A Batalha de Nix!
7 As Penas Ardentes da Garuda!
Notas iniciais
Santuário de Atena, Grécia
Guardando os arredores do Santuário, os cavaleiros de prata Helgos de Fornalha e Quênia de Princesa orientavam os cavaleiros de bronze, já que algumas sombras ainda insistiam em surgir das ruínas.
Quênia— agradeço por terem ficado e protegido as fendas! Parece que as sombras estão acabando.
Sara— de nada! Açiás, tivemos outra opção?! — irônica.
Helgos— essa é a primeira grande missão de vocês! Proteger o Santuário é bem mais importante que se lançarem numa batalha mortal nesse momento!
Ícaro — mas, assim como Seiya, nós também queremos chegar ao nível dos cavaleiros mais poderosos!
Quênia— terão o seu tempo, mas precisam continuar vivos para isso!
Logo, todos ouvem um ruído vindo das ruínas. Venturini de Lince toma a frente para conferir o que acontecia.
Venturini— deixa comigo! Deve ser uma das últimas sombras!
Saltando para a beira da fenda, o cavaleiro de bronze já elevava o cosmo cinzento, enquanto cresciam garras cinzas de cosmo em seus dedos.
Venturini— GARRAS DE BRONZE!
Traços cortantes de cosmo são lançados em direção à escuridão da fenda.
Porém, um ar frio rodeado por cristais de gelo avança saindo das fendas, lançando Venturini para trás e arrastando os cavaleiros de bronze, enquanto Quênia e Helgos resistiam bravamente.
Venturini— argh! Meu ataque não teve efeito! – agarrando-se a um galho seco e rodando, voltando a pousar de pé.
Aquiles nota uma película de gelo sobre sua armadura de bronze de Ave do Paraíso.
Aquiles— quem fez isso?
Uma silhueta surge saindo das sombras da fenda. Um jovem de pele clara e cabelos castanhos, com olhos atentos e esverdeados, trajando a armadura sombria de Rena vai se identificando.
Sombra— fui eu, Alexei! Vejo que derrotaram muitos dos meus guerreiros azuis!
Venturini— guerreiros azuis?
Voz feminina— também derrotaram nossos marinas! Vão pagar por isso!
Saltando das sombras, surge Thetis, trajando a escama sombria de sereia.
Sara— ah vamos? – elevando o cosmo, enquanto um relâmpago traça o solo partindo dos pés da amazona, após um forte pisão no chão.
Thetis— argh! – recebendo uma descarga elétrica que contrai seus músculos, paralisando seu corpo momentaneamente.
Mais um traço de eletricidade cruza o solo, e Sara parece “surfar” sobre o relâmpago, surgindo à frente de Thetis. Todo o cosmo elétrico acompanha os pés de Sara.
Sara— CHUTE TROVÃO!!!
Saltando com o um chute giratório repleto de cosmo, direcionado para o rosto de Thetis. Porém...
Thetis— infeliz! Como ousa?
Reagindo e esquivando-se rapidamente do chute certeiro, Thetis eleva o cosmo, despachando Sara para longe com dois chutes potentes
Sara— argh!!! – se chocando contra um velho pilar, e tombando ao chão.
Ítalo— Sara!!!
Thetis— CILADA DE CORAL!
O cosmo de Thetis cria um cenário de corais, que cercam os cavaleiros, prendendo seus pés e cobrindo seus corpos com corais negros.
Venturini— essa não!
Alexei— que patéticos! Podemos seguir e matar a menina!
Thetis— sem os cavaleiros de ouro pelo caminho, o Santuário está desprotegido!
Voz masculina — não tão fácil assim!
Para surpresa dos dois, o coral que envolvia Helgos de Fornalha começa a queimar. Ao mesmo tempo, o que envolvia Quênia vai se despedaçando dando espaço ao cosmo prateado da amazona.
Thetis— como é?
Helgos— somos cavaleiros de Atena! PRISÃO DE FOGO!!!
Elevando o cosmo e estendendo o braço, labaredas surgem cercando Alexei e Thetis, como grades de uma cela. E, com o fechar de sua mão, tudo dentro da prisão é tomado pelo fogo.
