A Arma Da Mão Esquerda

2 Angels have fallen


Ola Kansas. Sempre quis conhecer o Kansas. E tinha um caso otimo.

-5 pessoas foram parar no hospício e mais 9 na cadeia no ultimo mês e falam que não tinham controle sobre o que faziam...demónios? -Perguntei para a Jay.

-Pode ser, só indo lá para saber. -Disse Jay que começou a dirigir.

-Alu, acho que depois do caso nós devemos visitar o tio Bobby, o que acha?

-Sem sombra de duvidas, o tio Bobby pode nos ajudar com o acordo! Ele pode achar o demónio e... -mas não conseguir terminar falar já que a Jay me interrompeu.

-Alu, eu já disse... não vamos mais lidar com o acordo. Se algo acontecer com o acordo você morre... Vamos ficar por isso mesmo, não quero discutir isso. -Disse ela indo para o hospício.

Chegando lá tivemos alguns problemas, não podíamos dizer éramos da policia, tínhamos só 12 e 14 anos, mas eu dei um jeitinho.

-Nos podemos entrar e o senhor ira conosco, abrira passagem e queremos ver essas pessoas. -Disse ao moço entregando uma pasta com o nome dos pacientes. Eles andou por entre os corredores e parou no primeiro nome. Jusen Frisel, ela esta ciente que Lucifer saiu do inferno mas foi detido, e o demónio Crechimo será responsável pela a libertação dele. Entramos na sala, e pelo jeito o demónio que o possuiu era muito forte que sua casca estava praticamente imóvel na frente da janela. Achamos enxofre na frente da janela.

-Moça, o que a senhora se lembra? -Eu disse, mas meus poderes não funcionaram, acho que o demónio era muito mais poderoso do que eu pensava.

Nos saímos e fomos ao o outro e a outro, todos iguais e na janela... parados sem falar. Fomos embora e entramos no carro com Ferrari ainda dormindo e eu preocupada.

-Jay, que demónio é esse?

-Não sei... vamos para prisão e vamos interrogar os 9. -Fomos para prisão, mas a mesma coisa com eles todos... parados e sem sinal de humanidade. Essa "coisa" era mais forte do que eu imaginara.

-Acho que devemos ir na casa do Bobby, ele pode saber o que ta acontecendo!

Seguimos rumo a casa do Bobby, Bobby era praticamente nosso tio... bem não de sangue. Nosso pai era primo de segundo grau do tio Bobby, mas nos éramos muito chegados e ele era praticamente meu segundo pai. Bem chegando lá tivemos uma surpresa.