A Complicated Love
6 No Dia Seguinte...
Notas iniciais
Boa leitura, beijos.
MK: Isso mesmo que você ouviu, quero que você se afaste dele! O que ele disse é uma demonstração clara de que ele não é confiável! – se levantou do sofá e foi para a varanda. Fui atrás dele.
M: Isso é ridículo! Não pode me pedir uma coisa dessas! – fui firme. Ele se virou para mim com uma expressão dura, seus olhos transbordavam raiva.
MK: Eu já disse e espero que me atenda, ele não é confiável, não quero mais que vá a casa dele sozinha, não quero mais que ele venha a nossa casa quando eu não estiver, não quero que saia para fazer qualquer coisa com ele quando ninguém puder acompanhá-los, não quero... – Ele gritava, falava contando nos dedos suas vontades.
M: CHEGA MICHAEL, JÁ CHEGA! Eu não sou sua filha adolescente, eu sou sua esposa! Pare de me tratar como se eu tivesse doze anos de idade! – por um momento a expressão do rosto dele suavizou, mas ainda estava com raiva. – Entenda uma coisa, você não pode me controlar assim, eu não sou propriedade sua.
MK: Como quer que eu aja?Ele disse que te ama! – disse alterado
M: E daí? Mike, você não está sendo racional, ele é meu amigo e me ama como eu o amo, apenas como amigo! Todos nessa sala, exceto você, me amam assim! E além disso ele é seu melhor amigo, vocês se conhecem a tantos anos, como pode desconfiar de algo assim do Chester?
MK: Mas...
M: Mas, nada Mike! Quantas fãs já gritaram na minha cara que te amam, te chamam de gostoso, dizem que queriam se casar com você? Inúmeras! Até um sutiã jogaram na sua cara e eu nunca desconfiei de você! – me aproximei dele e acariciei seu rosto. – Tirando o episódio com a sua amiga, que eu reconheço o quanto fui infantil, nunca deixei de confiar em você amor, mesmo que não confie no Chaz, você pode confiar em mim.
MK: Mas Mel, eu... – calei os lábios dele com o meu indicador.
M: Amor, eu amo você! E só você, nunca faria nada para te magoar, você é tudo pra mim, o único homem que eu amo! Você pode entender isso? – joguei meus braços em torno de seu pescoço.
MK: Ah, Tudo bem! Talvez eu tenha sido meio idiota, mas eu não consigo ver outro homem dizendo na minha cara que te ama, e insinuando que te ama diferente, não apenas como amiga! – me abraçou de volta e beijou meu pescoço.
M: Hei olhe pra mim! – saindo do abraço. – Se ele insinuou ou não, não importa! O que importa é que eu te amo! Watashi wa otto o aishite – cochichei em seu ouvido. (“ Eu te amo meu marido” em japonês)
MK: Watashi mo hime o aishite iru yo. – disse e me beijou delicadamente. (“Também te amo, princesa.” Em japonês)
M: Amor, vamos para casa! Detesto quando brigamos, vamos embora! – puxei-o pela mão e levei-o para a sala novamente.
MK: Lógico, meu amor, vamos sim! Eu também detesto brigar com você, mas agora que nos acertamos, podemos fazer as pazes de uma forma mais interessante, o que acha? – me agarrou pela cintura e me puxou contra seu corpo.
M: Poderíamos, se eu não estivesse tão cansada e não tivesse que acordar bem cedo amanhã. – saí correndo em direção a cozinha, estavam Joe, Heidi, Linsey e Elisa lavando e secando a louça.
J: Já se resolveram? Aposto que o Shinoda ficou com ciúmes da cena de bêbado do Charlie – ria enquanto passava a esponja em um copo.
MK: Já nos resolvemos sim Joseph, não precisa ficar comentando! – fez cara de emburrado.
J: Qual é Mike, to brincando cara! – jogando espuma nele, Mike riu e piscou.
