá embaixo! :)



Mellissa:



Estava conversando com Elisa e Linsey quando Chester chegou, e pra minha
surpresa ele estava acompanhado. Talinda estava ótima, sempre a achei uma
mulher deslumbrante e de muita classe, e ela permanecia assim. Eles eram bons
amigos, mesmo depois do divócio, mantinham uma relação amigável, não só por
eles, mas pelo filho: Tyler.



Chester e Talinda se aproximaram de Brad e Dave. Ela os cumprimentou
rápidamente e veio em nossa direção:



T: Olá, meninas! – disse sorindo animada.



L: Nossa! Quem é vivo sempre aparece! – levantou-se e a
abraçou.



T: Pois é, o Chaz me convidou e eu não pude recusar. É
aniversário dele e além disso eu estava com saudade de todos vocês. – abraçou
Elisa e veio falar comigo. – Oi, Mel! – sorrindo.



M: Oi Tali, é bom te ver, você está linda! – abracei-a.
Talinda e eu sempre fomos boas amigas desde que nos conhecemos, mas quando ela
e Chester se separaram, perdemos o contato.



T: É bom te ver também, você que está linda!



C: Tá certo, as
duas são lindas, podem parar com a ragação de seda! – Chester chegou e enlaçou
Talinda por traz e beijou o rosto dela, foi como se eu nem estivesse ali.



E: Parabéns
aniversariante. – Elisa estendeu os braço e Chester a abraçou também.



L: Feliz
aniversário Chaz, Deus te abençoe muito. – abraçando-o também.



C: Obrigado,
meninas. Isso tudo significa muito pra mim. – Ele olhou pra mim e sorriu. – E
você, Shinoda? Não vai me dar os parabéns?



M: Claro que vou!
– sorri de volta e me joguei em cima dele. Todas riram porque eu sempre faço
isso com o Chaz. – Parabéns, meu amor, que Deus te ilumine sempre. – cochichei
por fim no ouvido dele. – Eu te amo.



Ele sorriu e beijou minha testa e logo disse:



C: Bem, Senhoras
se me derem licença vou curtir meu dia e me jogar nesse mar maravilhoso, alguém
me acompanha?



T: Eu vou, está
muito quente, espero que a água esteja geladinha. – deu a mão a Chester e
saíram correndo para a água



Eles se olharam de um jeito que fez meu estomago borbulhar
de ciúmes.



L: Hmmm, esses
dois... – disse sorrindo maliciosa.



E: Será que eles
vão voltar? – falou muito eufórica.



M: Eu não sei,
acho que eles só estão com saudade. Já se divorciaram, se chegara a esse ponto,
sabem que não dará mais certo. – respondi rápido parecendo nervosa.



L: É, talvez você
tenha razão, conhece muito o Chaz, é a melhor amiga dele. – ela disse enquanto
se sentava na cadeira de praia.



E: É... mas seria
legal se eles voltassem.



Ficamos conversando por um tempo e eu resolvi tomar sol.
Tirei minha saída de praia, uma toga de lesie branca. Sentei na cadeira de
praia e peguei uma revista vogue da bolsa e me distraí lendo. Estava um pouco
mais afastada dos outros e pude perceber a atitude de cada um:



Rob ensinava Isaiah e Jaime a surfar, e os meninos são muito
bons, aprenderam rapidinho! Brad e Phoenix faziam muita bagunça na
churrasqueira, era engraçado porque o Brad fazia comida para ele e para o Rob,
por serem judeus e não comerem porco, e o Phi fazia de tudo. Mike brincava com
os menores, Tyler e Jonah. Eles estavam construindo um castelinho de areia.
Elisa e Linsey foram tomar uma chuveirada, Joe e Heidi conversavam sentados em
cangas na areia. Draven e Regan catavam conchinhas na beira do mar e Chester
nadava com Talinda, tentei não ligar muito pra isso, porque não queria que Mike
notasse nada.



Voltei a atenção para minha revista, mas não durou muito,
levei um susto com um homem tatuado, todo molhado se jogando na areia de frente
pra mim rindo igual a um maluco.



M: Caramba, seu
doido! Me assustou, nossa! – pus a mão no peito me recompondo do susto.



C: Ah, que isso
Mel, te assustei tanto assim? Desculpa, gata! – rindo.



M: Tudo bem Chaz,
agora me dá licença que eu quero ler minha vogue.



