A Chave Do Segredo - Dark Mystery

8 Parte II: Vida e Morte - Capítulo 7


Notas iniciais
Duas semanas depois...
Heeey! Eu sei que não deveria estar atrasando a postagem, mas acho que vocês vão me perdoar... Estava em período de provas... E o que eu não daria para que fosse apenas duas por dia! Mas são quatro. Então eu tive que dedicar-me por completo. Agora estou recebendo minhas notas (às vezes a sensação é tão ruim quanto estar fazendo a prova), mas por enquanto tudo tem ido bem.
Estou contente. Pelo menos, até segunda-feira! (Física II e Química I... Ai, que medo!)
Mas enfim... Espero que não durmam com esse capítulo. Tipo, é mais um capítulo de transição, mas para quem está curiosa sobre o Derek... Acho que gostarão da primeira parte do capítulo!!!
Bem, nos vemos lá no final, ok?! Boa leitura, Apple Pies!

Parte II: Vida e Morte

***

Capítulo 7


Londres, Inglaterra.

Dias atuais.


Derek.


O garoto ainda tinha sua testa contra o vidro frio. Estava, a cada segundo que passava, mais nervoso. Lauren não dera nenhum sinal de vida ainda. Os médicos lhe disseram há pouco que ela estava com hipotermia, e que seu coração não reagia aos estímulos.

Derek sabia que isso iria acontecer até a decisão no Mundo dos Mortos ser tomada. Lauren morreria, ou viveria, mas até lá, tinha que se esperar. Ele também sabia que se ela não reagisse logo — em mais uns dez minutos -, os médico lhe dariam como morta.


Tudo dentre em dez minutos mudaria. Ele queria que ela voltasse, que abrisse seus olhos e que o visse, mas também queria que ela não mais despertasse. As duas partes que existiam dentro dele eram contraditórias e incapazes de encontrarem um meio termo. Ambas eram radicais em seus sentimentos, e em seus pedidos.

Mas dessa vez ele decidiu pedir para que os desejos da parte que amava à Lauren, mais do que a si próprio, tornassem-se realizados.

Mordeu o beiço e fechou os olhos, pedindo — não, implorando — para que ela continuasse viva, a ninguém em especial.

Os minutos se passaram demoradamente. Cada segundo era angustiante para Derek. Dez minutos pareceram horas, mas finalmente, acabaram. E nenhum sinal de vida, nenhum sinal que Lauren retornaria.

Os médicos desistiram de tentar ressuscitá-la, e iam pronunciar a hora da morte, quando um milagre aconteceu. Talvez as preces de Derek tivessem sido atendidas.

Porque o coração dela voltou a bater.

Aquele som encheu Derek de felicidade, e um sorriso saiu por entre seus lábios. A garota que amava estava viva. Completamente viva.

Cogitou a possibilidade de ir até ela, naquele exato momento, e pegar-lhe a mão. Mas não o fez. Simplesmente, suspirou e deu às costas ao corpo, agora vivo, de Lauren. Não se virou nem quando os médicos o chamaram. Foi-se embora do hospital.

Lauren estava viva, o que significava que a Morte não estava nada contente. E que o culparia. No momento, não lhe deu medo. Derek aproveitou-se desses minutos de felicidade. Preocupar-se-ia mais tarde, quando a visse.

E enquanto ele cruzava o portão do hospital, jurou para Lauren e para si mesmo, que logo mais a veria.

***

Londres, Inglaterra.

Dias atuais.

Lauren.


Lentamente abri meus olhos. Não sei o que eu esperava ver, mas definitivamente não era o teto estéril de algum hospital. Talvez o que eu esperasse ver fossem os olhos negros de Derek. Olhei ao redor do quarto imaculado até meu olhar cair nos tubos intravenosos presos em meu braço direito. Rapidamente desviei o olhar. Odiava agulhas. Ao menos, em mim.

