Notas iniciais
Oioioi, Jacecóticas!
Como prometi, essa é a nova Fic. Espero que gostem!!

Se gostarem, pretendo postar um ou dois capítulos por final de semana, já que eu tenho Aula!!

Essa é um pouco diferente, mas espero - Sinceramente - Que tenha resultado positivo. Estou pensando em voltar com a Amor ou Desastre? Já que uma moderadora do Spirit me mandou uma mensagem e tals...
O que acham??

Beijinhos!! ( Nada de Clastian nessa Fic. Vai ter um Sizzy diferente.)
Psicoticamente, A.

Quatro meses atrás.

FlashBack On.

- Eu, Clarissa Adele Fray Mongestern, Juro te odiar por toda a eternidade! — Berrei para minha mãe.

- Não faça isso, Filha! — Ela respondeu. — Estou te dando algo que nunca tive na infância. A opção de Escolha! Estou deixando que você se conheça, estude fora e decida se quer ser Rainha ou quer ser outra coisa! — Suspirou. — Eu fui Preparada a vida toda para ser baronesa, após casar com seu Falecido Pai, Fui preparada para ser Rainha. Mas eu não quero que você viva dependente de seu marido e se molde para agradá-lo. Eu também não desejo que governe um povo. E principalmente, não quero que Famílias interesseiras se apoderem do Trono.

-Por que, então, deixou que a vovó me prometesse à Nathaniel Fitzwillian? Eu detesto aquele PRÍNCIPE CONVENCIDO! — Revirei os olhos.

- Isso não é de sua conta! Agora, entre no avião e vá para os Estados Unidos! — Ordenou.

- Claro que é da minha conta! — Segurei o Cordão em forma de Coroa que estava na minha família há sete gerações. — Afinal, é da Minha mão que estamos falando!

- Entre no avião agora e estude, o Colégio vai te fornecer dormitórios e guardar sua identidade. Eu te amo demais para esperar que você compreenda meus motivos. Apenas lembre-se disso. — Suspirou novamente. — Se você arranjar um namorado que esteja disposto à se casar e assumir o trono contigo, tenho certeza de que podemos mudar a opinião de sua Avó sobre casamentos arranjados. Marrie Mongestern pode ter cabeça dura, mas faz tudo pela sua netinha.

Entrei no avião, ainda segurando o pingente.

- Eu odeio você! — Exclamei.

- E eu sei que é mentira! — Ela sorriu e saiu dalí.

FlashBack off.

Atualmente:

Acordei com um certo desconforto e enrolada por braços que não reconhecia. Me espantei e balancei minha cabeça para tentar me lembrar de algo da noite de ontem. Não estava no meu quarto. O ser estranho estava com o rosto enterrado no vão do meu pescoço e passava a mão, suavemente, por meu braço até chegar aos quadris e voltar. Podia ver o cabelo loiro-dourado e a tatoo escrita C&S na altura das costelas, que era marcada por um tanquinho estrutural. Sua respiração era uniforme e sua pele, quente.

Me sentei e tive o impulso de me deitar novamente, mas não o fiz. Eu estava nua. Completamente.

Me apavorei e tentei cavar por minha mente, procurando respostas. A única que tive foi a: Festa na casa de Izzy.

- Ai, Merda! — Choraminguei e o ser ao meu lado despertou, me mostrando seu rosto.

Jace Herondale, o primo irritantemente idiota de Isabelle.

- Oh, Deus! — Ele resmungou quando viu quem eu era. — A Izzy vai me matar!

Me deitei novamente, contendo as lágrimas de raiva, enquanto ele me encarava. Não entendi o por que até ter noção do que trajava. Corei e puxei os lençóis até o pescoço.

- Não tem nada aí que eu já não tenha visto! — Desdenhou.

- Meu Deus! Eu fui deflorada por um Americano! — Reclamei.

- Geralmente, as meninas esperam a vida toda para serem defloradas por mim! — Falou a palavra Deflorada como se fosse antiquada e motivo de riso. Americanos! — Praguejei mentalmente

- Você só não é mais irritante por falta de espaço!