M: Pessoal, já vamos. Causamos confusão demais essa noite. Parabéns novamente Joe. Beijo, meninas. – joguei beijos.
J,H,L,E: Tchau, Mel! – disseram em coro.
Mike apenas sorriu e acenou. Saímos abraçados da casa de Joe e meus pensamentos voaram. Eu me espanto comigo mesma, como posso mentir tão descaradamente? Se Brad estivesse aqui, iria rir de tudo que eu falei. Como posso ser tão falsa? Como posso enganar um homem tão maravilhoso como meu marido? Também pensei em Chester, ele merece ser feliz e não se ver preso a mim, mas eu não tenho coragem de terminar com ele! Covarde! Isso que eu sou, uma covarde, cruel, mesquinha, egoísta que só penso no meu prazer e bem estar e estou enganando o Mike e ferindo o Chazzy.
No carro, Mike estava com um lindo sorriso nos lábios, me olhava a todo momento com um brilho de amor nos olhos, aquilo estava me matando por dentro, mas eu retribuía. Só queria chegar logo em casa para a tortura acabar. Chegamos e ele ficou na sala, como ainda estava cedo ele foi ver um filme qualquer e eu fui me deitar, adormeci enquanto repassava todos os últimos acontecimentos em minha mente.
Chester
Despertei, mas permaneci com os olhos fechados. Meus miolos ferviam, não tinha forças para mover um músculo sequer. Senti que não estava sozinho na cama, “será que a Mel dormiu aqui?” Pensei. Realmente não me lembrava de absolutamente nada da noite anterior, nem sabia ao certo se eu estava em casa há não ser pelo cheiro forte do meu perfume nos lençóis. A curiosidade estava me matando então fiz um esforço sobre-humano para abrir os olhos, mas fechei imediatamente quando os raios de sol banharam minhas pupilas e minha cabeça latejou forte. Tentei mais uma vez, só que aos poucos para que a agressão não fosse tão forte, assim que meus olhos se acostumaram com a claridade analisei meu próprio corpo, estava com a mesma roupa que havia saído ontem, o que me fez atestar que não era a Mel que estava ao meu lado, porque se fosse ela eu com certeza não estaria vestido. Me bateu certo receio de olhar para o lado, mas meu maior defeito é ser muito curioso, então não me contive. Cabelos castanhos e encaracolados brotavam do meio dos lençóis, toquei seu ombro no intuito de virar aquele corpo, foi quando levei o maior susto da minha vida.
C: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH – Gritei quando vi que era o Brad.
B: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, O QUE FOI CHESTER? – Deu um pulo e quase caiu da cama.
PH: AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, PORRA! SERÁ QUE DÁ PRA VOCÊS PARAREM DE GRITAR? – Phoenix falou do chão.
C: BRAD? DAVE? O QUE VOCÊS ESTÃO FAZENDO NO MEU QUARTO? – Fiquei em pé, eu estava realmente assustado.
B: Será que dá pra você se acalmar? Você bebeu demais na festa ontem e te trouxemos pra casa. – se espreguiçando.
PH: Só que você deu ataque de pelanca e começou a jogar as coisas e quebrar tudo, então achamos melhor ficar para que seu prejuízo fosse menor. – coçando os olhos e tapando o rosto com o lençol.
C: E... érr eu dei vexame na festa ontem? – falei enquanto ia até o banheiro.
B: Nada que não estivéssemos acostumados, discurso de bêbado e coisas do tipo. – rindo.
PH: Com isso realmente estamos acostumados, mas a revelação dele não foi nada convencional, não acha? – disse ainda debaixo das cobertas
C: O que eu falei? Que revelação? – deixei escapar um tom de desespero.
B: Nada demais, já disse! – levantando da cama e pondo a camisa deixada na poltrona ao lado da cômoda.
PH: Não foi o que o Mike achou! – levantou o braço.
B: Acho que já chega, Phoenix!
