A Cidade Dos Sonhos

4 Capítulo 4 - O plano de Lúcifer


[Dean]

Na manhã seguinte, Sam chega no hotel:

– Onde você estava Sammy? — perguntei querendo explicações para aquela saída estranha de Sam.

– Eu comprei café da manhã. — respondeu Sam tentando mudar de assunto e deixei para lá.

– Andei pesquisando sobre a familia de Ithan, mais as informações diziam que não morava ninguém naquela casa.

– Então a familia toda são demônios?

– Talvez. Mais como explica todas aquelas pessoas no dia da morte de Wendy?

– Vou ligar para o Bobby.

Peguei o celular que estava sobre a mesa trasnparente de vidro, e liguei para Bobby.

– Alô Bobby?

– Oi Dean!

– Descobriu alguma coisa?

– Só que essa familia nunca existiu, e temo que todas aquelas pessoas poderão ser demônios.

– Então você está dizendo que todos aqueles demônios, são o exército de Lúcifer!?

– É.

– Filhos da puta!.

– Onde está Sam? — perguntou Bobby e entreguei o celular à Sam.

– Oi Bobby.

– Oi Sam.

– Então é isso mesmo? Lúcifer nos atraiu até a Rua Franchini para que pudesse pegar Castiel?

– Tal..... — e a ligação caiu.

– Bobby? Alô? Acho que a ligação caiu! – disse Sam – Vou tentar retornar.

– Achei uma coisa, esse amuleto se chama kakó uáti!. – exclamei.

– Que significa...

– Olho do Mal, serve para liderar os Crônus (criaturas mais poderosas do mundo inferior), podem destruir tudo quanto é tipo de coisa.

– E onde está o amuleto? – perguntou Sam curioso.

– Em um lugar sagrado, mais conhecido como O Santuário de Hilmaty, nunca ouvi falar – respondi.

– O Santuário de Hilmaty? Já ouvi falar, é um lugar com proteção contra demônios, por isso o Lúcifer pediu nossa ajuda.

– Talvez, agora vamos investigar isso – conclui.

– Mais e o caso de Wendy e o Ithan? – perguntou Sam.

– Resolvemos depois! – respondi

Fomos até O Santuário de Hilmaty tentar achar o amuleto. Ao chegar, haviam várias armadilhas, uma delas era que se andasse pelo caminho errado, caía em um buraco negro muito fundo, que praticamente não tinha fim. E logo em frente estava o amuleto.

– Ali está o Amuleto — disse sorrindo.

Conseguimos passar sem cair no buraco negro. Peguei e voltamos para o hotel e Sam ligou para Bobby novamente.

– Bobby?

– Sam, entregue o amuleto à Lúcifer – respondeu Bobby.

– O que? Entregar? Como assim? Bobby, agente não pode! – disse Sam achando aquilo muito estranho.

– Entregue logo, antes da meia-noite! – respondeu Bobby.

– Do que você está falando? Bobby? Bobby? – respondeu Sam – Droga!

– O que aconteceu? — perguntei.

– Bobby quer que nós entregamos o amuleto para Lúcifer até meia-noite – respondeu Sam.

– Entregar o amuleto? Não podemos!

– Foi o que eu falei, mais ele desligou. – respondeu Sam.

– Temos que resolver isso logo! – conclui.

– Mais como? Como? Se nós entregarmos, Lúcifer vai liderar os Crônus e se agente não entregar Cass morre! – disse Sam.

– Eu não vou ficar aqui de braços cruzados Sam! Tenho que fazer alguma coisa! — exclamei.

– E o que você sugere? — perguntou Sam.

– Não sei, só sei que vou comer, porque tô morto de fome! — respondi, pegando meu telefone para pedir uma pizza.

– Dean, Cass está sofrendo e você quer comer? — perguntou Sam achando que eu não estava nem ai.

– É, você sabe que não consigo pensar com fome — respondi apontando para minha barriga.

– Ok! — disse Sam.


[Sam]


Eu tenho que pensar em algo, eu preciso, não posso deixar Cass morrer! Dean estava comendo, tentei ligar várias vezes para Bobby, mais sempre dava na caixa postal. Fiquei pensando no que o Bobby tinha dito pra mim, acho que entregar o amuleto à Lúcifer não é uma boa idéia, mais sei que a vida de Cass está por um fio, foi ai que tive uma idéia, contei para Dean e nós pegamos a estrada.


[Dean]


A idéia de Sam foi muito boa, mas podia não dar certo. No caminho meu telefone tocou, era o Bobby, atendi no mesmo instante.

– Alô, Bobby? — perguntei.

