A Cabana
12 Capítulo 12
Notas iniciais
Capítulo 12
Eu me sentia leve como nunca, feliz como nunca, mas minha mente ainda não assimilava o motivo de tanta felicidade. Me mexi na cama quentinha onde eu estava, foi quando senti um corpo quente ao meu lado, então me lembrei...
OMG! Eu havia feito amor com Edward logo após nos declararmos apaixonados um pelo outro? Seus braços me apertando contra si me responderam que sim.
–Bom dia. –ouvi sua voz rouca pelo sono.
–Oi. –eu disse abraçando-o.
–Como esta se sentindo? –perguntou ele abrindo os olhos e me olhando, ofeguei com a intensidade daqueles lindos olhos verdes.
–Melhor impossível. –eu disse e extasiada ao ver seu sorriso torto estampado em seu rosto.
–Eu conheço uma forma de ficar bem melhor. –ele disse.
–É, e qual é? –perguntei animada.
–Tomar banho junto comigo. –disse ele.
–Não! –eu disse. –Nunca mais tomo banho naquele chuveiro gelado em minha vida. –eu disse me recusando, apesar de a proposta de tomar banho com ele ser muito, mas muito tentadora mesmo.
–Deixa de ser porquinha. –disse ele se levantando totalmente nu. –Vem eu te esquento. –disse ele.
–Falando assim não da para recusar né! –eu disse me levantando e ele riu.
O segui até a porta da cabana e assim que ele a abriu gemi de frio ao sentir o vento gelado soprar em minha cara, eu queria sair correndo de volta para as cobertas, mas prevendo isso ele me puxou pelos braços. Ele me levou até a pequena cabaninha onde ficava o banheiro e eu quase chorei ao olhar aquele chuveiro dos infernos.
Então ele me abraçou, abriu o chuveiro colocando a mão embaixo da água, ele começou a passar suas mãos molhadas pelos meus braços e pernas, costa, barriga e seios, fazendo meu corpo se acostumar com a temperatura da água. Já estava ficando quente aqui!
–Vem. –ele me convidou de braços abertos, entrando embaixo do chuveiro. Edward molhado é lindo!
Grudei-me em seu corpo e senti o baque da água gelada.
–Ain. –gemi com a cara enfiada em seu peitoral.
Ele voltou a esfregar as mãos em mim e eu já me sentia mais quentinha, ele se lavou rapidinho enquanto eu olhava descaradamente para seus músculos definidos da barriga e mais embaixo... Quando acabou seu banho ele partiu para mim, me senti um pouco tímida a principio, afinal nunca havia compartilhado esse tipo de intimidade com ninguém antes, mas com o ‘passar’ de mãos eu já me sentia mais confortável e me entreguei às sensações.
Algumas vezes ele passava suas mãos por alguma parte sensível de meu corpo eu gemia e ele sorria olhando interessado me tocando no local mais uma vez. Eram partes meio estranhas para sentir prazer, como a dobrinha do braço, atrás dos joelhos, atrás da orelha... Mas eu sabia que ele podia até me tocar no dedão do pé que eu sentiria prazer, afinal era Edward ali e não outro qualquer.
Quando ele fechou o chuveiro reparei uma coisa.
–Não trouxemos toalhas. –eu disse e ri ao vê-lo coçando atrás da orelha com carinha de quem aprontou.
–E agora? –ele perguntou.
–Agora? –eu disse rindo. –A respira fundo e corre! –eu disse abrindo a porta e saindo dali em uma velocidade quase sobrenatural. Ouvi-o rindo enquanto corria atrás de mim.
Minha intenção era ir para debaixo das cobertas e não sair dali nunca mais na vida, mas ele me pegou pela cintura me colando ao seu corpo.
–Não posso me controlar ver você correndo pelada assim me deixou louco. –ele disse com a voz rouca em meu ouvido e me arrepiei inteira.
Suas mãos que estavam paradas em minha cintura foram subindo, fazendo movimentos circulares em minha barriga e subiram mais, parando uma em cada seio meu e os apertando forte me fazendo gemer vergonhosamente e empinar meu bumbum em sua direção, com esse movimento percebi o quanto ele estava animado.
Ele me virou de frente para ele e foi caminho para trás, bati as costas em algo duro e vi que era a mesa, ele me ergueu pelo quadril e me sentou ali. Um sorriso maroto brincando em seus lábios, eu podia ouvir as engrenagens trabalharem fervorosamente dentro de sua cabeça pervertida. Ele se encaixou em meio as minhas pernas e me beijou, sua língua molhada e quente fazendo loucura com a minha mente.
Quando eu precisei respirar nossas bocas se desgrudaram e seus lábios foram para meu pescoço, descendo para meus ombros, seios... Eu arqueava cada vez mais em sua direção, querendo senti-lo o mais perto que fosse possível. Percebi tarde demais a direção que sua boca tomava e quando vi, ele já atacava a minha intimidade, com sua boca gulosa. Gemi ao sentir sua língua torturar meu clitóris enquanto com dois dedos ele me penetrava. Ele fazia movimentos circulares com sua língua, e dobrou a pontinha dos dedos entrando e saindo cada vez mais rápido de mim.
