A Arte da Sedução
6 O grande dia
Notas iniciais
RENESMEE POV
Sim, sim, sim. Transe comigo Jacob. Quer dizer, case comigo Jacob. Eu estava tão eufórica por aquela aparição inusitada á minha porta, após uma bela de uma discussão, que sequer estava conseguindo processar corretamente os fatos.
Era mesmo isso produção? Ticudo Jacob Black estava me pedindo em casamento. Bem, pelo andar da carruagem presuma-se que meus planos de perder a virgindade deram tão certo que nem mesmo ele conseguiu aguentar e se rendeu ás minhas artes da sedução.
– Sim, mas é claro que aceito. – pulei no pescoço de Jacob.
Na realidade eu estava pouco me importando se iria me casar agora, ou na próxima encarnação, EU IA DAR. Até o amanhecer. Até a Fiona – nome carinhoso da minha perseguida — virar do avesso.
– Bipolar ela, não? – comentou Sam, demonstrando estar desconfortável com aquela situação.
– Desesperada é o termo correto. – Jacob riu e beijou-me nos lábios. Faziam poucas horas desde o nosso último beijo, e eu já sentia novamente aquela ânsia de tê-lo sobre meu corpo, beijando meu pescoço, queixo...Sam pigarreou, interrompendo nosso momento pré-foda.
– E então, podemos continuar com esse casamento? – ele perguntou impaciente.
– Deve. – respondeu meu futuro marido.
– Jacob Black, você aceita se casar com Renesmee Carlie Cullen? – perguntou Sam, com a bíblia aberta no meio e um olhar de cansaço.
– Aceito. – Jake respondeu com um sorriso de orelha á orelha.
– Renesmee Carlie Cullen, ô nominho mais comprido, — ele resmungou e Jacob pigarreou para ele dessa vez – você aceita se casar com este animal? – apontou para meu futuro comedor.
– Sim, claro, com toda certeza, agora, já, para sempre.
– Pelos poderes de Grayskull, quer dizer, pelos poderes a mim incumbidos, eu vós declaro marido e mulher.- Sam fechou num baque a bíblia – Pode foder a noiva.
Jacob meteu a mãozona no rosto de Sam, empurrando-o para fora da casa de Esme. Fechou a porta atrás de si e me olhou apaixonado.
– Não estou acreditando que acabamos de fazer isso. – falei com as duas mãos na boca. Eu realmente estava incrédula diante nossa audácia – Isso é realmente sério, estamos casados?
– Sim, estamos. Agora nada pode nos separar. – ele falou vindo em minha direção.
– Espere até meu pai saber disso, e você irá retirar o que disse sobre ninguém nos separar. – falei temerosa. Eu sinceramente não havia pensado em minha família e nas consequências que viriam a seguir. Mas quem se importava, EU IA DAR. Eu ia dar até a Fiona virar uma flor.
– Bom, então acho que não temos tempo a perder. – ele disse com um sorriso malicioso nos lábios, e só de ver o jeito como me olhava, fez minha calcinha nadar no meio de minhas pernas. Eu acho que estava tão desesperada para ter aquelas sensações, que uma placa gigante com as palavras “me coma”, devia estar brilhando na minha testa.
Jacob pegou-me no colo, e sem desgrudar o olhar do meu começou a subir as escadas, adentrou meu quarto e me depositou calmamente na cama. Confesso que aquela delicadeza toda estava me deixando ansiosa. Jake retirou sua camiseta, e ela cena se fez em câmera lenta para mim. Rapidamente comecei a tirar minha camisola, mas fui impedida pelas fortes mãos de Jake.
– Eu quero fazer isso. Quero que nossa primeira noite seja perfeita.
Meu marido – sentiu só o tesão das palavras? – pegou uma de minhas pernas e depositou leves beijos que iam do pé até a parte interna de minha coxa. Aquela aproximação toda estava fazendo meu corpo ferver, em momentos eu iria entrar em combustão. Jake beijou demoradamente minha virilha, e o vi inspirar profundamente, deixando-me apenas mais excitada do que já estava. Vagarosamente ele levantou minha camisola acima do umbigo, beijando toda a pele exposta ali, e aos poucos Jake elevava mais as coisas, até eu estava seminua a sua frente. Ele já havia visto algumas vezes meus seios, mas agora parecia deliciar-se com aquela cena, e eu passei a deliciar-me com seus carinhos neles. Jake beijou-me de uma maneira tão doce, mas havia tanto desejo reprimido naquele beijo. Que eu sabia, aquela não seria uma primeira vez convencional.