C: Não creio que
você está na praia com esse sol lindo, um calor danado e não vai curtir o mar,
a areia e euzinho? – sorriu quando disse euzinho.



M: Não, não vou.
Prefiro tomar sol, ler minha vogue e se sentir calor, tomo uma chuveirada. –
pisquei.



C: E euzinho? –
fez biquinho.



M: Você? Você tem
a Tali. Vai lá nadar com ela,vai!



C: É isso
entãooooooo? Minha doce Mel... Ta com ciumeeeeee! –riu escandalosamente.



M: Não tem nada
disso, tá! Pode parar, não continua que isso não tem graça!



C: Ta bom eu paro,
mas vem nadar comigo?



M: Não, estou bem
aqui.



C: Ah, você não
vem? – ele ficou em pé e pôs as mãos na cintura.



M: N-A-O-~ : NÃO!
–fechei a cara e voltei a atenção para minha revista.



C: Vem sim, quer
ver? – Ele me pegou no colo de uma vez e saiu correndo comigo em direção a
água.



M: Chester,
espera! O que pensa que está fazendo? Me põe no chão! – eu gritava e me
debatia, Chester só sabia rir da minha cara.



C: Prefiro te por
na água, é bem mais legal – me jogou na água e eu fui nadando atrás dele,
jogávamos água um no outro, ele mergulhava e puxava meu pé e eu afundava
novamente. Ficamos assim por alguns minutos até que ele me abraçou. Ríamos, mas
ele me puxou para debaixo d’agua. Eu achei que ele fosse brincar de novo, mas
pra minha surpresa ele me beijou. Retribuí ao beijo, mas precisei sair da água
porque estava sem fôlego. Ele saiu logo em seguida, me abraçou mais uma vez e
falou no meu ouvido: “Eu te amo sua boba!”



Saí da água e notei os olhares de todos em mim, então voltei
para minha cadeira e vi Mike indo falar com Chester, eles pareciam discutir.
Logo depois Mike veio em minha direção e parecia nervoso.





Mike:



Estava pondo mais um baldinho de areia no castelo dos
meninos, quando vi Chester carregando minha mulher pra água, agarrando-a,
abraçando-a. Ele sempre foi de brincar assim, mas ultimamente tudo que o Chaz
faz com a Mel me irrita. Ela saiu da água séria, talvez não tenha gostado da
brincadeira. Ele saiu logo depois e eu fui tirar satisfações.



MK: Chester! –
fui andando até ele.



C: Fala cara, o que
houve? – disse sorrindo despreocupado.



MK: Você é que
tem que me dizer, não é? Porque você jogou a Mel na água? Acho que ela não
gostou da brincadeira. – Meu tom de voz se alterou.



C: Qual é Mike,
ela nem está chateada. Acho que não precisa disso, cara. Eu só achei que ela
estava muito isolada e como amigo fui descontrair, nada de mais. – ele saiu
andando, mas eu segurei seu braço.



MK: Não faz mais
isso, Chaz. Ela poderia ter se machucado.



C: Eu nunca,
nunca mesmo Mike, machucaria ou faria nada pra machucar a Mel. –puxou o braço
bruscamente e foi em direção aos caras na churrasqueira.



Fiquei me sentindo mal, então fui até a Mel, ela já estava
sentada na cadeira de praia de novo.



MK: Amor?



M: Oi anjo, o que
foi? – me perguntou quando viu minha expressão.



MK: Você está
bem? Eu vi quando o Chester te jogou na água, você não se machucou? – se
ajoelhou na minha frente.



M: Não, ele só
estava brincando, faz isso com todo mundo e ele é cuidadoso, não machucaria nem
uma mosca, você sabe. – ela acariciou meu rosto e eu me acalmei.



MK: Ele às vezes
perde a noção nas brincadeiras. Devia ser mais sensato.



M: Mike, ele faz
isso até com os filhos... Espera, vocês não brigaram por isso, brigaram? – me
olhou com um olhar de mãe.



MK: Bem, acho que
fui um pouco duro com ele. – fiquei com vergonha, me senti bobo.



M: Amor, hoje é
aniversário dele, ele só estava brincando. Peça desculpas, por favor, não
briguem por besteiras.



MK: Você tem
razão, acho que estou ficando paranoico. Vou lá falar com ele. – levantei e fui
em direção ao Chester, ele estava conversando com Talinda. – Oi gente.



