A Casa Imoral

34 Chapter 34: Toumei


Notas iniciais
Kuro!!! Finalmente né? Seu foco apareceu. Apresento enfim:
>>Mistérios de Kuro

Foi na mesma noite que Len finalmente se pôs frente a frente com Kuro. Era por volta de 11 horas, e Len se remexia na cama, sentindo-se estranho. Assim que se lembrou do que falara com Kuro na saída do perído integral, o loiro levantou, não se sentindo mal em sair das cobertas quentinhas.

Acontece que ele estava sentindo uma solidão imensa nesse momento. E não era para menos. Ele havia cortado relações com Nero, Kyte durante o jantar havia ficado calado a maior parte do tempo, se pondo a falar só quando necessário e certamente preocupado com algo. Len percebeu nos olhos finos azuis que algo o incomodava muito e sabia que era a ver consigo.

Agora, quando ele havia se disposto a andar pelo corredor escuro, estava chovendo. Alguns relâmpagos distantes faziam a janela de fundo do corredor se iluminar assombrosamente, porém, o Kagamine não era de sentir medo, apenas aflição.

Foram dois toques e três segundos de espera para Kuro abrir a porta.

-Oh, Len? -disse baixo e parecendo com muito sono. -Algo aconteceu? Não está conseguindo dormir?

O gato aproximou-se um passo, coçando o olho. Em seguida seu braço se estendeu e sua mão segurou a do loirinho, umas duas vezes mais baixo, e levou-o gentilmente para dentro do quarto. No fim das contas, Kuro acabou ganhando seu próprio quarto, o qual antes era o de hóspedes.

A decoração não era muito diferente de seu próprio quarto, considerando que o gato mesmo tinha um quê de artista e deu opinião na pintura do quarto do “irmão”. Kuro o fez se sentar em sua cama e sentou também com as pernas cruzadas e um sorriso sapeca.

-Não me diga que vai querer contar o que aconteceu? -disse brincando e esfregando as mãos, já esperando o que viria do ex-Idol.

O loiro mais baixo não conseguiu deixar de dar uma leve risada. Seus lábios curvaram-se um pouco e seus olhos ficaram mais expressivos.

-Tem razão. Eu vim por isso e mais um pouco. -disse balançando a mão para Kuro se deitar junto com ele.

Os dois afastaram a coberta da cama um pouco mais larga que uma cama de solteiro e deitaram-se um do lado do outro, os corpos virados para o teto.

-Sabe... Eu quando tinha 8 anos, eu queria pela primeira vez beijar alguém. -Len segredou, com as bochechas rosadas.

Rindo com isso, o gato pronunciou: “Eu sei.”

-É isso que me incomoda. Você sabia disso e todo o resto. Eu me acostumei a ter você do lado e a Rin também, então provavelmente nos esquecemos de quem você é ou simplesmente nunca soubemos. -Len deixou sua expressão tornar-se séria e seu rosto virar o suficiente. -Pode me contar quem é você?

O gato estava com os olhos fechados e as mãos sobre a coberta, suspirando baixo com a pergunta.

-O que quer dizer? -Kuro disse sussurrante, meio que criando um enigma para Len descobrir. A pergunta em si não fez muito sentido, mas Len pensou que sendo uma coisa mística, Kuro deveria ter seus motivos para não dizer tudo desenfreadamente.

-Digo. Você sabe de tudo o que pensamos. É possível que você tenha muito mais capacidades. Principalmente: você não disse quem nós somos. Acho que temos o direito de saber. -Len virou-se totalmente para Kuro, forçando-o com um olhar e apertando a coberta quase sentindo seu corpo tremer e seus olhos lacrimejarem.

O loiro de olhos vermelhos num segundo olhou para Len. Aqueles eram olhos frios e congelantes. Ali não existia bondade ou quaisquer coisas do gênero.

O rapaz contente, divertido, simpático e gentil, sumiu da frente de Len num piscar de olhos e esse foi o maior choque.

