A Casa Imoral

23 Colégio Isahara


Notas iniciais
: Yo! Quem tiver acompanhando espero que gostem. Logo, em breve, muito próximo, eu vou dar um fim a esse blablabla todo e fazer os dois se pegarem logo.
Tah demorando né? Eu enrolo demais mesmo. Então tá aí.
Acho que vai mais uns sete capítulos e consigo terminar a fic.
Desculpe a demora nas postagens gente. Boa Leitura!

_Toc Toc!

Len olhou para a porta aberta. O azulado estava na porta com um baita sorriso, lindo e maduro como sempre, uma caixa amarela em mãos.

Len riu um pouco, olhando para Kyte com uma cara de que não precisava mesmo.

_Nós fizemos questão, Len-kun.

O loiro tomou a caixa, se afastando. Kyte continuava parado olhando com um olhar distante. Len suspirou, ainda lembrado das conversas constantes de Luki, puxando a mão de Kyte para entrar no quarto e se sentar na cama juntos.

O rosado devia estar enfiando ideias erradas em sua cabeça, pois o azulado cada vez mais parecia mais atraente. Ou era a idade o abatendo...

_Nee, Kyte-n-...-san. *avermelhou*.

Os olhos azuis se desprenderam da caixa e fitaram Len com curiosidade. O loirinho estava atrapalhando-se no modo de chama-lo. Por que não o chamou de Kyte-nii como sempre?

Uma risada desimpedida rompeu seus lábios e o rapaz não conseguiu não dar mais um abraço forte em Len.

O garoto estava cada vez mais mudando.

_O que foi? Não precisa ficar com vergonha.

Len ficou vermelho e virou o rosto mostrando uma expressão um tanto ofendida.

_Não é vergonha, só achei que tinha que parar.

Kyte sorriu pequeno, deslizando a mão pelo ombro do loiro, apertando seu braço. O movimento fez Len virar-se menos emburrado.

_Ah, Kyte-nii, para! Deixa eu ver logo o presente! –sorriu largamente tentando agarrar a caixa.

Kyte desviou-a da intenção alegre do Ex-Idol.

_Nananão! Espere aí, senhor Len. Sem pressa, pegou a doença da Rin?

Len sorriu para o maior pondo-se de pé e estendendo as mãos para receber a caixa.

_Haaaai. Arigatou gozaimasu, Kyte-nii. Eu agradeço todo mundo no jantar ok? Pode me dar?

Os olhos brilhantes e pedinchões foram o cúmulo. Agora aquele truque não funcionava tão bem e Kyte conseguia notar que a fofura era um pouco forçada.

O maior levou uma mão aos cabelos extremamente sedosos. Len estava mudando mesmo, só que agora, mesmo com aqueles olhos finos e quase sedutores, nada mudou em seus sentimentos, na verdade, cada vez mais seu coração amolecia.

Por que será que mesmo depois de tanto tempo amar aquela criança era tão fácil? Kyte acreditava que era a forma como Len deixava seu coração para ser doado às outras pessoas.

_Nee, Len. Suas aulas são em um horário diferente das da Rin. Você está no período da tarde, e eu consegui de alguma forma convencer a diretora a te deixar em um período único, já que o ensino médio agora ficou com horário integral e alguns outros como colégios internos.

Len arregalou os olhos, não sabia disso. Antes mesmo de perguntar algo, Kyte passou a caixa para suas mãos e sorriu. O maior tinha realmente escondido muitas coisas... Só agora Len era capaz de ver.

Era assim o mundo dos adultos? Quando se chega à adolescência as crianças percebem que há muito mais por trás daqueles rostos sorridentes que lutam para dar uma boa educação, fazendo que elas não percebam a realidade lá fora. Len, nem ninguém eram capazes de enxergar a batalha interna que Kyte travava desde que ele e Rin foram morar com eles.

