A Cidade Dos Sonhos
12 Capítulo 12 - Um Dia Especialmente Ruim
Notas iniciais
Mais espero que gostem ^^
[Sam]
Naquele momento meu coração acelerou e comecei a ficar desesperado:
– Acidente? Que tipo de acidente? O que aconteceu? – perguntei nervoso.
– Senhor, tenha calma, é melhor o senhor comparecer ao Hospital e saber de tudo.
– Ta, ta... me dá o endereço. – respondi pegando o endereço. – Já estou indo.
Peguei meu casaco e as chaves do Hotel, chamei um táxi e fui direto para o Hospital. Chegando lá, fui na recepção:
– Oi, você poderia me informar o que aconteceu com Dean Winchester? – perguntei preocupado.
– Só um minuto. – respondeu a recepcionista. – Você é o que dele?
– Sou irmão, Sam Winchester.
– Ah Sam, seu irmão sofreu um acidente de carro e já está sendo atendido.
– Em que quarto?
– Ele está no quarto 195, mais no momento não está recebendo visitas, pois está sendo atendido.
– Obrigado. – agradeci.
Fiquei na sala de espera e nada de novidade sobre o Dean. Droga! Não devia ter deixado ele sozinho naquele estado.
– Sam Winchester. – chamou o médico que saíra do quarto onde estava Dean.
– Eu! O Dean está bem? – perguntei preocupado.
– Bom Sam, ele sofreu um acidente muito forte, bateu com a cabeça e quebrou o braço, eu sinto muito lhe informar, ele está em coma.
– Em coma?
– Eu sinto muito.
Naquele momento fiquei nervoso, meus olhos se encheram de água, meu coração acelerou e eu não sabia o que fazer, me desesperei, comecei a andar de um lado para o outro, aquilo tudo foi culpa minha, foi tudo por causa da porra da minha escolha!
– Ei você, tenta se acalmar, quer um copo de água? – perguntou uma mulher bonita, com cabelos longos e encaracolados bem pretos, olhos azuis claros, uma blusa vermelha com um casaco preto por cima, calças jeans preta e salto.
– Não, eu quero ver meu irmão, quero ver como ele ta.
– Olha, tenta se acalmar, você não está em condições de falar com seu irmão, eu sinto muito, mesmo. – falou a mulher.
– Você tem razão, eu...eu aceito o copo de água.
– Vou pegar, não saia daqui.
Minha cabeça estava doendo muito, estava me sentindo culpado, e ainda tinha o Bobby, tenho que ligar para ele.
– Aqui está.
– Obrigado, por me ajudar nesse momento, por...por... – tudo começou a girar e acho que desmaiei.
[Lúcifer]
Dean sofreu um acidente, que ótima notícia! Agora tenho mais tempo de preparar minha vingança. (Risos)
[Sam]
Acordei deitado na cama em um apartamento, não fazia ideia do que tinha acontecido! Como vim parar aqui? Levantei-me da cama, estava só de calça comprida um pouco frouxa, daquelas de dormir, sem blusa, e não fazia ideia do que tinha havido naquela noite. Fui em direção à sala:
– Você acordou! Está se sentindo melhor? – perguntou aquela mesma mulher no Hospital. Ela estava usando uma blusa sem manga vermelha, shorts jeans curto, com o cabelo preso e não estava usando nenhum calçado. Ela estava colocando a mesa.
– Mais ou menos... o que estou fazendo aqui?
– Ah você desmaiou no Hospital e tive que trazê-lo para minha casa, afinal era a única que conhecia você. – falou ela, servindo a comida.
– Me conhecia? – sorri, não sei como, mais consegui ri — Como é seu nome?
– Ah desculpa, meu nome é muito fácil, é parecido com o seu!
– Sério?
– É, meu nome é Samantha, só que prefiro que me chamem de Sam. – ri levemente.
– Então...Sam! Eu preciso voltar para o Hospital, meu irmão...
– Opa! Não, não, você não vai voltar, sabe por que? Porque seu irmão está passando por muitas cirurgias e operações, e não vai adiantar nada você ficar de plantão no Hospital.
– Mas eu preciso saber como ele ta, e...
– Olha Sam, ele vai ficar bem, agora vê se tenta relaxar, eu sei que está difícil, mais você precisa se acalmar.
– Ok. – tive que concordar, mais ela tinha razão, não iria adiantar de nada eu ficar lá de plantão.
