Notas iniciais
Postei 2 capítulos seguidos, por conta da manutenção do Nyah, para ficar igualado ao site do Spirit. ♫ If I ain't got nothing (Se eu não tiver nada) I got you (Eu tenho você) If I ain't got something (Se eu não tiver alguma coisa) I don't give a damn (Eu não dou a mínima) 'Cause I got it with you (Porque eu tenho você) ♪

Steve entrou no quarto e viu Natasha deitada na maca, ligada a alguns aparelhos e se sentiu a pessoa mais incapaz desse mundo.

Ele se aproximou, puxou uma cadeira até bem próximo da maca de Natasha, sentou e segurou na mão dela.

A mão dela estava um pouco gelada, Steve abaixou a cabeça, encostando a testa na mão dela e começou a chorar muito, de soluçar.

S: Me desculpe, Natasha. Eu fui um idiota, eu perdi a cabeça. Só a ideia de que outra pessoa te tocou, sentiu seus lábios, me deixa maluco. Ainda mais essa pessoa sendo o Bucky. É muito difícil pra mim, queria que tivesse sido só minha, desde sempre e para sempre. Eu sei que é puro egoísmo, mas é isso que sinto, me desculpa.

Steve ergueu o olhar e olhou pra ela imóvel e sem reação. Ele não sabia se ela podia ouvir o que dizia.

S: Preciso de você, Natasha. Não me deixa, por favor. Não desista. Não desista do nosso filho, você é forte, é a mulher mais forte que conheço.

Cho ficou na porta observando por um tempo e sentiu pena por ver Steve tão desesperado. Ela fechou a porta lentamente e pediu aos enfermeiros que deixassem ele passar a noite junto dela.

Steve acariciava os dedos de Natasha, nervosamente.

S: Eu te amo, Natasha. Eu sei que não digo isso com frequência, mas eu amo você. Muito. Eu apenas fico com medo de não ouvir você dizer de volta, por medo de você me zoar por estar sendo romântico. Mas eu não ligo, eu amo quando você revira seus olhos pra mim, amo quando fica impaciente, quando fica animada, quando fica concentrada em missões. Você é tão perfeita em tudo que faz.

Steve chorava menos agora.

S: Eu lembro da primeira vez que te vi, naquele porta-aviões da SHIELD. Coulson nos apresentou e eu achei você a mulher mais linda que já vi na vida. E eu achava que Peggy era a mulher da minha vida, até conhecer você. Você sempre me fascinou e eu acho que sempre te amei, antes mesmo de te conhecer.

Steve continuou...

S: Se você estivesse acordada, você iria me mandar calar a boca agora e você diria “Tá legal, soldado Rogers, isso significa que você vai tirar minhas roupas ou?” ou então você diria “Isso é o seu jeito de pedir um boquete, Rogers? Está funcionando”

Steve sorriu entre algumas lágrimas lembrando.

S: Você é tão engraçada. Eu não posso te perder.

Steve passou a noite conversando com a Natasha, que infelizmente por estar em coma, não ouviu nada do que Steve disse, mas de certa forma ela podia sentir e isso foi demonstrado no monitor de batimentos cardíacos que aceleraram quando Steve começou a se declarar, mas não ao ponto de alarmar a equipe médica, nem mesmo Steve se deu conta.

Steve acabou dormindo com a cabeça apoiada na maca de Natasha. Ele acordou com Hill batendo na porta e entrando.

H: Bom dia.

S: Hill... Passou a noite aqui?

Disse Steve recobrando ainda os sentidos.

H: Não, eu fui pra casa e voltei cedo para te ajudar. Se você quiser ir em casa, tomar banho, comer alguma coisa... Eu fico aqui com ela.

S: Obrigada, Hill, está sendo de grande ajuda, não sei como vou agradecer por ter salvado Natasha ontem.

H: Bem, queria ter chegado mais cedo.

Steve se levantou e beijou a testa de Natasha. Ele foi na direção da porta, enquanto Hill sentava no lugar dele.

H: Steve.

S: Sim?

