Notas iniciais
Heeey, Jacecóticas! Como vão?? Aqui vai mais um capítulo de A aposta! Espero, de coração, que vocês gostem!! Beijiiinhos para as novas JaceCóticas na área! Um salve pra vcs!! s2s2s2s2s2 Psicoticamente, A.

– Vamos logo princesa! Ou vai amarelar? — Provocou-me.

– Não irei amarelar! Apenas dê-me um tempo. — Respondi.

– Por que você fala desse modo arcaico? É tão difícil falar na linguagem do Século XXI?

– Não te interessa! — Revidei. Jace me desafiou à aprontar na escola. Bem, o desafio dele não era uma coisa fácil de realizar. O plano estava dividido em duas partes: A primeira era a que eu teria que ligar para a Diretora Campbell e afirmar que sua Filha estava no hospital. Como uma excelente mãe coruja, ela iria se retirar e me daria a oportunidade para a Segunda parte: Eu teria que entrar em sua sala e alterar as notas de todos os alunos do 2* ano para A+.

Disquei o número da Diretoria. No Segundo toque, ela Atendeu.

– Berdin Oliet Academy, O que deseja?

– Hm... — Enrolei e Jace riu ao meu lado. Bufei de frustração e desliguei o telefone.

Sim, eu era covarde demais para cometer um Delito desses. Minha educação era esplêndida, no meu país esse tipo de comportamento era um absurdo.

– Amarelou, princesa? — Zombou, me deixando estarrecida.

– Cale-se Herondale! Se sua mente não fosse tão inferior, eu até me permitiria discutir contigo. Porém, ela é. Não há nada que eu possa fazer, sempre será!

Ele sibilou para mim, furioso.

– Sabe, Fray? Eu até pretendia te liberar da aposta, mas você gosta de me afrontar! Irá ser minha criada por um mês inteiro. A partir dessa noite. Ou não irá cumprir o que prometeu?

Ele estava questionando minha palavra!

– Claro que irei!

– Ótimo! De agora em diante só poderá me chamar por dois nomes: Meu Senhor ou Amor. Isso você irá decidir. — Estava em sua face o quanto ele adorava me torturar. Mostrei-lhe o dedo Médio, mas logo me arrependi ao ver o olhar de espanto em seu rosto. Junto com seu sorriso de escárnio.

– Isso não é uma atitude de Princesa! — Sorriu.

– Princesas também não estão autorizadas a Mandar os outros irem para o Inferno, mas eu não ligo! — Revirei os olhos. — Eu quero que você queime no inferno e leve esse sorriso junto!

Seu braço contornou a minha cintura e ele me trouxe mais para perto, roçando os lábios na minha orelha e trazendo calafrios por meu corpo.

– Cuidado, Fray! Essa brincadeira pode ser perigosa. — Sussurrou. Cerrei os dentes. Ele iria ver o Que era perigoso. Colei as mãos no seu peito e o empurrei até chegar à parede. Me aproximei, cravando os olhos nos seus e deixando meus lábios perigosamente perto dos seus. Mal se tocavam, e Jace suspirou. Eu podia sentir a estática no ar. O clima estava com uma tensão absurda. Mordi meu lábio inferior e senti o olhar dele sobre o mesmo.

– Como quiser, Senhor! — Quando tive a noção de que ele esperava um beijo meu, me afastei e ele me olhou zangado e parcialmente frustrado. Eu ri.

– Sua diaba! — Debochou. — Arrume suas coisas, eu irei te buscar essa noite!

Revirei os olhos quando ele saiu.

No que eu me meti dessa vez?

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Toc Toc Toc.

Abri a porta e vi um Jace com um sorriso reluzente.

– Ah, que ótimo! — Revirei os olhos.

– Está pronta, Diaba?

– Não me chame assim! — Ne exasperei.

– Eu irei te chamar como eu quiser, você é minha Criada! — Puxou-me pelo braço e me roubou um beijo. Não consegui evitar e derreti em seus braços. — Boa garota! — Sussurrou tórridamente em meu ouvido. Bufei e me livrei de seu aperto. Eu ia pegar a minha mala, mas ele me repreendeu.

– Pedi para Izzy comprar roupas para você! Não gosto do modo antiquado como se veste! — Desdenhou.

Olhei para o que eu trajava. Um vestido branco que batia um palmo acima dos joelhos. Era branco e delicadamente rendado.

Eu só usava vestidos. Sempre! Nada muito decotado e nem muito curto. Tinha que ter compostura em público. Minha avó sempre dizia que vestidos eram as peças que uma Dama deveria usar, somente. Não deveríamos mostrar nossas pernas em sshorts curtos, nem nossos seios em blusas e vestidos decotados, muito menos nossas curvas em calças Jeans.

Que eu era linda, ninguém podia negar. Meu único defeito era a altura. Meu rosto era fino e suave, com olhos verdes como esmeraldas e lábios carnudos e convidativos, minhas bochechas típicas de uma garota inglesa, rosadas e os cílios de bonequinha. Meu busto era farto e minha cintura fina. Minhas pernas torneadas e quadril não muito largo. Meus cabelos eram ruivos e ondulados, descendo até a cintura. Aqui, os americanos comiam muita coisa gordurosa, como Hambúrgueres, hot dogs e Pizza. Eu, como era vegetariana e Saudável, odiava esse tipo de cultura gordurosa. Minha mãe era bem pior do que eu. Ela era Vegana.