Era apenas um gato elegante que não parecia se importar com ninguém e com nada.

-Você não está feliz do jeito que está agora?

-S-Sim...

-Então porque quer saber? Quero deixar claro que não há nenhuma necessidade. -Kuro se sentou, desviando o olhar de Len.

Assim, o Kagamine se pôs confuso. Totalmente confuso. Kuro não era então o que parecia ser? Como todos? Todos o enganando? E Rin?

-Você não vai me contar. -Len afirmou em suas palavras, sentindo a primeira lágrimas escorrer. -É verdade... Eu não lembro nada de antes dos meus 6 anos, mas, hahah, isso é tão normal que ninguém desconfiaria não é?

Len enxugou o olho, não podendo conter a torrente que veio em seguida. O rapaz mais alto permanecia virado para longe de Len, como se tivesse alguma culpa nas costas, um peso que carregava, algo muito, muito importante!

-Len. -Kuro chamou em voz baixa, estendendo a mão e tocando a mão do de olhos azuis. -Me desculpa. Mas não acho que devo te contar o que aconteceu antes... Não vale a pena.

O Kagamine conseguia ver claramente. Eram palavras que tentavam escapar de algo oculto e mais sombrio.

-Nem vai dizer o que é você? Ou por que ainda está aqui?

Com uma bufada leve, o gato coçou a nuca. Seus olhos aliviaram.

-Eu... Fui designado para ser seu guardião e de Rin. -disse Kuro com os lábios pouco se movendo.

-Quem designou? De onde? -Len apertou sua mão um pouco, ficando com o peito apertado.

-Não importa. -chiou o loiro se afastando de Len estranhamente e se levantando.

-Kuro! -o Kagamine não deixou passar e se levantou, segurando o braço do mais velho. -P-Por favor! Você não confia em mim?

O mais baixo então percebeu como os olhos vermelhos e frios tentavam conter lágrimas grossas e pesadas. Kuro tremia da cabeça aos pés.

-Eu... J-Joguei tudo fora. Por vocês. -ele revelou, não cedendo à humilhação de ao menos passar o braço nos olhos. Engoliu o choro e seus olhos não deixaram que as gotas rolassem por suas bochechas. Era visível seu esforço para fazer isso, e Len não teve como suportar ao ver tanta dor acumulada.

-Kuro. -sussurrou baixinho, abraçando lentamente o mais velho, com força e acalentando-o com seus sentimentos fraternais profundos.

O maior fungou um segundo, lembrando-se de inúmeras coisas, de tudo, do futuro. Ele, Len e Rin, Kyte e Gackpo. Tudo tão perfeitamente em sua mente que ele apertou Len em seus braços e não quis mais soltar.

-Eu perdi tudo há muito tempo. Agora eu só tenho vocês. -disse baixo. -Deve ser estranho dizer isso agora... Mas eu não sou apenas um ser místico que faz contratos para proteger humanos. Eu fui banido de onde é meu lugar... Por que eu me apaixonei por vocês.

Na manhã seguinte...

Len ainda estava com os olhos abertos quando a luz lentamente foi invadindo esse quarto. Kuro dormia ao seu lado, abraçando seu corpo.

Por que tinha se permitido isso? Os braços do loiro envolviam seu corpo despudoradamente, mas ele tinha consciência de que isso era um carinho singular.

Logo após que Kuro terminou de falar na noite passada, ele quase tombou em sono, parecia exausto. A expressão ficou pálida, mas ele parecia normal de saúde. Len se desesperou a primeiro momento com a súbita perda de consciência, contudo, o rapaz disse para ele se acalmar, que era normal isso acontecer por manter-se em forma humana muito tempo.

-“Certo... Ele não está só escondendo as coisas como também está evitando se transformar. É estranho. Antes ele fazia isso normalmente, agora ele parece sempre esgotado.”

Remexendo em suas lembranças, Len não conseguiu achar nada significante. E ele não teve tempo de pensar muito quando a porta foi aberta.

