A Blogueira e o Nerd
4 Capitulo 4
Notas iniciais
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Assim que acabei, desci.
_Wou. Você está show.-Ino fala
_Obrigada
_Você está linda Saky-Hina fala
_Obrigada Hina
_Certo. Vamos?-Tenten fala
_Eu dirijo-Temari fala
_Você é a única que sabe dirigir-Tenten fala
_Pois é. Vamos
Entramos dentro do carro de Temari e nós fomos ao parque. Nos divertimos bastante.
Um bom tempo depois...
Voltamos para minha casa
_Ha, meninas, eu esqueci. Não faltem amanha. Recebemos hoje uma nova professora, e ela vai nos dar aula de teatro. Vamos fazer Romeu e Julieta. Já começamos a fazer as audições
_Eu não sou do grupo de Teatro-Temari fala
_Nem eu-Tenten comenta
_E eu também, mas vamos ver a apresentação -Ino fala
_Certo. Obrigada por me avisar Saky-Hina fala-Que papel você pretende pegar?
_Não tenho certeza, mas vou e inscrever para Julieta.
_Legal-Hina fala
_Eu vou gravar-Temari comentar
Comemos o bolo e as meninas foram embora
Acordei, fiz o mesmo de sempre e fui a escola. Chegando lá, a primeira coisa que fomos fazer, foi as audições.
Assim que deu o intervalo durante as audições, eu pego meu celular e vou digitar mais alguma coisa no blog
31/06/2015
Hey, sejam bem-vindos de volta pessoal. Hoje começaram as audições para a peça Romeu e Julieta. Pessoal do clube, se dirijam ao teatro depois das aulas para que possam escolher quem irá fazer qual papel. Enfim, essas são as notícias de hoje. Beijos
Ass: S.H
Volto para o teatro e continuamos as audições.
A professora havia escolhido os papeis, e ficou assim:
ROMEU= Itachi
PRÓLOGO (Narrador) = Pain
MONTECCHIO (Pai de Romeu) =Nagato
SENHORA MONTECHIO (Mãe de Romeu) = Konah
BENVOLIO (Sobrinho de Montecchio, amigo de Romeu) = Kimimaru
MERCURIO (Parente do príncipe, amigo de Romeu) = Neji
JULIETA = Sakura
CAPULETO (Pai de Julieta) = Sasori
SENHORA CAPULETO (Mãe de Julieta) = Hinata
TEOBALDO (Sobrinho da Senhora Capuleto)= Kiba
AMA=Karin
PARIS (Jovem nobre, parente do príncipe)= Sasuke
FREI LOURENÇO= Deidara
SANSÃO (Criado de Capuleto)= Kisame
GREGÓRIO (Criado de Capuleto)=Zetsu
PEDRO (Criado de Montecchio)=Kakuzo
ABRAÃO (Criado de Montecchio)=Yahiko
ESCALO (Príncipe de Verona)= Shikamaru
BOTICÁRIO= Lee
_Professora!!! Porque eu tenho que ser...a Ama? Não posso ser a Julieta? Por que a Sakura, Hm?- A Karin reclama
_Primeiramente, ela atuou seguindo o texto, sem se gabar durante o ensaio, e segundo, ela não ficou fazendo careta .-A Professora -Mas fique feliz, pois ganhou um papel que tem bastante falas
_Hump-Ela resmunga
_Meninas, e meninos. A professora Kushina vai ajudar a montar os figurinos. Sigam assim que as aulas acabarem para o pátio. Ela vai tirar suas medidas. Enfim, estão dispensados.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~Passa o tempo~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Três meses depois....
Hoje..Agora...Estamos no teatro. Hoje é a Data da nossa peça. Estamos todos eufóricos. Acabei de me encontrar com Itachi e Sasuke
_Saky...Você está linda!!-O Sasuke comenta
_Obrigada
_Está animada?-Itachi pergunta
_Mais ou menos. Meu pais não estão ai, e isso me desanima um pouquinho, mas Ino disse que vai gravar e enviar a eles.
_Entendo-Itachi fala
Logo vimos dona Mikoto aparecer
_Estão prontos?
_Nervosos, porém anciosos e prontos-Eu falo
_Que bom. Vocês estrarão em Cena em 5 minutos. Façam o que tem de fazer e se ponham no palco
_Nós já iremos-Sasuke fala
E nós nos pusemos no palco. A cortina se abriu e a peça começou:
CENA I
PAIN: — Na bela Verona duas famílias de igual dignidade, levados por antigos rancores desencadeiam novos distúrbios, onde ódio tinge de sangue as mãos de seus cidadãos. Em meio ao ódio dessas famílias, sobre a luz da lua e o brilho das estrelas, surge o mais puro dos sentimentos, o amor... E deste amor à desventura de dois amantes, Romeu e Julieta, acometidos por um lastimoso fim que até os dias de hoje sobrevive intacto e invencível.