Mas, um cosmo gélido reage, confrontando as chamas e gerando uma imensa cortina de vapor, de onde surgem icebergs que se despedaçam.
Quênia— hã?
Alexei— IMPULSO AZUL!!!
Os cristais de gelo envolvem Helgos e Quênia, pressionando seus corpos e afetando suas temperaturas, diminuindo seus batimentos cardíacos.
Alexei— seus corações logo irão parar! Não adianta resistir!
Com os cavaleiros de bronze neutralizados e os cavaleiros de prata sob a técnica de Alexei, o caminho está quase livre para os invasores.
Mas, um cosmo poderoso envolve o ambiente, e serpentes saem do chão, prendendo os pés e braços de Thetis e Alexei, anulando a técnica do mesmo.
Alexei— o que é isso?
Voz— GÓRGONA DEMONÍACA!
Um cavaleiro de prata moreno, usando dreads médios e de alta estatura surge envolto em cosmo desferindo uma série de chutes potentes em ambos, acertando partes vitais e trincando as partes de suas sombras, derrubando-os.
Thetis— argh!!! Quem é você?
Helgos e Quênia também tombam, buscando recuperar o fôlego.
Cavaleiro— sou Mestior de Perseu!
O cavaleiro já eleva o cosmo, empunhando o escudo da medusa e avançando em direção aos dois, que logo se erguem e respondem ofensivamente.
Alexei— imbecil! Se é isso que quer, vai morrer de forma heroica protegendo seus amigos! Hahhh!
Thetis— hahhh!!!
As avançarem contra Mestior, os dois sentem seus corpos travarem, já que os chutes do cavaleiro de prata acertaram seus pontos vitais. Um pouco de sangue negro desce por alguns ferimentos causados pelos chutes.
Thetis— argh!! O quê?
Alexei— droga!
Mestior— não há perdão para aqueles que ousam ameaçar o Santuário! Que sirvam de exemplo para os idiotas que tentarem o mesmo!
Mestior passa por eles em alta velocidade, enquanto ambos olhavam para os olhos brilhantes que reluziam no escudo.
Alexei— não!!!
Thetis— pagarão por isso!
Seus corpos começam a se petrificar, e ambos viram estátuas de pedra. Logo, os corais negros que envolviam os cavaleiros de bronze vão se decompondo, e eles vão se libertando ao elevarem seus cosmos, tombando ofegantes no chão.
Ítalo— argh! Essa foi por pouco!
Aquiles— aquele é...
Helgos— o cavaleiro de Prata mais impiedoso a servir Atena! Mestior de Perseu!
Mestior— hahahah! Hahahah!!! Hahahah!!!....
O imponente cavaleiro de Prata se aproximava das estátuas sorrindo de forma maligna, deliciando macabramente o sabor da vitória.
Templo de Nix
Depois do local ser tomado por uma grande escuridão, todos os cavaleiros, saintias e guerreiros deuses haviam desaparecido.
Atenta à tudo, Ker havia reparado a ação de Seika, cuja palma da mão absorvia um cosmo negro.
Ker— Seika, o que você fez? — com a ternura de sempre, escondendo sua desconfiança.
Seika— ora, acabei de uma vez com eles! Algum problema?
Lavínia— veja como fala!
Ker— não, ela está certa! É perigoso continuar combatendo aqui!
Safira— eu tinha tudo sob controle! — indignada.
Seika— ah, tinha mesmo?
Lavínia— então, você matou o seu irmão, ou não?
Seika— o que quer dizer?
Jasmin— não sinto o cosmo de nenhum deles!
Nesse momento, a voz de Nix ecoa como uma vento sombrio.
Nix— minhas queridas guerreiras, já vi do que são capazes! Agora, preciso que vão e protejam esse Templo de novas batalhas! Acabem com os invasores restantes! Não deixem que se aproximem do meu templo novamente!
Guerreiras— sim!
Elas se olham entre si, e logo partem, separando-se logo à frente.
Ker— Safira e Seika. Vou precisar de vocês aqui por enquanto.
As duas se olham, enquanto as outras olham brevemente para trás, partindo em seguida.
Ker— foi um erro ter insistido em despertar a estrela sombria de Seika! — susurrando.