-AHHHH!!!! LEN O QUE ESTÁ FAZENDO AQUI?!

A voz histérica da irmã fez Len tapar os ouvidos e Kuro cair da cama com brusquidão pelo susto.

-Ah, maldição! O que é isso agora, Rin? -Kuro limpou o ouvido, repreendendo-a e passando a mão nos cabelos para não caírem no rosto. Se levantou e coçou as costas. -Ah! Len, você dormiu aqui?

-Sim. Você não quis me soltar. -respondeu o loirinho defendendo-se e aproveitando para garantir que não teria culpa de nada. Por algum motivo, sentia que ele estava melhor.

O olhar mortal de Rin sobre os dois, além de sua aura negra, mostrava que não estava nada contente com a situação. Nada menos esperado da menina que foi rejeitada porque o cara gostava do irmão dela (yahahaha! Cof cof, gomen Rin.).

-B-Bem... Eu acho que preciso ir para a aula, então... -Len se levantou, dando um beijo rápido na testa da loirinha e saindo do quarto sem olhar para trás. Em seguida o sermão que Rin deu em Kuro foi épico e ecoou pela mansão inteira, acordando até Kyte.

O Kagamine já estava um minuto atrasado quando tocou a maçaneta ornada da porta de entrada quando sentiu o olhar de alguém em suas costas. Ele se virou o suficiente para ver que era Kuro quem estava ali, olhando-o firmemente.

-Depois... Nós conversamos melhor. -os olhos vermelhos semicerraram tristemente e desviaram para longe, sua mão direita segurando o braço.

Assentindo, Len acenou rapidamente e fechou a porta ao sair. Seu coração batia acelerado.

-“Kuro, eu queria que você soubesse que é nossa família. Então me conte quando se sentir à vontade com qualquer que seja o problema. Eu prometo que te ouvirei.” -pensou o loiro, fechando os olhos um segundo, torcendo para que o gato ouvisse e pensasse melhor.

Dentro da mansão o gato rangeu os dentes, pensando para si mesmo. “Você não muda nunca, Len.”

Uns minutos depois, enquanto Len caminhava em direção ao ponto, cansado demais para ir a pé mesmo que estivesse bem cedo, notou uma figura de capuz vindo em direção contrária à sua.

Mal dando atenção, Len continuou o caminho com os headphones e tentou desviar, mas a pessoa cercou seu caminho. Assustador, Len afastou-se três passos, pensando em correr.

-Você é Kagamine? -perguntou a pessoa que não revelava o rosto, apontando-lhe o dedo.

-N-Não. -respondeu aértando os olhos e a alça da mochila preparando-se para correr.

-Estou procurando o Kuro. Você sabe onde ele está. -disse o cara de capuz cinza e calças pretas com uma voz grossa.

O loiro se afastou mais um pouco e começou a correr por outra rua sem nem olhar para trás. O suor começou a correr quando virou a esquina e bateu-se tão forte contra uma pessoa que acabou caindo no chão por cima dela.

Reagindo rapidamente, o loiro virou-se para ver se o cara o seguia, mas não. Apavorado, Len olhou para todos os lados antes de ouvir um resmungo.

-Len...? -a voz reconhecível fez o loiro se erguer e ajudar quem tinha derrubado.

-Me desculpa, Luki-kun! -Len tinha os olhos lacrimejantes. Seu corpo tremia todo.

-O que houve?! -o rosado segurou os ombros de Len, também assustado pela forma bruta e repentina que o loiro o atropelou além da cara pálida com que estava. -Pelo amor de Kami! Len, me diz o que houve!

-F-Foi... U-Um cara me cercou...

-Ah, não! De novo não. -Lui apertou os olhos, puxando a mochila de Len para cima do ombro junto à sua e agarrou o braço do loiro, entrelaçando-os. O maior começou a ir em direção a escola. -Eu tinha vindo te buscar. Mandei uma mensagem para você dizendo que ia te levar para o colégio... Mas nem o Kyte-san atendeu no telefone da casa.