H: Sobre o que a Cho disse... De escolher entre Natasha e o bebê.

S: Eu não decidi ainda.

Steve ficou logo de mau humor.

H: Eu sei, só queria que você pensasse como Natasha ia reagir se você salvasse ela, ao invés do filho dela... Ela jamais te perdoaria e ela jamais seria a mesma.

Steve tinha pensado a respeito, mas a sensação de viver sem Natasha era muito difícil para ele. Mas ouvir isso de outra pessoa, pesa mais a consciência. E a intenção de Hill era justamente essa.

H: Você não tem que pensar agora, mas...

S: Sim, eu sei. Não vou demorar a voltar, Hill.

H: Tudo bem, estou com a agenda livre hoje.

Steve se retirou e foi para o apartamento, tomar banho e tentar comer alguma coisa. Hill ficou fazendo companhia pra Natasha e a observando em silêncio. Hill suspirou.

Steve ligou para Sam e avisou o que estava acontecendo. Sam queria ir pro hospital ajudar, mas Steve pediu que não, que estava tudo bem e qualquer coisa ligaria pra ele.

Steve também ligou para Clint para contar a respeito de Natasha.

Steve estava pronto para voltar ao hospital, quando Tony ligou pra ele.

T: Dorito!

S: Agora não, Tony.

T: Mas é sobre trabalho.

S: Realmente não é uma boa hora.

T: O que houve?

S: Assunto pessoal.

T: O projeto do Registro chegou e queria lhe mostrar.

S: Projeto do Registro? Eu já disse que essa ideia é absurda, Tony. Você não tem nada para me mostrar.

Steve pegou as chaves da moto e saiu do apartamento, ainda no telefone com Tony.

T: Steve o projeto vai para frente, você querendo ou não. Só precisamos ter os votos dos deputados para aprovar.

S: Está vendo, Tony? A aprovação depende somente do governo, quando deveria ser uma discussão de todos.

T: Sim, e é por isso que os nossos votos também serão inclusos. Nosso voto tem peso 2.

S: Tony, isso tudo soa muito absurdo. Você está ao menos se ouvindo? Mas escuta, não tenho tempo pra isso agora.

T: Você vai assinar?

S: O que? Não! Tony, conversamos sobre isso outro dia.

T: Dia? Nós não podemos esperar. O que você está fazendo de tão importante?

S: Quem é “nós”? Você e o governo?

Steve precisava desligar e disse que amanhã conversaria com Tony melhor. Steve chegou no hospital e Clint estava chegando também.

C: Cap.

S: Clint.

Os dois apertaram as mãos.

C: Como ela está?

S: Tiveram que induzir ela ao coma.

Steve e Clint caminhavam pra dentro do hospital, enquanto conversavam.

S: Cho disse que ela não vai conseguir manter a gestação e que eu devia interromper a gestação para que Natasha fique bem.

C: Besteira. Médicos não sabem de nada.

Steve olhou pra Clint com as sobrancelhas erguidas.

C: Steve, confie em mim, Natasha é muito forte. Ela e seu filho vão ficar bem.

A confiança de Clint renovou as esperanças de Steve. Realmente Clint era um sujeito legal, conseguia diminuir qualquer tensão no ambiente.

Clint e Steve renderam Hill e ficaram com a Natasha a tarde toda. A noite, Clint foi embora, mas anunciou que estaria hospedado na B.V., porque Tony queria conversar sobre o Registro e Clint sugeriu ao Cap que desse um jeito de estar na reunião de Tony que aconteceria em 1 semana. Clint demonstrou estar preocupado.

...

Passada uma semana, Steve entendeu a preocupação de Clint, Tony estava levando o Registro a sério demais e já tinha disseminado as ideias dele por entre os Vingadores, que em sua maioria estavam concordando com Tony, porque só tinham ouvido o discurso dele.

Steve chegou bem no momento que Tony estava palestrando a respeito do Registro no auditório.

T: Oh, Dorito, venha se junte a mim aqui no palco.

Steve olhava seriamente para Stark e se dirigiu ao palco, observando que alguns dos vingadores e funcionários estavam com uma camisa escrito “Registro é bom. Registro é necessário”.

