A Caixa de Pandora

2 O que está acontecendo?


Notas iniciais
Espero que voces gostem.. O que aguarda nossos mais novos amigos.

– Gente, o que está acontecendo? – Perguntou Mariana aos amigos, enquanto apoiava-se na parede. – Não sei, deve ser algum tremor de terra! – Respondeu David, enquanto segurava o livro que estava tentando ler. O Barulho se aproximava cada vez mais dos pobres órfãos, o medo tomava conta de cada um deles. – Se o David estiver certo, se for um tremor de terra, precisamos sair daqui agora! – Afirmou Rafael. No mesmo instante o tremor cessou, e os móveis pararam de balançar, — Ufa, estava ficando com me.. – A fala de Mariana foi interrompida, no mesmo instante, um forte barulho na porta, acabou com o silêncio, como se alguém estivesse tentando abri-la, os órfãos em um salto afastaram-se da porta e aproximaram-se de suas camas. David pegou o canivete que guardava embaixo de seu colchão, Mariana o abajur, Rafael o lápis que usava para escrever em seu diário, Giulia e Augusto pegaram suas respectivas escovas de dente. Quatro adolescentes de pijama, um segurando um canivete, outro um lápis, dois com suas escovas de dente, e uma com um abajur, um ótimo exército contra qualquer coisa que aparecesse. –Quem é? — perguntou Augusto á “coisa” que estava pressionando a porta do lado de fora. Ninguém respondeu e mais um forte empurrão foi dado na porta, que não aguentou o impacto, e estatelou-se no chão. Saindo da escuridão, uma sombra grande, ia se aproximando até que apareceu por inteiro. – João?!– Perguntou Rafael acalmando-se, e dando graças por não ser qualquer outra coisa. Todos se acalmaram e deixaram suas armas de lado. — — Onde você estava? Estávamos preocupados! – disse Giulia.

Recuperando o folego João, um moreno alto, de cabelos escuros e olhos de um marrom brincalhão, respondeu: — Precisamos ir agora, venham comigo! Todos ficaram perplexos com a seriedade na voz de João, então sem hesitar, seguiram o amigo pelos corredores escuros, frios, e de um aspecto sombrio do orfanato. – Para onde estamos indo? – Perguntou Giulia ao amigo. As crianças do orfanato acordaram com a correria e abriam suas portas, para ver o que estava ocorrendo, Stacy olhou para Giulia com cara de desgosto e seu olho, meio por incrível que pareça, mudou de um tom esverdeado, para um roxo forte. João não respondeu a amiga, continuava correndo, desceram as escadas que davam para o refeitório. Rafael reparou que as pernas de João estavam estranhas, com mais pelos que o normal, porém achou que era alguma pegadinha que o sono, estava pregando nele. Então ouviram um som aterrorizante, um urro estranho, porém assustador. Todos assustados ao escutar o Barulho correram mais rápido, então ouviram trotes que pareciam estar alcançando eles, cada vez mais próximos. As luzes do orfanato acenderam-se, e com uma espingarda a diretora estava parada na porta, que dava saída ao pátio principal, esperando alguém se aproximar para apertar o gatilho. Surpresa com a imagem que viu dos cinco adolescentes, a diretora abaixou sua arma e espantada indagou aos cinco: — Posso saber, o que os senhores e as senhoritas, estão fazendo fora da cama, à essa hora ?

João tomou frente e disse: — Ele sentiu o cheiro deles, precisamos leva-los agora Calíope. Ele está aqui dentro do Orfanato. – Pera, não estamos entendendo, nada – Disse Giulia por todos os amigos, que também não estavam entendendo nada, á João, que com uma cara de “como irei explicar isso ?” tentou dizer algo, mas foi interrompido, por um estrondo nas mesas do refeitório, o mesmo ser de que eles estavam fugindo finalmente tinha os alcançado, e os órfãos assustados, viraram-se e tomaram o maior susto de suas vidas. Uma criatura, metade homem, metade touro, estava em pé á alguns metros deles, bufando, que era possível ver o ar quente saindo de suas narinas. João gritou: Minotaaauro!!

Notas finais
Querem saber, o que acontecerá o que nossos, como eles poderão lutar contra isso. Fique Ligado, a cada semana um capítulo novo