-M-Mas por quê?

-Por quê?! Você ainda pergunta? Você acha que o Yuma não me contou? Len, seu baka! -Lui ficou vermelho de repente e apertou o braço de Len com os olhos apertados.

Len mordeu os lábios. Tinha feito muita burrada de uma vez, até mesmo Luki estava preocupado agora.

-Não vai poder andar por aí sozinho mais, até que se passe tempo suficiente para as pessoas esquecerem que você era um idol. -avisou o rosado enquanto voltava a andar. -Fiquei desesperado em saber que você foi agredido. Especialmente pelo Nero. Len, você acha que eu não fui falar com ele?! Fiquei furioso em saber disso! -soltava o rosado a cada passo mais em direção ao ponto.

Os dois esperaram um pequeno tempo até dar horário e a van parar. Entrando viram alguns alunos, inclusive Mikuo e Aria.

-Ohayo! -Aria sorriu e o esverdeado acenou sorridente.

Len suspirou de alívio. Pensar que tinha alguém atrás de Kuro e que foi parado por alguém quem nem viu o rosto era assustador.

-Ah, ohayo. -sorriu de volta.

Assim que terminou de falar, ouviu um barulho de metal arranhando irritantemente, como o giz na lousa, mas ao invés, lâminas na parede. Len arregalou os olhos, estranhando no mesmo instante que seus amigos não percebiam e nem ninguém ali.

O loiro olhou para fora e viu aquele cara. Seus dentes rangeram de pavor ao perceber uma foice enorme na mão do cara, que flutuava e arrastava o metal.

-Oh... Kami... -Len olhava para fora, o coração acelerando e tudo acontecendo em câmera lenta.

-Len? -Luki olhou na direção em que ele olhava e mesmo sem ver nada, sentiu um frio na barriga.

Instantes depois, a van virou em uma colina com um som surdo da carcaça sendo rasgada por algo invisível.

XXX

Kuro pela décima vez se desculpou com Rin e segurou as mãos pequenas da menina.

-Rin, eu não ia fazer nada! Eu não posso fazer nada, tenho dois mestres! -dizia com um bico.

-Hnf. Eu não gosto de dividir minhas coisas com o Len sempre e isso inclui você. Kuro, você não disse que era só eu que você gostava? -a loirinha tinha as bochechas vermelhas e tentava não ceder ao charme do loiro de piercings.

-Sim, no sentido romântico. Te amo, pequena. Mas o Len é um mestre bem legal também e ele queria conversar umas coisas comigo. -explicou suspirando.

O gênio de Rin era mil vezes mais difícil que o de Len, isso o agradava, mas em situações como essa não havia meios de...

-Hm? -Kuro se levantou de repente, os olhos vermelhos brilhando intensamente.

A loira notou que ele ficou atento a algo estranho e apertou os punhos. O que era agora? Vira e mexe ele ficava desse jeito. Rin entreabriu os lábios para dizer algo, mas se espantou ao ver a testa do mais alto franzida e os dentes à mostra, os olhos felinos ressaltados.

-K-Kuro? -indagou, pondo a mão na boca e se afastando um passo. O gato se virou para ela com as sobrancelhas juntas.

-Chame o Kyte, rápido,mande-o para a avenida principal do Colégio Isahara e diga paraatender o celular! -o loiro agarrou seu celular e enfiou no bolso, rapidamente abrindo a janela e saltando dali mesmo.

Aturdida, Rin correu para a janela e não viu Kuro em nenhuma direção! A loira, toda aflita pela reação raivosa de seu guardião, correu pelos corredores e foi ao estúdio, abrindo a porta de supetão e falando tudo de uma vez para Kyte, que estava com um baixo na mão, e arregalou os olhos sem entender muito.

Já distante, Kuro corria sem pensar duas vezes na direção em que tinha ouvido. Havia sentido a presença antes, mas não fazia ideia de que isso poderia acontecer.