Meu corpo já estava em chamas, e com o corpo de Jacob em cima do meu, as coisas só pioravam. Instintivamente passei as unhas por suas costas, quando os beijos passaram a ser em meus seios. Aquilo estava no mínimo delirante. Jake os chupava tão fortemente, e as vezes mordiscava cruelmente a ponto de me fazer gritar de dor e prazer. Sua ereção começou a roçar em minha coxa, e baixei minhas mãos para o cós de sua bermuda empurrando-a para baixo. Jacob estalou um beijo em minha barriga, e me ajudou a tirar sua bermuda. Ofeguei. Foi a única coisa que consegui fazer naquele momento. Ah, e salivar também. Eu podia ter provado do mel de seu pênis horas antes, mas vê-lo daquela maneira ajoelhado a minha frente, com o mastro em posição de sentido era de turvar qualquer visão.
– Céus, acho que vou desistir. – falei, pensando em como iria ser complicado fazer tudo aquilo entrar dentro de mim.
– Você devia saber Renesmee, que quem brinca com fogo, pode se queimar. – ele falou sedutoramente, ao mesmo tempo que acariciava minhas pernas.
– Queimar sim, mas ser rasgada não. Isso é muito grande.
Jake riu, e voltou a deitar-se em cima de mim. Dessa vez pude sentir seu membro roçar quente na Fiona que ainda estava coberta pela calcinha. Meu maridão fazia uma leve pressão em cima dela, e eu beijei sua boca novamente, mordendo fortemente seu lábio inferior. Eu precisava acalmar os nervos, senão iria implorar para aquele homem me estuprar.
Jacob voltou a ficar de joelho no meio de minhas pernas, e retirou com um sorriso travesso no rosto a única peça de roupa que impedia a consumação de nosso casamento. Dois dedos foram levados até minha pobre e indefesa garota, e agora eles massageavam calmamente meu clitóris. Fechei os olhos de tamanha excitação e arfei quando sem aviso prévio ele introduziu-os na Fiona. Pobre Fiona, mal sabia ela que seria espancada até virar princesa na marra, momentos depois.
– Ei! – protestei.
– Qual o problema? – ele perguntou.
– Você não avisou que faria isso. – resmunguei, já sentindo ondas formarem-se no meu baixo ventre.
– Era só o que me faltava, você querer que eu enviasse um aviso prévio de introdução. – ele debochou, e movimentou os dedos fazendo círculos e pressionando profundamente. Agarrei o lençol, e o único pensamento que passou em minha cabeça foi: se aquilo era ótimo, um pau lá dentro devia ser pica das galáxias. Observei Jake tirar lentamente os dedos e os levar até a boca, chupando o melado em seus dedos.
– Que o Senhor proteja essa casa hoje. – olhei para cima, fugindo daquela visão tentadora.
– Meu Deus, você está muito molhada Ness. – Jake sussurrou em meu ouvido, e aquilo me fez tremer de cima a baixo, e arrepiar até os pelos da Fi. – Está fodidamente tentadora.
Não aguentei e agarrei seus cabelos, beijando arduamente sua boca já inchada. Eu precisava senti-lo já dentro de mim, e se isso não acontecesse, eu iria explodir. Enlacei minhas pernas em sua cintura, e forcei meu quadril para cima, até sentir seu membro roçar duro em minha entrada. Jake arfou em minha boca.
– Agora vou entrar. Estou dando o aviso prévio.
Não respondi, e muito menos ele continuou a falar. Estávamos apenas na expectativa de como seria nossa primeira vez. O senti ultrapassar a primeira barreira, forçando vagarosamente Fiona a se acostumar com seu tamanho lá dentro. Mordi o lábio apenas querendo tirar o máximo de proveito daquelas sensações maravilhosas que agora assolavam meu corpo. Num movimento rápido Jake se fez completamente presente dentro de mim. Reprimi um grito quando senti Fiona ser deslacrada. E da mesma forma que ele entrou em mim, ele passou a fazer um vai e vem vagaroso. Fi aos poucos acostumava-se com aquele trambolho e já ansiava por mais.
– Jake..mais, por favor. – gemi em seu ouvido.
– Não quero lhe machucar Ness.
