Notas iniciais
muahaha muahaha, eu sei, eu sei. Demorei vidas para postar. Mas enfim, cá estou com um capítulo cheio de coisas e que certamente irão querer me matar depois :P Mas conversamos lá embaixo. Então é isso gente, ÚLTIMO CAPÍTULO DA FIC.
Será que Renesmee conseguiu o que tanto queria?
Estou sem auto-corretor no word, e não tenho beta, ou seja, ME PERDOEM se aparecer algum erro gramatical no decorrer do capítulo. E caso tenha, PLEASE, me avisem. Pode ser nos comentários mesmo :)

JACOB POV

A festa corria perfeitamente, muitos dançavam na pista de dança enquanto outros já estavam se divertindo no quartos. Pensar nisso me deu aquela pontinha de inveja, quem me dera poder fazer o mesmo que eles. Eu até poderia, mas certamente seria apenas por uma vez, pois assim que Edward descobrisse eu seria castrado, e Renesmee seria o brigada a se contentar com um Jakezão de borracha. E bem, caso isso viesse acontecer, eu sabia que o corno de La Push não seria apenas mais uma hipótese, e sim um fato.

Era tão difícil para Renesmee entender esse meu lado, se ela achava que apenas por uma noite estaria satisfeita, estava completamente enganada. Outra coisa que Nessie não entendia, era o fato de que eu também era virgem e assim como ela meu corpo gritava por sexo. Maldita hora que fui aceitar fazer aquele acordo com a pomba gira do Edward.

Afastei rapidamente todos aqueles pensamentos maldosos de minha cabeça, e prestei atenção em Nessie. Ela estava me evitando a noite inteira, estava me fazendo provar do meu próprio veneno. Passei com os olhos pelo local e a vi conversando alegremente com um cara desconhecido. O homem tinha um chapéu na cabeça, que era acessório de sua fantasia de príncipe. Meu sangue ferveu quando sua mão foi parar na cintura desnuda de Renesmee, e seu rosto aproximou-se do seu. O rapaz disse algo que fez minha Eva rir alto.

A música mudou, anunciando a batida eletrônica. Renesmee pegou na mão do eunuco. Pois era isso que ele se tornaria se chegasse mais um centímetro perto do fruto proibido. Quando os dois chegaram á pista de dança, Quil teve que me segurar. Era Nahuel que dançava com Renesmee, e agora eu tinha certeza, mesmo que ele não encostasse um dedo em minha namorada, Nahuel logo iria descobrir o que era arder no inferno.

— Jacob, se acalme cara. – Quil colocou a mão em meu ombro, e logo percebi que estava tremendo muito – Eles estão apenas dançando.

— Depois que eu aleijar esse desgraçado, quero ver ele dançar. – vociferei.

— Faça isso, e será um aleijado que comerá sua namorada. – Embry comentou aos risos – Você sabe que Renesmee nunca te perdoaria por isso.

— Repita isso novamente, e teremos dois aleijados nessa sala. – olhei furioso para Embry.

— Ui, o virgenzinho ficou nervoso. – Embry tirou uma com a minha cara – Sabe o que é isso?

— O que Embry? – perguntei tentando aos poucos conter minha raiva. Não sabia quem matava primeiro, Nahuel ou Embry.

— Falta de sexo. – ele me olhou sarcástico. Não me aguentei e parti para cima dele, o empurrando até ficar encurralado entre mim e a parede. Logo Quil estava ao nosso lado tentando amenizar a situação.

— Sabe o que vai faltar daqui um pouco? – perguntei.

— O que?

— Rosto para eu socar. Vou te socar tanto que vai faltar rosto para isso. Vou fazer você sumir. – disse sentindo a raiva espumar em minha boca.

Quil puxou-me para trás e Embry saiu rapidamente de onde estávamos, não antes de parar e largar sua famosinha frase de efeito.

— Enquanto você soca meu rosto, Nahuel vai socar outra coisa. Se é que você me entende. – e saiu.

Olhei para onde Nessie e Nahuel estavam, e alit tive a confirmação do maldito site e do que Embry acabara de me falar. Nessie dançava colada de costa para Nahuel, esse que segurava em seu quadril e movia-se juntos conforme o ritmo da música. Eu sempre soube as intenções do chupador de menstruação, mas nunca imaginei que ele fosse burro o suficiente para botar em prática. Cerrei as mãos pronto para arrebentar com aquela cara de índio, quando Quil segurou meu braço fazendo-me parar.