C: Brad, eu quero saber, se eu falei demais eu tenho o direito de saber! – disse saindo do banheiro.
B: Você disse que ama a Mel! Pronto, falei.
PH: Eu quero ver explicar... – levantando
C: Cala a boca, Dave! Realmente, como o Brad disse, não tem nada demais nisso. Ela é minha amiga, somos próximos, eu a amo como se fosse uma irmã. – a quem eu queria enganar? Não fui convincente nem para o Tyler, meu filho de 4 anos.
PH: Não foi isso que o Minoda ficou achando, ele quase te porrou quando você disse isso, se não fosse pela gente, ele tiraria mais coisas de você, não só revelações. – rindo.
C: Não acredito que o Mike, meu melhor amigo não confia em mim! – me fingi de coitado. Brad passou por mim e cochichou em meu ouvido.
B: Qual é Chaz, não força! – me jogou um sorriso de canto e eu fiquei sem graça, Phoenix não notou. – Phi, é melhor irmos pro Chester se aprontar, são 08h30, a entrevista é no centro às 11h30, esteja lá na hora, por favor Chester! – saindo do quarto em direção a saída.
PH: Tchau, Chaz. Até mais tarde! – acenou mas eu não respondi, estava preocupado demais para isso.
Ouvi a porta bater e me joguei na cama, que merda que eu fiz! Como pude dar um furo desses? Beber até não me lembrar de nada e acabar falando besteira certamente não é a melhor atitude de alguém que tem culpa no cartório. Mellissa deve estar uma fera comigo, como eu pude ser tão burro? Minha cabeça latejou freneticamente e uma ânsia de vômito me fez correr para o banheiro, a ressaca ia ser sinistra.
Mellissa
Acordei quebrada, como se um rolo compressor tivesse passado por cima de mim. Mike dormia tranqüilo ao meu lado, dei um selinho nele, ele se mexeu um pouco mas não acordou então fui tomar banho, um pouco mais rápido que o habitual, tinha muitas coisas para resolver e se eu perdesse alguns minutos a mais, pensaria demais nos meus problemas e não faria bem o meu trabalho.
Fui até o closet escolher minhas roupas de trabalho: Calça Jeans justinha, regata azul com listras cinza, ancle boots pretas e um blazer branco comprido. Fiz cachos nos cabelos e uma maquiagem leve, mas com batom vermelho. Assim que me arrumei , desci para preparar o café, quando terminei, me sentei ao balcão e fiquei olhando para as gotas de orvalho que escorriam do vidro, servi uma xícara de café e tomei com cuidado, apreciando o sabor daquele liquido escuro, estava muito distraída quando Mike entrou na cozinha, ele acariciou meus cabelos, cheirou e beijou minha cabeça como sempre fazia, olhei para ele com um sorriso amarelo.
M: Bom dia, dormiu bem?
MK: Bom dia, dormi sim e você? – sentando à minha frente.
M: Também, mas estou bem cansada, quando vocês estão prestes a voltar de férias é quando eu tenho mais trabalho. – ri. – Amor, será que você poderia me emprestar seu carro? Vou buscar alguns materiais de divulgação na gravadora e vou precisar de mais espaço.
MK: Lógico que precisa de mais espaço, até minha moto é mais espaçosa que seu carro! Eu te falei que não era boa idéia você comprar o Mini Cooper, você precisa de um utilitário, como vai carregar seus materiais naquela caixinha de fósforos? – dizia enquanto mastigava vorazmente um Waffle.
M: Em primeiro lugar: Não fale mal do meu carro! É o meu bebê, eu adoro. Em segundo lugar: Pare de falar de boca cheia, já te disse o quanto isso é feio, já basta aqueles vídeos do canal LPTV com você comento um sanduíche enorme e falando para a câmera, e o vídeo do waffle tequila. – rindo. – E em terceiro lugar: Estou indo trabalhar, tenho milhões de coisas pra fazer e você tem um chat online com o LPU daqui há duas horas. – disse enquanto levava minha xícara para a pia.