Por que... De repente aqueles dias passaram-se tão rápidos e ele já não era mais uma criança dizendo “nyahh” e nem se travestindo com vestidos de séculos passados, não estava mais cego, estava consciente do que as pessoas eram capazes durante a vida. Ele era capaz de muitas coisas, tinha se tornado mais confiante.

Seus dedos desfaziam o laço inconscientemente e seus olhos baixos estavam um pouco depressivos com os pensamentos.

Kyte notou o silêncio repentino. Nem quando Len tomou a fotografia emoldurada em mãos, Len sorriu fraco, seus olhos ficaram gordos e ele mordeu o lábio, estendendo a mão até o maior e lhe apertando o cachecol azul que permanecia intacto mesmo depois daquele tempo.

_A-Arigatou...

O menor deixou a moldura de lado e abraçou Kyte buscando o conforto de seu lar novamente.

Ele sentiu... Falta.

xxx

_Kagamine Len. Estudante inativo na Sala 2-B do Colegio Isahara, dirigido pela Senhora Diretora Merli. Participante do Clube de Música e Dança. Pai adotivo Kamui Venomania Gackpo. Morador no Bairro Kirine, Rua Baras, Nº 2211. Você acabou de voltar de Tokyo, não? Do Colegio Mirakura.

_Hai. –o rapaz assentiu vestido com a versão de verão do uniforme do novo Colégio.

A pessoa à sua frente tinha cabelos verdes, olhos tão verdes que lembravam gelatina de limão. De alguma forma, Len engoliu em seco, parecia um homem pegajoso... Na verdade, os olhos eram gordos, ele parecia infantil, era baixo. Ele... Parecia bem mais novo que Len, no mínimo uns 14 anos. O que o lembrava de forma torturante que dois anos atrás parecia um anão.

O menor levantou os olhos de shota.

_Está me ouvindo, Len-san?

_H-Hai.

O menor fechou os olhos suspirando, ele se levantou e deu a volta na mesa. Len sentiu uma gota se formar em sua cabeça. Um anão... Na verdade, parecia um bebê com boca de Neko :3.

_Len-san, se algo está te incomodando em relação a mim, pode dizer. Eu até imagino o que você está pensando.

Ele vestia um conjunto meio infantil, a gravata era listrada, as roupas pareciam do pré. E tinha um... Bichinho de pelúcia parecido com um dragão em seu braço.

_A-Ano... Como você se chama?

_Ahh... Len-san, pelo jeito você não estava realmente prestando atenção. Vou apressar isso porque tenho muitas coisas para resolver. Meu nome é Gacha. Mas todos me chamam de Gachan. Eu sou um veterano, estou na sala 3-C, no período da noite. De manhã e tarde eu sou o Presidente Escolar.

Len olhou-o de baixo a cima. O esverdeado pareceu irritado.

_Olhe, espero que você entenda que altura não tem nada haver. Então por favor, assine logo os formulários por que sua aula já começou. –o baixinho disse nervosamente sentando-se em cima da mesa.

Len assentiu rápido, envergonhado pela descaradice e assinou, verificando se todos os dados estavam corretos. Ele se apressou em se levantar, tomar os livros em mãos e o horário. Len se virou para o garotinho que dizia ter 18 anos.

_Gachan.

_Que é? –o menor o fitou com as bochechas coradas de raiva.

_Você deve ser uma ótima pessoa para estar aqui. Me desculpe se soei mal, eu não quis ofender. Mas qualquer coisa eu posso vir falar com você?

_S-Se estiver relacionado com a conduta dos alunos, sim. –o esverdeado desfez um pouco a expressão agressiva, sentindo-se internamente grato pelo loiro ser educado e transparecer honestidade. Gacha podia dizer que seu peito aliviou um pouco, já que era o primeiro aluno que não debochava dele.

_Talvez sobre coisas pessoais também, quando precisar, eu sou muito ocupado. –Gacha completou enquanto Len sorria largo e fechava a porta agradecendo.

