A Bella E A Fera
2 Em brasas...
Notas iniciais
Por isso resolvi postar huje uma pequena lemon dos dois. Será apenas o começo de muitas que estão por vir.
Então aproveitem a fic.
Um beijão pra Leticia Cullen que recomendou a fic.
Vou tentar seguir a história original mas com algumas mudanças, é claro.
Aproveitem o capitulo.
Me encolhi no canto da cela, acreditando que era tudo um pesadelo.Olhei o ambiente. A escassa luz dava um ar mais fantasmagórico, algumas teias de aranha enfeitavam a cela e alguns ratos me faziam companhia. Olhei para a porta em que haviam saído. Esperava que o homem tenha cumprido sua palavra.Quem era ele, afinal?Certamente era lindo, um tanto assustador e intimidador, mas lindo.Depois baixei os olhos ao chão e suspirei tentando controlar o choro. E se nunca saísse dessa cela?E se for morrer de fome e sede? Ou será pior? E quanto àquela promessa estúpida que fez ao homem?Meu Deus, eu devia estar louca!Dizer que faria qualquer coisa á um homem que com certeza era um psicopata!Mas o que deveria ter feito? Era meu pai que estava velho e precisava de ajuda.
Olhei para a frente e me assustei. Em frente a minha cela estava uma menina baixinha de cabelos pretos. Ela sorria largamente pra mim.
_ Oi, sou Alice!Bem vinda ao castelo!_ ela falou alegre como se eu fosse uma convidada muito importante e não uma prisioneira prestes a bater as botas._ Desculpe pelo jeito do meu irmão, ele não gosta muito de visitas.
_ Eu percebi..._ falei baixinho. Essa tal de Alice ainda sorria de orelha a orelha. Ela era igualmente bonita, como o irmão. Exceto que era bem mais simpática e menos ameaçadora.
_ Qual seu nome?
_ Bella Swan.
_ Bom, Bella. Vai ser minha convidada!Não pode ficar nessa cela. Venha!_ ela abriu a cela e saiu me puxando.
_ Mas e o seu irmão?_ perguntei nervosa.Ele falou que eu era prisioneira dele. E se ele aparecer e sei lá, arrancar a minha cabeça fora? Tinha algo muito estranho naquele homem. Pra falar a verdade, tinha algo de estranho na Alice também.Ele eram mais gelados que metal frio.
_ Não se preocupe com Edward. Eu me resolvo com ele. Não é certo deixar uma dama dormindo no chão de uma cela!_ ela subiu comigo pelas escadas e apesar da falta de preocupação dela fiquei olhando para os lados me preparando psicologicamente pra um encontro com ele.
Então o nome dele é Edward? Fiquei me perguntando porque ninguém ouviu falar dele. Eles tinham um castelo enorme e com certeza existem muitos que apreciariam a companhia de pessoas do nível deles.E ainda tinham uma beleza indescritível.Talvez tivesse algo certamente sinistro acontecendo aqui. Apesar da rudeza do tal Edward, com certeza seria muito bem aceito pela alta sociedade.Bem mais do que Jacob jamais sonhou.Depois de subir escadas enormes e atravessando longuíssimos corredores, ela finalmente parou em frente a umas portas duplas.
_ Esse será seu quarto._ ela abriu a porta e eu arfei. O quarto era gigantesco. Tinha uma mini saleta com uma lareira de mármore e a cama era tão grande que dava para oito pessoas dormirem confortavelmente. As janelas altíssimas eram cobertas por lindas cortinas de seda e dois castiçais grandes iluminavam o quarto.
_ Tomei a liberdade de encher o guarda roupa com vestidos e anáguas. A camisola está em cima da cama. Agora eu adoraria conversar mais com você, mas meu irmão vai me chamar. Boa noite, Bella!.
Ela sorriu e deixou o quarto.Fiquei parada tentando assimilar tudo o que aconteceu. Fui até o guarda roupa e vi lindos vestidos de veludo e surpreendentemente eram todos do meu tamanho. O que era igualmente estranho foi o jeito como ela falou: “Meu irmão vai me chamar.”Como se soubesse o que ia acontecer e a gente nem se encontrou com ele.( Graças aos céus!)
Eu estava muito cansada, fisicamente e psicologicamente. Vesti a camisola e deitei na cama pensando no meu pai e em como ele estaria agora.
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Acordei com a barriga roncando, aí me lembrei que só havia comido o almoço de ontem. Era 4:30 da manhã. Não queria sair do quarto e dar de cara com aquele homem e nem sabia se podia sair. Mas Alice disse que era convidada, então não era mais uma prisioneira, certo?A barriga roncou alto dando um fim a minha discussão mental.