T: Oi Mike. Está
tudo bem? – Ela me perguntou preocupada, mas Chester me ignorou completamente.



MK: Está sim, só
estou precisando conversar com o Chaz um minutinho, você me daria licença? –
sorri amigavelmente e ela consentiu.



T: Claro, Mike. –
sorriu e saiu de perto.



MK: Hey, Chaz...
– fiquei sem graça e cocei a nuca. – É... eu queria, q-queria...



C: Queria o quê,
Michael? Armar outra cena de ciúmes? Desconfiar de mim com a sua mulher? Dar
showzinho? Anda, fala logo! – ele estava muito chateado comigo, e com razão.



MK: Queria te
pedir desculpas, fui um idiota, agi sem pensar, fiquei enciumado. Me desculpe
Chester, não queria estragar seu aniversário. – abaixei a cabeça e encarei meus
pés.



C: Olha, Mike
você é meu amigo muito antes de se casar com a Mel. Sabe por quantas coisas já
passamos juntos, você passa mais tempo comigo do que com a sua mulher. E como
eu já te disse antes, não é porque eu estou divorciado que vou arrastar asas
para as esposas dos meus amigos, cara. Eu amo e respeito a todas, sempre
brinquei assim com elas e não vou deixar de ser assim. Você entende isso, cara?



MK: Claro que
sim, me desculpe.



C: Tudo bem mano,
agora vamos curtir o dia sem esse tipo de coisas, por favor. – nos abraçamos e
tudo ficou bem. Foi aí que Brad e os caras chegaram com um bolo de sorvete em
formato de microfone cantando parabéns. Todos se uniram e cantaram parabéns
animadamente. As crianças pulavam e gritavam todos alegres e eu me sentindo um
babaca.



Depois do parabéns, fui me sentar junto com a Mel.



M: Que bom que se
acertaram, amor. Não gosto quando vocês brigam, principalmente por minha causa.
– foleando a uma revista.



MK: É, eu também
detesto, mas porque não larga essa
revista e dá um pouquinho de atenção ao seu lindo marido meio japonês? – tirei
a revista da mão dela e a beijei. O beijo foi ficando mais intenso e ela me
parou.



M: Mike, sossega!
A praia está cheia de crianças, seus amigos... Guarde esse fogo todo para
quando chegarmos em casa. – rindo.



MK: Ok, você tem
razão. – sentei novamente ao seu lado e ficamos conversando até o fim da tarde.



O dia foi se esvaindo e cada um rumou para suas casas e eu e
Mel decidimos ir embora também, dei os parabéns a Chester mais uma vez, ela fez
o mesmo. Pegamos a moto e fomos para casa.



Em casa, Mel foi tomar um banho e eu fiquei no quarto
esperando ela terminar. Ela cantava, mas eu não conseguia identificar a música,
ela cantava em português, era musica brasileira, ela era nascida e criada no
Brasil, mas seus pais eram americanos. A música que ela cantava foi me deixando
de um jeito que eu não sei bem explicar, sentia vontade de ir até ela, tocá-la,
abraçá-la, beijá-la. Sem pensar muito entrei no banheiro e tirei a roupa.
Mellissa rebolava ao som da música que cantava, aquilo me deixou ainda mais
louco, não pensei duas vezes e entrei no Box e enlacei sua cintura, ela sorriu
e continuou dançando, ela sabia que aquilo me excitava, virei ela de frente
para mim e a beijei suavemente, ela lançou os braços envolta do meu pescoço e
enquanto eu explorava seu corpo molhado com minhas mãos. Desci a mão até sua
perna direita e a ergui até minha cintura, a encostei na parede do Box e a
penetrei com força e de uma vez, estocando rapidamente. Ela gritava de prazer e
eu mantinha meus movimentos precisos, ela chegou perto da minha orelha e gemeu
chamando o meu nome, aquilo me fez pirar e acelerar minhas investidas, até que
chegamos ao ápice, juntos.



MK: Te amo, minha
linda! – beijei o pescoço dela.



M: Eu sei, eu
também, Mike. – disse ofegante ao meu ouvido.



Terminamos o banho e fomos deitar, acabamos adormecendo.



No dia seguinte acordei bem disposto e como era domingo, fui
levar os cães para passear. Deixei Mel dormindo e saí. Fui até o parque brincar
com eles e encontrei Chaz e Phoenix conversando num banco perto da fonte, fui
até eles.



