Notas iniciais
Bruno: Pessoal, espero que gostem desse capítulo e se divirtam lendo o mesmo. Nesse episódio, saímos da cidade de Acquacorde e partimos para a Rota 2. Mas existem muitas coisas que não esperávamos nela, ou melhor, no céu dela. Vitor: Temos força de vontade, mas não temos vontade de fazer força, mas como o Bruno não é preguiçoso como eu, ele tirou forças do seus glúteos(brinks, Bruninho [e eu, Bruno, ainda faço o favor de colocar a nota inteira dele aqui]) e criou mais um capítulo quentinho para vocês, ok? Beijão no dedão!

–- Obrigado mesmo por nos ensinar a usar esse aparelho. Ele me parece bem útil.

–- É claro que ele é útil, Bruno! Por que diabos eu lhes daria um aparelho que não fosse útil para nada? – Vitor deu uma risadinha atrás de Vitória, mas, quando olhei para a cara do mesmo com o rosto expressando um “não gostei de sua atitude”, ele parou imediatamente – Mas enfim, prontos?

–- Sim, estou – respondi — Aliás, não poderia estar mais pronto.

–- Tá, tá, tá... – Vitor fez um sinal de “você fala demais” com a mão enquanto falava – Ninguém precisa saber.

Vitória deu uma risadinha parecida com a de Vitor anteriormente. Fiz a mesma cara de antes, porém ela apenas olhou para, mim, ficou séria por um segundo e continuou a rir. Aquela garota não se convenceria apenas com uma cara; ela tinha o sangue forte, senti desde quando conversei com ela pela primeira vez.

–- Vocês não estão se esquecendo de nada? – pelo que eu lembrava, não precisava de fazer mais nada em Acquacorde. Já bebi meu cafézinho, comprei suvenires, assisti a uma batalha mais do que memorável e recebi um analizador de nível... É mesmo! O nível!

–- Fennekin, saia! – Vitor deu um tapa na cara e procurou pela PokéBola do Char em sua pasta. Peguei na minha pasta a PokéBola roxa e a apontei para o chão, que formou um canhão de luz roxa e materializou minha linda e brilhante raposa inicial, que se apoiou com as duas patas traseiras e se espreguiçou em minha perna. Peguei o aparelho e ativei o laser, fazendo com que a Fennekin parasse de se espreguiçar e dar passinhos para trás, provavelmente assustada – Não é nada, meu amorzinho, só vou medir o quanto você já é forte. É só ficar paradinha – ela relaxou os músculos enquanto o laser vermelho a analisava e se tornava azul.

–- Sua Fennekin está em nível 5. Caso queira evoluí-la para uma Braixen, evolua-a até o nível 16 – logo que terminei a análise e o laser se apagou, ouvi do fundo a mesma voz, só que vinda do aparelho de Vitor:

–- Seu Charmander está em nível 5. Caso queira evoluí-lo para um Charmeleon, evolua-o até o nível 16.

–- Ei, que coincidência! – Vitor disse – Nossos Pokémon evoluem no mesmo nível e estão no mesmo nível!

–- Mas é claro que minha Fennekin vai evoluir antes de seu Char – disse brincando, mas Vitor não parecia muito alegre com a mesma.

–- AH, é?!? Então vamos ver! Aposto 80 PokéDollares se você conseguir evoluir sua raposinha ignorada por todos contra o meu lindo e poderoso Charmander! – Fennekin abaixou a cabeça, e soltou um grunhido de tristeza – Sem ofensas – minha Pokémon afirmou com a cabeça, mas ainda estava ofendido.

–- Sinceramente vai ser uma disputa acirrada, e não sei exatamente quem eu irei apoiar – interviu Vitória – Mas só sei de uma coisa... O meu Pokémon vai evoluir muito antes do que os seus! – levantei o dedo em minha defesa, mas logo o abaixei, pois lembrei que Caterpie evoluiria para Metapod já no nível 7. Ela deu um sorrisinho de satisfação.

–- Agora sim, desafio montado, níveis analisados, podemos prosseguir.

–- Fennekin – agachei-me a passei a mão na cabela dela. O pelo dela era muito quente, principalmente nas regiões mais próximas à orelha – Vou te colocar na PokéBola agora e... – ela fez uma carinha estranha e começou a abrir a boca. Ela iria espirrar – Saiam de perto dela! – o “atchin” foi seguido por dois jatos de fogo saindo do nariz da minha Pokémon, apagando-se logo em seguida – Saúde! Volte Fennekin – Todos rimos.

