A Aprendiz De Leão

5 O Cosmo Flamejante do Amor


Notas iniciais
Em primeiro lugar, quero agradecer muito, a todos que estão lendo e acompanhando a fic, isso é lindo de ver! Muito obrigado por comentarem e favoritarem a fic!
Eu amo vocês! *-*

Capítulo com conteúdo hentai. Coloquei as partes mais "fortes" em itálico, assim quem não quiser não lê :)

Beeeeeijoooooos!

Aioria abriu a porta de seu quarto com o pé, adentrou o quarto carregando Selina em seus braços, a garota ainda estava inconsciente. Depositou-a gentilmente em sua cama, cobriu-a com cobertas pesadas e quentes, colocou sua mão no rosto da garota. Estava frio, ela continuava sob o efeito do golpe congelante de Camus, afastou-se e foi até a lareira do quarto, acendeu o fogo e se dirigiu até a porta de seu quarto.


“Não se preocupe Selina, eu cuidarei de você.”


Aioria se retirou deixando a jovem sozinha. Foi até a cozinha e começou a preparar uma sopa quente. Sentiu um cosmo extremamente amigável se aproximando, foi até o grande salão da casa de leão e viu Mu, entrando.

– Mu? O que faz aqui?

– Como ela está, Aioria?
– Está inconsciente e muito gelada. Mas como você..?
– Hahaha, Aioria...Você pediu a Kiki que levasse uma mensagem para Selina, dizendo que ela deveria treinar com Camus...achou que eu não saberia?
– É...seu moleque é muito fofoqueiro. Eu errei Mu, achei que seria melhor para ela, eu me afastar, mas na verdade, estava sendo apenas melhor para mim.
– Não pense mais nisso agora, trate de se redimir. Eu trouxe uma infusão que reverte quase que imediatamente qualquer estado de hipotermia. De isso a ela.


Mu sorriu e estendeu sua mão com uma pequena garrafa a Aioria. Aioria pegou a garrafa, assentindo com a cabeça.


– Obrigado, Mu.
— Não me agradeça, agora, vá e cuide dela.


Mu virou as costas, saindo elegantemente da casa de leão. Aioria não ficou parado ali por muito tempo, voltou ao seu quarto onde havia deixado Selina. Entrou no lugar que já estava bem aquecido devido ao fogo acesso da lareira. Sentou-se na cama, ao lado de Selina que ainda se encontrava no mesmo estado, destampou a garrafa, e a ergue um pouco com seus braços, apoiando a cabeça da garota em seu peito. Aproximou a garrafa dos lábios arroxeados de Selina e fez com que um pouco da infusão tocassem-nos. A princípio não ouve efeito algum, mas aos poucos ,os lábios da garota foram mudando de cor, e se tornando rosados novamente, Aioria sorriu sozinho para si, a garota gemeu baixinho como se sentisse ainda frio e dor, Aioria a ajeitou melhor contra si, e forçou-a beber mais um pouco da infusão de Mu. Selina bebeu, e assim que Aioria largou a garrafinha, ela começou a abrir os olhos, Aioria sorria feliz, vendo que estava dando certo.

Selina abriu os olhos, encontrando os grandes olhos verdes e penetrantes de seu mestre de encontro aos seus, ela corou.


– Bem vinda de volta, acho que já está melhor, está até corando!


Aioria dizia com uma voz de profunda alegria, por vê-la se recuperando. Nem estava se importando com o contato físico, estava apenas preocupado com o bem estar de Selina.


– Mestre? Onde estamos?
— Na casa de leão. Bem, tecnicamente no meu quarto...como você está se sentindo, Selina?
— Um pouco tonta, minhas mãos doem muito...
— Deixa eu ver.


Aioria se afastou um pouco de Selina para poder ver as mãos da garota. Selina se recostou na guarda da cama de Aioria, com uma leve expressão de dor no rosto. Aioria pegou uma de suas mãos e logo viu do que se tratava.


– Selina, seus dedos...
— O que foi?
— Se eu não coloca-los no lugar agora, talvez você nunca mais possa usa-los novamente.


