Notas iniciais
Quero agradecer a minha nova leitora *u* obrigado por comentar, beijokas!

Na manhã seguinte, o velho comerciante foi despertado pela luz que atravessava a janela de vidro. Levantou-se do sofá velho e morfado, recolheu sua capa para chuva e decidido arredou do palácio. Ao sair da localidade, ele avista uma linda rosa vermelha no jardim, e lembrando-se do pedido de Bela, colheu uma delas para levar consigo.

— Minha filhinha ficara tão satisfeita! — murmurou ele pra sí.

No mesmo instante, o velhote foi surpreendido por uma criatura horrenta que o arrastou até as masmorras do castelo.

— Como ousa invadir o meu palácio e roubar minhas flores? — berrou a criatura furioso.

— Estava chovendo. E eu não tinha para onde ir — soluçou o comerciante. — Eu não pretendia fazer nada de errado. O aceguro de estar sendo honesto! A rosa era para minha filha mais noça, Bela!

Os olhos da besta pareceram brilhar em meio da escuridão.

— Você tem quantas filhas? — indagou a fera.

— Três, três moças — disse o senhor com a voz embargada.

— E... E como elas são?

Os olhos de comerciante de estreitaram, surpresos. — Graciosas! Possuidoras de uma beleza estonteante, principalmente a mais moça. Bela, minha caçuala, tem o dom de contar histórias feito a mãe. Ela é inteligente e gentil com todos. Selina é a mais sofisticada, enquanto Rebecca é abilifosa com bordados.

— Lhe darei um prazo de dois dias para visitar o seu casebre — disse o bicho. -caso decida não voltar, irei atrás de você e lhe mataria sem nenhuma misericórdia. Ou pior, na frente de todas as suas filhas.