Notas iniciais
Heeeeeeeeeeeeeeey Jacecóticaaaaas! Acabeiii de chegar da escola, e vou escrever um capitulo problemático de A Aposta para vocês que não vão acreditar no que eu vou contar: A Nova tecPix é a câmera mais vendida do brasil!! KKKKs ( N/Leitoras: Procura direito, porque eu não achei a graça!) Para quem ainda não sabe, eu começei uma nova fic Chamada: O beijo do anjo. Conto com a presença de vocês lá para dar reviews, hein! *Aguardando* Tá ae o capítulo Polêmico, espero que vocês choquem e tenham *Infartos no coração* - Hahahaha Beijiiiiinhuhs Psicoticamente, Jaky Fray. ( Eu roubei a ID da Jaky e ela roubou a minha, então... QUE COMEÇE A GUERRA! )

Duas Semanas após a conversa com Jace.

*Castelo Mongester, 11:00H.*

POV Clary.

Eu estava caminhando pelos corredores do castelo, meu casamento aconteceria em quatro dias e eu tinha de me preparar psicologicamente.

Minha saúde não estava nada boa: tonteiras me atormentavam, Enjoos me consumiam e vontade de vomitar. Achei que minha "Depressão" havia voltado, então começei à passar mais tempo com as meninas para que me alegrasse um pouco. Realmente ajudava, a não ser pelos enjoos na hora de comer.

Maia estava sempre ausente, Nathaniel também. E eu passei à achar isso estranho. Hoje, quando ela terminou seu desjejum, eu a segui.

Estava fazendo isso agora mesmo, seguindo pelos corredores não muito utilizados, até ouvir sua voz vindo de um quarto.

Sabia que era errado e que uma princesa não deveria bisbilhotar, mas... Ah, que se exploda a monarquia!

Me escorei na porta e prendi a respiração para poder ouvir a conversa.

– Logo, meu querido Nate, reinaremos juntos por este castelo.– Disse a voz de maia, com ânimo. - Depois que você se casar com aquela ruiva irritante, ela poderá "simplesmente" beber algo envenenado, assim como fez o pai dela. Ah... Se ela soubesse que não foi seu tio quem o envenenou e sim minha mãe...– Soltou uma risadinha animada. - Agora eu completarei o serviço e eliminarei, de vez, os Mongestern do poder.

– Meu amor, quanta maldade!– Exclamou a voz de Nathaniel, com falso horror. – Sua mãe não lhe ensinou que é feio mentir, fingir e roubar? Porque você quer roubar o trono da Clarissa.

– Não, ela me ensinou que eu devo fazer de tudo para estar no topo e de tudo eu farei!– Respondeu Maia, com certeza.

– Nós faremos. - Disse Nathaniel e logo pôde-se ouvir barulhos de beijos.

Trinquei os dentes por irritação e me afastei da porta, com uma vontade imensa de entrar lá e matar os dois. Apenas dei mais um passo para trás e pretendia sair dali e contar para minha mãe o que tinha acabado de ouvir. Mas, sendo desastrada como eu sou, bati em uma mesinha de canto com uma estátua do Busto de meu Bisavô Reymond Mongestern e o mesmo caiu, causando um alto barulho.

– O que foi isso?– Perguntou a voz de Nathaniel, assustada. Eu, sem bancar aquela garota burra dos filmes que esperam o vilão abrir a porta para começar a correr, saí em disparada para algum lugar, em qualquer lugar. Mas não consegui sair do campo de visão de maia quando a mesma abriu a porta.

– É a Clary! — Exclamou, logo vindo atrás de mim.

Eu tinha que correr bastante, ou estaria perdida.

POV Autora.

Clary corria pelos corredores, ouvindo atrás de si os passos rápidos de Maia.

Atravessou o Grande salão, passou pela cozinha, cruzou o Jardim e enfim chegou à área da Piscina. Viu que ali estava encurralada, já que a única saída vinha de onde Maia iria chegar. Tentou fazer um retorno rápido antes que ela chegasse ali, mas a mesma Logo chegou, tapando a saída com seu próprio corpo.

Maia caminhou até Clary com uma expressão desdenhosa, estalando a língua três vezes em reprovação.

– Clary, Clary, Clary! — Começou, antes de gargalhar malevolamente. — Achou mesmo que poderia fugir de mim?

– Eu não tenho medo de você! — Rosnou a ruiva, destemida. Mas sabia que Maia tinha sangue de barata e que iria fazer o que bem entendesse.

– Mas é bom ter, porque eu não pretendo te deixar sair viva daqui. — Declarou a morena. Ficando em frente da baixinha.

– Por que você é tão má?

– Por que? POR QUE? Porque, ao contrário de você, eu não tive todo esse prestígio. Não fui mimada, não tive status de princesa, não cresci em um castelo... Está aí o seu "Porque". — Disse Maia, Antes de empurrar Clary na enorme piscina do castelo.

Clary, que não sabia nadar e era traumatizada por um incidente de infância, não pôde fazer nada à não ser imergir e submergir, clamando por socorro. Maia apenas se divertia com a situação, as vezes até rindo com sua pura maldade.

– SOCORR... — Tentou pedir, antes de submergir novamente. Quando conseguiu impulso para subir, clamou pelo único nome que veio à sua mente, depositando naquelas simples quatro letras toda a sua esperança e vida. — JACE!

Quando afundou, não conseguiu mais imergir. Então, aceitando o inevitável, fechou seus preciosos olhos verdes e se permitiu morrer.

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Jace, que estava pretendendo tomar um banho de piscina junto de Alec e Izzy — que estavam ao seu lado — ouviu seu nome ser gritado pela voz que tanto amava e, sem pensar duas vezes, começou à correr em direção a piscina. Isabelle e Alec o seguiram.

Quando adentraram ao local, depararam-se com uma Maia assustada na beira da piscina, apontando para a água e chorando.

Jace olhou para o emaranhado ruivo no fundo da piscina e, sem nem pensar direito, pulou naquele local. Agarrou a menina, a puxando para fora d'água, e levou à para a beirada em seu colo.

A deitou no mármore e se ajoelhou ao seu lado, fazendo pressão sobre seu peito três vezes antes de colar os lábios aos seus, tampando o nariz com a mão e fazendo respiração boca-a-boca.

Água saiu da boca da menina, mas ela não acordou. Apenas tossia.

– Chamem ajuda, os médicos, qualquer coisa! — Gritou e Isabelle logo caiu em si, correndo atrás de ajuda.

Jace continuou tentando acordar seu precioso amor, mas nada aconteceu.

Então esperou a ambulância chegar e foi com ela, ainda ensopado, para o hospital.

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Após algumas horas sentado na sala de espera da Emergência do hospital, com frio pelo fato de estar molhado em um lugar com ar-condicionado, Jace estava nervoso. Roendo as unhas.

Jocelyn estava preenchendo os papéis e Isabelle estava chorando em um canto, junto de Maia.

Uma enfermeira passou por ali, parando em sua frente.

Você está acompanhando a senhorita que acabou de ser atendida? — perguntou a moça e jace assentiu.

– Como ela está? Vai ficar tudo bem? Ela vai morrer? Ela já acordou? Meu Deus, se ela morrer eu me mato junto! — Metralhou, amedrontado.

A enfermeira riu suavemente, o que afastou Jace do desespero.

– Calma, senhor! Está tudo bem com ela. — Começou, sorrindo amigavelmente. — Com ela e com o bebê.

Notas finais
E ae? Mereço Reviews?? Hein?? Beijiiiinhuhs Psicoticamente, A.