Nix— talvez seu instinto fraterno ainda a atrapalhe! Mas, já que estão em outra dimensão e ainda tenho meus poderes limitados, você deve achá-los e eliminá-los de uma vez!
Ker— não arredarei meus pés daqui, minha mãe. Proteger a ânfora é meu dever. Mas, conheço alguém que pode achá-los e fazer esse trabalho! — com um sorriso maléfico.
Longe dali, Sargas e Io partiam para o embate decisivo!
Io— antes que essas picadas destruam meu corpo, vou destruir você! Haaahhh! — explodindo um cosmo sombrio.
Sargas— bem, o fato de ser um morto-vivo, deve te dar vantagem de suportar a dor! Mas, escapar da dor não te livrará da pena por se opor à Atena! — elevando o cosmo dourado.
Io— seja desintegrado pelo meu melhor golpe! TORNADO VIOLENTO!!!
Um turbilhão cheio de cosmo se concentra, e é lançado contra Sargas.
Sargas— AGULHA ESCARLATE!
Enquanto um cavalo-marinho sombrio e um escorpião se confrontam no cosmo, o tornado destruidor avança, enquanto as agulhas transpassam o mesmo, indo de encontro ao general.
Ao mesmo tempo, Sargas tenta bloquear o tornado, sendo arrastado pelo terreno até colidir contra dois rochedos, que cedem com o impacto.
Io— hahahah! Gostou disso!? E eu nem sequer senti os seus ataques! Morra Escorpião! Mas...o quê?
A pilha de escombros é destruída por um agressivo cosmo dourado, e Sargas surge em meio à poeira.
Sargas— foi um ótimo ataque! Fico imaginando o estrago que teria feito se estivesse em condições iguais de combate! — amansando o cosmo, segurando o ombro direito deslocado.
Io— condições iguais? Argh!!!
De repente, mais sete pontos avermelhados surgem no corpo de Io, e o sangue negro começa a descer pelos ferimentos.
Io— não consigo controlar meu corpo!
Sargas— como disse, você não está em condições de lutar desde que recebeu o meu primeiro ataque. Agora que as quatorze agulhas o atingiram, sua morte é certa! Mas, veja! Parece que seu corpo sente menos dor do que se estivesse realmente vivo! Um privilégio, não?
Io— seu desgraçado, não pense que vamos parar por aqui! Nix nos prometeu uma vida eterna, e... Arghh! — tossindo um sangue negro.
Sargas— você deve ter sido um poderoso General de Poseidon. Mas, não posso permitir que cosmos malignos prevaleçam!
Io olha fixamente para Sargas, e seus olhos ficam opacos, enquanto ele tomba sobre a imensa poça de sangue negros sob seus pés.
Sargas— você foi um oponente à altura! Agora, preciso ajudar Atena! — ajeitando o ombro deslocado, não disfarçando o semblante de dor após o estalo.
Assim, o cavaleiro parte, passando ao lado do corpo do general marina, que começava a virar uma poeira negra, se desintegrando aos poucos.
Enquanto isso, Hyoga de Aquário e Isaak de Kraken combatiam corpo a corpo, deixando um rastro congelante pelo campo de batalha.
Cada soco e chute desferido por Hyoga e Isaak tinha como resultando um congelamento, usando seus cosmos, enquanto a neve caia.
Isaak— essa armadura do mestre Camus deixou você mais pesado, Hyoga? Você não merece nem a armadura de Cisne, e muito menos a de Aquário! Hahhh! — elevando o cosmo e quebrando o gelo superficial em sua escama sombria.
Hyoga— não vou mais hesitar, Isaak! Esse ser que está na minha frente não tem sequer um vestígio do orgulhosos general marina que enfrentei naquela ocasião! Apesar de tudo, você ainda tinha honra e bondade em seu coração!
Elevando o cosmo e despedaçando o gelo que cobria algumas partes de seu corpo também, Hyoga logo se posiciona com os braços arqueados, preparando seu ataque mais poderoso.
Isaak responde à altura, elevando o cosmo ainda mais, e preparando seu melhor ataque também, concentrado o cosmo frio com as mãos juntas.
