A Classe 7
2 Capítulo 2 - A união
Notas iniciais
Seu olhar estava assustado e ela começou a chorar ajoelhada na frente do corpo, eu tentei acalma-la a abraçando. Eu não estava compreendendo muito bem a situação pois ela não parecia ser aquela garota de olhar frio, mas afinal ela é uma garota normal e como todas ela tem sentimentos a flor da pele e se sente deprimida após ter assassinado um homem. E sem eu notar sobre aquele abraço ela sorria ironicamente diante da minha preocupação.
Ketherine se perguntava na minha frente o que foi que tinha acabado de fazer, tentando acordar o corpo morto do ladrão a sua frente. Eu preocupado falei para sairmos de lá, e ela logo pegou a faca e a guardou em sua bolsa. Nós demos passos longos até uma sorveteria próxima e eu tentando ao máximo manter minha ataraxia.
Fomos a sorveteria “Purpuro Sabor” ,uma soverteria bastante conhecida na cidade pelos sabores típicos de seus sovertes. Nós sentamos em uma mesa próxima ao balcão e nervosamente eu comecei a conversar:
–Obrigado, por...ter me salvo, acho.
– Eu pensei que ele fosse te machucar e eu......não acredito que fiz aquilo-falou Ketherine desesperadamente.
– Acalme- se agora está tudo bem- Falei olhando diretamente nos seus olhos e segurando suas mãos passando confiança.
– Mas e se acharem o corpo?- Ketherine falou insegura.
– Se acharem eu não sei o que vai acontecer...
–O que estava você fazendo lá perto, e ainda mais com uma faca?
– Esse é o meu caminho natural de ir para casa, e eu estava levando a faca pois estava com medo de alguém me atacar graças a esse terrível jogo.- Falou Ketherine.
Apesar de estar inseguro tentei passar a maior segurança para ela, porque ela parecia ser inocente, incapaz de arcar com as consequências de um assassinato para a minha defesa.
Logo chegou um rapaz encapuzado, e Ketherine o observou com desconfiança e eu não fazia a mínima do que estava acontecendo. Quando de repente o rapaz encapuzado aponta uma arma para o alto e resolve assaltar a soverteria.
Ele fez com que os funcionários trancassem tudo, para não haver risco de alguém lá fora desconfiar de algo e chama-se a polícia. Como haviam poucas pessoas na soverteria, elas ficaram atrás do balcão pela ordem de outro bandido com uma faca. Porém como não tinha mais como por eu e Ketherine atrás do balcão, então eles pegaram nossas mochilas e nos colocaram em um deposito apertado e trancado que fica entre o balcão e a entrada.
Então ela encostou a cabeça na parede, olhou para cima e buscou em sua memória a face do assassino que tinha visto nas folhas de um jornal. Ela se lembrou que aquele era tal assassino sempre matava os reféns ao assaltar algum lugar. Então ela falou:
–Hum... eu acho que tenho um plano, você pode ajudar?- Falou Ketherine docemente.
– Plano? Não seria mais seguro ficarmos quietos aqui?!
– Você acha que um ladrão que tem a mania de assassinar suas vítimas vai parar logo agora?!- falou Ketherine um pouco mais séria.
–Não, mas porque assaltariam uma sorveteria?
–Pelo que conheço dessa sorveteria, o dono dela tinha ganhado de herança uma boa quantia de dinheiro e provavelmente colocou no seu cofre particular que guarda em um quartinho nos fundos.- falou Ketherine.
– Como você sabe tudo isso?
– Eu desde pequena venho aqui com amigos e família, e também já fiz amizade com um antigo funcionário que conhece cada canto desse estabelecimento e me disse tudo.- falou Ketherine
–Então...Como é o seu plano?
Ketherine explicou detalhe por detalhe de seu plano. Então ela falou:
– Podemos começar?- Ela falou seriamente.
– Podemos quando você parar de atuar!