— Jacob acaba logo com isso cara, esse acordo é ridículo. – ele falou.

— Isso porque não é com você. Se eu quebrasse o maldito acordo, teria oito vampiros correndo atrás de mim para me castrar.

— Largue de ser bobo, olhe lá sua namorada. Você vai ficar quanto tempo nessa enrolação? – ele estava incrédulo.

— O tempo que for preciso. Amo Nessie e faço qualquer coisa por ela.

— Parece é que você está fazendo pela família dela, e não por vocês.

— Não me importa. Eu fiz um acordo e manterei minha palavra até o final. – cruzei os braços em sinal de desagrado.

— Você sabe o que faz, — ele deu dois tapas em minhas costas – mas só para você não esquecer que músculo atrofia.

Com um olhar sugestivo, Quil saiu ao encontro de Claire. A sala já estava quase vazia, e presumi que os quartos estavam todos ocupados, ou que a maioria ja devia ter ido embora. Antes quebrar um árvore, do que o quarto de outra pessoa. Olhei novamente para Renesmee, que se esfregava o corpo sensualmente em Nahuel. O sorriso no rosto dos dois estava me dando ânsia, mas vê-la se roçar daquela forma avivou o sonolento lobo em mim. Eu queria aquele corpo roçando em mim.

Andei apressadamente até os dois, pegando em um dos pulsos de Renesmee, recebendo um olhar furioso como resposta.

— Ei Jacob, você não viu que estamos dançando? – Nahuel pegou o outro braço de Renesmee.

— E você não viu que ela está comigo? – perguntei raivoso.

— Desencana cara, estamos dançando. – realmente esse pajé de tribo Caingangue era muito atrevido.

— Nahuel, deixa eu te perguntar uma coisa. – fiz uma pausa dramática – Você gosta da sua vida?

— Gosto. – ele deu de ombros.

— Então SOLTA A MINHA NAMORADA.

Nahuel soltou receoso o braço de Renesmee e rapidamente à tirei de lá. Nahuel que fosse pegar seu arco e flecha e voltasse pra Amazônia. Andei velozmente pelos corredores da casa, subindo as escadas e chegando em seu quarto por fim. Soltei Renesmee lá dentro e fiquei a fitar seu pequeno corpo a minha frente. Eu realmente era um homem de sorte, e se ficasse mais um minuto com ela ali seria um homem castrado.

RENESMEE POV

— Jake, onde você está me levando? – perguntei enquanto era puxada escada acima.

— Para seu quarto. – ele respondeu somente, sem me olhar.

Meu peito explodiu em felicidade e excitação, eu iria dar. Eu iria dar. Nem conseguia acreditar que ele finalmente havia deixado de lado o acordo ridículo, que meu pai beato criou. Meu corpo nem precisava do toque de Jacob para começar a esquentar e reclamar a falta de seus beijos. Eu já estava a dias fervendo, e se me tacassem álcool, certamente ficaria em chamas. Jake entrou comigo em meu quarto e trancou a porta.

Vê-lo parado a minha frente, vestido de policial atiçou minhas fantasias mais obscuras. Eu queria que ele me prendesse, e me revistasse. Eu seria bandida aquela noite. Nada de sexo mamãe e papai, nada dessa coisa bonitinha que todas fazem quando vão perder a virgindade. Eu ia dar com gosto.

— E então? – perguntei ansiosa, quando vi que Jacob não se mexia.

— E então o quê? – ele perguntou confuso.

— Vai me deslacrar ou não? Estou esperando. – meu corpo não parava de balançar, e meus lábios já estavam doloridos de tanto morder. Se Jacob demorasse mais, eu ia ficar sem boca.

— Você ficou maluca? – ele me olhou descrente – Porque você achou isso?

— Porque...Você...Você disse que estava me levando para o quarto. E parecia decidido. – falei sentindo toda minha felicidade descer pelo ralo.

— Decidido a tirar aquele canibal de cima de você. Você ainda acha que iremos transar? – perguntou ele estampando raiva no rosto – Pelo amor de Deus Renesmee, só faltava você dar para o cara lá na pista!

— Sabe que não é uma má ideia? – idiota, estúpido, criança, medroso. Maldito Jacob e sua palavra inquebrável – Acho que vou fazer isso agora.

