Notas iniciais
Heeeeeeey, JaceCóticas!! Cá estou eu, postando mais um capítulo fresquinho pra vocês!!! Bem, é isso néeh! Guilherme está perguntando qual foi a Pervertida que add ele no Facebook e mandou mensagens indecentes! Eu to de olho, Humpf! Quem está esperando o filme Fallen tanto quanto eu?? Já vou mandar fazer as camisas para mim e para minha prima! Eu vou de "Team Cam" e Lorenna vai de "Team Daniel"! Daniel é muito fofo, mas Cam é um pedaço de mal caminho! UiUi #Pirei. Já que TMI foi um fiasco total nas telinhas, vou apostar todas as minhas esperanças em Fallen. Vou acabar cometendo um crime para ir pra Sword&Cross! Minha mãe diz que eu sou doida por querer isso, mas fazer o que né?! Eu preciso de um Jace, ou um Cam, ou um Daniel até, ou um Patch, ou um Damen, ou um Edward, ou um Sasuke, ou um Ayato, Talvez um Shuu, pode até ser um Subaru ou Raito, até mesmo um Saito, ou o Kira. Podemos dividir um Death Note! Muahahaha Beijooos Psicoticamente, A. Ps: Pra quem gosta de fic SasuSaku: Visitem o perfil da JeffCokie! As melhoreeees SasuSaku's do Nyah!!! Tem Give me Love, Na onda do amor e a mais recente Broken Arrow. Recomendo toodas! ;3

POV Jace.

– Bom dia, Jace! — Disse Will, ironicamente.
– Vá pro Inferno! — Respondi, mal-humorado.
– Vish, Jace! — Protestou Tessa. — Pra que tanto mal-humor? Você tá assim desde de que a...
– Tessa! — Exclamou Izzy, a cortando.
– O Que Foi? — Perguntou a mesma, indignada. — Não estou falando nada demais. Apenas a verdade! O Jace deveria crescer e seguir em frente, a Clary deve estar fazendo isso.
– Tess! — Sussurrou Will, com autoridade. — Chega.
– Tá Bom! Tá Bom! — Tessa Jogou as mãos para o alto em sinal de rendição e se levantou. Antes de sair ela disse: — Mas você deveria crescer, Jace. Esse papo de perdi minha princesa já tá ficando velho!
Fiquei encarando o nada. Tessa — A Sonhadora — me disse para crescer? Okay, né...
– Não liga pra ela! — Disse Jem. — Ela só está irritada com a história. Sabe, ela gostava da Clary.
– E quem não gostava? — Disse Sebastian, se aproximando da mesa e sentando ao lado de Izzy. — Tudo bem que ela ficava maluca quando bebia, mas quem não fica? Nessa última vez, ela sentou no meu colo achando que eu era o papai noel.
Izzy e Will riram e eu só engoli em seco, lembrando da minha princesa.
– E o que ela pediu? — Perguntou Isabelle.
– Sebastian! — Exclamei, o advertindo.
– Que foi Jace? — Perguntou sarcasticamente e se virou para Izzy. — Ela pediu um homem de verdade porque Jace se recusava à dormir com ela. Ainda chamou ele de frouxo e de Gay.
E pronto! Todos caíram na gargalhada. Nem mesmo Jem se conteve.
Me levantei, irritado, e caminhei até a sala de aula.
Me sentei no lugar habitual, que era ao lado da princesinha, e fiquei esperando o sinal bater para a aula começar. Fechei meus olhos e coloquei os fones do Ipod. Deixei no "Reprodução Automática". A primeira música foi:
Carry on my wayward son — Kansas.
Troquei, até a música me mandava seguir em frente.
Sweet Child O'Mine — Guns'n'Roses.
Troquei, nada de música que me lembrava da minha Princesa. Mas o que não me lembrava da minha Princesa?
(I Can't get no) Satisfaction — Rolling Stones.
Droga! Ela cantou essa música no dia em que...
– Jace?! — Senti uma mão gelada segurar meu pulso e outra puxar os fones. Abri os olhos e vi a "VaCamille" — Era o jeito que a minha princesa chamava ela.
– O Que Foi Camille? — Perguntei, estarrecido.
– Ui! Acho que sua educação foi embora e ainda não voltou! — Respondeu com um sorriso que eu não retribui.
– Fala logo o que você quer, Camille!
– Hmm... Você! — Respondeu, com um sorriso malicioso.
– Desculpe, não temos isso no cardápio! — Falei, com um sorriso amarelo e ela bufou.
– Escute, Jace! Ela não vale tudo isso. Eu posso fazer você se esquecer da "Princesinha" em meia hora se você vier comigo até meu quarto.
Pensei por um instante. A Fray iria noivar e eu tinha que seguir em frente.
Segurei a mão estendida de Camille e deixei-a me guiar.