– Atuar? Do que você esta falando?- Ela falou ironicamente.
– Você sabe muito bem.
– Quando você percebeu isso?- Ela falou após dar uma rápida risada.
– Uma garota doce, não pensaria de imediata em um plano desses e muito menos andaria com uma faca por ai. Admita aqueilo foi falso!
– Admito, mas você acabaria fazendo um escanda-lo diante da cena. Que tal pararmos de discutir e começarmos a agir?!- Falou do mesmo modo sério que sempre fala.
– Ok!
Ketherine pegou uma chave acima da estante, e uma faca no meio dela. Ela me pediu para subir ela até ela abrir o duto de ventilação ( ordenando que eu não olha-se para cima por causa da saia, ela pensava que eu era um pervertido). Logo ela conseguiu abrir e entrou, porem eu tinha que destrancar a porta e ficar lá dentro com um utensílio metálico para pegar creme até da um certo horário onde eu teria que abrir lentamente a porta e arremessa-lo para a direita. O barulho faria com que o ladrão se vira-se e Ketherine desceria rapidamente pelo duto acima a esquerda o detendo por trás.
Quando chegou o instante de arremessar o utensílio, para reforçar o barulho quando ele caísse eu o girei para a esquerda, para depois arremessar na direita. Só que na hora que comecei a girar eu deslizei ele da minha mão que acabou fazendo com que caísse da esquerda.
Quando Ketherine desceu ela deu de frente com o ladrão, era tanta a tensão que estava aparente que alguém ia morrer lá. Então rapidamente Ketherine movimentou o braço que de tal forma no ângulo que eu estava vendo só deu para ver o sangue escorrendo pelo pescoço do ladrão enquanto ele se debatia no chão até a casual morte. O outro bandido assustado deu passos para trás largando a faca e se rendendo. Até eu estava paralisado com sua agilidade em um momento de extremamente desafiador.
Após alguns minutos a polícia chegou, e o detetive policial nos levou até o seu escritório e nos fez uma série de perguntas para esclarecer o que aconteceu na sorveteria.
–Ela agiu em legítima defesa.- falei nervoso.
–Eu sei disso! Mantenham a calma e respondam, é só isso que eu quero de vocês.- falou o detetive.
– Está bem.
– Qual a idade de vocês?- Perguntou o detetive.
–14 anos.- Falou Ketherine
– Nomes completos?
– Sakashi Kimana Hokaido- falei.
–Ketherine Emillyan Dreschler- Falou Ketherine.
– Dreschler? Você já esteve aqui ou é impressão minha? Você não é a testemunha do assassinato dos Dreschler?.- Perguntou o detetive.
– Sim, eu era filha deles. Mas prefiro não falar sobre isso.-Falou Ketherine.
–Ok. Qual é a escola de vocês?- Falou o detective.
– Castelo Branco.- Falou Ketherine.
– Classe?- Falou ele com um olhar desconfiado.
– 7.-Falei.
–Acabaram as perguntas!- falou sendo direto.
– Só essas perguntas?- Perguntei.
–Sim, a polícia prefere não se envolver em assuntos referentes a classe 7. Geralmente as fichas que recebemos ligadas a ela ficam em um local especial, guardadas, quase ocultas. Pode-se dizer que as leis tem a classe 7 como uma exceção.
– Já podemos ir?- Falou Ketherine.
–Já!-Falou o detetive.
Na volta para casa eu e Ketherine fomos pelo mesmo caminho, porque a minha rota normal ainda estava interditada e parecia que não ia desinterditar nem tão cedo. Quando tentei falar com Ketherine no caminho, ela estava de mal comigo pelo meu deslize e passamos a volta brigando. E ela toda hora me chamava de idiota e atrapalhado, e eu a chamava de maníaca.
Quando cheguei em casa meu pai estava deitado no sofá com uma taça de vinho, e ele aparentemente tinha brigado no celular com a minha mãe que está na França. Eles já são separados há um ano, mas toda vez que eles se falam para ver o melhor para mim acabam discutindo.
