A Busca Pelo Irmão - Livro Um
13 Capitulo 13° - Resposta Correta
Notas iniciais
13° Capitulo
Resposta Correta
Mislayne W.
Todos ficaram espantados quando disse isso, tomei a frente da esfinge e disse:
–Já sei qual e a resposta do enigma.
–Diga.
–A resposta e “O Homem”.
Então o silencio pairou o local, a esfinge não esboçava nenhuma reação, parecia que ela estava raciocinando algo, somente esperamos.
–De onde você tirou essa resposta? – Falou Danilo.
–Deduzi isso de serie de coisas, mas o que mais em ajudou foi à dica de Zeus.
–Obrigado Pai. – Disse Mayra saltitante.
A sala começou a tremer, se iniciou um pequeno terremoto.
–Eu acho que a sua resposta está errada. – Gritou Victor.
–Você respondeu corretamente herói.
–Heroína. – Disse.
–Pode passar.
A esfinge voltou a sua forma de estátua, então se partiu em duas, abrindo uma passagem, enfim, vimos à luz do sol.
–Eu acho que descobri que sou claustrofóbico. – Falou Victor.
–Que isso, filho do Deus da Guerra com medo de altura agora claustrofóbico, isso eu vou contar para todos no acampamento. – Disse Danilo.
–Nem ouse fazer isso, se não te corto ao meio. – Falou Victor.
–Se conseguir em pegar. – Rindo disse Danilo.
–Então volte aqui seu verme.
Os dois começaram a correr, então ouve uma explosão e um grito, todos ficaram sérios.
–E o Sr. Brown, vamos. – Falou Danilo.
Brincando de pega-pega
Davi Ismael N.
Acho que Bruno não estava gostando muito das piruetas que o Hipocampo dava, ele mergulhava e saltava igual a um golfinho, Bruno quase ficou na água quando o Hipocampo deu seu primeiro salto.
–Tem como dizer ao seu amiguinho parar com os saltos? – Bruno limpava seu rosto.
–Beleza, não dará mais saltos. – Disse rindo.
–Você está rindo por que e você que comanda ele.
Já tínhamos avançado um bom caminho, mas fomos interrompidos por uma criatura que não queria encontrar nem nos meus sonhos, um Kraken, uma criatura que parecia com uma lula ou um polvo, só que seu rosto era horrendo, tinha uma cabeça parecida de um humano careca, só que com dentes afiados, e pele grossa, era repugnante, e entramos no território dele.
–Davi, o que e essa criatura? – Gritou Bruno, tentando falar mais alto por causa dos gritos do Kraken.
–Vamos amigo, nade mais rápido. – Gritei.
O Kraken subiu igual a uma baleia, e fez uma onda gigantesca cobrir a nós, caímos dentro do mar, mandei Bruno subir nas costas do Hipocampo, e falei telepaticamente para o Hipocampo seguir com Bruno.
O Kraken tentou seguir Bruno, mas fiz com que o Kraken ficasse com a visão ofuscada, então ele bateu contra uma rocha.
Agora tinha toda atenção para mim, mas não sabia o que fazer, o Kraken era dez vezes maior que eu, então usei a água para fazer um tipo de nevoa e ofuscar totalmente a visão do Kraken, eu pensei em água fervendo no fogão de casa, então bolhas começaram a surgir, e uma nevoa espessa ficou em volta do Kraken, ele avançou contra mim, nadei em volta dele, novamente o Kraken bateu contra a rocha, tentei pensar em um plano, então vi uma daquelas rochas que tinha uma abertura no meio.
–Não acredito que vou ter que usar esse truque tão velho. – Disse para mim mesmo
Então segui para dentro da rocha, o Kraken tentava se livrar da nevoa e ao mesmo tempo me seguia, ao passar por dentro da rocha, comecei a pensar em algo muito frio, tão frio quanto gelo, o Kraken ao passar por dentro da rocha, ficou coberto de gelo.
–Funcionou – Estava rindo nesse momento.
Nadei para longe daquela criatura grotesca enquanto o Kraken debatia sua cauda tentando se soltar.
–Agora preciso encontrar Bruno.
Tentei imaginar o Hipocampo, já que estava no mar, poderia escutar o pensamento do Hipocampo, mas o mar estava repleto de peixes e tubarões, era difícil conseguir pensar, então senti meu corpo mais leve, quando eu vi, tinha desmaiado, usei muito meu poder.
Tio da Van
Danilo L.
Ouvimos mais explosões, e um grito estranho, e estava se aproximando, quando demos de cara com um ciclope.
–Sr. Brown.