– Sam, entregue o amuleto para o Lúcifer.... — respondeu Bobby.

– Mas Bobby, não podemos! — respondi e a ligação caiu de novo. — Droga! — tentei retornar mais sempre dava na caixa postal.

– O que ele disse? — perguntou Sam.

– Ele disse para entregar o amuleto de novo! Mais eu não entendo!

Chegando na rua Franchine, Sam ficou no carro, caso acontecesse alguma coisa, chamei Lúcifer:

– Vem cá seu desgraçado!

– Dá próxima vez que você me xingar, eu mato você! — disse Lúcifer, atrás de mim.

– Eu trouxe o que você quer, mais primeiro quero o Cass.

– Tudo bem, mais primeiro me entregue o amuleto, que em troca eu entrego o Castiel. — respondeu Lúcifer.

– Entregaremos juntos, porque eu não confio em você.

– Muito bem. — respondeu Lúcifer.

Nos aproximamos e em uma velocidade trocamos. Lúcifer logo em seguida desapareceu.

– Você está bem Cass?

– Eu pareço estar bem? — respondeu Cass.

Sam correu para me ajudar a levar Cass até o carro. Cass entrou no carro e Ithan apareceu com uma arma em direção à mim.

– NÃAAAAOOOOOOO! — gritou Sam.

Acordei no hospital, lá estava Sammy sentado em uma cadeira do meu lado, pensativo.

– O que aconteceu? — perguntei, mais já sabia um pouco do que tinha havido naquela noite.

– Dean! Você foi baleado pelo Ithan! — respondeu Sammy já alegre por eu ter acordado.

– Aquele filho de uma mãe, eu mato ele nem que eu pare no inferno com ele! Aiii..! — gemi

– Mais primeiro você tem que descançar. — respondeu Sammy preocupado.


[Sam]


Dean ainda estava muito machucado e não ia ter alta do hospital, vou sair à procura do Ithan quando Dean dormir.


***************** Horas depois... ****************


Peguei o carro de Dean e fui atrás de Ithan, mas como eu poderia encontrá-lo? Como eu poderia caçá-lo? Se ele está em todo lugar? Foi ai que vi ele no carro a minha frente, no mesmo instante, ele saiu em disparada, e fui atrás. Continuei seguindo, até que Ithan bateu em um poste, sai do carro e fui ver se ele ainda estava lá dentro. Sim, ele estava, assim que fixei meu olhar nele e ele desapereceu e apareceu do outro lado.

– Não se mexa!

– Oi Sam, como está seu irmão?

– Como está meu irmão? Você atira nele e depois me pergunta como ele está? Para sua informação ele está fora de perigo.

– E por que você veio atrás de mim?

– Para acabar com você!

– Acabar comigo? — (Risos) — Você não pode acabar comigo!

– Não, é? Andei pesquisando mais sobre você.

– Oh Sam, você não sabe nem QUEM eu sou e nem O QUE eu sou!

– Ahh...você é que pensa, você não é um demônio normal, você é O Troy!

– Ohh, pelo visto você andou estudando em....mais mesmo assim você não pode me matar (risos).

– Não posso é? — assim que terminei de falar, atirei em Troy com balas de sal.

(Obs: Sam tinha lido no ssite onde estivera pesquisando e encontrou como se matava o Troy, lá dizia: "Pegue sangue morto com tal coisa e depois misture com mais não sei o que....". Só que Sam não era burro, ele já sabia como matar, pois o Troy se achava diferente, só porque ele tinha um nome próprio, mais na verdade ele era como todos os outros, um demônio NORMAL, só que todos os outros eram mais fortes que ele. Troy era fraco, só conseguia atirar nos outros, mais nunca lutou com ninguém.)

No momento em que a bala atingiu Troy, ele havia morrido. Foi tão fácil! Achei que iria ser mais difícel! Voltei para o hospital, estava indo para o quarto de Dean, estava esperando o elevador, quando ouvi o Doutor falar que Dean havia morrido. Me desesperei, sai correndo atrás das escadas, subi tão rápido que minhas pernas ficaram bambas. Cheuguei no quarto e avistei Dean sentado em uma cadeira de rodas na janela, olhando para mim sério com aquele olhar de "Onde você estava?".

– Onde você estava Sammy? — perguntou Dean furioso.

– Fui atrás de Ithan.

– Você foi o que? E conseguiu encontrá-lo?

– Sim...

Foi ai que contei toda a história para Dean.

– Então quer dizer que o Ithan....quer dizer....o Troy é um zé mané? — perguntou Dean já começando a rir.

– É....(risos) — respondi.

– (Continuando rindo) Quando vou ter alta mesmo?




Notas finais
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