Os passos de Len ecoavam pelo corredor silencioso, de duas cores: bege e marrom. Estava meio morta esse novo colégio, os armários cinzas estavam um pouco amassados, mas todos trancados. Len se perguntava qual era o seu, olhando um por um, olhando a chave e procurando a numeração que se mantinha um pouco apagada. Depois de alguns minutos encontrou e colocou a chave na fechadura. Assim que a virou, ouviu uma voz do outro lado do corredor.

_EI! O QUE ESTÁ FAZENDO FORA DA SALA, GAROTO?!

O loiro virou-se exasperado, não entendo nada.

_A-Ah, me desculpe, eu estava falando com o Presidente... É-É que eu sou novo e-...

_Não importa. Se eu te pegar mais uma vez fora da sala eu te meto um cartão amarelo e você vai dançar na Sala de Detenção! –berrou o outro parecendo muito bravo.

Era um rapaz da altura de Len, estava bravo, mas tinha olhos gordos castanhos-mel, o cabelo da mesma cor. A roupa era composta apenas pelas calças de sarja preta, a camisa branca e um bracelete por cima da roupa escrito Inspetor de Corredor. Ótimo! Segunda amizade no dia... Len imaginou que fosse chorar com a altura que o menino berrava em seu ouvido.

-GOMEN! –Len berrou de volta, com os ouvidos doendo.

De algum jeito, o rapaz parou e fitou-o mais calmo, parecendo desconfiado.

_Eu nunca te vi por aqui. Quem é você?

_Kagamine Len. Sou da sala 2-B! Me desculpe, eu cheguei hoje e estava assinando meus documentos, o Presidente-...

O outro levantou a mão, pedindo silenciosamente para ele se calar. O rapaz moveu os cabelos mel para trás. Como era bonito. Len corou um pouco com o movimento, as feições era lisas e perfeitas, e o cheiro do perfume era simplesmente bom.

_Tudo bem. Len, não é? Vou te dar um aviso: eu sou o inspetor dessa escola no período da manhã e tenho muitos problemas com os engraçadinhos, especialmente os desse horário que adoram pregar peças nos armários e nos outros alunos. Eu tenho muito trabalho e sinceramente, estou estressado. Fique claro que não sou uma pessoa de tolerar nada, lembre-se do meu rosto e fique esperto, se sair da sala sem um passe, eu vou te mandar pra diretora. Estamos entendidos?

Ele disse tudo com uma feição rude, mas Len percebeu que ele não devia ser uma pessoa que era levada muito a sério com aquele rosto tão adorável.

-Ok. Posso saber seu nome também?

-Lui. Meu nome é Hibiki Lui. Agora vá para sala.

-AH, os livros.

-Suas salas são de História, Português e Artes hoje. Vamos, ande.

-O-Obrigado. –Len sorriu largamente, totalmente atrapalhado.

Pegou os livros e a bolsa, se afastando rapidamente. Mas na curva ele se voltou.

-Obrigado mesmo, Lui-san. Por favor cuide bem do corredor então.

O inspetor ficou um pouco corado, também de raiva e mandou um xingamento para Len sumir.

“Parece que essa escola está sendo dirigida por pessoas cada vez mais estranhas. Nem quero ver os professores.” Len *gota*.

A placa surgiu em sua visão, no segundo andar depois de tomar as escadas. A visão do Colégio Isahara era maravilhosa, a escola possuía inúmeros canteiros, campos, quadras, estufas. Ele nem sabia como conseguiu entrar ali. Tinha tido uma prova de admissão e estudou muito junto com Luki, que estava ali também em período integral, na sala 3-A.

Len respirou fundo. Bateu na porta e abriu-a, enfiando o corpo com cautela para dentro, sob o olhar de exatos 40 alunos.

-A-Ano. –Len virou-se para o professor, mas sua expressão assustada foi de dar risada.