–Corram. – Gritou Brown.
Da floresta saíram fúrias, ciclopes, guerreiros de armaduras negras e outros monstros, Sr. Brown estava machucado na cabeça, e suas roupas chamuscadas, mancava da perna esquerda, um dos ciclopes jogavam pedras em nós, ela batiam contra as arvores e se despedaçavam, enquanto corríamos, sentia que estava em um déjà vú, então em lembrei do sonho, lembrei que estávamos correndo direção a um penhasco, mas não tinha como parar, aqueles monstros iam trucidar todos.
–Não podemos continuar, o meu sonho. – Disse.
Mas foi tarde de mais, estávamos encurralados entre um penhasco e monstros e guerreiros de armaduras negras, um deles gritou algo em grego antigo, e todos fizeram o mesmo, mas algo interviu, começaram a surgir esqueletos de mãos do chão, uma aura negra cobria o chão, um exercito de esqueletos com armaduras danificadas ficaram na frente dos guerreiros e monstros.
–Amanda. – Sorri.
–Agora o que faremos, os esqueletos não resistirão muito tempo. – Disse Mislayne.
Tentei pensar em algo, olhei para os céus, vi todas aquelas nuvens, pensei em uma tempestade de raios, mais Mayra interviu.
–Não faça isso, você atingiria a todos aqui, só eu e você somos imunes.
–Certo.
Não conseguia pensar em nada, então dos céus surgiram três Pégasos, Sunshine e Nico, acompanhado de mais um de pelo negro.
–Você que pensou neles? – Perguntei a Mayra.
–Sim. – Disse sorrindo. – E também pensei que precisaríamos de mais um, por causa do Sr. Brown.
–Ei, essa me ofendeu garota, eu estou até fazendo um regime. – Disse Brown acariciando sua barriga.
–Vamos, subam. – Disse.
Mayra e Victor subiram em Nico, enquanto Brown subiu no Pégaso negro, eles iniciaram o voo bem quando o ultimo esqueleto foi destruído, o ciclope soltou um rugiu assustador, descemos até a margem de um rio, aquele era à margem do rio Amazonas.
–Obrigado Sun, agora você pode ir. – Se despedimos dos Pégasos. – Sr. Brown. – O abracei de uma maneira em que seu cheiro não em importava mais.
–Sr. Brown, o que aconteceu com vocês? – Disse Mislayne.
–Estávamos vindos para a floresta com a van, quando um grupo de ciclopes nós atacou, seu primo. – Disse Sr. Brown apontando para mim. – Me defendeu de um dos ataques, e mandou em correr da li e avisar o acampamento.
–Mas você sabe onde meu primo está?
–Tenho uma suspeita, enquanto eu sobrevivia na floresta, me escondi de dois guerreiros de armaduras negras, eles não me perceberam, então começaram a falar de um guerreiro que seria executado na frente de um parente.
–Espere como assim? Eles vão executar o Thiago na minha frente?
–E o que eu suspeito. Então segui os guerreiros até uma caverna, mais quando me aproximei fui visto por um ciclope que guardava a caverna, então agora estou aqui com vocês.
–Mas como eles sabem que Danilo viria para cá? – Disse Victor.
–Talvez soubessem que Danilo viria atrás do primo dele. – Disse Mislayne.
–Mas por que tudo se retrata a mim? Não sou importante. – Falei.
–Claro que é você e filho de um dos três deuses grandes, se Zeus soubesse que te mataram, começaria uma guerra por isso. – Falou Mayra
–Mas quem poderia querer isso? – Disse Sr. Brown.
–Daymon, ele e um traidor. – Disse.
–Daymon? – Falou Sr. Brown.
Quando fui tentar explicar algo, fomos surpreendidos por outro grupo de monstros e guerreiros, mas esse era bem maior, tinha dezenas e dezenas de monstros e guerreiros, eu saquei minha espada, mas sentia como se não conseguisse vencer aquela luta, começamos a lutar contra os monstros e guerreiros, mas eram muitos, Sr. Brown pegou um pedaço de madeira e acertava a cabeça de vários guerreiros, tentei prestar atenção na minha luta, mais vi que alguns estavam com dificuldades, ao me distrair levei um chute nas pernas, então cai ao chão, seria meu fim, o guerreiro já estava com a espada no meu peito, então, uma onda o derrubou.
Passeio no mar
Davi Ismael N.
Não me lembrava de nada, apenas do Kraken quase me engolindo, quando recuperei minha consciência, estava nas costas do Hipocampo, Bruno estava guiando ele, parece que ele fez um tipo de amizade com o animal mitológico.
