A Baia Monstruosa
3 Chegamos ao Rio.
Notas iniciais
Não entendia mais nada. Aquela profecia era bem confusa. Havia algumas que nós já sabiamos o que iria ocorrer, mas esta era... Era estranho o final. Esperamos chegar a tarde para írmos ao aeroporto. Pegamos o avião já era umas três horas da tarde. A viagem foi a pior da minha vida. A final, Zeus não me considera um sobrinho legal. Sentei-me ao lado de Elena, e, após as áreas de turbulencia (que me davam calafrios), consegui dormir em seus ombros (o que deu um certo ciume em Annabeth). na verdade nós dois dormimos um no ombro do outro. Tivemos quase dez horas de viagem angustiante, até que chegamos a São Paulo. Demos uma volta rápida pela cidade, e vimos que não tem muitas áreas verdes. Então pegamos mais um avião para o Rio de Janeiro. Chegamos era cerca de três da manhã. Fizemos três barracas em uma das poucas áreas verdes que encontramos ao centro do Rio e fomos dormir. Quando acordei já era manhã. Sentei-me ao chão e comecei a tocar meu violão. Depois de um tempo todos estavamos acordados.
– E agora? — perguntei a todos — para onde vamos?
– A profecia fala sobre o mar. Devemos saber algo sobre. — disse Beckndorf
– Existe a baia de guanabara. Fala sobre destruição? Então, ela está sendo poluida de pouco a pouco. Pode ser uma arma para ganhar Poseidon — falou Elena.
Daí nós fomos para Niterói, atrás de respostas. Elena conhecia um amigo "diferente" e disse-nos que talvez poderia ajudar-nos. Então tivemos a brilhante ideia de pegar um ônibus às 7:30 da manhã para Niterói.
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