Meu leito não era aconchegante, como todo o leito de hospital não era. Ele emanava frieza. Como quase todos os quartos, tinha as paredes brancas com vigas de madeira, uma cama pouco confortável com travesseiros nem um pouco macios, um aparelho de televisão, uma poltrona de couro preta para acompanhantes e uma mesa de cabeceira branca.

Tentei me erguer — com o braço esquerdo, não queria que nenhum daqueles tubos saísse do lugar em meu braço direito -, mas a dor em meu corpo todo era demais. Gemi e novamente recostei-me em meu travesseiro duro.

Respirei fundo e voltei a fechar meus olhos, relembrando de tudo, até que a porta do meu quarto abriu-se e fechou-se em seguida.

Logo estava com os olhos abertos, aguardando com uma centelha de esperança que fosse Derek. Infelizmente não era. Quem havia entrado foi uma enfermeira baixinha e gordinha, com cabelos castanhos armados em um coque alto. Suas sobrancelhas eram finas, da mesma cor dos cabelos, e sua boca era rosada em formato de coração. Seus olhos verdes eram preocupados e gentis.

— Oh, querida! Você acordou! — disse sorrindo. — Deu-nos um susto enorme, sabia?! Pensamos que você não resistiria.

Inspirei uma lufada de ar. Meu coração estava a mil, esperando mais alguma notícia.

— Você sabe o que aconteceu? — perguntou ela.

Assenti, tentando não fazer uma careta com a dor que senti.

— Você sabe onde está?

Neguei.

— Bem, você está no St. Thomas’ Hospital. — falou gentilmente.

Ah, então Derek tinha me levado de volta para Londres. Mas onde estava ele?

— Quem... — pigarreei. — Quem me trouxe aqui?

Minha voz estava fraca e baixa, mas podia ser ouvida.

— Ah, foi um garoto muito bonito. — ela me deu as características dele rapidamente. — Mas ele não está mais aqui. Saiu logo após seu coração voltar a bater.

A enfermeira me deu uma olhada de lado.

— E você o conhece? — perguntou.

— Não. Nunca o vi. — respondi e suspirei. — Mas eu estava morta, então?

— Morta não, não exatamente. — falou baixo. — Você teve uma parada cardíaca, mas felizmente seu coração voltou a bater e nós conseguimos reaquecê-la. Acho que seu coração entrou em arritmia por causa da hipotermia.

Mordi o beiço. Ela não desconfiava — e não podia — do que de fato ocorrera.

— Não se preocupe. Está tudo bem agora. — afirmou rapidamente.

Assenti e respirei fundo para a próxima pergunta que eu faria.

— E... — minha voz falhou. — E meus pais?

Claramente, a gentil enfermeira foi pega de surpresa.

— Seus pais? Nós não sabemos o que aconteceu, o garoto que lhe trouxe saiu antes de nos dar qualquer resposta. Diga-me, o que ocorreu?

Respirei fundo mais uma vez, tentando não deixar que as lágrimas em meus olhos escorressem. Pisquei fortemente para represá-las.

— Foi em um acidente. Estávamos indo para Cambridge — minha voz estava mais baixa e mais fraca. — Um caminhão bateu em nosso carro, fazendo-nos adentrar a mata perto da rodovia e cair em um rio... — limpei uma lágrima que escapou. — Meus pais morreram, e o motorista do caminhão não prestou socorro...

Dessa vez, as lágrimas desceram como uma torrente em meu rosto, e logo eu não conseguia respirar.

— Shhh... Está tudo bem, meu amor. Tudo bem, não se preocupe. — ela tentou fazer-me parar. — Vamos encontrá-los. Vou ligar para a polícia agora mesmo.

Assenti, enquanto ela se levantava. A enfermeira — cujo nome eu nem olhara — saiu do quarto correndo. Eu apenas tentei me controlar, tinha que parar de chorar. A dor não sumiria junto com as lágrimas que escorriam por meu rosto. Ela ficaria comigo para sempre, enquanto eu vivesse.

