A Bailarina

Até mesmo na periferia, coberta pela fuligem e fumaça, podem se esconder inexoráveis belezas. Talvez por isso dançasse, com seus pés descalços e no cimento queimado...
Ou talvez, o fizesse sem motivo algum, apenas para encantar, transformando seu corpo no mais puro reflexo da melodia.
Classificação 14+
Deathfic
Layla Glêz

Sinopse

Notas adicionais

Escrito por
Layla Glêz


Classificação 14+
Tags: Deathfic
Livro concluído
Publicado em 28 de dez. de 2014 22:20
Atualizado em 28 de dez. de 2014 22:20
665 palavras

Shinki yamasuke
De tantas historias boas eu quase fico sem ideias para recomendar tuas historias, só não por a cada historia que eu leio fico mais inspirado.
A narrativa suave e o tema complexo e delicado tornam essa mais uma de suas historias perfeitas, que nós fazem sorrir, que nós fazem chorar, que nós fazem pensar...
Não menos confusa, não menos bela, não menos misteriosa é essa historia.
Não posso falar muito da historia em si, já que o que a torna tão magica é a interpretação.
de qualquer forma, recomendo essa leitura para todos.
Lola Royal
Suave. Delicada. Encantadora. Intenso. Estes adjetivos podem resumir muito bem A Bailarina, uma one escrita por alguém que tem mãos de fada (olha a referência à Da Tua Rosa), mãos de artista e que sabe como ninguém colocar melodia em um texto.
Como uma completa apaixonada por ballet, fiquei delirante com essa história, pois ela acalmou e agitou ao mesmo tempo, foi um privilégio ler cada linha dela. Acredito que as pessoas que gostam de poemas devem ler essa história, as que gostam de música e como alguém que é apaixonada por cinema como eu, também.
Tire alguns minutinhos do seu dia para ler A Bailarina, comentar e dividir com essa autora que é um doce do mundo que ela criou. Se apaixone pela música que a inspirou e se deixe levar por essa narrativa.
E com certeza se deixe levar pelos passos da bailarina consumida pelas chamas.
Raylla Martins
Existem poucas pessoas que conseguem lhe fazer sentir os mesmos sentimentos da personagem, existem poucas pessoas que lhe fazerm admirar a cena no mais detalhar da imaginação, mesmo que há de ter pouca descrição. E ainda existem pessoas, poucas talvez, ou quem sabem muitas, que nos faz criar um paralelo e imaginar duas personagens quando contém apenas uma. E Layla nos fez duas personagens em apenas uma, começando pela pequena garota da periferia sem sapatilhas, apenas de pés nus e roupas leves a dançar e intercalando em momentos com a grande bailarina de pés calejados, postura firme que rodopia pelos grandes salões e palcos de teatro mundo afora.

Ela fez esse paralelo, um bem contruido para falar a verdade, e que fez minha imaginaçã, e dos demais, ocilar a cada palavra lida entre passos ritmados de ambas bailarinas como se fosse um grande concerto divido em atos simultaneamente prazerosos e instigantes que nos fazem arfa com o final inesperado, mas já esperado, e intrigante.

Eu eu amei tudo isso.