Com passo largos cheguei até a porta, mas fui impedida de abrir quando Jake me pegou no colo e me jogou na cama.

— Você quer mesmo que eu cometa um assassinato não é? – disse ele bem próximo a mim.

— Se for pra assassinar algo, assassine meu hímem! – o puxei pela camisa, beijando seus lábios. Mas Jacob foi mais rápido, e se soltou de meu aperto.

— Sossega a periquita Renesmee. Você sabe que comigo não irá rolar nada.

Me deixei cair na cama exausta de tanto tentar e não conseguir nada. Dentre 24 horas minha família estaria de volta, e eu continuarei lacrada. Eu fiz de tudo, fiquei nua, o provoquei, o chamei de gay, me sujeitei a esfregar-me em outro e nada, simplesmente nada. Minhas forças já estavam se esvaindo, e infelizmente minha vontade também. Jacob estava me magoando.

— Até parece que não me deseja. – falei olhando para o teto.

— Não seja boba, — ele deitou ao meu lado, beijando meus cabelos – ter você é a coisa que eu mais quero.

— Mas não agora. – me dei por vencida e completei sua frase. Ele concordou com a cabeça, me deu um selinho nos lábios e fechou os olhos. Me aconcheguei em seus braços para então dormir também.

DORMIR É O CACETE. Não esse também não. Esse tem que estar bem acordado. É como eu estava aprendendo naqueles três dias, mais uma batalha perdida, mas a guerra continua. Pelo visto Jacob não me conhece de verdade, eu nunca me daria por vencida. Eu ainda tinha 24 horas de muita tortura, e prazer que Jake e eu poderíamos nos proporcionar. Esperei meu chefe de polícia pegar no sono e coloquei meu plano em prática.

JACOB POV

Senti meu corpo ficar pesado, e faltar um pouco de ar. Quando despertei do sono, Renesmee estava beijando meu peito e barriga.

— Nessie, pare com isso. – pedi ainda sonolento. Lidar com as artimanhas de Renesmee me tirava todas as forças.

— Só mais um pouquinho Jake. – ela disse agora beijando meu pescoço.

Fiz menção de tirar-lhe de cima de mim, mas minhas mãos estavam presas. Um desespero abateu dentro de mim e olhei para cima, Renesmee havia pego as algemas da fantasia – que na verdade eram da Barbie paraguaia e de Emmett – e prendeu minhas mãos na cabeceira da cama.

— Renesmee, isso não é brincadeira que se faça. – falei nervoso. Algo me dizia que ela iria aprontar mais uma.

Meu inferno, com cara de céu beijou vagarosamente meus lábios. Sua língua brincou com meu lábio inferior, e aos poucos adentrou minha boca iniciando um beijo ardente. Eu sabia que brigar contra um beijo de Renesmee era impossível, ela sabia como me render apenas com o toque de seus lábios. Entretanto eu precisava resistir às investidas de Nessie, ou acabaríamos cometendo uma loucura. Melhor, ela acabaria cometendo uma loucura, pois eu estava de mãos atadas.

— Não acredito que estou sendo assediado sexualmente pela minha própria namorada! – falei rindo, enquanto ela me olhava com cara de sapeca.

— Não irei fazer nada que você não queira. – ela lambeu o lóbulo da minha orelha – Ou talvez eu faça.

Aquela frase estremeceu meu corpo inteiro. Renesmee tirou a fantasia, ficando nua novamente em cima de mim, seus seios que cabiam perfeitamente minhas mãos roçavam em meu peito e quase em minha cara. Tentei puxar minhas mãos, mas sabia que se fizesse isso com mais força, certamente quebraria a cabeceira de sua cama. E claro, depois teríamos que explicar como foi que aquela cabeceira acabou quebrada.

— Ness, por favor me solta. Está me machucando. – falei receoso. Era mentira, aquilo não estava me machucando, mas mentir nunca matou ninguém.

— Largue de ser fresca, menina. – ele riu debochadamente de minha cara – Eu sei que você está gostando.