Sem chances que minha primeira vez iria ser movida a lenha. Girei rapidamente nossos corpos de forma que eu ficasse em cima, e assim pude realmente sentir toda a magnitude de Jacob dentro de mim.
– Você devia saber Jacob, que quanto mais pegar fogo, melhor.
Não o dei tempo de responder e comecei a cavalgar em seu membro. A cada rebolada, era como se ele entrasse mais fundo em mim. Jake segurou minha cintura ajudando-me nos movimentos e entre arfadas e altos gemidos eu senti algo estranho formar-se em meu baixo ventre. Aquilo foi crescendo, e crescendo e eu tive a clara sensação de que poderia mesmo implodir a qualquer momento.
– Ness...eu... – ele gemeu de olhos fechados.
– Eu sei, eu também.
Quando vi estava novamente deitada na cama e Jacob entrava e saia freneticamente de mim, numa velocidade quase desumana. Meu útero era tocado a cada forte estocada dele, se tornado doloroso mas muito, muito mais prazeroso. A sensação de implodimento só aumentou,e eu sabia que iria gozar a qualquer. Agarrei a cabeceira da cama com as mãos, fazendo a cama inteira tremer ao chocar de nossos corpos. Vi Jacob apertar o colchão e aquela bomba cresceu de uma forma que eu não poderia mais segurar. Um líquido quente jorrou dentro de mim, e eu passei a ver estrelas no teto de meu quarto. Minha visão estava embaçada, nossos corpos suados, e agora Jake arfava em meu pescoço.
Sr. Black – sim, porque agora ele era um homem casado – saiu de cima de mim, e um leve desconforto assolou meu corpo. Eu precisava mais de Jacob Black. Se aquela seria a nossa primeira e última noite juntos – pois era óbvio que Jake seria “decaPICAdo “ após minha família voltar de viagem – eu iria fazer quantas vezes fosse preciso, até a Fiona gritar por hipoglós.
– Não acredito que deixei isso passar por tanto tempo. – Jacob comentou ainda esbaforido.
– Eu tentei lhe avisar. – resmunguei, sentindo meu corpo inteiro relaxar.
– O que faremos quando seu pai descobrir? – ele finalmente havia perguntado, ou melhor caído na realidade.
– O que faremos eu não sei, eu sei que agora eu preciso beber água. Estou sedenta.
Levantei da cama e sequer me preocupei em colocar alguma roupa, afinal não havia ninguém na casa além de nós. Desci as escadas mais vagarosamente que o normal, pois eu ainda sentia minhas pernas bambas. Acho que a ficha que eu havia perdido a virgindade com o cara que foi destinado para passar a eternidade comigo, ainda não havia caído. Terminei de beber minha água, e me preparava para voltar ao quarto para mais um round quando Jacob apareceu como veio ao mundo na minha frente.
– Também estou sedento. — minha cintura foi rapidamente enlaçada e meu corpo prensado contra a bancada da cozinha – Mas estou sedento de outra coisa.
Com um sorriso malicioso nos lábios Jake beijou-me sensualmente, pressionando seu corpo quente e másculo ao meu. Eu mal havia me recuperado da primeira rodada, e Jacob já fazia meu sangue arder no fogo do inferno novamente. Fui colocada sentada em cima da bancada, enquanto Jake se aconchegava no meio de minhas pernas. Fiona devia estar soltando foguetes.
– Abra essas belas pernas para mim. – Jake disse ao pé de meu ouvido, enviando arrepios pela minha espinha – Quero lamber o vale entre elas.
Se não fosse ele me segurando, certamente já teria me desfalecido até o chão, ali mesmo. Abri o máximo que pude as pernas, e Jake largou minha boca, beijando meu pescoço, seios, barriga e por fim chegando lá. Eu ainda estava um pouco dolorida, mas sentir a língua de Jake me entorpeceu os sentidos e nem lembrava mais da tais dores. Sua respiração quente apenas aprofundava mais o negócio. Eu não sabia dizer se Jake já havia feito isso em alguma outra garota, porque o jeito que ele tracejava minhas dobras com sua língua, parecia de um homem que passou anos praticando sexo oral. Era diferente sentir sua língua deslizar para dentro de mim, parecia ser mais ávido e bem, não seria eu a protestar quando ele trouxe-me um orgasmo maravilhoso.
– Deveria ser proibido ser tão deliciosa. – falou ele, lambendo os lábios.
