A Aposta Virgem

6 A primeira lembrança


Não podia acreditar, era uma roda gigante em miniatua que para ela ja era uma tamanho significativamente já grandita que vinha acompanhada com um envelope.

Antes que as cameras de vigilância em forma de gente fosse ver o que estava lá dentro saiu da sala.

Aquilo era só para ela e não para todos.

foi para a casa de banho e sentiu estar a ser seguida por alguem mas ignorou e continou o seu caminho.

Só apos de estar fechada numa casa de banho abriu o envelope.

Leu o bilhete.

—Muitos parabéns Laura, gostava ter te dado isto pessoalmente mas não me foi possivel, espero que tenhas gostado. neste envelope esta um bilhete para o Parque circus. Eu tenho outro, se já percebeste é nesse dia que me vais ver. até esse dia, muitos beijos.

O bilhete era para um parque de carnaval que havia na cidade vizinha.

Será que ele é de lá perto? questionou-se

***

Bernardo fazia figas para que ela tivesse gostado, não queria o mal, mas por mais estranho que fosse ele não sentia medo quando estava perto dela.

E tinha reparado isso da ultima vez, que por azar estiveram juntos na mesma divisão.

Ele tinha algo que escondia de todos, so apenas tres pessoas sabiam do seu segredo.

Aquela fobia estranha. Queria mesmo perder, puder ultrapassar mas era dificil. A ultima tentativa que tinha feito foi há 1 ano atrás.

Beijou uma rapariga mas mal aguentou tar 10 segundos perto dela, era impossivel. Era algo dificil de controlar e paa que quando mais ele rejeitava mais elas o procuravam, que iman contraditório.

recebeu uma mensagem, leu e ficou com uma cara de parvo com um sorriso tão aberto que quando filipe passou por ele assustou-se.

—O que aconteceu? ganhaste a lotaria? — preguntou Filipe.

—Algo muito melhor. respodeu Bernardo indo embora a cantarolar

***

Recebeu logo uma resposta.

O encontro estava mais que combinado. Agora era esperar 10 dias ate que esse dia chegasse.

Ia morrer de tanto esperar, mas será que quando o visse ia arrepender?

algumas dúvidas começaram a surgir.

—É normal? eu nunca vi-o- pensou laura para si.

—Será que ele ao ver-me não vai fugir? questionou-se

era melhor parar senão ia cair num poço sem fim.

Apenas queria lembrar aquele dia de melhor maneira.

Já era 22horas e para admirar nem o seu pai ou mão felicitaram-na, era pedir muito lembrar dos anos da sua própria filha. Nem sabia como ela ainda estava vida porque para eles ela era mais algo em casa. alguem tocou na porta do seu quarto.

—Sim?

Abriram a porta, era Rosália que vinha com algo na mão.

era um pequeno bolo de anos. que queria quase que vieram as lágrimas aos olhos.

—Para si menina.

—Obrigada, a sério.

— Não chore menina.

O que rosália dá são aquelas lembranças que uma mãe e filha deveriam ter e a sua verdadeira mão não lhe dava.

—Rosália?

—Sim menina.

—Eu sou adotada? questionou Laura.

— Que disparate menina. respondeu um pouco incomodada.

Ás vezes isso passou pela cabeça, por muitas razões e a cada dia que passa-se tinha mais certesa mas provas? nem vê-las.

porque a verdade que não queria era a que tinha que viver mesmo contra a sua vontade.

Rosália deixou o bolo com laura e voltou para os seus afazeres.

Bolo de chocolate o seu favorito, comeu e deliciou-se e mandou uma mensagem para o bernardo.

Nem passou um minuto e obteve logo resposta.

Ele estava feliz por ela ter gostado do presente e que não precisava de agradecer tantas vezes. verdade seja dita, ela já estava a agradecer pela 4ª vez.

Ela queria criar novas lembranças e boas porque para más já chegava aquele ambiente qe cortar á faca que estava a viver lá em casa.

Amanha ia investigar...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.