Controlei a respiração acelerada e consegui segurar o pranto, guardando meu sofrimento dentro de mim. Realmente, eu não precisava mostrar-me fraca para mais ninguém.

Essa dor que eu sentia não podia ser comparada a nada. Era profunda, enraizada na alma. Ela inundava-me completamente, dando-me a sensação de afogamento, mas eu não estava submersa como no rio... Era esse péssimo sentimento que agora me mantinha presa.

Todos os momentos que passamos juntos voltaram-me à memória. Os momentos felizes, quando nós três estávamos sorrindo e brincando entre si. Relembrando desses fatos, o sofrimento se tornou um pouco mais suportável. Ainda estava presente, é claro. E eu ainda queria poder tê-los em meus braços, mas lembrar de nossa boa vida me deu vontade de querer viver.

E enquanto me lembrava desses doces momentos, um sorriso apareceu em meu rosto. Não podia ser comprado a outros que eu dera, mas também não era um sorriso de tristeza. Ora, como eu poderia sentir-me triste com aqueles momentos dignos de sorrisos?! Era inconcebível.

Fechei os olhos e apreciei as memórias, quase as vivendo novamente. A cada imagem que se passava em minha mente dava-me um quase conforto, como se nada tivesse acontecido. Por alguns minutos apenas fingi.

Fingi que estava com eles, que estávamos sorrindo e que estávamos em Cambridge. Nossa vida era perfeita. Cheia de abraços e beijos melosos que me enchiam de alegria.

Pensando e imaginando, o meu sorriso aumentava e ficava cada vez mais verdadeiro. Mas tão rápido como veio a sensação de alegria e de paz, foi-se embora com a batida da porta abrindo-se e fechando-se no batente.

A enfermeira estava de volta.

— Querida, seus pais já estão sendo procurados. — seu sorriso era apático.

Meneei com a cabeça afirmativamente. E dessa vez, obriguei-me a notar o pequeno crachá que a identificava. Seu nome era Abby Masen.

— Obrigada, Sra. Masen. — agradeci.

— Não foi nada... — suas sobrancelhas arquearam-se.

— Lauren. — respondi. – Lauren Harper.

— Belo nome, querida.

Assenti uma vez.

— Lauren, você gostaria de contar o que aconteceu, agora? Digo, não para mim e sim para os policiais. Eles têm que saber de tudo por você.

— É claro. — eu murmurei após respirar fundo.

Sra. Masen me deu um sorriso gentil enquanto se dirigia à porta e chamava alguém que estava de fora. Provavelmente, os policiais.

Meio segundo mais tarde, ela voltou com dois homens altos. De fato, policiais. Ambos eram mouros, com cabelos negros e olhos da mesma cor. Pareceriam gêmeos, se não fossem pequenos detalhes, como a altura.

O mais alto começou as apresentações.

— Olá, sou o policial Andrew. E este é Aaron. — disse, indicando o outro com o queixo.

— Prazer, jovem. — falou Aaron. — Como está?

— Viva. — respondi. Essa era a única resposta que eu poderia dar. Meus pais estavam mortos, como eu poderia estar bem?

— Ficamos muito felizes que esteja viva. — Andrew disse depois de alguns segundos em silêncio. — Pode nos contar, exatamente, como aconteceu?

— Sim. — falei em tom baixo enquanto Aaron pegava um bloco de anotações e uma caneta. — Como contei à enfermeira Masen, nós batemos contra um caminhão e capotamos para dentro da mata, depois caímos em um rio.

— E vocês iam para Cambridge, a Universidade, certo? — perguntou Aaron.

— Certo. — murmurei.

— E como você saiu do rio? — a voz forte de Andrew preencheu o silêncio.

— Esperei a água encher por completo o carro, e abri a porta. Depois fui resgatar meus pais, mas eles estavam... — minha voz perdeu-se. Respirei fundo, duas vezes. — Mas eles estavam mortos.