– Sabe do que você precisa?
– Do que? – perguntei curioso, rindo levemente, não sei porque eu estava rindo tanto.
– Comer!
– Comer?
– É isso ai, vem. – disse ela sentando-se à mesa e me chamando.
Fui até a mesa e me sentei, eu nunca havia comido um café da manhã daqueles, tinha café, pão, suco e várias outras coisas, que Dean ia adorar.
– Então! O que você faz da vida? – perguntou Sam (Samantha).
– Bom... eu salvo vidas... – respondi sem jeito.
– É, eu sei.
– Como assim, você sabe? – perguntei surpreso.
– Olha, não precisa esconder nada de mim não, eu já sei de tudo, que você é um caçador e...
– Quem é você? – levantei rapidamente.
– Calma! Eu também sou uma caçadora! – respondeu Sam (Samantha) comendo um pedaço de pão.
– E como você descobriu que eu sou um caçador? – perguntei ainda mais surpreso, me sentando novamente.
– Tenho meus truques! – respondeu ela piscando para mim, até que ela tinha charme.
– E você caça o que exatamente?
– Bom, eu sou caçadora de insetos. Legal né.
– Insetos? – perguntei surpreso, minha cara foi ótima.
– Claro que não! – ela deu um riso tão alto que acho que todos ouviram. – Sua cara foi ótima – ela riu ainda mais.
– Há-há muito engraçado... se você não caça insetos, o que você caça então?
– Bom eu caço a mesma coisa que você, demônios, fantasmas...e todas essas coisas ai.
– Desde quando você faz isso?
– Ah desde pequena, quando tinha quatorze anos eu sempre gostava de assistir esses filmes de terror, suspense, e aprendia tudo, então um dia alguns demônios invadiram minha casa...
– E o que você fez?
– Bom, eu corri para me esconder saindo pela porta dos fundos, mais como eles entraram pela porta da frente, meus pais não conseguiram fugir e... – ela começou a chorar – eles o mataram.
– Eu sinto muito.
– Desde então eu jurei para mim mesma que iria atrás de cada um que aparecesse. Mais, enfim...não quero falar sobre isso. E você? São só vocês dois ou tem mais alguém?
– Não, somos só nós dois, e um amigo, o Bobby, mais ele está bastante longe.
– Ah.
– Mas Sam, posso te perguntar uma coisa? – perguntei para vê se ela se esquecia daquela história.
– Claro!
– Foi você que trocou minhas roupas? – ri levemente.
– Ah sim – ela sorriu – foi sim. Aliás você é bem fortinho. – fiquei envergonhado, e ri mais ainda.
– Então quer dizer que você me trouxe do Hospital até aqui... sozinha? – perguntei tentando disfarçar minha vergonha.
– Foi! O que foi? Eu tenho força ta! – respondeu Sam (Samantha) levantando-se tirando a mesa.
– Mais diz ai... – levantei e levei os pratos para a cozinha, onde ela estava. – à quanto tempo você caça? – perguntei curioso, entregando os pratos à ela.
– Faz muito tempo, eu acho que a uns dezenove anos, mais ou menos.
– Então você tem vinte e sete anos? – perguntei de um jeito engraçado.
– Quer dizer que você é bom em contas? – disse Sam (Samantha) rindo.
– Você ainda não respondeu minha pergunta. – ri levemente me encostando-se a um balcão oposto a onde ela estava, cruzando os braços, ainda de calça de dormir, sem blusa.
– Ok! Eu admito, tenho vinte e sete anos. Mais e você, quantos anos têm? – sabia que logo em seguida ela iria me perguntar isso.
– Tenho vinte e nove.
– Então quer dizer que você é o mais novo da família? – perguntou ela aproximando-se.
– É, praticamente sim. – concordei me desencostando.
– Adoro namorar homens mais velhos que eu. – disse ela se aproximando cada vez mais.
– Aé! E eu mulheres mais novas. – me aproximei dela, puxei pela cintura e dei um beijo, foi um beijo sensacional, o Dean nunca vai me perdoar por eu estar aqui e ele no Hospital, mais espero que ele esteja bem.
Encostei-a na parede, botei ela em meus braços e a levei para a cama, começamos a tirar a roupa, ela estava com sutiã preto, logo em seguida me levantei e tirei a calça, deitei por cima...
Notas finais
Beijoos
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