Quando Steve finalmente alcançou o palco, Tony apertou sua mão.

S: O que significa isso, Tony? Você tem ideia do que está fazendo?

T: Mas é claro.

Steve se dirigia agora para os vingadores e funcionários da B.V.

S: Gente, a questão do Registro é muito séria.

T: Vai começar o discurso patriota.

Tony revirou os olhos e botou a mão no peito como se fosse ouvir o hino nacional.

S: Eu não sei o que Tony disse a vocês, mas vocês já são cidadãos americanos, com suas devidas identidades. O ser humano que você é, é o que o povo chama de herói, mas vocês são um só. Não se deixe enganar com o que o governo diz. O Registro não é à toa, é uma forma de controle. Nossa vida já é bastante exposta em decorrer de nossas atividades, mas a sua vida e de sua família pertencerá ao governo americano, à mídia mundial. Vocês vão deixar de ser Carol Danvers, Jessica Drew, Wanda Maximoff... Para ser Capitã Marvel... Miss Marvel, eu quis dizer... Mulher Aranha, Feiticeira Escarlate, 24 horas por dia. Vão tirar sua identidade, sua privacidade e sua liberdade.

Na plateia, Carol Danvers estava sentada ao lado de Jessica Drew, de braços dados e fofocando. Claro que os olhos de Carol brilharam ao ver seu amado Steve Rogers e quando ele citou ela como capitã Marvel, ela ficou super entusiasmada.

Carol: Capitã Marvel! Eu gosto! Parece um nome de mais poder que Miss Marvel, não acha?

Jess: Pode crer, amiga. Também gostei desse nome. É a sua cara, você é tão poderosa.

Carol: É, eu sou, não sou? Então vou mudar para Capitã Marvel! Vou falar com Steve depois.

Sorriu Carol, animada. Depois do discurso de Steve, era vez do Tony falar.

T: Sempre tão dramático! É verdade que o governo terá um domínio maior sobre nossas ações? Sim, terá! Mas quando um bandido rouba ou mata, ele é julgado e se condenado, preso. Mas e quanto a nós?

S: Nós não somos bandidos.

T: Não, não somos, mas nós temos responsabilidades para com o povo. Vocês tem noção do quanto destruímos uma cidade, um bairro, uma casa ou até mesmo um país para poder salvar o mundo ou algumas pessoas, ou até mesmo um gato preso na árvore? Vocês já perceberam o quanto estragamos para poder salvar, para poder ser herói. Quem deve pagar por isso? A população?

S: Essa não é a questão.

T: Essa é exatamente a questão, Capitão. Sinto muito que não enxergue desse jeito. O projeto precisa ser aprovado por todos nós e pelos deputados. Posso contar com o voto de vocês?

S: Isso é loucura. Não dêem ouvido a ele.

Os vingadores obviamente estavam divididos e confusos, viam sentido no discurso de Stark e de Rogers. Tony estava chateado porque a maioria estava do lado dele até ouvirem o lado de Steve.

T: Por hoje é só, gente. Pensem bem e pensem no brinde que prometi se ficarem no Time Stark.

Os vingadores começaram a se dispersar.

Tony olhou para Steve.

S: Você está indo longe demais.

T: Não sei se percebeu, mas não está falando com nenhuma criança.

S: Não?

Clint se aproximou.

C: Hey, Cap, vamos voltar ao hospital? Melhor né?

Clint quis evitar uma possível briga.

T: Hospital?

S: Natasha está internada.

T: Por isso não a vejo esses dias. É o bebê?

Steve o olhou com a testa franzida. Como diabos ele sabe?

T: Pepper me disse, já que meu amigo esqueceu de me contar.

S: Natasha queria manter sigilo, Tony.

T: Espero que ela fique bem, dê notícias por favor.

Steve consentiu com a cabeça. Sam se aproximou.

Sam: Cap, te espero no carro.

S: Eu já terminei aqui, vamos. Clint, você vem?

C: Sim.