Nessie rapidamente me despiu, deixando-me apenas de cueca boxer. Agora sim eu podia sentir o calor de seu corpo excitar o meu. O cheiro que vinha de seus cabelos, sua pele sedosa e branquinha, seu doce hálito, eram a combinação perfeita para me enlouquecer. E eu ainda estava de mãos atadas. Por um momento agradeci, assim eu não iria possuir seu corpo, mas por outro lado eu estava aterrorizado pois Renesmee poderia me torturar, ou coisa pior. Ness esfregava sem pudor algum seu quadril em mim, mesmo que eu não estivesse de mãos atadas eu era homem, e meu corpo sempre iria responder à aqueles toques.

— Opa, acho que alguém está começando a ficar animadinho. – ela disse sedutoramente.

— Renesmee, a brincadeira acabou. Me solta. – olhei ameaçadoramente para ela.

Renesmee riu e voltou a me beijar, com sua língua invadindo minha boca e me causando vertigens. Minha namorada passeou com as mãos pelo meu corpo, me surpreendendo quando parou com uma das mãos em cima de meu pau já quase ereto. Num ato rápido Ness puxou meu membro para fora e me torturou enquanto subia e descia com sua pequena mão.

— Ness, isso é tortura. – gemi não conseguindo conter a vontade que crescia dentro de mim – Me solte. – ordenei.

— Sabe Jake, você me deixou tão excitada quando falou daquele jeito com Nahuel. – ela lambeu os beiços maliciosamente.

Ness trilhou um caminho do meu pescoço até minha virilha com sua boca úmida. Meu pênis roçava em seu corpo quente conforme ela descia, aquilo estava conseguindo me deixar mais nervoso e com tesão a flor da pele. Uma parte de mim desejava que ela fizesse aquilo que eu achava que ela estava prestes a fazer, e já outra parte de mim desejava que ela recuasse, me livrando daquela tortura.

— Até fiquei com água na boca.

E ela fez. Minhas dúvidas sumiram no momento que a boca quente e doce de Renesmee envolveu meu membro. Reprimi um gemido, para não incentivar a diaba a continuar, mas foi novamente em vão. Nessie desceu vagarosamente com sua boca até sentir que não era mais possível, e voltou sugando tudo que tinha direito. Parecia uma criança com medo de não ser capaz de aproveitar cada pedacinho do pirulito.

RENESMEE POV

Foi delirante sentir aquele maravilhoso e grosso doce em minha boca. Eu nunca havia feito nada daquilo, mas eu chupava com tanta vontade o pau de Jake que se pudesse mordia e arrancava um pedaço. Ele não era um pirulito de mel, mas era tão doce e gostoso que a cada sugada me dava água na boca.

Jacob gemia, e empurrava automaticamente o quadril para cima. Aos poucos eu sentia o gosto de sua excitação adoçar ainda mais minha boca. Segurei a extensão de seu membro e lambi do talo até a cabeça. Meu corpo aos poucos ficava febril e reclamava pelo seu. Mas eu não iria desistir, eu ia fazer Jacob gozar e fazer perceber o que ele estava a tanto tempo perdendo.

— Nessie. Não. Para! – ele grunhiu de olhos fechados.

— Ué, mas é para parar ou não parar? – me fiz de desentendida, e vi seu olhar furioso para cima de mim – Segunda opção, não é?

Jacob já ia balbuciar um “não”, quando o coloquei novamente dentro da boca e movimentei meus lábios para cima e para baixo. O pau de Jake era quente, e latejava anunciando o aproximamento de seu ápice. Meu corpo tremeu, e senti minha calcinha molhar. Eu não ia conseguir fazer Jake gozar, eu ia fazer eu e ele chegarmos ao clímax juntos. Quando parei, Jake me olhou confuso, e tentou mais uma vez desprender as mãos.

— O que você está fazendo? – ele indagou curioso ao me ver ficar de pé na cama, e tirar lentamente a calcinha enquanto rebolava. Jacob arregalou os olhos, e mais uma vez tentava soltar as mãos.

— Você sabe que será um problemão se você quebrar a cabeceira de minha cama. – eu disse, fazendo-o imediatamente parar. Mas na verdade eu estava pouco me lixando para aquela cabeceira.

Voltei para cima do corpo de meu namorado, e o torturei com beijos molhados e chupões no pescoço. Jacob rapidamente desistiu de soltar as mãos, e agora apenas gemia em meu ouvido. É isso aí garota, você tem o namorado – e o pênis dele – nas suas mãos. Agora é só saber aproveitar. Internamente eu cantava vitória, e milhares de formas de transar com Jake passaram por minha cabeça.

