Notas iniciais
Aloooó Então to postando todas as quintas, mas não vai ser sempre pois ta corrido na escola....boa leitura para todos :3

Depois daquele jantar com o James me despedi e me dirigi para o meu quarto me preparar para a tal festa. Pois quando eu aposto, e ganho. Entro na banheira entre as águas quando me deparo com dois rostos familiares entre as águas, porém meio embaçados. Passando a mão entre a água os rostos desaparecem junto as pequenas ondas que se formavam. Logo após o banho visto meu vestido favorito preto, não tão colado ao meu corpo mas o suficiente para mostrar minhas belas curvas, junto com um belo salto preto. Passando uma make básico desço encontrando James.

James me levou para um clube famoso, conversávamos animadamente, resolvi baixar a guarda e deixar ele ver meu lado bom, se é que eu realmente tenho. Na festa muitos frequentadores eram jovens humanos da classe média e alta, aparentemente atraídos pelo aspecto do “perigo”. Se ao menos eles soubessem o quão perigoso era. O lugar estava lotado e escuro, com luzes piscantes que eram um pouco irritantes para meus olhos.

– Vamos dançar enquanto você está incrivelmente boazinha comigo -disse James Fomos até a pista de dança.

Fazia tempo que eu não dançava, que fiquei surpresa por entrar no ritmo tão rapidamente, me movendo de forma sensual enquanto olhares se voltavam para mim. Logo James foi até o balcão pegando bebidas para nós.

Olhando em volta reparei em um homem, esse estava parado perto da parede, seus braços ao redor de uma garota que tinha mais ou menos minha idade. Na luz fraca, ele parecia atraente. Eu sabia que um exame mais de perto poderia revelar os olhos vermelhos que os vampiros tinham. A garota podia não ser capaz de vê-los no ambiente escuro, ou o tal homem poderia estar usando compulsão nela. Provavelmente os dois, julgando pelo sorriso no rosto dela.

–Que feio Luna, reparando em outros homens em vez de mim James já estava a minha frente, com duas taças em mãos

–Não me lembro de ter prometido ficar contigo a festa inteira -rabati sorrindo, pegando a taça de sua mão.

–E eu não me lembro de você ter dito o contrário

–Quem é aquele cara?

–Klaus Mikaelson, um hibrido, ninguém ousa mexer com ele, então fique na sua Luninha

–Que apelido tosco -disse gargalhando.

Ele sorriu de volta mas nada disse. Dançamos mais um longo tempo enquanto conversávamos, as vezes ele tentava algo a mais do que uma simples conversa e isso, de algum modo estava começando a me irritar. Com meus pés doendo finalmente resolvi pedir trégua, me despedindo de James que insistia para mim ficar.

Resolvi sair pelos fundos mas antes disso, olhei para trás e aquele tal homem, Klaus, estava conversando com James enquanto me olhava. E oh Deus, ele era realmente atraente. Andando em direção a porta dos fundos senti alguém me seguindo e com certeza não era James. Apressando o passo saí da boate e me encontrei em um beco. Escutei a porta da boate se abrir e em uma rapidez dois híbridos estavam na minha frente, bloqueando a passagem.

–Já esta de saída princesa? -Começou a dizer um deles — Agora que vai começar a festa de verdade

Revirei os olhos bebendo um pouco do meu champanhe. Estava tranquila, poderia acabar com eles em um piscar de olhos, mas James apareceu, ficando a minha frente como se pudesse me proteger.

–O que esta fazendo? -Perguntei nervosa

–Vou te ajudar com eles

–Eu não preciso da sua ajuda -grunhi

–De nada -disse irônico

Os híbridos o atacaram e James desviou do golpe e atacou embaixo, mirando nas pernas de um dos híbridos. Ele acertou, embora não tenha sido forte o bastante para derrubá-lo. Uma mancha prateada brilhou nas mãos de James, era uma faca, gargalhei mentalmente, tão estupido da parte de James achar que isso derrubaria o hibrido. Percebi que James conseguiu cortar parcialmente a bochecha do hibrido pouco antes de um golpe desajeitado empurrar James na minha direção. Desviei a tempo de James não me atingir, caído sobre o chão, meio atordoado olhou em minha direção enquanto eu sorria debochando. -Segura aqui querido -disse entregando a taça em suas mãos

–Agora é minha vez. Estão prontos para apanhar de uma mulher?

Eu os ouvi rosnar. Suas presas estavam cheias de saliva. E foi ento que em um simples pensamento os fiz cair de joelhos no chão, seus ossos se quebravam e eu podia escutar o barulho, misturado com seus gemidos de dor.

–Quando eu sou boa -comecei -eu sou boa, mas quando eu sou má, ah meu querido, eu sou ótima

De repente senti meus poderes aumentando, isso nunca havia acontecido antes, mesmo assim, não hesitei em usa-los. Torturava os híbridos de varias formas, mas a minha preferida foi provocar alucinações. Por mais que eu não seja um bom exemplo, de alguma forma aquilo estava saindo do controle. Gargalhava, mas não era uma risada de divertimento mas sim uma gargalhada, desesperada. Estava perdendo o controle dos meus poderes e não conseguia parar. É como se tivessem tomando conta do meu corpo. Uma voz distante me chamava, era James, mas porque diabos estava tao distante, se ele estava atras de mim com as mãos em meus ombros? Mesmo relutante, estendi uma das mãos em direção aos híbridos que agora parecia dois loucos jogados no chão com medo e assustados. E assim que fechei o punho pedacinhos de seus corpos foram espalhados para todos os lados e as luzes, não só da rua, mas como a musica da boate cessaram e a cidade ficou totalmente escura e em grande silêncio.

Era como se toda aquela adrenalina e frieza tomasse conta do meu corpo e eu cai de joelhos no chão, com a visão turva enquanto minha cabeça latejava. O que acabara de acontecer? Porque essa evolução tao repentina de meus poderes? E porque, logo aqui e agora?

Minha cabeça continuava latejando. Apertando os dentes, concentrei cada grama da minha força para bloquear meus poderes que de alguma forma ainda tentava se expandir.

– Não preciso mais de você -sussurrei

Por um instante, parecia que os meus esforços seriam inúteis. Então, devagar, eu comecei a voltar ao normal. Senti o controle que eu havia aprendido a manter voltando ao seu lugar habitual. Logo, nada restou ali além de mim e a escuridão nem mesmo James estava mais lá Aquele tal homem que vira na boate apareceu, só o notei quando comecei a desabar no chão. Ele correu em minha direção se ajoelhando ao meu lado, me ajudou a ficar sentada, e um temor legítimo tomava conta de seu rosto.

–Você está bem?

Senti como se cada fragmento de energia em minha mente e em meu corpo tivesse sido sugado. Não conseguia me mover. Não conseguia pensar

–Não — respondi.

E então apaguei.

[...]