–Edward! –eu gritei agarrando seus cabelos com força. Eu senti os primeiros espasmos em meu núcleo que já apertava seus dedos com força e então ele parou! –Que foi?! –perguntei indignada e irritada.
–Comigo Bella. –disse ele voltando a ficar de pé e só entendi o que ele quis dizer com aquilo quando senti a cabecinha de seu membro em minha entrada.
–Oh... –ofeguei ao senti-lo entrando cada vez mais fundo em mim. Eu ainda era apertada de mais, sentia certo incomodo, mas muito pequeno, nada que não passasse logo assim que ele começasse a se movimentar.
E foi o que aconteceu!
Seu membro cresceu em meu interior que o apertava, ambos gememos quando ele se afundou em mim. Abracei seu corpo com força o sentindo cada vez mais fundo.
– Deus Bella... – ele gemeu, sua boca atacando a minha, gemi contra seus lábios, suas mãos desciam por meu corpo acariciando as laterais do meu corpo, descendo até minha bunda e há erguendo um pouco, seu membro entrou mais fundo e gemi.
– Oh... Edward... – afastei nossos lábios gritando seu nome, seu membro latejava entrando cada vez mais forte, meu corpo tremia com as investidas e meu baixo ventre se contraia.
Comecei a beijar seu pescoço, mordiscando sua pele quente, ele gemia se movendo cada vez mais rápido e forte. Mordi seu ombro quando meu centro latejou e seu membro pareceu ter mais dificuldade de entrar o que só deu mais prazer.
O abracei apertado com pernas e braços apenas sentindo. Nos beijávamos com dificuldade devido aos movimentos frenéticos de nossos corpos, e então eu senti chegando. Aquela mesma explosão de alegria e cores da noite passada, só que agora multiplicado por milhões.
–Hmmm. –eu gemi ao senti-lo dar a ultima estocada em meu interior e depois senti seu liquido jorrar quente dentro de mim e ele relaxar em meus braços.
–Muito bom. –ele disse cheio de dificuldade pela falta de fôlego.
Horas depois — Edward já havia me tomado em seus braços mais algumas vezes — meu estomago roncou e ele deu uma risadinha.
–Acho que esqueci que nossos corpos têm outras necessidades. –disse ele se levantando, a contragosto da minha parte, e vestindo sua calça de moletom. Olhei irritada para aquela peça de roupa, porque ela tinha que estar por perto mesmo? Ela ia me impedir de vê-lo totalmente nu, não gostei disso.
–Não me importo nem um pouco se quer saber. –eu disse me apoiando em meu braço esquerdo e olhando-o se movimentar na pequena cozinha. –Eu passaria fome só para poder ficar com você. –eu disse, ele se virou com um sorriso glorioso em seu rosto.
Alguns minutos depois eu estava sentada ao seu lado na mesa, enrola em um lençol, comendo algumas torradas e tomando meu café quentinho.
–Hmmm Bella. –Edward me chamou.
–Que?
–Eu estava pensando… — ele disse pausadamente. –Podemos ir até a cidade mais tarde? –ele disse.
–Você vai me mostrar aonde arruma comida? –eu disse e ele gargalhou.
–Como você descobriu meu segredo? –disse ele.
–Você não é tão homem das cavernas quanto acredita ser. –eu resmunguei apontando minha torrada para ele que riu mais ainda. –Então... Quando você diz cidade você quer dizer Forks? –eu disse receosa.
–Não. –disse ele com o olhar vago. –Port Angeles ou se você quiser algo mais longe como Seatlle. –disse ele.
–E como você pretende ir até esses lugares, a pé? –perguntei. Eu o imaginava saindo em uma excursão solitária para ir até a cidade em busca comida. Na minha imaginação ele sempre estava a pé, tres dias para ir e quatro para voltar, já que ele carregava muito mais carga na volta e tinha que parar mais para descansar.
–Não sua bobinha. –disse ele levando os pratos para a pia. –Vamos de carro. –ele disse.
–Você tem um carro? –perguntei confusa. –Não vi carro algum por aqui. –eu disse enquanto o encarava.
–Não é que você tenha realmente procurado não é? –disse ele.
–Pode ser. –eu disse e ele deu uma risadinha.
–Vamos, coloque uma roupa e podemos sair. –ele disse indo se vesti.
Enquanto eu me trocava não pude deixar de notar que ele secava meu corpo. Eu já me sentia arrepiada e totalmente pronta para ele, mas eu sabia que nada ia rolar. Realmente precisávamos de comida, ainda mais agora que nós praticávamos muitas atividades físicas e que sentiríamos muito mais fome e conseqüentemente teríamos que nos alimentar muito mais. Não que eu estivesse reclamando.
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