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POV Clary.

Essa era a minha rotina naquela semana infernal:
Acordar, Participar do desejum ( Coisa que eu raramente fazia), Ler, Praticar exercícios de Etiqueta, ir à modista para preparar o vestido de baile, Almoçar (Eu não almoçava), Mais exercícios, Ler novamente, Chá da tarde (Eu apenas sentava-me junto das outras damas), Passear pelo Jardim Italiano, Desenhar, Praticar Ballet, Jantar (Que eu não comia) e Dormir.
Tudo isso na companhia de minha Nojenta Prima Maia. Ela era falsa e fofoqueira. Adorava um mexerico!
Minha mãe vivia reclamando de meus hábitos alimentares. Dizia " Tem de se alimentar, minha filha!" ou até tentava obrigar-me à comer. Mas não dava! Sem Jace ali eu não tinha vontade de comer. Eu não tinha vontade de levantar-me de meus aposentos, e nem de sorrir, respirar ou até mesmo praticar meu tão amado Ballet. Eu só tinha vontade de chorar e chorar até cansar e render-me ao sono. E era isso o que eu fazia, toda noite, antes de dormir.
Acordei, pedi ajuda à Doroteia — Minha Governanta- para vestir-me e desci para a sala de desejum. Ter que "me vestir de princesa" todo dia era irritante. Aqueles vestidos longos de saia rodada com cores leves e sapatos de salto.
As meninas que viram "O diário da princesa" acham que podemos nos vestir como queremos em locais privados. Mas estão erradas! Minha avó é rústica, mulheres se vestem com vestidos longos e rodados — Nada mais, nada menos. Os sapatos então... Minha sorte foi a de trazer um All Star branco que Jace havia comprado para mim. Como meus vestidos eram longos, ninguém percebia. Então eu podia andar livremente e meus pezinhos ficariam tranquilos. Apenas o vestido me incomodava, é claro. Porém, estou acostumada com essas desavenças desde pequena.
– Bom Dia, Mamãe. Bom dia, Maia. — resmunguei, fazendo uma breve reverência enquanto segurava a saia do vestido, e Sentei-me na cadeira em frente à minha mãe. Pelo fato de minha avó estar doente, ela não participava de nosso desejum. O pior erro de minha vida foi levantar a saia para me sentar, pois a tão perceptiva Maia reparou em meus tênis e nunca que iria deixar essa passar.
– Que sapatos são esses, Pequena Clary? Achei que só usava saltos. — Falou Maia, com um sorriso sarcástico.
– São meus tênis. — Respondi, jogando a comida de um lado para o outro no prato.
– Quando comprou tênis, minha filha? — Perguntou minha mãe, com um ligeiro sorriso travesso.
– Jace deu-me de presente. — Falei por fim, sentindo meus olhos marejarem com a menção à seu nome.
– Quem é Jace? — Perguntou Maia.
– Ninguém de seu interesse! — Respondi, estreitando meus olhos para ela.
– Nossa! Que Mal-Humor. Por que ela está assim, titia?
– Acho que tem a ver com esse tal de Jace...
– PAREM DE FALAR COMO SE EU NÃO ESTIVESSE AQUI! — Berrei, me levantando e segurando a saia para retirar-me.
– Espere, Clary! Você nem comeu nada... — Argumentou minha mãe.
– Não estou a fim. Olhar para o rosto da Maia me fez perder a fome! — Exclamei e me retirei, correndo para o jardim — onde eu me permitiria chorar.
Aquela saia enorme estava me atrapalhando a correr, então eu simplesmente a segurei e rasguei toda a parte da frente, deixando-a no meio da coxa com uma calda até o chão atrás. Munique — A modista — Iria matar-me depois que eu lhe mostrasse o resultado de meu tão adorável vestido lilás.
Saí correndo para o jardim, me joguei entre as rosas e pus-me a chorar. Pouco liguei para os espinhos, mas já podia sentir o sangue escorrendo por meus braços e meu colo, sujando o lilás de vermelho. Depois de um tempo chorando tanto, decidi levantar-me e ir para algum lugar mais afastado. Só que sentia-me muito fraca e quase nem senti quando, ao andar, a escuridão tomou conta de mim.