Subi para o meu quarto, e folhei o meu livro do jogador que novamente não tinha nenhum nome. Após isso eu estava tão exausto que me deitei na cama e rapidamente peguei no sono.
No dia seguinte me acordei no horário certo, e deu tranquilamente para comer o meu cereal no café da manhã. Depois de alguns instantes que sai de casa, encontrei Ketherine no caminho(o que eu só estou usando porque a minha rota normal está interditada), e nós ainda estávamos irritados um com outro. Nós andávamos no mesmo ritmo, mesmo querendo se distanciar. Não demorou muito até que Kora chegou abraçando Ketherine muito preocupada com ela e pela minha surpresa comigo.
–Kety eu estava tão preocupada quando você me falou via mensagem o que aconteceu! E você Sakashi soube que também estava lá.- falou Kora.
–Mas mesmo ele estando lá, esse idiota não ajudou em quase nada.- falou Ketherine resmungando.
– Ao contrário de você eu não sou um Maníaco.- falei com raiva para Ketherine.
– Calma pessoal, não é bom ver dois bons amigos discutindo.- falou Kora andando e abraçando nós dois pelo pescoço.
– Amigos? Pelo que eu sei só eu sou sua amiga aqui, você só começou a falar com ele agora.- Falou Ketherine.
– Com isso da para se ver como eu faço amigos tão rapidamente.- Falou Kora sorrindo.
Pelo resto do caminho eu e Ketherine discutíamos e Kora tentava nos reconciliar.
Quando chegamos na sala Kora desordenadamente procurava um trabalho impresso, que tinha certeza que estava com ela quando entrou na escola. Kora implorou para eu e Ketherine procurarmos ele lá embaixo na entrada, dando a desculpa que estava cansada de subir as escadas, mas não acho que era verdade já que a classe 7 é do primeiro andar de três da escola.
Quando eu e Ketherine descemos procuramos o trabalho por todo o canto, mas não encontrávamos em canto nenhum. Quando eu finalmente o achei abaixo dos armários e ia pegar, minha mão se encontrou com a de Ketherine que também ia pegar o trabalho. Na hora eu senti um arrepio que atravessou todo o meu corpo, e eu fiquei todo vermelho. Mas quando Ketherine puxou violentamente e me olhou com raiva, sabia que não era para eu falar nada.
Quando estávamos subindo o sinal tocou, no momento em que chegamos o diretor e professor Jack estava na frente da sala e Ketherine entregou o trabalho da Kora que estava sorridente na frente dele. Já que chegamos atrasados na sala Jack nos levou até a diretoria e nos deixou lá falando que só iriamos sair de lá quando bater o segundo sinal. Parecia até que Kora tinha esquecido o trabalho de propósito.
Eu e Ketherine ainda estávamos de mal um com outro, mas eu sabia que isso não resultaria em nada então comecei a puxar conversa:
–Quanto tempo você ainda vai ficar de mal comigo?- falei irritado.
–Até você para de ser esse idiota desastrado!- Ela falou.
– Olha quem fala, a maníaca bipolar...
–Não gostou de eu ter salvado sua vida, ok então na próxima eu te deixo morrer!- Ela falou.
–Não é isso, é que não é normal ver uma colega de classe saindo por ai com uma faca e matando pessoas...
– Ladrões ou até mesmo assassinos esses sim não merecem viver...- Falou ela.
–Desse jeito você me assusta!
– Você já deveria ter se acostumado que estamos em um jogo de sobrevivência...Você ainda parece estar muito ligado a todos.- falou ela.
–Ligado?
– Sim, em um jogo de sobrevivência não existe amizade verdadeira, todos os laços de pouco a pouco se rompem e só sobram os piores sentimentos.
– Você fala que não existe amizade verdadeira, mas você não considera a Kora sua amiga?
– A Kora é uma exceção, mas esse assunto vou resolver com ela depois.- Falou ela.