– Meu modo de me vestir não é antiquado!

– Ah, como é... — Riu.

– Vamos logo, Jace!

– Já falei como deve me chamar! — Me repreendeu novamente.

– Vamos logo, Senhor! — Segurei sua mão, sentindo o rosto esquentar ao sentir os olhares raivosos das meninas do meu dormitório. — Deus! Quantas meninas você deflorou por aqui?

Ele riu do meu espanto.

– Deflorei? Só você. — Riu de escárnio. — Se está perguntando com quantas meninas eu já dormi por aqui? A resposta é quase todas do 1* ao 3* ano. Menos a Izzy e Aline Penhalow, mas só porque o Simon gosta dela.

– E depois diz que não é galinha! — Murmurei para mim mesma. ELe apenas riu e abriu a porta de seu quarto para que eu pudesse entrar.

O quarto era perfeitamente organizado e havia várias sacolas de lojas de Griffe em um canto. A cama era de casal e a mesa ao lado da cama, havia um porta retratos com a foto de um Homem muito parecido com Jace, só que uma versão mais velha, e uma mulher linda, cujo sorriso contagiava. Eles se abraçavam e sorriam um para o outro, com um olhar apaixonado. Deviam ser os pais dele! — Supus.

– Como você conseguiu ter uma cama de casal?

– Tenho os meus contatos! — Se orgulhou de seu argumento. — suas roupas estão nas sacolas ali no canto.

– Seu quarto é bem organizado! — Afirmei, surpresa. Ele deu de ombros. Me direcionei até aquele canto e peguei as sacolas. Tinha Várias saias — Muito curtas-, Vestidos — Colados e igualmente curtos-, Blusas -Decotadas-, Jeans -Em modelos apertados- e Alguns sapatos com saltos altíssimos.

– Eu não posso usar isso! — Me estarreci.

– Claro que pode! — Riu e o senti me abraçar pelas costas. Enterrando a cabeça no vão do meu pescoço. Me virei r o afastei. — Qual é o problema, Princesa?

– Tenho que guardar o pingo de resguardo que me resta para o meu futuro noivo. — Exclareci.

Ele bufou.

– Noivo! Você não pode deixar Escolherem um noivo para você! Isso é ridículo!

– Isso não é do seu interesse! — Exclamei.

– Claro que é do meu interesse! Contando que eu te fiz gritar o meu nome duas noites atrás, isso faz com que eu tenha o direito de considerar que temos algo importante.

– Você está brincando com minha paciência! — Ri. — E você não me fez gritar seu nome!

–Ah, é mesmo! Eu te fiz Gemer meu nome! — Declarou e eu dei-lhe um tapa no braço. — Várias vezes, enquanto eu...

– Cale a Boca! — Gritei.

– A verdade dói! — Zombou.

– Mas minha mão acertando sua face irá doer mais!

– Isso é uma ameaça? — Perguntou, com um olhar desafiador.

– É um aviso! -Sustentei seu olhar e um sorriso de canto surgiu em seu rosto.

– O banheiro fica ali! — Apontou para a porta ao lado do armário. — Tem roupas de dormir já em cima da pia. Izzy que escolheu tudo. Pode tomar um banho e dormi. Amanhã irá ser um longo dia.

Bufei e fui para o banheiro. Havia uma toalha limpa e uma muda de roupas.

Tomei um banho, deixando a água levar o stress de meu corpo. Me enxuguei e fui vestir a roupa.

Era ridícula! Absolutamente ridícula! Era uma camisola de cetim que parava no meio da coxa. Minhas pernas ficavam completamente expostas. Eu me recusei a sair do banheiro vestida daquele jeito.

– Venha logo, Princesa!

– EU NÃO VOU SAIR ASSIM! — Berrei. E ele veio me buscar no banheiro. Não adiantou eu resistir, ele conseguiu me tirar dali.

– Está muito Garbosa, Princesa! — Zombou de minha fala. — Uau! Suas pernas estão...

– Cale — se!

– Ok. — Disse, rindo e se deitando em um lado da cama.

Fiquei parada ao lado da mesma.

– Onde irei dormir?

– Aqui, comigo! -Falou como se fosse Óbvio.

– Não! — Exclamei.

– Olha, Fray! Não há nada aí que eu não tenha visto. Nós já dormimos assim antes e, dessa vez, eu não irei fazer nada contigo. Se não quiser dormir no chão, fique na cama! Se não quiser ficar na cama, durma no chão! — Declarou, dando as costas para mim. Deixei o ar sair de minha boca em uma lufada de frustração e peguei um lençol de cima da cama, forrando-o no chão e me deitando.

Sim, eu era teimosa!

Mas depois de um tempo, comecei a ficar com frio. Sem nenhuma coberta para recorrer, me levantei e deitei na cama — sentindo-me derrotada. Jace, que eu achava estar dormindo — soltou uma risada e me abraçou por sobre as cobertas.

– Eu sabia que uma hora você cederia! — Desdenhou. — E não revire os olhos!

Como ele sabia? Eu era tão previsível assim?

Com o tempo, o sono me abateu. E a segurança de estar envolta por Jace me aqueceu.

*O que eu estou pensando? Ele é só mais um Canalha idiota!

Boa sorte, Princesa!

Notas finais
E ae?? Mereço Reviews?? Espero que tenham gostado! ;) s2s2s2s2s2s2 Beijiiinhos do Jace! ;) Psicoticamente, A.