A Casa

1 Prólogo.


O homem entrou no carro deixando sua mulher dormindo na cama, ele não aguentava mais. Já fazia duas semanas que não tinha ido para até a casa, ele não aguentava mais esperar já estava apegado por uma das meninas daquele local — se não por todas.

Ele dirigiu por três horas até chegar a localização da casa de madeira com entrada de pedras. A Casa era gingante e tinha três andares, sua estrutura era de madeira por fora e como sempre o homem parou o mais longe possível do local, ele não queria ser visto ali, aquilo poderia colocar sua reputação em risco e ele não gostaria que isso acontecesse, como regra da casa colocou uma máscara que cobria metade do seu rosto, a máscara era preta com alguns detalhes em prata.

Duas mulheres abriram a porta sem que ele precisa-se bater. Ele logo olhou para os lados a procura da garota. Ele sabia que ela estava ali em algum lugar, mas como não poderia ficar em pé esperando em frente a porta sentou-se de frente para as garotas do Pole-Dance. Ele conhecia as duas loiras que dançavam ali em cima, uma era Hel Tyler e a outra era Fernanda Shanne , as duas moças sorriram vendo o sentado ali.

A garota de cabelo moreno e vestida apenas com uma lingerie desceu as escadas. Ela era linda. Alline Stewart era o seu nome e ele só a observava de longe, nunca trairia sua mulher, ele não teria essa coragem. Por isso só ficava observando a garota, pensava que assim poderia ter as duas sem uma traição concreta. Ele observava todo o movimento, alguns políticos entravam, outros saiam, havia pessoas ricas, cantores, atores, dançarinas, pessoas comuns, era capaz de se ver de tudo naquele lugar.

Felipe passou na sua frente e entrou no corredor ao lado do bar. O escritório, ele sabia. Felps tinha ido chamar a Dona da Casa, mas para quê? ninguém sabia. Quando a Dona da Casa saia do escritório era para algo muito importante.

A mulher saiu do escritório sem que ninguém notasse, só era percebível por Felps que a seguia e narrava o que estava acontecendo no andar de cima. Como diz o ditado, a curiosidade matou o gato, então Vinicius era o gato. Ele subiu as escadas e viu os seguranças pegando um homem pelos braços e pernas, ele estava sangrando demais.

– O que houve Felps?

– Bem, como todos sabem, forçar uma de nossas garotas é crime e contra as regras. America teve que vim intervim.

– Quem é a garota?

Quel Collins, ela não faz com homens, só com mulheres. E o cara invadiu o quarto dela tentando força-la. America veio, pediu que ele saísse, ele tentou agredir ela e ela atirou na perna dele. Alias, Dona America que falar com você, assim que ela sair dali de dentro. Sugiro que fique. — disse Felipe Green.

Vinicius desceu as escadas e sentou se em uma cadeira no bar, Ana Grey serviu — lhe um copo de Whisky escocês e sorriu para ele. Fernanda Maxon e Milly Evans acenaram enquanto passavam por ele. Era incrível como elas tinham tudo e não eram reconhecíveis fora do trabalho noturno delas. Elas conseguiam ser pessoas normais, trabalhar, ser mãe, tia, amiga, tudo e de noite vim se "divertir"

– Sr. Turner? — chamou America, ela nunca chamava os seus clientes em sua sala. Vinicius se virou e olhou a da cabeça aos pés, ela era ruiva e nova. Muito nova. Ele sempre achou que a dona deste estabelecimento fosse uma senhora de idade, mas não America Jhoson, era simplesmente uma mulher jovem de vinte e dois anos, no máximo. Vinicius se levantou e a seguiu até seu escritório.

America se sentou de frente para ele, que começou a suar frio.

– Sr. Turner, não o vejo há duas semanas, aconteceu algo?

– Não Senhora, só estive trabalhando muito essas duas semanas.

– Hmm, entendo. E sua mulher como está?

– Vai bem, ela continua não sabendo de nada.

– Que bom, até por que o senhor não faz nada aqui. O senhor nunca pensou em trair sua mulher? — perguntou ela servindo se de um copo de whisky.

– Não senhora.

– Então o que faz aqui?

Alline apareceu na tela das câmeras e Vinicius ficou á observando.

– Ela.

– Vem para cá, observa — la? — perguntou America sorrindo com o copo perto da boca.

– Sim senhora.

– Nunca pensou em tocar nela. Sentir o gosto dos lábios dela? Saber que ela pode ser sua?

– Não. Quero dizer Sim já pensei, mas me sentiria sujo se fizesse isso ainda casado.

– Hmmm, compreendo Senhor Turner. Bom, então tenha uma boa noite.

– Boa noite, Senhora Jhoson.

– Senhorita! — corrige ela bebendo o seu whisky e sorrindo para ele que deixa a sala. O sorriso dela cresce cada vez mais enquanto planejava uma forma para faze-lo trair sua esposa.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.