MK: Tenho? Desde quando? – disse levantando da mesa.
M: Desde agora, vou ligar para o Joel e pedir para ele espalhar a notícia. Precisa contar aos fãs o que está rolando na volta das férias, não pense que só Chester e Phoenix terão que espalhar a boa nova. – dei um longo selinho nele. – Vai amor, vai se aprontar, e, por favor, não coloque aquela camisa xadrez novamente, todos vão pensar que você só tem aquela.
MK: Você ta a mil hoje hein! Vem cá. – me puxou para si e me deu um longo beijo. — Bom dia, amor. Te espero pra jantar, vamos sair hoje, você escolhe o restaurante.
M: Está bem, já vou indo senão vou me atrasar. – peguei a bolsa e lhe dei outro selinho, ele me acompanhou até a porta e me entregou a chave do seu carro. – Obrigada, tchau.
Fechei a porta atrás de mim, mas antes de trabalhar eu tinha outro destino, o apartamento de Chester. Precisava conversar com ele sobre o acontecido, foi um risco ele se exceder daquele jeito, Mike agora está mais do que desconfiado.
Eu geralmente toco a campainha antes de entrar, apesar de ter a chave, mas desta vez eu entrei sem tocar. Ele não estava na sala, então achei que ele estivesse dormindo, pois provavelmente estava de ressaca pela noite anterior, mas percebi que estava errada quando me aproximei da porta de seu quarto e pude ouvir uma melodia familiar sendo tocada no violão. Entrei sem fazer barulho, Chester estava na varanda, sentado no chão, de costas para onde eu me encontrava, tocava olhando a paisagem e cantava “ Let Down” da Dead by Sunrise.
C: And the tears fall like rain down my face again, oh the words you wouldn't say and the games you played with my unfoolish heart, oh I should have known this from the start. – A voz de Chester era doce, suave, quase um susurro. Eu sentia tristeza em seu tom, a música era como uma súplica ou algo assim. Ele estava sofrendo de novo e eu podia sentir. Me aproximei mais um pouco e me apoiei no batente da porta que separava o quarto da varanda. — Oh the winter and spring going in hand in hand, just like my love and pain how the thought of you cuts deep within the vein. Oh this brand new skin stretched, across, scared, terrain.
De um simples dedilhado, os acordes de Chester ganharam energia e seu tom de voz se tornou rascante e estridente como costuma ser em músicas mais agitadas, porém sua voz estava embargada, estava chorando.
C: I don't want to be let down, I don't want to live that life again. Don't want to be led down the same old road. – Caminhei sem fazer barulho até onde ele estava e resolve acompanhá-lo na canção.
M: I don't want to be let down! – assim que fiz o contra-canto, Chester me olhou assustado, sorriu e continuou a cantar.
C: Said I don't want to be let down, I don't want to live my lies again. Don't want to be led down the same old road! Aaaaaaah! – Ele voltou a dedilhar e seu tom voltou a ser suave, ele olhava apenas para o violão. — All those years down the drain love was not enough when you want everything. What I gave to you and now the end must start, oh I should have listened to my heart! – Sentei-me ao lado dele e cantamos juntos o refrão, fiz segunda voz, uma terça acima do tom dele.
C, M: 'Cause I don't want to be let down,I don't want to live that life again. Don't want to be led down the same old road.
M: I don’t want to be let down.
C, M: Said I don't want to be let down, I don't want to live my lies again. Don't want to be led down the same old road.
M: I don’t want to be let down!
C, M: 'Cause I don't want to be let down,I don't want to live that life again. Don't want to be led down the same old road.
M: I don’t want to be let down!
C, M: Said I don't want to be let down, I don't want to live my lies again. Don't want to be led down the same old road.
M: I don’t want to be let down!
C: Don't want to be led down the same old road.
M: I don’t want to be let down!
Chaz parou de tocar, respirou fundo e me encarou ainda chorando.