(Entram Kisame e Zetsu armados de espada)
KISAME: — Dou a minha palavra caro Gregório, não devemos levar desaforos para casa.
ZETSU: — Está certo.
KISAME — Se me desafiarem puxo minha espada e lavo com sangue a honra.
ZETSU: — Até o latir do cachorro na casa dos Montecchio me irrita! E por falar em cães veja quem vem lá.
KISAME: — Minha espada está aposta.
YAHIKO: — É pra nós que fazes cara feia senhor?
ZETSU: — Não. Talvez algum assombro, quem sabe.
KISAME: — Quem sabe não és um.
KIMIMARU — Estás querendo briga.
ZETSU: — Eu? Não senhor.
KISAME — Mas se estás... Saiba que estamos apostos.
YAHIKO: — Desembanhie vossas espadas se forem homens.
KIBA: — Corja! Sacas da espada contra esses pobres homens.
KIMIMARU: — Procura apartar esta gente. Guarda tua espada e ajude-me a acalmá-los.
KIBA: — Como? Estes porcos imundos não desejam a paz. Por inferno todos os Montecchios!
SASORI: — Que confusão é esta? Minha espada... Ide buscá-la.
HINATA: — Espada? Não. Por que inflamar ainda mais esta confusão?
SASORI: — Minha espada.
NAGATO: — Capuleto, covarde! Tem de se haver comigo.
KONAH: — Não darás um só passo para enfrentar o inimigo. (Lutam. Entra o príncipe)
SHIKAMARU: — Baderneiros, inimigos da paz, que puxam as suas espadas derramando o sangue do vizinho. (Todos reverenciam) Parecem animais, selvagens, espalhando por Verona a semente da intriga, da discórdia e do mal. Jogai de suas mãos as armas ou sentiras a fúria do meu castigo. (Jogam as armas) Se voltarem a perturbar a paz serão condenados sobre sentenças com suas próprias vidas. Vós Capuleto vinde comigo, quanto a vós Montecchio a tarde irás a corte da justiça. Agora, retirem-se.
CENA II
NAGATO: — Quem despertou esta antiga rixa? Diga-me sobrinho?
KIMIMARU: — Os servos de vosso adversário. Apenas desembainhei minha espada para separá-los. Foi quando surgiu o impetuoso Teobaldo apontando sua espada em minha direção me provocando. Foi então que chegou o príncipe e intervi-o apartando-nos.
KONAH: — Oh, onde está Romeu? Tu o viste hoje? Fico feliz por vê que não está metido nesta confusão.
KIMIMARU: — Senhora, a uma hora antes vi vosso filho Romeu passeando no bosque. Tentei me aproximar... Mas percebi que Romeu preferia ficar só, perdido em seus próprios pensamentos.
NAGATO: — Vive em profundos suspiros! E quando volta desses passeios se aprisiona em seu quarto. Negro e fatal será esse estranho comportamento... A não ser... Que receba um bom conselho.
KIMIMARU: — Meu nobre tio, conheceis a causa?
NAGATO: — Não. E nem mesmo consigo que me revele. Como seria maravilhoso que Romeu abrisse seu coração, dizendo-me o que na verdade pertuba-lhe a alma.
SHIKAMARU: — Quem vem lá... Veja se não é Romeu. Peço-lhe que deixe-nos. Tentarei saber a causa.
KONAH: — Espero sinceramente que sejas feliz e consiga de Romeu a confissão. Vamos senhora. (Saem)
KIMIMARU: — Boa manhã meu primo!
ITACHI: — Ai de mim! As horas tristes parecem longas.
KIMIMARU: — Que tristeza abala tuas horas?
ITACHI: — Não possuir o que as pode abreviar.
KIMIMARU: — O amor?
ITACHI: — Estou privado daquela que amo.
KIMIMARU: — Que tão cruel amor é este que provas?
CENA III
SASORI: — É lamentável que haja esta inimizade de tanto tempo.
SASUKE: — Tenho pelo senhor, honrosa consideração... E agora senhor Capuleto, espero que responda a meu pedido.
SASORI: — Claro, respondo. Minha filha Julieta é ainda muito jovem. Mas quem sabe daqui a dois verões, esteja preparada para assumir o compromisso, e enfim venha ser sua esposa.