– Qual é o próximo cômodo? – perguntei, enquanto deslizava de cima da bancada da cozinha e zanzava de modo sensual para fora da cozinha, chamando-o com o olhar.
Sim, estrearíamos todos os cômodos da casa se possível. Olhei para aquela enorme sala, onde uma janela ia do chão até o teto, dando uma visão perfeita dos fundos da casa, onde estava a piscina e a imensidão da floresta. Antes que eu pudesse proferir meu pensamento, Jake pareceu adivinhá-lo e me jogou de encontro a janela. Sentir o vidro gelado contra minhas costas, e seu corpo quente cobrir a minha frente, deixavam as terminações nervosas de meu corpo em estado de choque.
– Ui, sexo selvagem. – lambi seu queixo – A coisa está ficando cada vez melhor.
Jacob riu sarcástico e ergueu-me até que eu estivesse com as pernas em volta de seu quadril. Senti-o me penetrar lentamente, e no rosto um olhar divertido. Cretino, ele estava me provocando.
– Jake...Não tortura. – supliquei com sua demora.
– A senhora é que manda.
Meu fodedor segurou firme em meus quadris e começou bombear fortemente dentro de mim. Céus, aquele homem era delirante. Minha bunda batia incansavelmente no vidro, e por um momento pensei que poderia quebrar. Mas quando senti chupar agressivamente um de meus seios, eu podia jurar que se aquela janela quebrasse e nós caíssemos de lá, eu sequer iria me importar. Desde que ele me proporciona-se mais e mais orgasmos. Falando nele, senti o safado dar sinal de vida e precisei procurar apoio, apertar Jacob parecia não ser suficiente. Tateei com a mão, até achar a cortina caríssima que Rose havia escolhido para aquela janela. Apertei forte o pano vermelho sedoso, e esperei Jake vir para mim. Aquele homem todo, apenas para mim. Todas noites. Pare me fazer gemer igual a uma atris pornô, exatamente como eu fazia agora. Escutei um estralo atrás de mim, e constatei ser o vidro rachando.
– Ja...Jake...o vidro! – alertei um pouco desnorteada devido as investidas.
– Então goza gostoso em mim baby.
Ouvir aquelas palavras foi tudo o que eu precisava para meu orgasmo vir com tudo. Jake urrou em meu pescoço, e eu inconscientemente puxei a cortina, até que sua sustentação de madeira estivesse quebrada e um pedaço do pano estivesse em minhas mãos.
– Rose vai te matar. – ele falou divertido, ainda mantendo seu corpo suado junto do meu. Jake deslizou para fora, e ainda assim precisei novamente de seu corpo para conseguir me manter em pé.
– Estamos colecionando assassinos. Já temos meus pais, Rose e Carlisle por causa do vidro de sua casa. – soltei a cortina observando o estado deplorável que ela se encontrava, andei até o centro da sala, procurando um pouco de espaço para respirar e pensar – Quem será o próximo que faremos querer nos matar?
– Não sei Ness, mas eu sei que continuo duro.
Jake alisou o membro ainda ereto na minha frente, e aquela cena meu deu água na boca. Tudo bem que era minha primeira vez, mas eu não era completamente humana. E nem Jacob. O que nos dava a vantagem de não cansar tão fácil, e não precisar de longas pausas. Graças a Deus. Cruzei as pernas, querendo ou não, Fiona agora sim parecia uma luzinha de natal que não parava de piscar nem se desse um apagão.
– A que horas sua família chega? – ele perguntou enquanto andava até mim e alisava...JESUS...ele precisava parar de alisar aquela coisa.
– Não...Não sei. Acho que...que...em torno de uma hora? – nem eu mesma sabia exatamente a qual hora chegariam. E com Jacob me virando de costas para beijar e morder meus ombros e pescoço, certamente me faria perder a noção do tempo. Apoiei as mãos na mesa de jantar, e me deixei desfrutar por alguns momentos aquelas carícias.
– Pelo jeito iremos irritar Esme também. – ele disse com aquela voz rouca que eu amava escutar.
Fiona já pedia rendição aos céus, aquele homem não era de Deus. Jacob Black, minha perdição. Rebolei contra seu membro, fazendo-o morder fortemente meu ombro. Suas mãos passeavam livremente pelo meu corpo, e enquanto uma se manteve judiando de meus mamilos, a outra desceu até encontrar meu clitóris inchado e sedento de prazer.
– O que você quer que eu faça baby? – ele perguntou com aquela maldita voz rouca.