C: Você deve estar me odiando, não é? Olha mel, eu te amo mas não quero que fique mal com o Mike por minha causa, eu sei que eu falei besteira, mas quero concertar as coisas eu... – ele ficou nervoso, soluçava e falava rápido.
M: Chazzy, calma! Eu e Mike estamos bem e eu não estou com raiva. – afaguei suas costas tentado consolá-lo. – Agora, precisamos ter mais cuidado, Mike realmente ficou encanado, não quero que ele descubra, então por favor, tente se controlar. Não beba como você bebeu ontem, porque além de fazer mal, pode por a gente em apuros.
C: Eu sei minha linda, deveria ter me controlado, acabei te causando problemas. – ele se levantou e foi até o quarto guardar o violão. – Vem aqui, Mel.
M: Claro, o que foi? – fui até ele.
C: Quero te mostrar uma coisa. – Ele foi até a cômoda e pegou a carteira. Tirou a foto que eu tinha visto no domingo. – Eu ando com essa foto desde o primeiro dia que ficamos e que eu descobri que te amo.
M: Que lindo, Chazzy! Ah, mas eu também tenho uma coisa para te falar. É que eu não te respondi ontem... – fiz cara de tímida e ele riu.
C: Responder? Não entendi, amor.
M: Também te amo! – ri e o abracei.
C: Ah, que bom. Fico feliz! – retribuiu o meu abraço.
M: Vou indo então, meu lindo. Tenho muita coisa pra resolver e vou para a gravadora agora. Vou tentar te ver mais tarde, quero saber como foi a entrevista com a Karreng. – Dei um longo beijo nele e ele me acompanhou até a porta.
C: Está bem, amor. Se você não puder vir eu te ligo. Até mais.
M: Tudo bem então, fica com Deus. Até mais. – selamos os lábios mais uma vez e fui para a gravadora.
***
Chester:
Saí do banho e o telefone da minha casa estava tocando, fui correndo até a sala atender.
C: Alô?
MK: Chester? É o Mike, tem cinco minutos?
C: Claro, cara. Fala aí. – Sentei no sofá, ainda estava de toalha.
MK: Quero saber o que foi aquilo na festa ontem. Fiquei muito chateado com aquilo que você disse. Você realmente ama a Mellissa?
C: Sim, amo! E muito.
MK: E ainda tem coragem de admitir? Como você pôde? Eu sou seu melhor amigo...
C: E ela também, Mike! – nem deixei ele terminar. – E é assim que eu a amo, como minha melhor amiga. Eu amo você assim também, cara. Não leve tanto em concideração o que eu falei, eu estava pra lá de bêbado.
MK: Desculpe, cara. Fiquei meio grilado porque tive um sonho meio estranho.
C: Sonho? Que sonho? – estranhei.
MK: Deixa pra lá, tenho um chat com o LPU em meia hora, tenho que desligar. Tchau, depois a gente se fala.
C: Valeu, cara. Abraço. – desliguei o telefone e fui terminar de me arrumar.
***
Cheguei no lobbing do Hotel onde seria a entrevista, Brad e Phoenix já estavam lá, junto com uma moça negra, muito bonita de feições delicadas, labios carnudos e belo sorriso. Tinha dred nos cabelos e se vestia despojadamente. Deduzi que seria a entrevistadora.
Eu estava totalmente indisposto para essa entravista, mas ela estava tão animada que me contagiou. Me aproximei deles.
C: Bom dia, gente. Bom dia moça bonita. – olhei para ela que sorriu.
B, PH: Bom dia, Chester.
MI: Deixa eu me apresentar, Sou Mia Scott, reporter da Karreng e gostaria de fazer algumas perguntas para o nosso artigo sobre a banda, vocês seram capa do mes de março. – falava tudo enquanto arrumava o gravador, e um lap top em seu colo.
PH: Fique à vontade, estamos à disposição. – disse se ajeitando no sofá.
Continua...
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