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Passamos a placa que sinalizava o fim de Acquacorde e o início da Rota 02. Conferi mais uma vez minha pasta: minha carteira com documentos e dinheiro (até agora apenas o que recebi da minha mãe, tirando o que gastei aqui), PokéBolas comuns (a de Fennekin estava em minhas mãos) e um chaveiro de um Totodile, uma garrafa amarela cheia de água estampada com um Fennekin (infelizmente, não tinham uma garrafa com um Fennekin de cor igual à minha) e um copo com cappuccino gelado. Tirei o copo e o chaveiro de lá, fechei a pasta e coloquei o Totodile em uma “alcinha” que ficava na frente e bebi o resto de meu café. Coloquei ele dentro da pasta para jogar no lixo mais próximo.

Continuamos a caminhar até que chegamos em uma parte de grama alta que nos impedia a passagem. Ela era maior até mesmo que a própria Vitória, e poucas brotavam enormes flores sobre eles.

–- Bruno e Vitor – Vitória disse. Ela parecia séria – Para chegarmos à floresta, teremos que passar por dois campos como esse. E eles são os principais habitats dos Pokémon. Vocês provavelmente só irão encontrar Pokémon selvagens escondidos no meio de folhas e pedras.

–- Nossa... – eu não sabia que Vitória era tão inteligente e que sabia tanto sobre Pokémon. Na verdade, por ela ser uma líder de ginásio, não é muito surpreendente que ela saiba tudo isso dos Pokémon, pois ela tira sua renda disso – Só por precaução... Vai Fennekin! – joguei a PokéBola roxa para o alto, onde ela se abriu com uma luz roxa e materializou Fennekin em pleno voo. Ele caiu agarrado em minhas costas, e teve que escalar um pouco com a ajuda de suas garras para poder subir em meus ombros. A PokéBola caiu aberta em minhas mãos, que a fechou e a guardou na pasta.

Entrei primeiro, com Fennekin no meu ombro direito em alerta total. Ouvi um barulho de gramas se movendo. Fennekin se preparou para pular e atacar com suas unhas enormes. Me preparei para dar o comando. Essa iria ser minha primeira batalha Pokémon, e eu estava animado, com medo, receoso, corajoso, medroso e mais todas as sensações que você pudesse imaginar.

As gramas próximas a mim se moviam mais rapidamente. Fennekin pulou de meu ombro e começou a se preparar para o ataque.

– Pessoal – disse enquanto as gramas próximas a mim se moviam mais rapidamente. Fennekin pulou de meu ombro e começou a se preparar para o ataque – Tem algo se movendo aqui...

– Eu também estou ouvindo – disse Vitória – Preparem seus Pokémon.

A grama do meu lado se remexeu. Saiu de lá um Bunnelby. Com medo, iria gritar pedindo para Vitória e Vitor viessem dar cobertura, mas foi quando percebi que ele não estava dando a mínima para mim. Na verdade, ele estava desesperado, com uma fruta em mãos, correndo enlouquecidamente... O que será que estava fazendo com que ele agisse desse jeito?

Os segundos após esse foram os mais aterrorizantes até agora: comecei a ouvir um barulho muito forte de bater de asas sem ritmo e muito menos coordenação. Agarrei Fennekin do chão e o abraçei. Com receio, olhei para cima e vi uma revoada de Pidgeys – mais de cem exemplares.

–- Pessoal – disse, quase sem expressão, gelado e com a face branca. Fennekin esfriou muito – Olhem... O-olhem para cima...

–- A gente tá ferrado... – Vitória expressava medo pela primeira vez já vista – Corram para a cidade!!

Notas finais
Bruno: Espero que tenham gostado do texto e do nosso novo estilo de capa (hehe) e estejam ansiosos pelo próximo capítulo, pois creio que será o melhor até agora. Vitória não pode dar suas notas (tanto iniciais como finais) pois está viajando. Vitor: Gostou do capítulo ou acha que deixou algo a desejar, comente aqui em baixo. E se esse é o primeiro capítulo que você lê da aventura dos irmãos Xavi, acompanhe nossa história e leia os outros capítulos.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.