Os três seguiram pro hospital. Ao chegar no pavimento do quarto de Natasha, uma das enfermeiras estava toda animada.

– Sr. Rogers, ela acordou.

Os olhos de Steve brilharam, ele mal podia acreditar, mais de uma semana sem nenhuma melhora de Natasha. Steve saiu correndo até o quarto de Natasha. Clint e Sam estavam logo atrás.

Steve chegou na porta do quarto, esbaforido. Natasha estava um pouco pálida e virou o rosto lentamente na direção da porta e fitou Steve. Steve sorriu e nem conseguia de mover de tanta emoção.

C: Mova-se, Rogers.

Steve se aproximou de Natasha e Hill se afastou para dar privacidade a eles. Steve segurou na mão de Natasha e beijou a testa dela e em seguida deu um longo selinho nos lábios ressecados de Natasha.

S: Me desculpa, Natasha, me desculpa.

N: Está tudo bem.

Mal se ouvia a voz de Natasha, ela estava muito fraca, dava pra perceber no olhar e no modo lento como se mexia.

S: Como está se sentindo?

N: Com dor. Ao menos o bebê está bem, segundo a Hill.

S: Sim, ele está. Está tudo bem.

Natasha tentou rir, mas sentia dor demais pra conseguir.

N: Você é um péssimo mentiroso.

Steve olhou para Natasha.

N: Cho me disse.

Steve olhou para Hill que confirmou com a cabeça.

N: Você ainda estava pensando?

S: Natasha...

N: Você ainda ia parar para escolher?

Natasha estava séria e com um tom grave na voz.

N: Você não tem o que escolher, Steve. O bebê é mais importante.

S: Natasha, como eu ia simplesmente desistir de você?

N: E ia desistir do nosso filho?

S: Não importa, você acordou, você vai ficar bem. Ficaremos bem.

Cho pediu licença para entrar no quarto, Clint e Sam bloqueavam a porta.

N: Quero ir pra casa.

S: Natasha, você acordou hoje.

Cho: Você não pode ir, Natasha.

S: Tem que dar um tempo aqui, até poder voltar.

Cho: Ela não pode voltar, Steve.

Todos olhavam para Cho que segurava uma prancheta com os exames de Natasha.

Cho: Minhas suspeitas de incompatibilidade de soro, foram confirmadas. Natasha, seu corpo não suporta o tipo de soro do bebê, não sei como você teve essa melhora, mas sua gravidez é de alto risco, você ficará em observação.

N: Ainda estou para entrar no 4º mês, ficarei aqui esse tempo todo?

Cho: Sim.

S: Mas se ela ficar, ela fica fora de risco e o bebê também, correto?

Cho: Não, Steve. Os dois correm risco. Natasha não pode se esforçar e o corpo dela ao menos está lutando para manter a gravidez, o que eu não esperava, ainda sim o mais recomendado seria interromper a gravidez, enquanto está no início, seria menos perigoso para Natasha.

Natasha moveu lentamente a cabeça em negação.

N: Não.

Steve apertou a mão de Natasha.

N: Steve, você precisa me prometer.

Steve já estava chorando.

S: Eu não posso.

N: Steve, eu não quero saber se pode, estou ordenando, está entendendo? O bebê vive e não eu. Você tem que escolher ele.

Steve olhava pra Natasha, sem coragem de prometer a ela. Natasha sabe o quanto é difícil e ela queria abraçar ele, mas ela tinha que ser dura, tinha que fazer ele entender que o filho deles é mais importante.

Cho: Natasha, estou dizendo que interromper a gravidez é mais indicado porque não sabemos se ele sobreviverá. É chato dizer isso, mas antes manter uma vida, do que correr o risco de perder duas.

Natasha olhou pra Cho, decidida.

N: Eu não vou tirar o meu filho.

Natasha olhou para Steve.

N: Nem você. Não importa o que aconteça, me promete, por favor, Steve...

A voz de Natasha fraquejou e agora ela estava chorando.

S: Eu prometo.

Clint se aproximou.

C: Olha aqui, deixa de palhaçada vocês dois.

