A Bordo do Pirate Royal

5 Explicações e escolhas delicadas


Notas iniciais
Séculos depois a autora volta a postar a fic,os leitores,enfurecidos correm atrás dela com ferramentas de plantação e tochas para mandá-la à fogueira,pois fora condenada à morte pelo júri popular(a Inquisição do século XXI,a era digital,bláblá).Ela morre e aí é que entra o remoro dos leitores,pois se antes eles ficavam apenas um período sem a história,agora ficarão para o rtesto de suas vidas sem saber o que acontecerá com Lilith e Lizzie! uhsuasuhaushahsuahsuahsuhasuhaushuahs Histórinha dumal essa não? *Muahaha...**cof**cof*ahhhhhhhh Engasguei! ¬¬'Percebi! Bom,vamos parar com a enrolação e vamos ao que interessa: *tchathcamm*Senhoras,senhores e senhoritas!Apresento-vos mais um capítulo emocionante(eu acho) de "A Bordo do Pirate Royal",Dedicado à Asuh Sama,minha miguxa e "marida"(espero q não se divorcie da sua outra esposa,senão tbm vou ter de me divorciar de vc,aí vc fica sozinha,pq eu sou adpta à poligamia!E lembre-se:Não é preciso ciúmes do Bill K ou do Mr.Darcy,ou da Bruna,a outra,não vc) hushaushuahsu assim meus leitores me estranham,mas isso não é da conta deles!

Lilith acordara cedo na manhã seguinte,ajudara à senhora Kurts a alimentar os animais da pequena propriedade e a fazer o café da manhã do senhor Kurts.Depois que despensaram-no para o campo foram arrumar a casa,já impecável de limpa,e fazer o almoço.

A senhora Kurts colhia hortaliças para compor a salada quando avistou,ainda no alto da estrada,Ledger Gobet,entrou correndo em casa à tempo de avisar Lilith da chegada de seu visitante.Ela cortava cebolas metódicamente,mas sua mente vagava por outras datas,talvez eras longínquas onde sua maior preocupação era se o Conde pediria a mão de Judie breve,de forma que assustou-se com a afobação da senhora Kurts.

-Minha filha!Pare imediatamente o que está fazendo!Led veio vê-la!

-Oh...!Eu sei!Eu disse à ele que me procurasse hoje.

-Ele não está com uma cara muit...

A frase fora interrompida por batidas na porta.Enfim ele chegara.Finalmente ela poderia abrir seu coração ao amigo e contar-lhe os segredos que tanto aflingiam-na durante as noites.Lavou as mãos e o rosto,enlacrimejado pelas cebolas,tirou o avental que recobria-lhe o vestido preto de tecido grosso e dirigiu-se à sala afim de abrir a porta ao amigo.A sala não era muito grande,tinha apenas algumas cadeiras em volta da lareira improvisada e uma mesa de madeira rústica com um vaso de flor em cima.As flores eram sempre renovadas a cada dia,de forma que a casa cheirasse sempre bem.

-Led?-Ela questionou-o apreensiva,seu rosto não era muito amigável,os olhos duros e frios,como a condená-la por um crime e os músculos da face rijos.

-Acho que devo-lhe esplicaçãos,não?

-Eu não estaria aqui se não fosse por isso.

-Certo.-ela desconcertou-se.-Vamos dar uma volta pelo campo.Hellen,a senhora importa-se se eu me retirar por alguns momentos?

-Não meu bem.Vá.

Ela tomou a frente,altiva e majetosa como alguém que pertencesse à nobreza e não uma simples camponesa.Seus cachos,pendentes de um coque um pouco desfeito pelo trabalho de casa,escorriam-lhe as costas,o andar delicado,quase flutuante encantando os olhos de Led.

-Pois então.

-O que houve ontem?Por que agiu daquela forma,não me dissera que não o conhecia?

-Led eu menti.Gostaria que me perdoasse e me deixasse explicar.

-Comece.Não sei quanto ao perdão,mas estou disposto a ouvi-la.

-Ótimo.-ela hesitou um pouco,refletiu e então começou:

-Ledger,o que você realmente sabe sobre mim?

-Não muito menos que os outros aldeões.Sei que é uma sobrinha distante dos Kurts e que veio morar com eles,no campo,para ver se melhorava da saúde.

Ela sorriu envergonhada.

-Meu passado é muito mais complexo que um problema de saúde.Na verdade não sou sobrinha coisa alguma dos Kurts,e me admira que tenham-me acolhido com tanto carinho.Como se...se eu relmante fosse da família...uma filha!Até quatro meses atrás eu jamais havia tocado em uma enxada ou foice.Nasci num mundo onde tudo estava a meus pés,mas com todas essas regalias vinham-me responsabilidades.E resolvi fugir de uma delas.

-Por quê?

-Meu pai,o Governador da Província de Brookshire,decidiu que eu me casaria,mas eu não tinha nenhum noivo em mente!Eu tinha apenas 15 anos!Ninguém em sã conciência decide toda uma vida com essa idade.

-Quem era o noivo?

-O noivo era um senhor,chamado Owen,um banqueiro muito rico que me pediria,oficialmente em casamento no baile de comemoração dos meus 16 anos.Mas ele era...ele é muito mais velho que eu.

-Espera!Você só tem dezesseis anos de idade?

-É.Ao menos até onde eu sei!-ele riu,a simplicidade em seu modo de falar o apaixonava cada vez mais.

-Pensei que estivesse perto dos dezenove,vinte anos.E quantos anos tem o seu noivo?

-Acho que próximo aos sessenta,se não mais.

-Então aquele homem ontem não era esse banqueiro?