Na mesa, havia uma menina baixa de cabelos brancos e olhos castanhos, usava roupas de Lolita em tons escuros e avermelhados com branco.

Len fiocu sem fala um tempo e depois a menina se ergueu. Uma menina do primário. Len tocou a testa sem dar-se ao trabalho de disfarçar e suspirou

_Gomen, a senhora não é a professora é?

_Meu nome é Mayu. Sou a ajudante da professora que faltou. Seu nome?

_Kagamine.

A menina arrumou sua boina e subiu na cadeira com certa dificuldade, buscando a lista. Ela visualizou um pouco e pegou uma caneta.

_Bem, aqui. Ok, você já foi marcado com um atraso. Agora sente-se.

Len ficou vermelho, ouvindo umas risadinhas e uns rapazes dos fundos e meio rirem debochando.

_Ele com certeza se encontrou com o Hibiki e deve estar com os ouvidos sangrando com aquela vozinha de bicha.

Os deboches foram rapidamente parados pela menina de expressão séria. Ela era estranha.

-A professora Yuzuki não comparecerá, o que quer dizer que vocês estão sobre minha supervisão.

Houve um silêncio mortal. Parecia que a menina era temida.

Len foi se sentar em um lugar vazio encostado a parede. Em si, estava assustado com as pessoas da sala, as meninas lançando olhares debochados, os garotos parecendo formar planos para torturar alguém. Len se sentiu sufocado por olhares mais do que nunca, foi quando ele ouviu uma voz.

-Len-san.

Ele virou-se para trás. uma menina de cabelos brancos e tranças, acompanhada de olhos azuis cristalinos sorriu para si.

-I-IA!

-Kagamine-kun, cale-se. –a professora Mayu lançou com um olhar assassino.

Len fechou a boca ouvindo os risos aumentarem. Parecia que iria ser difícil enfrentar aqueles dois anos.

Após o primeiro tempo, Len não conseguiu se virar para dizer uma palavra para a menina que apareceu com as outras, Aria.

Mas ele estava se sentindo aliviado por ter pelo menos uma pessoa, mesmo não conhecendo-a, que pudesse ter uma amizade. O problema era que a garota o reconhecia demais como Idol. Parecia que ninguém tinha notado quem ele era.

“Será o cabelo solto e a franja grande?” Se perguntava passando a mão pelo cabelo loiro.

Estava calor. Len tirou o casaco e o pendurou, sentindo ainda todos os olhares de esgoela e o da ajudante o analisando. Qual era o problema daquelas pessoas?!

Enquanto Mayu lia um texto sobre o Nazismo, Len mordia o lábio. Não conseguia entender porque assim era tão entediante estudar. Ele admitia que estudar nunca foi um de seus hobbies, mas Luki o ensinava facilmente e ele começava a gostar. Mas estar numa sala de aula agora parecia torturante, assim como em seus outros anos no fundamental, sendo o nerd e invisível por causa dos ciúmes de Rin.

Quando ele entregou os exercícios, a professora estreitou os olhos depois de avaliar todas as atividades.

_Você vai fazer uma prova oral com a professora Yuzuki na próxima aula.

Len arregalou os olhos e outro burburinho se formou na sala de forma alta, com direito à “OHH Ele vai se dar mal agora.”, “Deve ter errado todas.”.

Len sentiu sua pressão começar a subir e seu rosto esquentar. Ele se deu o direito de olhar a professora firmemente nos olhos, com um brilho desconhecido.

_Poderia, por favor, me dizer o por quê?

A albina fez uma careta feia. Ela se levantou, subindo em cima da mesa, ficando cara-a-cara com Len, mas ele não recuou como a maioria fazia. Ela fixou o olhar e colocou o dedo indicador na testa de Len.

Ela desfez o contato visual e suas bochechas inflaram, ficando vermelha, como uma criança.