— Ai, — suspirei – nem sei por onde começar. – falei mais para mim mesma, do que para ele. Beijei novamente os lábios já inchados de Jacob e vagarosamente acomodei meu quadril acima do seu. Seu sexo roçou no meu, e não pude segurar mais. Com o quadril mesmo encaixei nossos sexos e vi Jacob engasgar por um segundo. Sentir seu membro pressionar minha entrada era delirante demais, e Jacob sentiu o mesmo, pois soltou um longo suspiro com os olhos fechados.

— Renesmee, o que você está fazendo? – ele perguntou novamente.

— Fazendo você perceber o que está perdendo. – respondi, de olhos fechados apenas sentindo aquela maravilha me invadir. Senti um pouco de desconforto, tanto porque o maestro de Jacob não era nada pequeno. Bem pelo contrário. Não sei nem como consegui colocar ele todo em minha boca, e só de imaginar ele todo dentro de mim, me fez impulsionar o quadril mais para baixo.

Escutei um estouro e abri os olhos espantada, achando que minha barreira que havia sido estourada, mas logo me enganei. Jacob havia quebrado a cabeceira de minha cama, fazendo-a em pedaços que caíram no chão. Num movimento rápido, ele arrebentou as algemas, jogando-as longe e antes mesmo de eu pestanejar Jake me tirava agressivamente de cima dele. De pé ao lado da cama, ele me atirou nela como se fosse um saco de areia.

— VOCÊ ENLOUQUECEU? – ele gritou – ONDE VOCÊ ESTÁ COM A CABEÇA? ALIÁS, ONDE EU ESTAVA COM A CABEÇA? – Jake andava de um lado para o outro no quarto, se continuasse daquele jeito ia abrir um buraco no chão.

— Ela estava me deslacrando. – respondi divertidamente. Jacob me fuzilou pelos olhos, e me segurou pelos ombros.

— Nunca. Mais. Faça. Isso. De novo! – seu olhar era duro, e estava visivelmente magoado – NUNCA.

— Mas Jake, você estava gostando. – supliquei.

— RENESMEE, VOCÊ NÃO É MAIS CRIANÇA. E TERÁ A VIDA INTEIRA PARA FAZER ISSO. – ele colocou as mãos na cabeça – Precisava de tudo isso? As vezes tenho a impressão que sou apenas um objeto sexual para você!

— É, mais ou menos. Está quase lá. – me espreguicei na cama. Eu sabia que logo aquele teatrinho iria acabar, e ele caíria com tudo dentro de mim. Até fiquei preparada com as pernas abertas.

Não sou puta, mas também não sou filha de santo.

— Você vai continuar com esse joguinho? – ele perguntou – Você não consegue ver o problema que causaria para nós se fossemos adiante, não é?

— Não me importo.

— Aposto que você se importaria se tivesse um namorado castrado, ou que fossemos obrigados a viver separados.

— Jake, eu só quero o que todos os outros já tiveram. – olhei com cara de mulher mal comida para ele.

— Custa ter um pouco de paciência? Faltam poucos anos para você chegar a idade estipulado por seus pais e assim nos casarmos.

— Eu não quero esperar. Eu quero você. Eu sempre quis. E se as coisas continuarem assim... – deixei que ele interpretasse o resto da frase sozinho.

— Se as coisas continuarem assim você o quê? – notei o leve tremor que passava pelo seu corpo.

— Eu vou dar para outro. – falei fazendo birra. O joguinho de que iria dar para outro, sempre funcionou segundo minha tia Rosalie. Então com Jake não seria diferente.

— Eu pensei que você por ser meu imprinting seria diferente. Mas vejo que não. – ele esfregou as mãos no rosto – Estou decepcionado.

Jacob deu as costas para mim, e quando já estava devidamente vestido escancarou a porta de meu quarto.

— Estou indo embora. – ele sequer me olhou – Me procure apenas quando estiver deixado essa ideia maluca de lado.

— VOCÊ NÃO VAI EMBORA JACOB! VOLTE AQUI. – eu já corria atrás dele pela casa, mal me dei o trabalho de me vestir. Eu ia matar minha tia, o plano havia dado errado, e Jacob não tinha me comido como eu presumi que iria acontecer.