— Então você nadou até a superfície. — completou Aaron.

Assenti.

— Você conhece o garoto que lhe trouxe aqui? — perguntou o mesmo.

—Não. Não o conheço. — fiz uma pequena pausa. — Eu nem vi sua aparência. Estava dolorida e com falta de ar. Ele foi a única pessoa que eu achei, a estrada estava vazia, então, eu me joguei nos braços dele, e depois desmaiei.

— Compreendo. — o policial Andrew passou a mão no rosto onde uma barba rala crescia. — Bem, acho que é isso, Srta. Harper. Nossas viaturas já estão procurando os corpos de seus pais no rio, entraremos em contato mais a tardar.

— Obrigada. — falei baixinho.

Ambos assentiram e se viraram para irem embora, deixando-me as sós com Abby, que se manteve parada junto ao batente da porta, quieta.

— Querida, vou chamar seu médico. Ele acaba de chegar, o plantão dele começou. Já voltarei com ele aqui. — falou.

— Tudo bem. — eu realmente preferia ficar sozinha.

Ela também partiu, novamente correndo. E eu entreguei-me as minhas dores, de novo sentindo que me afogava nelas. Sabia que seria assim durante um longo tempo, durante até toda a minha vida.

E além da dor pela perda, começava a sentir culpa. Fora eu a culpada por tudo o que nos aconteceu. Era eu que a Morte queria. Não os meus pais. Meus pais amorosos, que deviam continuar estando vivos e felizes.

Mas que droga, era eu quem devia estar morta, mas estava aqui: viva nesse leito de hospital.

O médico entrando em meu quarto despertou-me de meus pensamentos.

— Oh, olá, minha jovem. Sou o Dr. Gray — apresentou-se. — Como vai?

— Bem. — murmurei a meia voz.

Dr. Gray era caucasiano. Tinha cabelos ondulados e negros. Os olhos castanhos chocolate demonstravam preocupação por trás da armação dos óculos.

— Sem nenhuma dor? — perguntou.

— Sim... Digo, não. Estou dolorida. Totalmente dolorida. — falei. Não precisava mencionar que não era só fisicamente.

— Hum... Vou aumentar sua medicação, então. — disse inspecionando o soro que corria por minhas veias.

Ficamos em silêncio por alguns minutos, enquanto ele anotava alguma coisa na prancheta que trouxera consigo.

— Só para constar... Tem alergia a algum medicamento? — perguntou rompendo o tenso silêncio.

Neguei com a cabeça e ele fez a última anotação.

— Sei como deve ser difícil perder os pais, Lauren – provavelmente Abby tinha contado a minha história. — mas foi um milagre você sobreviver. Persistiu por sua vida até o fim.

— É uma dor horrível. — falei. — Talvez eu devesse estar junto deles.

Senti que algumas lágrimas conseguiram escapar de meus olhos e que escorriam por meu rosto. Rapidamente as limpei com as costas da mão esquerda.

— Não diga isso, Lauren. Sinta-se privilegiada por estar viva. Pense em seus pais, recorde-os, mas siga em frente. — Dr. Gray disse. — Você recebeu uma segunda chance, não a desperdice. E saiba que seus pais estão contentes por você estar viva.

Não falei nada, apenas olhei para o outro lado, não querendo encontrar o olhar gentil do médico.

— Ei, você não morreu. Daqui a alguns anos você vai se casar e terá filhos, vai dar continuidade à família.

Eu tinha vontade de rir, só pelo desconforto da situação mencionada por ele. Eu? Casar-me? Ter filhos? Não, não era para mim. Gostava de sentir-me livre, sem ter que dar satisfações a ninguém, a não ser eu mesma. Ceder aos caprichos de filhos e de um marido era demais para mim. Sabia que não conseguiria lidar com isso.

E bem, aparentemente, minha vida ainda corria um sério perigo. A psicopata da Morte ainda me queria com ela, para ela poder controlar algo que eu sequer desconfiava.

