A Aventura de Jeanne D'Arc a 10ª
19 Capitulo 18
Aran pela primeira vez em muito tempo dormiu bem e seguro, ao ser abraçado pela criança ingênua que mais cedo estava tentando atraí-lo com frutas para que pudesse pegá-lo nos braços, e usá-lo como um bichinho de estimação. Ele relaxou com suas caricias carinhosas e calmantes, ouvindo a menina loira cantarolar uma música de uma língua desconhecida. Ao ouvir que a música tinha parado, abriu os olhos e percebeu que ela estava dormindo. Também notou que ela tinha colocado uma armadura de couro que lhe cobria da cabeça aos pés. Pelo menos ela tinha alguma ideia de se preparar se fosse dormir numa floresta cheia de monstros ocultos na escuridão. Quando Aran ia dormir, sentiu um arrepio que subiu por sua espinha, e ele rapidamente ficou de pé com sua cauda sendo atiçada que fez a menina acordar imediatamente, e olhar para cima onde uma grande pantera descia ao ataque. Aran rapidamente puxou a menina para baixo, e junto dela lutou contra a besta, até que conseguiram finalmente derrota-la. Por muito pouco, ele não desfez a forma de macaco azul, e assumiu sua forma de homem fera. Ao olhar para a garota, viu que sangrava por todo lado, mas ainda mantinha um olhar firme determinada a aguentar a dor. Ela o pegou em seus braços, e depois de retirar as partes valiosas da besta, correu com ele para o interior da floresta. Várias vezes depois disso, inúmeros inimigos a cercaram para tentar tirar sua vida, mas a cada luta, a menina ingênua ia morrendo aos poucos, e uma lutadora bela e mortal ia crescendo. Mas mesmo assim, nas horas em que ela não conseguia mais suportar o fardo, ela o pegava em seu colo, colocava seu rosto em seu pelo e chorava. A cada choro dela, o coração de Aran apertava. Sempre que chorava, ele a ouvia chamar por sua mãe, seu pai e irmão, ouvia amaldiçoar sua benção de herói dada pelo deus de outro mundo, e odiava estar sozinha. Cada vez mais Aran tornou-se mais e mais atraído pela solidão e tristeza da menina, e um dia ao notar que ela iria embora ao deixa-lo na área externa da floresta, seu coração apertou com agonia de ser separado dela, e num impulso mordeu seu dedo que saiu sangue que ele colocou em sua boca, e estabeleceu um contrato magico com ela, a tomando por sua mestra.
O crescimento dela foi rápido e crescente. A cada dia a energia emanada por ela aumentava cada vez mais, fazendo com que a energia de Aran começasse a crescer mais poderosa do que já era, fazendo a garota começar a notar algo errado quando olhava para ele com um olhar desconfiado.
Todas as noites enquanto ela dormia numa caverna escondida, Aran como um macaco saia disfarçadamente e chegava até o rio, onde revertia sua forma de macaco para a de um homem besta, e tomava banho com toda sua gloria masculina exposta. Muitas vezes, ao lembrar quando era abraçado por ela, e as vezes que a via nua por não se importar com ele por perto, seu membro entre suas pernas se agitava e crescia insuportavelmente ereto, onde suas mãos o aliviavam com gemidos sedutores que faria as mulheres corarem e hiperventilar caso ouvissem. O que Aran descobriu depois, era que sempre que aliviava no rio, sua bela mestra sempre o ficava observando de longe com um rosto indiferente, e curiosamente analisava o tamanho completo na hora do clímax.
No dia em que ele descobriu isso, foi quando estava sentado na beira do rio, enquanto sua mão subia e descia por seu membro volumoso e comprido. Sua respiração ia cada vez mais rápida, até que seu corpo belo e esculpido se contraiu e um liquido branco foi expelido em rajadas constantes até que seu membro ficasse flácido, e ele descansasse a cabeça no chão enquanto espremia as últimas gotas, e depois de se lavar e virar a cabeça, com um olhar, seu corpo, mente e alma congelaram ao descobrir uma mulher loira e linda que estava sentada despreocupadamente encostada numa árvore, enquanto olhava para ele com um sorriso divertido ao olhar para o meio das suas pernas, que o fez ficar muito envergonhado, apesar de assustado.
— Já terminou seu prazer noturno querido? Venha aqui que precisamos esclarecer as coisas. – Aran a ouviu chamar, e suspirou ao perceber que poderia ser obrigado a se afastar dela. Ainda nu como estava, na gloria que apenas um belo e másculo homem que acaba de ter prazer sexual possui, com uma atmosfera preguiçosa e um desejo luxurioso levemente no ar, aproximou-se dela e sentou-se à sua frente com todo o seu ser exposto, e com sua cauda se contorcendo de nervosismo.
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