— Meu recado já está dado. – ele falou abrindo a porta de casa.

O sol demoraria ainda à aparecer detrás das pesadas nuvens que rondavam Forks, transformando aquele dia num pesadelo. Jacob estava me deixando, e o pior de tudo, estava me deixando virgem. EU AINDA ERA LACRADA.

— Jacob, é apenas uma virgindade! – gritei com ele, já sentindo os nervos a flor da pele.

— NÃO ME IMPORTA! VOCÊ ME USOU, E ABUSOU DE MIM. NÃO TEVE RESPEITO. AGIU COMO UMA VADIA.

— SE É ASSIM QUE VOCÊ QUER, PODE IR. MAS NÃO PENSE QUE IREI LHE PROCURAR. – falei enquanto tentava inutilmente segurar as lágrimas que embaçavam meus olhos –VOCÊ SABE MUITO BEM QUE ESSE ACORDO É UMA BESTEIRA. VOCÊ ME FAZ PENSAR QUE NÃO SOU DESEJÁVEL. E O PIOR DE TUDO, PARECE QUE NÃO ME AMA.

— Ness, eu...

— Sai daqui Jacob, agora quem está decepcionada sou eu. – escancarei a porta e dei passagem para ele. Não tive coragem de olhar em seus olhos. – Não se preocupe, não irei dar para outro. Mas também não transarei com você, e não casarei com uma pessoa que não me ama, e que está presa a mim por causa de uma maldição. Adeus Jacob.

Voltei para meu quarto, coloquei uma camisola leve e me espalhei na cama. Queria apagar aqueles dias com Jacob, na verdade eu IRIA apagar minha vida inteira com ele. Mesmo se fosse preciso me mudar de cidade. Jacob não me amava, isso era claro, então eu aprenderia a não amar ele também. Aqueles dias de tortura tinham me deixado exausta, tanto que nem percebi quando peguei no sono, e fui despertada pela campainha.

Com os pés arrastando, desci as escadas e abri a porta. Xingando internamente a carniça que havia me acordado. Pronto, era só o que faltava, os discípulos de Deus baterem na minha porta no meio da noite. Me espantei quando as carniças era Jacob e Sam. Olhei para Jacob, e depois para Sam, estranhando o livro preto que ele carregava nas mãos. No centro dele tinha uma cruz branca. Céus.

— Jacob, eu preciso de um pinto. E não de um exorcismo. – falei desgostosa por ver eles na minha frente. Ainda estava brava com Jacob.

— Sam é pastor em La Push. Depois que o pastor local morreu, Sam assumiu algumas coisas. – Jacob disse com um meio sorriso nos lábios. Deus meu, eu ainda estava brabo com ele, mas ainda queria o corpo daquele jumento.

— Vocês por favor, querem me explicar melhor? – limpei meus olhos – Eu estava dormindo, e ainda não acordei completamente.

— Sam realiza casamentos.

— E você quer minha permissão para casar com sua castidade? Aposto que serão muito felizes. – falei já fechando a porta, e pensando apenas em voltar para minha cama. Foi quando Jacob segurou a porta, abrindo-a e me olhando nos olhos.

— Não. Eu quero me casar com você. – ele disse e um sorriso sincero surgiu em seus lábios. – Se é assim que eu provarei para você o quanto lhe amo, e que não vivemos uma maldição, mas sim a benção da vida. É assim que será. – Jake pegou em minhas mãos, eu estava atônica, e não conseguia pensar em nada.

— Renesmee Carlie Cullen, quer se casar comigo?

— Vai ter sexo depois disso? — perguntei, recebendo como resposta o olhar recriminatório de Jacob.

Notas finais
Então é isso gente, a fic chegou ao FIM :D

MUAHAHA MUAHAHAH MUHAHAHA MUHAHAHA PEGADINHAA DO MALANDRO! MUAHAH MUAHAHA
Pensando bem, eu gosto mesmo de viver. Pensando bem quero dizer, que não me matem ainda (8)

GENTEEEEE, COMO EU SOU MUUUITO QUERIDA ADIVINHA O QUE EU FIZ?? Estendi em mais um capítulo a fic (só para deixar vocês um pouquinho mais curiosas)
E aí, quais são os palpites? Rola sexo ou não?? Espero do fundo do coração que tenham gostado, e que comeeenteeem mucho :D Logo, virá o próximo cap!