_A professora Yuzuki tem uma política de quando alunos vindos de outras escolas acertam todos os exercícios separados, ela faz uma prova oral.

_Exercícios separados?

_Sua lista de exercícios é completa de todas as matérias, não percebeu?

Len olhou a folha novamente. Estava tão incomodado com os olhares que se concentrou totalmente nos exercícios, mal pensando que não era apenas de História. Havia uma série de 50 exercícios.

_Eu corrigi. Estão as 50 corretas e as contas impecáveis. Se me permite perguntar, onde você estudou?

Len corou.

_N-Não... Eu ia ao Colégio Mirakura, mas era apenas um complemento. Eu estudei realmente as matérias com um professor particular por motivos pessoais.

_Foi um bom professor então? Por favor, se puder, me passe o nome dele. A Yuzuki-san é uma professora que acabou de terminar a faculdade e ainda está aprendendo. Ela quer universalizar as matérias de forma que ela consiga explicar cada vez melhor sua matéria. Hoje ela está no médico. Ela adoraria conhecer esse professor. Os exercícios são avançados.

_Ah.

A sala ficou em silêncio depois começou a falar, alguns resmungando para ouvir quem era o tal professor.

_O nome dele é Megurine Luki. Ele estuda nessa escola.

A professora arregalou os olhos.

_M-MEGURINE LUKI?!

A sala ficou pasma. Impossível.

_O-O que? Qual é o problema?

_Aquele aluno que chegou ontem? Desculpe, mas acho que simplesmente não posso acreditar assim. Não precisa mentir, Kagamine-kun. –continuava a menina com um tom desacreditado.

_Ah. Desculpe, mas não é mentira. Ele esteve no mesmo colégio em Tokyo comigo e nós sempre estudávamos juntos.

A sala começou a rir. A ajudante mandou todos se calarem.

_S-Sim. Eu vou confirmar isso, Kagamine-kun. Mas essa ligação que você tem com Megurine Luki tem também a ver com o estudante... Roro?

Len arregalou os olhos, virando o rosto. De repente uma garota se levantou esbaforida e vermelha.

_EU SABIA! ELE É O KAGAMINE LEN! É O IDOL!

Os olhares se tornaram intensos e Len pensou em correr dos grupos de meninas que rapidamente se levantavam para agarrá-lo.

“Alguém me salve...”

No momento em que uma menina foi agarrar seu pescoço, a professora afastou-a com a mão.

_NO QUE É ISSO?! Vão se sentar, bando de macacas!

_MAS MAYU-SAN!

A albina ficou vermelha e deu um grito estridente, fazendo as meninas se encolherem.

_Sentem-se agora! Não ousem me desobedecer.

Assim que as meninas com olhares apaixonados começavam a cochichar, Len sentia os olhares intensos e agressivos dos meninos. P-Por quê?O que ele tinha feito?

Aria se levantou, chegando devagar, a professora olhou a lista de exercício em mãos.

-Professora, eu não entendi o exercício 7.

A albina suspirou aliviada. Len olhava a garota, que de um jeito estranho parecia bem mais velha que ele.

-Tudo bem, Aria-chan. Kagamine-kun sente-se, e busque se proteger dessas fãs loucas. Aconteceu a mesma coisa com o Roro-kun.

-Hum? O Yuma-san também está aqui?

-Hai. Agora ande, e contrate um guarda-costas.

-N-Não é possível. Mas eu tomarei cuidado.

Ao tempo que Len se sentava, os comentários se espalharam, fotos escondidas eram tiradas de si e mensagens se espalhavam por toda a escola. No horário do intervalo seria um verdadeiro inferno.

Continua

Notas finais
Yoo. Eu demorei, mas acabei chegando. Desculpem por isso. Espero que estejam gostando, eu queria retratar um pouco mais a vida do Len no colegial. Ok? Jaa na, e por favor, reviews para mim não desistir e a fic morrer.
Bye minna, Kisu.