Hyoga— vou te livrar dessa tormenta de uma vez! Não aguento mais vê-lo desse jeito! EXECUÇÃO AURORA!!!
Isaak— á conheci esse truque, Hyoga! AURORA BOREAL!!!
Os poderosos ataques colidem, gerando um frio mortal se espalha pelo território, congelando tudo ao redor.
Uma névoa densa e fria cobre o local, escondendo os dois.
Perto dali, Aiacos de Garuda sentia os cosmos congelantes e conseguia ver um pouco da névoa que havia se formado.
Aiacos— os cosmos que estavam combatendo sumiram! E, está nevando? — vendo alguns flocos de neve, e abrindo a palma da mão esquerda, pegando um deles.
Mas, logo o floco se torna negro, surpreendendo Aiacos.
Voz— essa armadura parece uma sombra! Quem é você? Por acaso também veio selar Nix?
Aiacos— sou Aiacos de Garuda, um dos três juízes do inferno! É claro! Farei isso para proteger a senhorita Perséfone e reconstruir o submundo do senhor Hades!
Voz— entendi! Não posso permitir que faça isso!
Elevando um poderoso cosmo, a silhueta que surgia à beira de uma poça de lama emana uma cosmo energia fria, enquanto um cavalo com seis membros surge ao fundo, rodeado por cristais de gelo negro.
Voz— FORÇA CONGELANTE!!!
Todos os cristais se juntam em uma rajada circular, e avançam sobre Aiacos em forma de um turbilhão de cosmo congelante, logo congelando o juiz.
Sucessivamente, a silhueta se revela como um jovem com cabelos loiros e olhos azuis, trajando a Robe sombria de Merak.
Hagen— eu, Hagen de Merak, liquidarei todos aqueles que se opuserem aos planos de Nix! Volte para o inferno! Hahhh!
Avançando e desferindo um soco potente na estátua de gelo, que se despedaça por completo.
Hagen— mas não sabia que os temidos juízes de Hades eram tão fracos, apesar dele ter um certo cosmo maligno! Adeus....Urgh!!!
Surpreendendo Hagen, um cosmo o atinge pelas costas, lançando-o contra o terreno, sendo arrastado por alguns metros. Era Aiacos, que acabara de desferir um soco com o punho cheio de cosmo no guerreiro deus.
Aiacos— achou mesmo que havia congelado o meu corpo? Minha velocidade com certeza está acima da sua!
Hagen— argh! Será mesmo!?
Se erguendo, mas levando a palma da mão ao solo, Hagen eleva o cosmo, e sob os pés de Aiacos surge um halo avermelhado, que explode emanando uma lava escaldante.
Aiacos— o que acha que está fazendo? Seu miserável! — envolto em lava.
Hagen— isso é só o começo! RAIO DE FOGO!!!
Explodindo um cosmo terrível, o guerreiro deus concentra chamas em seus punhos, desferindo um ataque mortal em direção ao juiz.
Aiacos— o quê?
Uma roda de chamas envolve Aiacos, tomando conta do lugar, como uma explosão vulcânica, expelindo labaredas por todos os lados.
Hagen— será que sobrou algo desse cara? Hahah! Acho que não! — dando as costas.
Mas, logo um cosmo arroxeado se eleva do meio das chamas, que começam a ficar negras, virando plumas de fogo.
Hagen — mas, como assim? As chamas penas viraram penas negras de fogo!
Aiacos— seu imbecil, como ousa me ferir!? — surgindo em meio ao fogo e levando a mão ao rosto, que ardia com algumas queimaduras leves.
Hagen— era pra você ter virado cinzas! Como conseguiu resistir ao meu ataque mais potente?
Então, Aiacos eleva ainda mais o seu cosmo, manipulando as plumas negras que confrontam com as chamas de Hagen, fazendo com que as plumas da Garuda se acendam e envolvam o guerreiro deus.
Hagen— o que ele está fazendo!?
O juiz logo põe a palma da mão no solo, e as plumas flamejantes formam um turbilhão negro ao redor de Hagen.
Aiacos — vai pagar caro pela sua ousadia! VÔO DA GARUDA!!!
Hagen— aargh!!!
O turbilhão lança Hagen aos céus em meio as plumas negras, contornando a redoma protetora criada por Nix.