Assim que alcançou a ladeira que marcava a vista para o colégio uma quadra à frente pelo lado oeste, viu os destroços da van ao pé da colina, pegando fogo e várias pessoas no meio fio.

Correu até lá rapidamente, tentando ver onde ele estava.

-LEN! -chamou desesperado, reconhecendo Aria sangrando por um machucado na testa e Mikuo com o braço quebrado.

-Kuro. -falou baixo a menina, meio abalada ainda. -Foi algo muito estranho... Não tinha carros... Só foi de repente, algo bateu e destrui o lado da van onde o Len estava sentado.

-Onde ele está?! Por favor! -Kuro desesperava-se ainda mais, buscando Len sem o mínimo de coordenação.

-Não sabemos. Todos perderam a consciência e quando acordamos alguns minutos atrás, ele já não estava mais com a gente.

Kuro apertou as mãos nos fios de cabelo. Kami! Se bem que era estranho para esse gato rezar para Deus, mas ele rezava agora. O que aconteceria?

Assim que sentiu uma mão em seu ombro, o loiro olhou para cima para ver o par de olhos chocados de Luki.

-Luki-san! O Len! -Kuro tentou fazer contato telepaticamente, e nada. Estava distante, muito distante.

-Ele sumiu. Eu vi também... Não havia nada, mas rasgou tudo e atravessou o Len, foi uma coisa transparente em formato de lâmina e ele desapareceu também. Você não acha que sou louco, acha? -Luki apertou os punhos, estava sentindo-se incapaz de fazer qualquer coisa. Era um caso claro de misticidade. Foi algo inumano.

-Não. -Kuro levantou-se, respirando, mesmo que ele estivesse totalmente descontrolado por dentro, seu sensor de perigo palpitando e seu nervoso acumulando em todos os pontos prestes a explodir em energia. Se isso acontecesse literalmente, ele ficaria inapto para localizar Len. -Obrigado pela ajuda.

Realmente, foi de ajuda. Sabendo apenas dessa informação, Kuro já sabia. Ele sabia que o passado voltou para assombrá-lo. Também sabia que um dia ele viria, mas não agora, especialmente agora.

O som de sirene de ambulâncias fizeram-se presentes e o gato ouviu o motor inconfundível do carro de Kyte, aquele que estivera andando desde 10 anos atrás.

O azulado saiu rapidamente, assumindo como responsável e conhecido dos garotos ali machucados. Os outros pareciam apenas desacordados.

-Kuro! O que houve? Onde está o Len? -olhou para os lados e fitou os dois rapazes ali. -Onde ele está?

-Vou ter que procura-lo, Kyte-san. -o gato abaixou o rosto. Fazendo isso, Kyte se assustou. Não soube porque, mas sentiu que algo ruim a ver com esse garoto misterioso finalmente subiu à tona e levou Len.

O azulado suspirou.

-Kuro... Se ele não voltar... -Kyte apertou os olhos. -Não sei o que farei. Por favor, me deixe te ajudar.

O loiro levantou o rosto, espantado pela condescendência do mais velho. Ele o olhava firmemente e com apoio.

Nunca tinha sido assim antes. O rapaz de olhos vermelhos teve mais uma vez que engolir o choro. Não podia chorar, não enquanto ele não contasse todas suas verdades e mentiras para Len e Rin, Kyte e Gackpo. Ele não tinha direito e antes de fazê-lo, precisava trazer Len antes de algo terrível acontecer.

Continua

Notas finais
Yup! Sei, é tudo tão repentino e a ideia veio repentina também. Mas muitos falaram sobre como Kuro foi aceito e ninguém nem comentou o fato dele ser uma criatura mística.
Vejamos... O que é uma figura encapuzada com uma foice para vocês >.<? É meio óbvio não é? Mas Kuro, o que tem a ver? Bem, vocês vão saber o passado dos Kagamine e quem é Kuro na realidade no próximo capítulo ;)!
Desculpem a demora na postagem, emperrei. E desculpem a cena de quase-morte retratada.
Obrigada por lerem até aqui o/! Jaa na!