– Quero que me foda. AGORA.
O Jakezão foi posicionado na minha entrada, e eu agradeci mentalmente quando ele entrava mais uma vez em mim. O desconforto de antes havia sumido completamente. E eu agora entendia quando meus tios falavam que os primeiros anos de casados eram os mais conturbados, e regados a sexo maluco. Imaginei que comigo e com Jacob seria diferente, pelas nossas diferenças de raças, mas Céus, Jake era quente como o inferno, e percebi que estar em seus braços significava expulsar a Nessie inocente de mim e dar lugar a uma híbrida repleta de prazer para dar.
– Vou fazer você gozar tanto querida, que irá pedir por clemência. – disse Jacob mais sensual do que nunca.
– Só puxa meu cabelo e mete forte.
Meu boy atendeu meu pedido enrolando a mão em meus cabelos e puxando-os para trás, me obrigando a erguer a cabeça. Eu tive a plena sensação de que meu couro cabeludo poderia se desgrudar a qualquer momento, mas Jake estocava tão fundo e forte que eu já não sabia no que me concentrar, se era nos puxões de cabelo, ou na minha bunda que estava sendo massacrada pelo chocar do seu corpo no meu. A mesa começou a ranger, riscando o assoalho. Aos poucos minha bunda começava a ficar dormente e precisei de segurar as bordas da mesa para que ela não fosse lançada longe devido nossos movimentos. E então aquilo veio, quente e quase enfartante.
Fiquei ser ar por alguns minutos, enquanto Jake me proporcionava dois orgasmos, um atrás do outro. Eu estava segurando tão firmemente aquela mesa que ficou gravada no mogno as marcas de meus apertos. Jacob veio logo em seguida, debruçando o corpo em cima do meu. Estávamos ofegantes, parecíamos dois asmáticos. Aquilo me fez rir, pois se as coisas continuassem daquela maneira, iriamos precisar de uma casa bem afastada de todos, apenas para nós. Não poderíamos continuar mais destruindo o interior das casas como Rosalie e Emmett costumavam fazer.
– E então está feliz? Você conseguiu o que queria.
Jake envolveu-me em seu braços e nos atirou no sofá. Confesso que o cansaço começava a perturbar meu corpo, e logo precisaríamos comer para prosseguir com a São Silvestre que havíamos feito.
– Estou. Mas gostaria de saber porque fez isso? – indaguei curiosa, afinal horas antes estávamos brigados e logo depois ele aparece me pedindo em casamento.
– Percebi que você não se importa com o luxo que eu não posso te dar. Então não havia mais motivos para ficarmos separadas e sofrendo com esse pacto maldito. – ele deu de ombros e beijou minha testa.
– Fico feliz que tenha percebido isso, na verdade eu nunca quis outra coisa a não ser pertencer a você.
Dessa vez Jake beijou-me solenemente nos lábios, não havia desejo ali, apenas amor e carinho. Coloquei minha mão no rosto de meu marido, e mostrei-lhe tudo o que eu estava pensando. Finalmente eramos marido e mulher, e nem mesmo a fúria de meu pai iria acabar com aquilo.
– RENESMEEEEEEE! O QUE VOCÊ FEZ!
Escutei meu pai gritar do lado de fora da casa e olhei assustada para Jacob. O mesmo imediatamente colocou as mãos envolta de seus genitais protegendo-os.
– O que você disse mesmo sobre seu pai?
– Ih, fodeu a barca. Que tal fazermos uma maratona de Sidney agora? Só que dessa vez correndo?
– JACOOOOOB! VOCÊ É UM CACHORRO CASTRADO!
A porta bateu contra a parede quando meu pai adentrou a casa. Se fosse possível, Edward estaria soltando fumaça pelas ventas. Respirei fundo, era agora ou nunca. Segurei firme na mão de Jake.
Partiu sobreviver.
Notas finais
Galera, só tenho a agradecer a vocês por acompanharem a fic, comentarem e tudo o mais. Isso foi extremamente motivador. Muito obrigada do fundo do coração. Um agradecimento em especial a FRANZ GERBATIN que recomendou a fic, mas pelo jeito a recomendação não entrou por algum motivo >.
E é isso meu povo, FIM. Mereço reviews e recomendações?? Hã? hã? hã? Lembrem que apesar da demora, eu nunca abandonei vocês :P
Beeijos beijos, e até a próxima!
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