MK: Oi gente, bom
dia! – disse sorrindo.



PH: E aí Mikeshi,
tudo beleza? — apertando minha mão.



C: Fala aí cara! –
sorriu e se abaixou pra brincar com os cães. – Doug! Oi lindão, quem é o lindão
do tio quem é? E você menina? Como vai, hein Kiara?



MK: Você exagera
Chaz! Mas me digam o que estão fazendo aqui essa hora?



PH: Exercícios
matinais, eu to precisando e chamei o Chaz pra me acompanhar.



MK: Hum, acho que
vou pensar em me juntar a você, sabem? To meio balofinho. – alisei minha
barriga.



C: Meio? –rindo.



MK: É, meio? Eu
não sou gordo! – emburrei a cara, não sou gordo mesmo, só tenho uns pneusinhos
sobrando.



PH: Ele tá te
provocando Mike, não cai na pilha dele! – rindo.



Ficamos conversando por algumas horas, mas aí eu notei que
já estava quase na hora do almoço e a Mel poderia ficar preocupada então eu
voltei, peguei o elevador e quando cheguei no meu andar comecei a ouvir uma
batida conhecida, que vinha do meu apartamento. Fui me aproximando devagar e percebi que música
era:



Y'all are not not r-ready no
not r-ready no

We're about to drop it steady so

Do it like that

Do it like that

Do it like that

Do it like that

Do it like that

Do it like that

Do it like that






Entrei em casa e o som estava ligado na altura máxima,
soltei os cachorros e fui até a cozinha e me deparei com a Mel rebolando e
dançando como se estivesse ouvindo funck carioca, achei engraçado já que nunca
imaginei uma música minha sendo dançada assim. Fui até ela e cantei em seu
ouvindo enquanto seguia seus movimentos com o corpo:





Now why is everybody so
petrified (what)

Petrified (what)

Step aside / and just

Drop that (c'mon)

Drop that (c'mon)

Drop that (c'mon)

Drop that (c'mon)

Now why is everybody so petrified (what)

Petrified (what)

Step aside / and just

Drop that (c'mon)

Drop that (c'mon)

Drop that (c'mon)

Drop that (c'mon)



Ficamos dançando até que o
telephone tocou, ela correu para atender enquanto eu fui desligar o som.



M: Alô? Oi Sogrinha, tudo bem?... Tudo certo também,
como está o Muto?... Ah, que bom! ...
Quer falar com o Mike? ... Está bem, vou chamá-lo, beijos. – era minha mãe, Mel
me chamou e eu fui imediatamente atendê-la. – Mike, sua mãe no telefone!



MK: Obrigada amor. – peguei o
telefone. — Anata no shukufuku, okāsan! (A sua bênção, mamãe!) Tudo bem?



DO: Kami wa,
watashi no musuko ga anata o shukufuku. (Deus te abençoe, filho.) Tenho uma
notícia pra te dar, seu irmão vai se casar! – disse rindo.



MK:
Sério,
Mãe? Ele vai ficar noivo?



DO: Vai sim,
meu querido, e quer você aqui. Eu e seu pai vamos fazer um jantar de noivado
pra eles semana que vem e ele te quer aqui com a Mel, e seus amigos da banda.
Assim também matamos saudades de vocês, não é?



MK: Claro que
vamos, pode deixar, beijo mãe. Dá um beijo no Pai e no Jay por mim.



DO:Está bem meu filho, da um beijo na Mellissa. –desliguei o telefone e a Mel me olhava curiosa.

M: E então?

MK: Semana que vem, vamos pra Agoura. O Jason vai se casar!

Notas finais
Gente, eu to muito revoltada com essa nova regra do Nyah! Como eles querem que façamos FANFICTIONS se não podemos usar nossos ídolos nas histórias? Se pelo menos eles nos dessem ummotivo plausível pra isso eu iria entender, mas é sem noção essa regra. Quando finalmente eu acho um site onde pessoas lêem fics de banda eu não vou mais poder postar? Eu proponho a vocês um protesto, se vcs gostam de fics de bandas tanto quanto eu, digam não a essa regra! Vamos bolar alguma coisa que chegue ao staff para que essa regra seja abolida!
Tirando todo o meu ódio dessa regra, espero que tenham gostado do capítulo e deixem seus coments e sugestões de protesto nos reviews! Beijos!