Abri devagar a porta do quarto. Aparentemente não tinha ninguém a vista. O problema era: onde ficava a cozinha?Geralmente era no térreo. Peguei um dos castiçais e fui andando tentando fazer o mínimo de barulho possível e andando tão colado a parede que poderia me fundir a ela. Desci as escadas e me deparei com outro corredor. Parecia um labirinto. De repente senti uma brisa gelada atravessando minha nuca.
_ Quem te deu permissão pra andar pelo meu castelo?_ a voz ameaçadora falou ao pé do meu ouvido.Me encolhi. Dessa vez eu morreria, tenho certeza._ Na verdade, não era nem pra você ter saído da cela.
Sabia! Ia sobrar pra mim! A corda sempre arrebenta pro lado mais fraco. A vela caiu da minha mão e se apagou.
_ Eu só..._ não pude responder. A mão dele tapou a minha boca.
_ Também não lhe dei permissão pra falar..._ ele falou suavemente colérico_ Alice me desobedeceu colocando você naquele quarto. Agora... Você sabe que invadiu o meu castelo e invasão de domicilio é crime. E é claro você deve estar lembrada da promessa que me fez.
Ele tirou a mão da minha boca e pressionou a boca dele na minha jugular me fazendo tremer. As mão foram pra frente do meu corpo, uma na minha barriga e a outra no meu seio.Ofeguei.
_ Você manteve a promessa que fez? Soltou meu pai?
_ Claro! Sou um homem de palavra!_ ele deu uma risadinha_ Seu pai deve estar livre na floresta a essa altura.
_ Na floresta?Mas lá tem lobos!Ele pode morrer! Você prometeu..._ falei em pânico.
_ Eu prometi que iria soltá-lo.Foi o que eu fiz!Você é que não especificou onde!_ ele riu. Me virei e comecei a socar seu peito.
_ Seu mentiroso! Canalha! Meu pai vai morrer por sua causa! Você é desprezível!_ continuei batendo, mas meus punhos já estavam doendo e estava fraca devido a fome.
_ Acabou?_ ele perguntou sarcástico. Me pegou pelo pescoço e me levantou, me prendendo na parede._ Não tem noção do perigo, não garota?Você tem muita sorte!Conseguiu ficar mais de cinco horas no meu castelo e permanecer viva. Um feito pra poucos...Eu poderia arrancar seu lindo pescoço alvo, mas tenho idéias melhores pra fazer com você!
Ele passou a mão que estava no meu pescoço pra minha cintura e começou a beijar minha clavícula. Fiquei paralisada de medo. Me lembrei que estava vestindo apenas uma camisola de seda transparente e não podia fazer nada enquanto suas mãos passeavam pelo meu corpo.Ele abriu o laço que prendia meu decote e deixou meus seios a mostra, beijando-os em seguida.Ele sugava com força como uma criança faminta. Envergonhosamente, gemi.Sua língua gelada dava choques térmicos no meu corpo quente. Sua mão passava para minhas coxas, subindo a camisola.Ele puxou a calcinha com raiva e colocou a mão no meu centro me fazendo arfar.Seus dedos me tocavam com maestria. Segurei seus cabelos acobreados quando ele aumentou a velocidade dos dedos. Sua boca ainda maltratava meu seio direito.Eu estava em brasa e completamente entregue. Nunca havia sentido aquilo em toda minha vida.Sua outra mão apertava meu seio esquerdo. Em seguida sua boca passou ao meu pescoço e pude sentir algo duro pressionando minha barriga.Eu só sabia gemer.
De repente ele se abaixou e levantou minha perna colocando por cima do ombro. Arfei de susto e prazer com a nova posição e gritei quando senti sua língua invadindo minha intimidade. Coloquei toda minha força em seus ombros para me manter em pé. O corredor estava silencioso, apenas com o som dos meus gemidos.Minha pele estava em chamas. Me perguntei se poderia ter uma combustão espontânea naquele momento.E quando estava quase perdendo os sentidos de tanto prazer, ele para.
Se levantou e olhou pra mim com um sorriso sarcástico no rosto.
_ Esse vai ser seu castigo de hoje. Agora volte pro quarto e não saia, antes que eu faça coisa pior._ ele me soltou e foi embora me deixando um vazio enorme. Eu queria que ele fizesse pior...Mas o que eu estava falando? Eu devo ter enlouquecido! E a culpa é toda dele!Fui tropeçando de volta ao quarto e me esqueci completamente da cozinha.Só queria me deitar. Cheguei no quarto e me olhei no espelho. Meu cabelo estava bagunçado, os seios a mostra e estavam vermelhos assim como meu rosto.Fechei a camisola por causa do frio apesar do meu corpo queimando.Me deitei na cama e pensei no que havia acontecido. O estranho é que não me sentia violada. Parecia que meu corpo precisava das mãos dele. Eu estava perdida, com fome e em brasas...
Notas finais
Vou tentar não demorar muito a postar.
Bjao
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