Os dedos nas mãos de Selina, estavam todos fora do lugar, devido ao forte impacto que ela havia recebido e segurado com suas mãos. A aparência não era nada boa e doía muito.


– Faça o que tiver que fazer, mestre.
— Está bem.


Aioria segurou as mãos das garotas entre as suas, as envolvendo. Selina pode sentir o calor do cosmo de seu mestre penetrando em sua alma, era viciante, e envolvente. Aioria a olhou firmemente.


– Preciso que confie em mim. Isso vai doer bastante, Selina.
— Eu confio.


Selina retribuiu o olhar confiante a seu mestre. Aioria sem desviar o olhar de Selina, apertou suas mãos ao redor das dela, um alto “crac” de ossos foi ouvido, seguido de um grito de dor de Selina, que escondeu seu rosto no peito de seu mestre. Aioria sentiu pena dela, mas tinha que continuar, ainda não havia devolvido todos os dedos ao lugar. Aioria repetiu o movimento, “crac”. Selina gritou mais alto dessa vez, a dor lancinante de seus ossos ainda doloridos pelo forte frio que haviam recebido, era horrível demais. Ela se sentiu desmaiando no ombro de seu mestre.


– Selina, me desculpe! Veja, já acabou!


Aioria segurou a cabeça de Selina e a ergueu novamente. A garota estava com lágrimas nos olhos. Aioria sentiu uma pontada no peito muito forte, ver o rosto dela assim o enchia de dor.


– Obrigada, mestre.
— Selina, não deve me agradecer...eu fiz isso a você! Eu mandei que você fosse até Camus, eu sabia que não estava pronta e o fiz mesmo assim! Eu fui um covarde!
— Não mestre, eu entendo, eu errei, eu sei. Eu fui atrevida, não devia ter me comportado daquele jeito e ter o beijado. Eu estraguei tudo! Me perdoe!
— Selina, você não fez nada de errado. Foi muito mais madura do que eu expondo-o os seus sentimentos. Eu por outro lado, fugi de você...fiquei com medo de ficar perto de você no dia seguinte...medo de não saber o que fazer!
— Mestre...
— Não Selina, não me chame assim...pois um mestre jamais colocaria o seu aprendiz em uma situação como a que eu coloquei você. Me desculpe, Selina.

Aioria e Selina se olhavam fixamente sem piscar, estavam colocando os pingos nos “Is”, Selina sentia uma forte ansiedade e calor em seu peito, seu coração batia muito forte, podia sentir o calor que emanava do corpo de seu mestre contra o seu, os dois estavam muito perto. Aioria estava atordoado, uma onda de sentimentos o invadia, queria abraça-la, aperta-la contra si e nunca mais solta-la. Ao mesmo tempo, estava dividido, não tinha mais noção do que era certo e do que era errado.


– Sim, eu o perdoo, mestre. Mas, se você poder me perdoar também.
— Selina, eu jamais irei perdoá-la, por aquilo que você não fez.
— Mas, eu...


Aioria puxou Selina contra si, acabado com o espaço que ainda havia entre os dois, e colou seus lábios nos dela, em um beijo carinhoso e cheio de sentimentos.

Selina ainda estava atordoada, não podia acreditar que aquilo estivesse acontecendo. Aioria, seu mestre, estava a beijando, e era muito bom. Aioria se afastou um pouco, separando seus lábios dos dela.

Os dois se encaravam com profundo desejo, era como se não existisse mais nada no mundo além dos dois e daquele quarto em que se encontravam. Aioria depositou uma de suas mãos no rosto de Selina, a pele macia e delicada da garota antes fria, agora estava quente e ficando ruborizada devido ao toque dele.


–Selina...Eu a amo.


As palavras de Aioria golpearam o coração de Selina, como uma chama viva e intensa. Selina se sentiu derretendo, era como se estivesse sonhando.


– Eu também te amo, Aioria.


Aioria se encheu de coragem ao ouvir aquilo, era como se um leão adormecido tivesse acordado em seu peito, estava a desejando mais do que tudo no mundo.

