A Cidade de Cilian
2 O Básico de sobrevivência
Assim que terminamos aquele tenso café da manhã, meu pai foi levar Karon para o colégio, e em seguida iria para seu trabalho de advogado. Minha mãe passa o tempo todo dela limpando nossa casa, e eu fui para a acadêmia de artes marciais cujo meu pai me obrigou no começo para a sobrevivência, e minha convivência com o ' esporte ' me trouxe benefícios como troféis e defesa pessoal . Ao chegar lá, meu professor cujo insiste em ser chamado de ' sensei ' como forma de respeito tradicional japonesa, nos aguardava para começar o treino. Assim que terminei de colocar meu uniforme de treino denominado Kimono, todos já estavam treinando no salão principal. Eu sou faixa amarela ( 3/7 ) em 3 tipos de lutas : Aikido, Judô e Savate ( Boxe Francês ) . Meu pai também insistiu para que eu realizasse mais de 2 Lutas. O Sensei me dirigiu até um garoto semelhante a mim quanto ao porte fisico, porém seu cabelo curto loiro era diferente do meu longo até os ombros e escuro. Amarrei meu cabelo em forma de ' rabo de cavalo ' e comprimentei meu oponente, o qual fez a mesma coisa. Estranhamente, eu nunca vi aquele garoto em meio a acadêmia, porém ele deve ser um dos transferidos que por coincidência chegaram 23 de uma vez. Ele avançou contra meu rosto com seus punhos fechados com esperança de acertar meu rosto, bloquiei o tal soco com meu braço esquerdo, e impulssionei o braço dele contra o chão abrindo seu peitoral, o qual eu ja realizava uma investida com meu pé contra o tal peitoral. Acertei o seu ponto cardial, ele caiu no solo e tentou recuperar o ar. Estico minha mão contra ele, para que segurasse como um jesto gentil. Ele fechou as sombrancelhas para mim, e investiu em uma rasteira contra minhas pernas. provavelmente minhas habilidades são mais avançadas que a dele, diante disso eu efetuei um salto levando a perna dele ao vácuo, e investi com meu braço direito contra seu pescoço o imobilizando. O Sensei nos parou. Ele pediu para que todos os oponentes se afastassem, e cumprimentássemos uns aos outros civilizadamente. O garoto loiro me olhou estranho novamente. Seguido da luta, realizamos nosso exercicíos diários contra sacos de pancadas, e cambalhotas para aprender a cair. Depois de aproximadamente 1 Hora o treino acabou e fomos dispensados, todos se dirigiram para os vestiários e colocaram suas roupas de quando entramos na acadêmia. O fato de todos estarmos de férias, menos os colégios integrais que é o caso da sexta série para baixo, diminui regularmente o trânsito na cidade, porém aumenta incrivelmente o uso de energia na cidade, o que irrita o governo. Eu estava voltando para casa sózinho, cruzando o beco que fica próximo a ela e foi quando fui abordado por 2 homens de aproximadamente 24 anos, mascarados com meias acompanhados de furos no nariz e nos olhos, um vindo pela parte de tráz do beco, e outro pela frente. O que estava na minha frente apontou uma faca contra minha pessoa. Um som abafado saiu daquela meia : — Celular, carteira, tudo que tiver, coloque no chão e deixaremos você sair. Fiz um movimento negativo com a cabeça. Eu não estava com nada, porém se eu falasse isso eles não acreditariam e iriam me investigar, oque seria pior, não quero aquelas mãos nojentas tocando minhas vestes. Então o homen foi vindo em minha direção lentamente com a faca apontada para meu rosto. A Iluminação do sol das 13:00 fez com que eu olhasse no reflexo da faca, o homen que me cercava por trás abrindo os braços para supostamente me agarrar. Não tive escolhas, virei contra ele, e recurvei um de seus braços para trás forçando conforme o outro se aproximava. E disse : — 2 Passos e um braço menos.- Não ... Vamos negociar.Disse o outro, porém o homen que estava sendo contorcido forçou para tentar escapar, e o meu braço se moveu automáticamente para o lado contrário, assim quebrando o braço dele. Foi possível escutar o barulho do ' Crack '. Sem reação, corri para o lado contrário ( de onde eu vim ) e na ponta do beco parou uma moto preta e provavelmente bem cara, com alguem pilotando a mesma com um uniforme preeto e um capacete que mal dava para ver através do mesmo. A Principio pensei que eles eram comparças, porém o piloto da moto inclinou o corpo para frente, dando lugar para mais uma pessoa e fazendo um barulho de arranque provavelmente um ' vamos logo ' . Sem pensar, pulei na moto e assim que ele acelerou, a faca foi lançada contra minha cabeça, porém atravessava o vácuo acertando como de metal cujo eu não tive coragem de olhar. Aceleramos em rumo a rodovia, cortando vários carros e casas, cujo meus cabelos ao vento dificultava minha visão .
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