SASUKE: — Outras moças da mesma idade de Julieta já são mães felizes.
SASORI: — Muito cedo murcham aquelas que cedo se casam. Julieta é a dona e a esperança do meu mundo. Permito-o que a corteja, isto é, se for do agrado de minha filha. E esta noite estas convidado a festa que darei aqui em minha casa.
SASUKE: — Muito me honra o convite. Toda Verona conhece a grandiosidade deste baile. Desde já senhor Capuleto... Conte com minha presença.
CENA IV
KIMIMARU: — És louco Romeu!
ITACHI: — Não ouves que te digo? Haverá um grande baile de mascaras.
KIMIMARU: — Na casa dos Capuletos.
ITACHI: — Onde a bela Rosalina se fará presente.
KIMIMARU: — Então vais lá compara a bela Rosalina com as outras beldades de Verona.
ITACHI: — O sol que tudo vê, nunca contemplou tamanha beleza.
KIMIMARU: — Dizes isso por que não tens com quem compará-la.
ITACHI: — Não vou para compará-la. Apenas para presenciar o espetáculo de sua formosura em todo seu esplendor.
KIMIMARU: — É louco Romeu.
ITACHI: — Louco não. Apenas um homem apaixonado! (Saem)
CENA IV
HINATA: — Ama, onde está minha filha ama? Chame-a.
KARIN: — Por minha virgem! Já a chamei... Onde anda essa pequena? Julieta... Julieta?
SAKURA: — Que há? Quem está me chamando?
KARIN: — Vossa mãe.
SAKURA: — Eis-me aqui senhora minha mãe. Que desejas?
HINATA: — Ama, deixe-nos a sós um momento, preciso falar em segredo. Volta. Pensei melhor, deves ouvir esta conversa. Falta pouco para completar quatorze primaveras...
KARIN: — E eu não sei. E que espero e viver bastante para vê-la casada um dia.
HINATA: — É exatamente sobre isto que desejo falar. Diga-me filha... Que sentes em relação ao casamento?
SAKURA: — Coisa com o qual não sonho.
HINATA: — Já é tempo de pensar no assunto. Se não me engano com tua idade, já era tua mãe. E não sei já percebeu, o valente Paris anda interessando em cortejá-la.
KARIN: — Ah, que homem senhorita, que homem!
HINATA: — Não há em Verona melhor partido.
KARIN: — E que partido!
HINATA: — Que dizes? E de teu agrado receber a corte de Paris?
SAKURA: — Procurarei aceitar sua corte. Já que é de seu agrado.
HINATA: — Eu sabia minha filha. Bem, o conde nos espera.
KARIN: — Vai pequena! Procura felizes noites para que tenhas felizes dias! (Saem)
CENA V
(Mascarados)
ITACHI: — Que desculpas usaremos para penetrar no baile?
KIMIMARU: — Apenas aproveitaremos a hospitalidade do anfitrião e breve partiremos.
NEJI: — Gentil Romeu, queremos que dance.
ITACHI: — Sinto o chumbo na alma.
NEJI: — Estás apaixonado!
ITACHI: — Terno ser é o amor? Áspero e rude demais. Pungente como o espinho.
NEJI: — Se o amor é áspero castigo, seja áspero com ele.
KIMIMARU: — Vamos... Batei e entremos. E assim que lá dentro estivermos, que cada qual cuide só de suas pernas.
CENA VI
(Entram todos mascarados e dançam)
SASORI: — Bem vindos cavalheiros! Em meus bons tempos também usava máscaras e sabia sussurrar nos ouvidos de uma bela dama. Vamos, música, tocais. Abram, abram... Deem espaço para as danças!
KIBA: — Aquele deve ser um Montechio. Como se atreve miserável vir até aqui?
SASORI: — Que há sobrinho?
KIBA: — Meu tio, aquele ali, é um Montechio, nosso inimigo. O miserável aqui veio esta noite para ridicularizar nossa festa.
SASORI: — Não é o jovem Romeu?
KIBA: — Ele mesmo, o infame Romeu.
SASORI: — Acalma-te Teobaldo, deixá-o em paz se comporte como perfeito gentil homem. Verona se orgulha da conduta tão exemplar deste jovem.
KIBA: — Não poderei suportá-lo.
SASORI: — Será suportado! Quem está dizendo sou eu! Quem manda, eu ou tu?
KIBA: — Ora meu tio é uma vergonha.
SASORI: — Basta, basta! Esta brincadeira poderá lhe custar caro.
KIBA: — Irei me retirar, mas isto não ficará assim. (Sai)
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