–Vocês me salvarão? – Disse.
–Enfim acordou, sim, o Hipocampo me apontou com a cabeça o local onde você estava e então ele mergulhou, para mim foi extremamente desagradável, mas então te resgatamos e você fez um ato incrível, deve ser lembrado por isso, o semideus que congelou o Kraken. – Disse Bruno rindo.
–Onde estamos? – Perguntei.
–Não sei te dizer ao certo, sei que estamos no mar. – Falou debochando.
–Nossa como você é esperto, claro que estamos no mar, vou tentar me localizar.
Fechei os olhos, era como se soubesse onde estava, como se eu estivesse no meu bairro, e tivesse um mapa mental, então vi que estávamos próximos.
–Ali, temos que ir por ali. – Falei apontando para a esquerda.
–Estamos chegando? – Falou Bruno.
–Sim, alguns minutos até chegarmos.
–Certo, por que minhas pernas já estão dormentes.
Reunião de semideuses
Mislayne W.
Levamos um susto com uma onda cobrindo todo o local, com a força da água, todos foram parar no chão, só um ciclope restou de pé, Erlan estava na margem do rio com as mãos para cima.
–Então você veio. – Disse Danilo sorrindo.
–Suas palavras fizeram meus olhos abrirem para o que estava acontecendo, muito obrigado semideus. – Falou sorrindo. – Agora vamos á ação.
Erlan chegou derrubando três guerreiros com o escudo, e sacou sua espada cortando a perna de um dos ciclopes, fiquei tão fixada na habilidade de luta de Erlan, que não percebi uma fúria se aproximando com suas garras, então Danilo pulou na minha frente, a fúria perfurou suas garras em seu braço, ele soltou um grito de dor, então cortou a fúria em duas partes, ela se desfez em pó dourado.
–Dan, por que fez isso?
–Simples, eu protejo meus amigos. – Disse sorrindo.
–Eu sou um estorvo, todos sabem lutar, até Mayra derrota um grupo de guerreiros, mas eu não sirvo para nada.
–Mas quem disse isso? Você fez escolhas nessa missão que se fossem feitas por mim iria arruinar a todos, você desvendou o enigma da esfinge, aquilo foi genial. – Danilo falava aquilo com tanta certeza, me fez lembrar um pouco do Danilo do teste do medo, só que sem as veias e os olhos negros, e sem me deixar para baixo, então nosso rostos começaram a se aproximar, mas um Manticore me atacou, jogando para o mar.
Bati contra a água, mas como estava na margem atingi a areia, Danilo ofendeu o Manticore que não deve ter tido tempo para entender, por que Danilo cortou sua cabeça fora, e ele se desfez.
–Você está bem? – Falou Danilo.
–Sim, estou bem.
–Ei, vocês dois poderiam parar de namorar e ajudar a gente né? – Gritou Victor.
–Vamos lá. – Falou Danilo, as palavras dele me deixaram mais confiantes, fazendo com que mesmo tendo uma adaga como arma, eu poderia derrotar vários inimigos.
Mesmo tendo derrotado vários inimigos, ainda estávamos em desvantagem, o plano deles eram nos cansar com quantidade, por que a cada um que derrotávamos mais três apareciam.
–Isso não vai adiantar de nada, temos que ter um plano. – Falou Mayra ao abater uma fúria.
Não conseguia pensar em nada, nunca estive em um campo de batalha antes, mas era como se já estivesse acostumada, tentei pensar em uma armadilha, mais tinham muitos inimigos, enquanto abatíamos mais inimigos, me senti cansada, meus braços doíam, então nos deparamos com milhares de guerreiros.
Quando estávamos sendo cercados, outra onda devastou todos os guerreiros, monstros e inclusive nós.
Todos estavam no chão, inclusive Erlan, ao olhar para a margem.
–Sentiram nossa falta. – Falou Bruno.
Bruno e Davi estavam montados em um tipo de cavalo com um corpo de peixe e uma crina bem legal, Davi estava praticamente deitado por cima do cavalo, enquanto Bruno estava com um sorriso enorme em seu rosto.
–O que estão fazendo aqui? – Gritou Victor.
–Longa historia, agora os reforços chegaram. – Falou Bruno caindo do cavalo, que deduzi que era um Hipocampo.
–Nossa, que belo reforço. – Falou Victor.
Então, pensei em um plano, que seria difícil de funcionar.
Fim do Capitulo
Autor da História: Danilo Silva.
Redator: Erlan Carvalho
Baseado na história de Rick Rordan: Percy Jackson e os Olimpianos.
Fale com o autor