Sem pensar duas vezes, Aioria a beijou mais uma vez, completamente hipnotizado pelos lábios da garota. Diferente do beijo anterior, esse beijo era urgente e cheio de desejo, Selina afastou seus lábios, deixando que Aioria aprofundasse o beijo ainda mais. As línguas dos dois, dançavam, e lutavam em um beijo profundo, carregado de luxúria. Selina subiu suas mãos até a nuca do leão, o que fez com que Aioria se arrepiasse de tesão. Ela enroscou seus dedos nos cabelos dourados de Aioria o puxando ainda mais pra si, Aioria fez o mesmo com Selina. Os dois se separaram depois de um tempo por falta de ar. Aioria olhava Selina com um olhar voraz como se fosse devorá-la. Selina também o queria e o desejava mais do que tudo. A garota aproximou-se do ouvido do leão e sussurrou:


– Tire a armadura.


Aioria, sentiu um calor forte percorrer o seu corpo e mordeu seu lábio inferior. Rapidamente começou a se livrar de sua armadura. Estava em pé de frente para a cama onde Selina estava sentada o olhando quase que de boca aberta. Aioria se livrou de suas ombreiras e de seus protetores de braços rapidamente.


Retirou a parte da armadura que cobria seu tórax, revelando seu peito definido de cavaleiro. Selina engoliu em seco, quando toda a parte de cima da armadura foi removida. Aioria retirou a parte debaixo de sua armadura sem cerimonia deixando as diversas partes esparramadas pelo chão. Selina o olhava petrificada.

“Ele não é um Deus, somente de armadura...é um Deus, sem ela também.”


Aioria se ajoelhou na cama de frente para Selina, sem falar nada, removeu as peças de metal da garota também, deixando-a apenas com sua malha de treino.

Selina não aguentou e colocou suas mãos sobre o peito definido de Aioria, sentindo cada musculo que havia ali, Aioria fechou os olhos ao toque da garota, ele mesmo sentia como se pequenos choques elétricos percorressem o seu corpo.

Sem perder mais tempo, Aioria tomou a boca de Selina para si, novamente. Um beijo forte, quente, que transmitia todo o seu desejo naquele instante. Selina correspondeu da mesma forma, os dois se abrasavam e se beijavam insanamente. Aioria, aos poucos foi deitando Selina em sua cama, deitando-se também sobre a garota. Aioria passou suas mãos pelas laterais do corpo da garota, depositando uma de suas mãos em um dos seios de Selina que estremeceu ao toque. Aioria se afastou um pouco, e sem pedir permissão rasgou a malha que Selina usava, expondo os seios ainda cobertos pelo sutiã da garota. Aioria começou a beijar cada centímetro de pele exposta de Selina.

Selina arfava aos toques de Aioria e apertava suas mãos contra os braços musculosos de seu mestre.

Selina desceu suas mãos, pelo abdômen cruelmente definido de Aioria, procurando a barra de suas calças. Aioria soltou um pequeno gemido, sentia sua parte mais íntima pulsar de desejo. Selina brincou com o elástico da calça de Aioria o torturando enquanto o mesmo, arrancava o seu sutiã e beijava e sugava seus seios avidamente, fazendo com que Selina se arrepiasse e arfasse ainda mais.

Aioria desceu seus beijos até o ventre da garota, depositou ali muitos beijos carinhosos, fazendo-a se arrepiar ao toque. Com as duas mãos, retirou as calças de treino da garota. Deixando-a apenas com sua peça de roupa mais íntima. Delicadamente removeu a calcinha, Selina ficou vermelha de tanta vergonha. E quase quis esconder seu rosto em um travesseiro.

Aioria percebeu.


– Selina, não tenha vergonha. É a mulher mais linda, mais perfeita e insuportavelmente deliciosa que já vi.