Aiacos— esse será o local onde do seu túmulo! — desenhando um xis com os pé, marcando o ponto onde Hagen deveria cair.
E, imediatamente, o guerreiro deus despenca dos céus envolto em chamas negras, exatamente sobre o xis, causando um grande impacto contra o chão, criando uma pequena cratera.
Logo, Aiacos amansa o cosmo, vindo a observar o interior da cratera que estava cheia de sangue negro por todos os lados, mas o guerreiro deus ainda buscava se reerguer.
Hagen— então, esse é o poder de Aiacos, juíz do inferno! Mas, saiba que não saiu ileso do nosso combate! Argh!
Cuspindo sangue, o guerreiro desfalece, e seu corpo se desmancha em poeira negra.
Aiacos — você realmente tinha muito poder, mas nada além de ferir o meu rosto! Apesar de ter voltado à vida por meio de Nix, parece que aquele cosmo de Íris me tornou diferente. Devo essa à senhorita Perséfone!
O juiz deixa a poeira do guerreiro deus para trás, e segue pelo terreno inóspito em direção à ânfora de Íris, guiado pelo cosmo.
Em um dos terrenos próximos dali, Shun de Virgem caminhava rapidamente com cautela, enquanto alguns vapores esguichavam de buracos pelo chão.
Shun— um cosmo flamejante ascendeu aos céus, e logo caiu, como uma estrela cadente. Esse cosmo parecia com o de Minos ou Radamanthys...o que deve ter acontecido?
Logo, o som de um instrumento de corda ecoa pelo lugar brevemente, chamando a sua atenção.
Voz— quanto tempo, cavaleiro?
Shun— posso reconhecer esse som em qualquer lugar! Por acaso, você voltou dos mortos para realizar a sua vingança, Mime?
Com os olhos um pouco trêmulos, Shun observa sobre um rochedo, coberto momentaneamente por uma nuvem de vapor, um rapaz com cabelos ruivos, olhos vermelhos, trajando a robe de Benetonna.
Vagando por algum espaço escuro no meio do nada, Seiya parecia desacordado.
Mas, uma voz conhecida ecoa pelo lugar, buscando sua atenção.
Voz— Seiya! Seiya! Acorde, Seiya!
Seiya— essa voz! Minu? — respondendo mentalmente.
A imagem de Minu aparece em meio à escuridão, despertando Seiya.
Minu— Seiya! Você não pode parar por aqui! Makoto, Tatsuya, e todos os outros tão cheios de sonhos! Você precisa ajudá-los, Seiya!
Seiya— mas Minu, eu não sou o mesmo! Por minha causa você...
Minu— é claro que é! Você precisa guiá-los! Por isso, você voltou! E, jamais se culpe por nada!
Seiya— mas Minu...
Minu— proteja os meninos por mim! Você sempre foi fundamental em nossas vidas!
Seiya— eu...sou a esperança de todos!
A imagem de Minu com seu sorriso angelical vai sumindo aos poucos, e os olhos de Seiya brilham em cosmo azulado, que logo se tornam dourados.
Santuário de Atena
Os lendários cavaleiros de bronze e Tália aguardam novidades no salão do grande mestre, enquanto Ichi comia uma maçã mais abaixo, olhando para as doze casas. Mas, logo ele percebe uma cosmo energia vindo da casa de Sagitário.
Ichi— ora, será que?
Abaixo das doze casas, os cavaleiros de prata e de bronze também sentiam o cosmo vindo de Sagitário.
Venturini— estão vendo aquele cosmo dourado?
Mestior— vocês podem me explicar o que está acontecendo no Santuário?
Helgos— Seiya!
Mestior— Seiya? Você fala do lendário cavaleiro de Pégaso?
Quênia — ele mesmo!
No subsolo da casa de Sagitário, a urna da armadura dourada vibrava, ressoando e respondendo ao cosmo de Seiya.
Parece que finalmente, o cosmo de Seiya voltara a despertar plenamente.
Conseguirão os cavaleiros selar Nix antes que o cosmo de Íris se enfraqueça?
Vamos, corajosos guerreiros! Faltam apenas trinta horas para que Nix consiga se livrar da ânfora de Íris!
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