-Não,aquele é o senhor Crew,um amigo da família,depois que fugi de casa,segundo ele,a maioria dos senhores honrados de Brookshire está procurando por mim.Imagino que tenha ficado falada na cidade e tenha desoonrado a família.Pobre Judith,é provávl que,após o meu retorno,o Conde de Doofemrmshauz não a peça mais em casamento.Mas não sou altruísta o bastante para não voltar.Tio Paul me implora que volte com ele.

-Quando?

-No final da semana.

-Você quer ir?

-Na verdade...não.Eu sei que perderei minha liberdade adquirida com tanto esforço e terei de enfrentar a fúria de uma cidade inteira por ter ofendido e desonrado o nome de X,da família do governador.

-Então fique.

-Não dá.Sinto falata da minha mãe e da minha irmã.Procurei não pensar muito nelas ultimamente,para tornar a dor da separação mais suportável,mas não consigo mais após a visita do senhor Crew.

-Será obrigada a casar-se.

-É provável.

-Mais um motivo para que permaneça!-ela desviou os olhos dos de Led,seu tom era suplicante e ela não sabia se resistiria àquilo.De repente um lampejo iluminou seus olhos:

-Vamos!Case-se comigo antes de partir!Assim não será condenada à uma múmia!Prometo-lhe que não tocarei-lhe em um fio de cabelo contra a sua vontade,mas fique.

Ela sobressaltou-se.O que era aquilo?Um pedido de casamento?Céus!Como?

-Não me adiantaria em nada Led,eu estaria casada da mesma forma.E ambos seríamos infellizes,sabe disso.

-Só não quero que parta e...

-Não se preocupe Led,eu ficarei bem.Sabe,você me lembra um outro amigo.

-Não quero lembrar-lhe um amigo.

-Ledger,eu não posso!Eu não posso ferir os nossos sentimentos,há regras que não podem,nem devem,ser quebradas.

-háa!Regras?Você não costuma respeitar muitas!-seu tom era amargurado,e não fosse o contexto exasperante,Lilith teria-se ofendido.

-Há regras do coração.E essas são inquebráveis,Led,entenda isso.São regras que,se burladas trazem-nos sofrimento e ingratidão da vida.E eu jamais suportaria-ser-lhe ingrata.Partirei na sexta de manhã.

-Por favor,fique.

-É melhor voltarmos.Ainda tenho de arrumar as minhas coisas e ajudar à senhora Kurts.-ela deu-lhe as costas indiferente às súplicas desesperantes do amigo.De repente ele segurou-lhe o braço e puxou-a para si,enlaçando-lhe a cintura e mantendo-se a poucos centímetros de seus lábios.No entanto,teve autocontrole o suficiente para resistir-lhes e apenas suplicá-la que ficasse e fosse sua.

-Eu não posso Led,meu coração não pertence àqui.Sinto que ainda estou longe de viver meu destino,e,querendo ou não,você terá de me deixar partir.

-Eu sei.Seria horrível trancafiá-la dentro destas montanhas,como se fosse apenas um lago,limitada às missas e feiras no domingo.Eu não suportaria vê-la sofrer,ainda que silenciosa.

Ele soltou-a.Entraram em consenso e retornaram para a casa pequena no sopé da colina,na beira da estrada.Caminharam silenciosamente lado a lado,cada um refletindo o futuro que teria.

Quando,na sexta-feira,Lilith e o senhor P.Crew preparavam-se para partir,Ledger Gobet apareceu para desejar-lhes boa viagem e a companhia de Deus.

-Vá e siga seu coração.Não aceite tornar-se o lago particular de um banqueiro velho e lute o que for preciso para chegar ao mar,cortando as terras tortuosas como um rio,pois seu coração estará lá.-Falou-lhe ele em particular.

É claro que,na época isso era apenas uma analogia ao indomável coração que ela tinha e Led não fazia nem uma idéia do futuro que aguardava-a,mas tinha a vaga impressão de que,com a inteligência e habilidades que ela tinha,faria coisas grandiosas.E,mesmo nunca mais voltando a vê-la,jamais esqueceu aquele par de olhos tão verdes e tão bondosos,altivos e majestosos.Quando os rumores sobre uma maruja sanguinária chegaram,anos depois à pacata vila onde morava com sua esposa insossa e mesquinha e seus três filhos,reconheceu a sua garota brilhante na famosa \"Dama da Noite\".

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Notas finais
E aí?Quem gostou?Tá valendo rewiew,ok?
Pe-péraíiii!Aiaiaiai!Tomate podre não vale!
Leitores indignados:-Como assim "tá valendo rewiew"?Vc leva meses para postar um capítulo novo e depois escreve uma m*ierde qualquer dessas?*+tomatepodre*
A autora começa a chorar e choramingar/:
-Caramba!Eu fiz o melhor que podia...buáááááháááháháaaaaY_Y
Leitores indiferentes tacam ovos,pimentão,tomate e hortaliças podres.
De repente a autora pega um punhal e se mata tragicamente.
Então todos se arrependem e alguns até falam:
-Ah,nem estava tão ruim assim o capítulo,né?Cometemos um erro insano ao mandá-la para a morte,pobrezinha!E se a gnt deixasse rewiews póstumos?Quem sabe ela não nos perdoa e não vem puxar o nosso pé durante a noite?
(hmm!Até parece que não estão nem um pouco preocupados com a própria alma e sanidade mental!¬¬')
Mas a autora os perdoa e até responde,do além,a esses rewiews póstumos!
Que tal gnt?Gostaram da minha idéia para a nova novela das seis?
Podíamos até chamá-la de Alma Gêmea,ou O Profeta,ou melhor!!!Quem sabe:Escrito nas estrelas?
Todo mundo taca tomate na alma penada de AllStarLover!