- Esse é o jeito de falar com o Cara estonteante que tirou a sua...

- CALE A BOCA, SEU IDIOTA! — Me exaltei e logo vi a porta do quarto ser aberta fortemente, causando um barulho muito alto que ´piorou minha dor de cabeça.

Era Izzy na porta, com uma cara de espanto.

- QUE MERDA È... Clary?! — Gargalhou e eu puxei mais as cobertas. — AiMEUDEUS! Jace?!

- Hmm, Oi Belle?

- Você tirou a virtude da minha amiga, que feio! — Desdenhou de meu modo de falar também.

- Certamente.

- Querem saber? Vão queimar no Inferno, seus acéfalos! — Me exasperei. — Eu não tenho a mínima ideia do que aconteceu, só sei que estava bêbada e que esse... Americano... se aproveitou de mim. Mas estou disposta à esquecer totalmente esse assunto e seguir em frente.

Eles se entreolharam e Jace ficou rígido.

- Ok, eu irei pedir para a Theressa preparar o Desejum. Pode vestir-se e descer para acompanhar-me, Srt. Fray. — Sempre que eu a Chamava de Americana de um modo hostil, ela desdenhava de meu Jeito Inglês de Falar. — Iremos apagar essa noite do Histórico, Beleza?

- Ok. — Eu e Jace falamos em uníssono. Ela saiu e eu me levantei, injuriada, para colher minhas roupas do chão.

- Por que está tão irritada? Eu te machuquei? — Ele parecia realmente preocupado.

- Não é isso... É que, como já estou prometida, meu futuro marido deveria me deflorar. E...

- OuOuOu! Pera aí! — Ele parecia aturdido. — Como assim prometida?

- Princesas só podem assumir o Trono quando casadas. Minha avó está muito doente e minha mãe renunciou. Eu irei assumir o Trono assim que minha avó perecer, se estiver casada...

- Princesa? Clary, você é..? Pelo Anjo!

- Ops! Acho que falei demais. — Disse, em tom depreciativo.

- Claro! — Agora tudo parecia fazer sentido para ele. — Eu já estudei sobre a Família Mongestern em História. Não sei por que não percebi antes...

- Porque você é um idiota! — Revirei os olhos, já preparada para a chantagem. — Quanto quer para manter minha identidade oculta?

- Hmm, nada! Eu não quero participar dessa mentira. Vou fingir ignorância. Não vou ser coagido por seu medo de ser famosa, sua medrosa! — zombou.

- Minha mãe mandou que eu protegesse minha identidade, seu idiota! Depois que assassinaram meu pai, ela tem medo de que aconteça o mesmo comigo. EU não sou medrosa, você que é um galinha covarde que deflora meninas inocentes por aí e que não tem padrões! — Revidei.

- EU NÃO SOU GALINHA E TENHO SIM PADRÕES!

- Ah, Claro! — Desdenhei.

- Então que tal uma aposta? Já que você não é medrosa, eu te desafio a aprontar uma na escola. — Ele riu com pesar. — Se Você não conseguir, terá que ser minha criada por um mês e dormir no meu quarto.

Bufei e ri.

- Óbvio que não! Eu não devo provar nada a você!

- O que foi? Está com medo? - Zombou.

- C-Claro que não. Mas o que EU ganho se vencer a aposta?

- Eu não vou ficar com nenhuma garota durante um mês! — Esclareceu. — Aceita, ou vai amarelar? — Estendeu a mão para mim.

Se eu aceitasse, correria o risco de sofrer penitências na escola e, na pior das hipóteses, teria que ser uma Criada ( Ugh!) para com ele.

Se eu declinasse, a tese dele estaria comprovada.

Sem pensar duas vezes, apertei sua mão.

- Feito!

Notas finais
E aí???
Continua ou não??
Comente!!!
Beiijiinhos para as Jacecóticas!

Com amor e loucura,
Psicoticamente, A.