Selina estremeceu e relaxou ao ouvir isso, Aioria sentiu seu membro latejar dentro de suas calças, estava louco, ficando completamente fora de si. Apertou as coxas de Selina com suas mãos fazendo com que a garota gemesse baixinho, as afastou um pouco, e a beijou em sua região mais íntima. Selina gemeu alto, seu coração batia muito rápido. Aioria começou a fazer movimentos com a língua na intimidade da garota, queria a encher de prazer. Selina se contorcia e arqueava seu corpo a medida que Aioria aumentava seus movimentos, a penetrando com sua língua e a sugando ferozmente. Selina gemia alto, e agarrava com força os cabelos de Aioria. Aioria se afastou, levantando a cabeça para olhar Selina, que estava completamente excitada. Aioria sorriu maliciosamente para si, penetrando devagar a garota com um de seus dedos. Selina soltou um longo e alto gemido. Com suas mãos ela tentava arrancar as calças de Aioria desesperadamente. Aioria ria com as tentativas fracassadas de Selina de tentar o despir.


– Aioria, por favor, eu preciso de você...


Selina murmurava, enquanto delirava aos toques de Aioria em sua intimidade. Aioria, parou seus movimentos, e retirou a ultima peca de roupa que faltava. Selina estremeceu ao ver o membro grande, completamente duro e ereto de Aioria, teve vontade de tocá-lo, mas Aioria se deitou sobre ela a beijando avidamente. Selina podia sentir o membro grande e pulsante de Aioria roçando próximo a sua intimidade. Estava perdendo o controle, queria-o dentro si imediatamente. Aioria beijava e sugava o pescoço de Selina, depositando ali mordidas que faziam a garota gemer de dor e prazer.


– Aioria! Me faça sua!


Selina disse enquanto o puxava para si pelos cabelos, fazendo o leão, gemer de prazer também. Aioria a olhou profundamente nos olhos e se posicionou entre suas pernas, com uma das mãos agarrou uma das coxas de Selina, e a penetrou devagar. Selina sentiu uma forte dor a invadir, era como se fosse se partir ao meio. Aioria percebeu uma certa resistência.


“Então ela é virgem...”


Aioria quis afastar-se um pouco, mas Selina não permitiu o prendendo com suas pernas ao redor da cintura do leão, o enchendo ainda mais de desejo de possuí-la. Aioria investiu mais uma vez de leve, rompendo de vez o hímen da garota a penetrando. Selina soltou um grito de dor, e percebeu a cara de preocupação de Aioria.


– Continue...não se preocupe.


Aioria, recomeçou seus movimentos, bem devagar para que Selina se acostumasse, aos poucos a expressão de Selina foi mudando e seu rosto foi se enchendo de um profundo prazer. Os movimentos foram ficando cada vez mais rápidos, Aioria a penetrava fundo, fazendo Selina cravar as unhas em suas costas, ao ponto de levantar vergões na hora. Era como se dois leões estivessem lutando. Selina sem avisar inverteu a posição, surpreendendo Aioria, que agora a via sentada encima de si. Selina sorriu ao ver a expressão confusa e curiosa no rosto dele. Aos poucos ela começou a se movimentar, fazendo movimentos de vai e vem, Aioria serrou seus olhos com força, estava chegando ao seu limite, Selina também não estava longe, seus cabelos longos caiam ao longo de seu corpo nu o emoldurando com perfeição. Aioria abriu os olhos e achou que estava vendo uma deusa ali. Sem pensar muito a girou, se colocando por cima de Selina mais uma vez, Selina gemia alto, com mais algumas fortes estocadas, os dois chegaram ao ápice de seu ato, caindo exaustos um sobre o outro. Selina acariciava os cabelos levemente cacheados na nuca de Aioria enquanto ele ainda recuperava o fôlego em cima de si.

Aioria levantou o rosto, encarando Selina, ele depositou um beijo carinhoso em seus lábios e caiu para o lado da cama puxando-a para si.

– Minha, Selina.

Adormeceram quase que imediatamente, o fogo da lareira do quarto estava quase se apagando, Selina, dormia com a cabeça encima do tórax de Aioria, que mantinha os braços ao redor da cintura da garota.


Não muito distante dali, na casa de virgem, a única luz que havia acessa, se apagou.


Notas finais
Bem é isso gente! O que acharam da parte tão esperada...? :D
Comentem! >

beijooos! zx
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.