– Viu até você tem coração!
– Você acha que consegue resistir a um jogo de sobrevivência tendo piedade?- Ketherine
– Sinceramente?
–Sim!- falou Ketherine.
– Acho que não.
– Eu sei que vou me arrepender de falar isso, mas talvez eu possa te ajudar. Você quer se juntar a mim e a Kora em busca da sobrevivência? Seguindo as minhas regras.
Quando eu ia responder o diretor Jack entrou na sala nos liberando para voltarmos para a sala. Ao entrarmos notei que a sala estava inquieta, Charlote uma garota tímida de olhos negros e cabelos negros lisos e até o ombro com franja reta estava chorando juntamente com Zoe uma garota tímida, inocente e bastante inteligente que tem cabelos castanhos lisos até o ombro repartido no meio, e seus óculos redondos cobrem seus olhos castanhos. No outro lado da sala Julie estava sorrindo tentando animar Manuela que estava perplexa. Virei o meu olhar para a cadeira do Rodrigo o melhor amigo de Charlote o Zoe, ela estava vazia. Eles estavam todos assim porque na hora da chamada, ao ligar para Rodrigo justificar a falta eles souberam que na noite anterior ele havia morrido envenenado. Tanto que seu nome estava riscado na chamada por aquela caneta que Jack tanto aprecia. A partir daquele dia todos soubemos que faltar a aula seria porque tinha morrido ou desistido da vida. Os únicos que estavam seriamente comuns era Ketherine, Josh um garoto calmo que tem olhos castanhos e cabelo claro, e Judy pela minha surpresa porque normalmente ela estaria nadando em rios de lágrimas devido sua sensibilidade com a turma.
Eu estava preocupado com a insensibilidade que Judy estava apresentando naquele momento. Mas eu não fui falar com ela naquela hora para perguntar o porque ela está agindo assim, eu estava desconfortável por causa da situação. Até Carmene a melhor amiga de Judy estava muito triste.
Logo quando chegou o intervalo fui me sentar na mesa onde meus amigos sempre ficam. Então Gonick se levantou da sua cadeira e falou:
– Sakashi, não tenho nada contra você mas acho que diante dessa situação nós devemos nos afastar.- Falou Gonick curto e direto saindo de lá.
– Eu também acho o mesmo. – Falou Sergio com preocupação andando na direção oposta a de Gonick.
– O que está acontecendo?- Perguntei para Lui.
– Eu não sei, mas sem eles eu não posso ficar aqui. Tchau Sakashi!- Falou saindo de lá.
Naquele intervalo lanchei longe de todos que eu considerava amigos.
Após a aula voltei para casa acompanhado de Ketherine e Kora. E no caminho Ketherine ficou reclamando a Kora devido ter causo o nosso atraso na aula, e ela para se livrar dos puxões de orelha dava uma leve risada e alisava seu cabelo para trás afinando a vós. Antes da metade do caminho Kora com sua simpatia já tinha feito Ketherine perdoa-la.
Cheguei em casa, almocei e fui analisar o meu livro do jogador por precaução e para a minha surpresa tinha um nome escrito lá. Eu fiquei muito nervoso e tremendo liguei para Ketherine, que de imediato disse para eu ir até a casa dela onde resolveríamos isso.
Sua casa não era tão longe da minha, então não demorou muito para eu chegar lá. Na frente da casa de Ketherine reparei que era uma casa de altos e baixos bem antiga, mas em perfeito estado com aquelas paredes roxas. Lá também tinha um tronco de cortar lenha com um machado sobre ele.
Enquanto eu observava a vizinhança tocava a campainha, que tinha um toque suave. Ao entrar lá vi que Kora já havia chegado para ajudar.
– Ketherine, eu não vou incomodar o seu responsável?
– Não se preocupa, a minha guarda é do meu avô e ele é muito ocupado no trabalho, raramente vem aqui.- falou Ketherine.