— Então, supere e viva. — continuou ele mal sabendo o que se passava por minha mente.

— É, vou tentar. — murmurei.

— Vai conseguir, eu tenho certeza. Você sobreviveu à morte, vai sobreviver a dor também. — ele me deu um pequeno sorriso ao qual foi impossível de retribuir.

— Obrigada. Tenho certeza de que não estaria aqui se não fosse o seu trabalho. — bem, era mentira. Eu só não estaria aqui se a Morte não me tivesse liberado.

— Como disse, esse é o meu trabalho. Não precisa agradecer a nada, faço o que faço porque gosto. — o pequeno sorriso do médico aumentou.

Dessa vez, pude retribuir. Meus lábios abriram-se um sorriso torto.

— Eu lhe entendo. Quero ser médica também. — falei feliz de se tratar de um assunto mais banal.

— Sério?! — seus olhos castanhos aparentaram surpresa. — Bem, aposto que será uma grande médica, Dra. Harper.

Dei uma curta risada. O som me foi estranho, mas ainda assim, aconchegante.

— Obrigada, Dr. Gray. Espero atender às expectativas. — disse docemente.

Ele também riu.

— Tenho certeza que vai. Mas, em qual área?

— Neurocirurgia. — respondi.

— Uau! — os olhos dele brilharam. — Tenho em minha frente uma futura neurocirurgiã.

Novamente eu ri, mas minha risada foi interrompida por uma onda de dor em meu peito. Respirei fundo e tentei não fazer uma careta.

— E eu acho que a futura Dra. Harper precisa de seus remédios agora. — falou ele, apertando um botão, no qual chamava a enfermeira.

— Sim? — perguntou uma voz do outro lado.

— Pode trazer a medicação da paciente do quarto 246, por favor? — perguntou o médico.

— É claro. Daqui a pouco estarei ai.

— Pronto. Em breve a dor irá passar. — falou ao mesmo tempo em que outra enfermeira entrou no quarto.

Não olhei enquanto ela injetava a medicação no tubo do soro. Concentrei-me em não pensar no ardor que veio junto com essa. Mas passou a dor, sendo substituída por uma onda de sono.

Antes que eu fechasse os olhos, meu médico me chamou.

— Tem alguém a quem podemos contatar? Um tio, tia...

— Minha amiga. — falei. — Megan di Angelo.

Murmurei os sete números de seu telefone. Ela era a única com quem eu podia contar. Todos os meus parentes moravam longe, e os únicos com que eu continuava a falar, meus tios, moravam no Texas.

— Certo. Pode dormir agora. — falou ele baixinho.

Não precisei de mais nenhum incentivo. Fechei minhas pálpebras pesadas e me aconcheguei no travesseiro. Senti que alguém me cobria e mentalmente agradeci por isso, já que esfriara. Depois só me lembro de estar dormindo. De estar sonhando.

E essa foi a primeira vez em que aconteceu.

Notas finais
Capítulo pequeno e chatinho, né? Mas foi preciso por ser um capítulo de transição. Apenas espero que vocês tenham gostado!!! ><'
Então, eu sei que estou atrasada em um monte de coisas, mas quarta-feira começam minhas férias! Uhuuuuul. Elas serão bem felizes se eu não ficar de recuperação em nenhuma matéria (rezem por mim, amores!). Assim que eu entrar nos meus 32 dias tão esperados de paz, vou responder tudo que está pendente, ok? Juuuuro! E ver também se acabo a fic no word... Poxa, faltam uns quatro capítulos no máximo e eu tô enrolando kkkkk
Bom, Apple Pies, é isso! Não se esqueçam de deixar os reviews, ok? São importantes para mim e... Se acharem algum erro, não hesitem a me dizer. Ultimamente ando me assustando com as atrocidades que cometo. E isso dói no coração.
Agora deixa eu calar minha boquinha. Boa noite! E até os reviews! :*