POV Jocelyn.

– Para onde será que minha priminha fora? — Perguntou Maia, naquele tom falso com qual já me acostumei. Ela era tão verdadeira quanto nota de R$:3,00. Exatamente como sua mãe, Lilith, minha irmã.
– Não faço a mínima ideia, Maia! Por que você não vai procurá-la para mim enquanto eu falo com a Aphril.
– Sim, senhora! — Maia deu mais um sorriso falso e partiu a procura de minha filha.
Fui andando em direção a limousine e pedi para que Thadeu levasse-me até a casa do Duque de Helington.
Chegando lá, Hermy — Minha criada particular — bateu à porta e logo fui atendida. Aphril estava na sala de desenho.
– Jocelyn querida! Como vai a Clarissa?
– Oh, na medida do possível! — Sorri para ela. — E Nathaniel?
– Ele está ansioso para noivar com sua filha! — Respondeu. — Clarissa também está empolgada?
– De forma alguma! — Fui sincera. — Sabe como ela e Nate nunca se deram bem! Lembra-se daquela vez que ele à pendurou em uma árvore?
– Sim, Sim. Eu me lembro! — Aphril respondeu, rindo. — Esse casamento não será uma boa ideia. Mas Gerald é ambicioso, quer que nosso filho se torne um grande rei.
– Creio eu que isso não será possível, cara Aphril! Clary está apaixonada por outro garoto, um americano chamado Jace.
– Oh! — Exclamou, perplexa. — A Rainha sabe disso?
– Nem a Clary sabe que está apaixonada, mas eu percebi! — Confessei. — Depois de sair da América, a Clary não come, não fica de bom-humor, chora pelos cantos e ainda fica falando o nome dele enquanto dorme. Toda vez que tocamos no nome dele ela fica perplexa, toda vez que falamos de amor ela cora e fica no mundo da lua e, quando foi despedir-se dos seus colegas, mandou que parassem o carro, desceu e deu-lhe um beijo apaixonado. Deseja mais provas?
Aphril sorriu e sibilou negativamente.
– E por que então não deixou que ela ficasse na América? — Perguntou.
– Porque A Rainha pediu que não. Ela deseja mais que tudo que a Clarissa seja rainha. Porém, eu tenho um plano para que a Clary não precise Reinar, porém necessito de sua ajuda.
Aphril pareceu pensar, mas por fim, falou:
– Estou à disposição! Conte-me!

Notas finais
Então?? Mereço Reviews?? Quem quer saber o plano da Tia Jocelyn? Próximo capítulo: Altas Confusões, muito drama e porradaria! Será?? Beijiiinhos Psicoticamente, A.