– Isso quer dizer que você vive aqui sozinha?
– Sim, já que o meu avó dorme no trabalho. Mas que pergunta pervertida é essa?- Falou Ketherine com raiva.
– Calma, só foi uma mera curiosidade.
–Espero que tenha sido, agora eu vou pegar umas coisinhas e já volto.- falou Ketherine.
Ao Ketherine sair Kora ficou me falando o quanto acha divertido nos ver brigando, porque parecemos duas crianças.
Voltou Ketherine com algo nas mãos que eu não conseguia enxergar direito, então ela violentamente o deu nas minhas mãos que de imediato não sabia o que era. Mas ao ela dar o mesmo para Kora eu notei que o que estava nas minhas mãos era um revolver.
– Onde você conseguiu isso?
– Longa história, mas você tem que economizar balas porque não é fácil de se achar.- falou Ketherine tranquilamente.
– E você Kora não acha que isso é um pouco exagerado demais?
– Isso é um jogo de sobrevivência, nada é exagerado ao bastante. Mas eu já até me acostumei a usar essa arma.- Falou Kora graciosamente.
– Mas... o quê? Se acostumou?
– Sim, eu trenei mira na floresta a um tempinho. Mas você que é iniciante tem que ter cuidado.- Falou Kora.
– E você Ketherine, porque não está com nenhuma arma?
– Porque eu tenho isso aqui que herdei da minha mãe.- ketherine falou amostrando uma catana de um metro.
– Herdou?
– Sim, antes de eu nascer minha mãe dava aulas de catana com cipós . E ela acabou comprando essa pra ela.
–Hum...
– Então qual nome estava escrito no seu livro do jogador? Sei que não é nenhuma de nós duas então não vai fazer a diferença pra mim.
– A pessoa que tem o nome escrito no meu livro é o ...... James!- Falei lentamente.
– Ok, então vamos fazer um plano. Mas antes, alguém aqui tem o número do celular dele?
– Eu tenho o de todo mundo aqui.- Kora falou mexendo no seu celular vermelho.
– Ei esse ai é o meu número? Como você conseguiu se eu não do ele para quase ninguém?
– Isso não tem muita importância agora!- Falou sorrindo e fugindo do assunto.
Então nós três começamos a pensar em um plano quase perfeito. Quando acabamos de esquematiza-lo, já tínhamos em mente os perigos.
Kora ligou para James para marcar um suposto encontro no cinema, onde eu e Ketherine observaríamos de longe com cautela. E nós só poderíamos usar a arma se for de urgência.
A hora chegou e Ketherine estava muito preocupada para Kora não se machucar nesse plano. James e Kora se encontraram naturalmente no cinema e foram ver um filme meloso demais para o meu gosto. O filme demorou bastante e no lado de fora Ketherine estava completamente séria perto de um beco comigo escondendo sua catana por trás nas costas.
Ao terminar o filme eles saem do cinema, e Kora finge acidentalmente ter deixado sua pulseira cair no beco e pede para ele ajuda-la a achar. Sem ele perceber Ketherine aparece na entrada do beco com sua catana, e ele se esquiva tiraando uma faca do tênis e começa a partir para cima de mim. Eu estava muito eufórico e não sabia se iria conseguir continuar a me desviar de seus ataques, então ele quase me esfaqueia fatalmente mas Ketherine foi mas rápida e lhe deu um golpe de catana que tirou sua vida. Eu até que encarei bem o que aconteceu, e fiquei pensando naquele momento se eu ia conseguir aguentar a continuar isso sozinho e quando estava certo do que iria acontecer se fosse só eu, falei:
– Ketherine, eu quero me juntar a vocês!
Ao sair do beco reparei que aquele mesmo detetive das perguntas estava lá perto olhando em nossa direção como se ele quisesse mas não poderia fazer nada.
Mas um dia sobrevivi, espero conseguir ver sol e a lua de cada dia antes de me for....
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