Agora todos olhavam para Clint. Clint olhou pra barriga de Natasha.

C: Mané soro, olha aqui guri, você vai nascer e vai deixar sua mãe viver, senão te dou uns cascudos! Olha só para vocês dois, já desistindo. Me desculpa, Cho, mas ciência não é párea para o poder de Deus.

N: Você nem é religioso, Clint.

Sam: Mas eu sou e meu afilhado vai ficar bem e a mãe dele, porque vou orar todos os dias pelos dois.

Natasha sorriu em meio as lágrimas. Ela tinha certeza que se ela não sobrevivesse, ao menos Steve teria uma ótima equipe de suporte.

S: Obrigado, gente.

Hill se dirigiu para a porta.

H: Preciso ir. Vai dar... tudo certo, tenho certeza.

Hill se retirou e Natasha estranhou a frieza dela, mal olhou ela nos olhos durante a visita e agora foi embora também sem olhar ninguém nos olhos.

C: Sam, o que foi que você disse sobre afilhado?

Sam: Steve não te contou? Diz pra ele, Steve.

S: Sam...

C: Bem, então Natasha não contou ao Steve que eu serei o padrinho.

Cho: Okay, Okay, vocês dois pra fora. Nat precisa descansar.

Clint e Sam saíram.

Cho: Steve, Natasha precisa descansar.

S: Tudo bem.

N: Por favor, fica.

Natasha olhava para Steve com um tom de súplica no olhar.

Steve olhou para Cho.

Cho: Só mais meia hora, ok?

Cho se retirou e fechou a porta.

Steve se ergueu para alcançar os lábios de Natasha e dar mais um selinho demorado nela. Ele manteve o rosto próximo ao dela e a olhou bem de pertinho.

Natasha aproveitou para puxar o ar com força e sentir o cheiro de Steve que ela tanto sentia falta.

N: Queria poder dormir com você.

S: Eu fico até você dormir.

N: Não é a mesma coisa.

Natasha segurou na blusa de Steve e olhou pra baixo.

N: Precisava te sentir.

S: Eu também.

Steve deu mais um beijo nos lábios de Natasha.

S: Eu fiquei com muito medo, eu senti muito a sua falta.

N: Eu sei. Eu sinto muito.

Steve notou que ela estava triste, ele deduziu que ela estava se sentindo culpada por ter uma gravidez de risco. Steve beijou a ponta do nariz de Natasha e assoprou de leve o olho dela.

S: Nós vamos ficar bem.

N: Nós vamos?

S: É claro. Tenho certeza.

Steve disse mais confiante. Natasha estava quebrada por dentro emocionalmente, ela tinha vestido a máscara de durona, para convencer Steve a salvar o filho deles, mas ela estava muito assustada. Ela precisa de Steve, só não sabia como dizer, sem deixar ele desesperado. Mas agora o soldado dela estava ali, com aqueles belos olhos azuis que transmitiam conforto pro coração dela.

Uma lágrima escorreu dos olhos de Natasha e assim que Steve percebeu, deu um beijo sobre a lágrima, impedindo ela de escorrer pela face.

S: Você tem que descansar.

N: Mas...

S: Você precisa guardar energia, o milagre não vai se fazer sozinho.

N: Agora você é religioso também?

S: Sempre fui. E eu confio, Natasha. Nele e em você.

Steve beijou a testa de Natasha e ela fechou os olhos e logo adormeceu.

Notas finais
♫ Hey, I don't know much about guns but I, I've been shot by you (Ei, eu não sei muito sobre armas, mas eu, eu fui baleado por você) Hey, and I don't know when I'm gon' die (Ei, eu não sei quando eu vou morrer) But I hope that I'm gon' die by you (Mas eu espero que morra ao seu lado) Hey, I don't know much about fighting (Ei eu não sei muito sobre lutar) But I, I know I'll fight for you (Mas eu, eu sei que lutarei por você) Hey, just when I balled up my fists I realized (Ei, quando levantei meus punhos, eu percebi) I'm laying right next to you (Que estava deitada do seu lado) ♪ Beyoncé - 1 + 1