A Aposta

16 Coração Dolorido


Notas iniciais
Hello! (:
Então, a sa-chan fez esse capítulo maravilhoso, particularmente eu achei o melhor (: , espero sinceramente que gostem!
OBS: sinto muito anjos, mas a indicação infelizmente não chegou... Só posso dizer que foi mágico nadar com sereianos ;D
Até lá em baixo!

Hermione acordou com braços macios a envolvendo ao redor de seu corpo frágil e feminino. Ela podia sentir levemente a essência masculina invadir suas narinas, aquele cheiro delicioso era o aroma de Draco Malfoy.

Seu primeiro sentimento foi de prazer, ontem a noite ela fora golpeada por um prazer inimaginável, fora um momento único em sua vida e que por incrível que pareça Hermione gostou que tenha compartilhado esse seu precioso momento , com o loiro que roncava no seu ouvido nesse exato minuto.

Porque era tão difícil? Porque era tão difícil dizer em voz alta que o amava? Dizer que naqueles segundos nada mais importava, só ele. Que se estivesse acontecendo um incêndio, invés de Hermione correr, para salvar seus livros preferidos, ela correria para salvá-lo das chamas crepitantes e fatais, do fogo. Porque era tão complicado admitir?!

Não havia mais dúvidas para ela. Aquele sentimento brotava dentro dela de maneira desesperadora.

Era incrível, mais ela adorava o modo como nasciam covinhas debaixo dos olhos de tempestade quando ele sorria, ela adorava quando ele lançava aquele riso rouco e sarcástico para ela, e ela adorava a sensação dos lábios masculinos nos dela, sempre tão ferozes e provocantes.

Seu segundo sentimento foi a dor.

Seu corpo doía pelo o que acontecera na noite passada, principalmente sua feminilidade. Ela ardia e pulsava levemente. Mas toda aquela dor valia a pena para Hermione, pois o prazer da noite anterior e a alegria de ter aquele loiro lindo ao seu lado compensavam tudo.

Ela corou quando percebeu que estava nua, e ela ouviu a pequenina cabana se chacoalhar levemente quando o um fortíssimo vento soprou das redondezas. Com cuidado ela tentou se livrar dos braços masculinos a sua volta para ir se vestir, mais fora inútil.

Os braços de Draco estavam rígidos, envoltos do corpo de Hermione, como se estivesse decidido, mesmo que inconscientemente a não se afastar dela. Ela usou um pouco mais de força e sem querer acabou o acordando.

-Me desculpe – Sussurrou Hermione se sentando na cama enquanto Draco se ajeitava ainda deitado a seu lado também nu– Não queria ter o acordado Ahhh – Ela gemeu quando mudou de posição sua feminilidade ardeu novamente.

-Sem problemas... – Disse sorrindo mostrando os dentes brancos e reluzentes na luz fraca e apoiando a cabeça com as mãos- Não quero que a noite acabe... — Disse olhando-a de repente e se sentando ao seu lado colocando de leve os dedos em seu queixo.

- Também não queria que a noite acabasse, mas nem tudo é eterno – Disse tristonha – E já amanheceu...

-Quem liga? – Disse a envolvendo com os braços e beijando a pontinha de seu nariz – Não precisamos da noite e de uma lua cheia, basta fechar os olhos que vamos estar no escuro e no paraíso ao mesmo tempo – Disse tentando colocar seus lábios nos de Hermione, mas a mesma se esquivou.

Mesmo ela querendo ser atingida por aquela onda deliciosa de felicidade e prazer que Draco conseguia proporcionar a ela, seu corpo doía.

- Draco, estou dolorida... — Disse Hermione sem jeito.

- Ah me desculpe – Disse ele desajeitado ele não queria ser grosso – Deixa eu cuidar de você? – Ele sussurrou para ela enroscando seus dedos longos nos cachos castanhos.

- Não precisa – Disse Hermione sorrindo e roçou com delicadeza sua boca aveludada na dele – Só preciso de um banho.

E antes de sair da cabana, para tomar banho no lago Hermione se vestiu com a primeira peça de roupa que conseguiu encontrar, ela ansiava por um banho, não só para seu corpo estar limpo e para atenuar a dor, proporcionando um efeito relaxante, mas também para pensar. Pensar que sua vida virara de ponta cabeça , pensar que aquilo tudo estava errado que invés de amá-lo ela deveria estar longe dele.

Draco observava Hermione da pequenina janela. Ele vira a forma graciosa com que ela chegara a beira do lago e se despira mostrando seu corpo glorioso que parecia que tinha sido desenhado por Deuses.

Aquilo estava tão errado!

Ele não podia sentir aquilo que crescia dentro dele, ele jamais deveria tê-la beijado na vida, pois os lábios de Hermione eram como uma droga, que quando se usa a primeira vez era impossível largar a preciosa sensação daqueles lábios de mel nos dele.

E assim, com os pensamentos esvoaçantes ao longe de repente, uma enorme dor o atingiu abruptamente fazendo com que ele caísse de joelhos no chão. Aquela dor...!

Ele sentia como se inúmeras agulhas o estivessem alfinetando seu cérebro, era doloroso olhar. Era como se aquela dor o estivesse corroendo de dentro para fora e desesperado, ele puxou os fios de seus cabelos loiros e sedosos com o intuito de atenuar a dor, mas era impossível.

Draco sentia o que estava acontecendo. Era o lorde das trevas que estava invadindo mais uma vez sua mente, mas desta vez era impossível esconder, era impossível não pensar nela depois da noite que tiveram, mas mesmo assim ele tentou, pensou em Hogwarts... Em sua família, em tudo menos nela, mas era difícil sempre que ele fechava os olhos era o sorriso perfeito dela que lhe atingia a mente. Será que o grandioso e temido Lorde das Trevas não iria gostar se Draco Malfoy um sangue puro e comensal estivesse começando a se apaixonar por uma sangue-ruim?

“Venha me ver...”

A voz esganiçada, porém fatal, do Lorde ecoou na mente de Draco e a dor, que estava em sua cabeça, se espalhou para o resto do corpo aos poucos, fazendo-o deitar-se no chão frio e começar a espernear-se. Como a dor era agonizante!

“O-O-Onde?”

Mesmo que Draco estivesse falando isso em pensamento sua voz saiu sôfrega e tremula. Nesse instante ainda dolorido seu rosto encontrava-se ainda mais pálido, e cheio de gotas de suor por toda a parte. Seu rosto contorcido pela dor estava com as sobrancelhas unidas.

“Na mansão Malfoy, que agora pertence a mim”

E com a mesma velocidade que a dor veio, ela sumiu, mas o corpo de Draco ainda pulsava pela dor que o golpeara segundos atrás.

E, agora os pensamentos de Draco eram só dele.

Ele se lembrava agora. Antes de ir para Hogwarts, seu lar fora tomado por Vordemort, que agora era o local onde o Lorde e seus escrupulosos comensais residiam. Mesmo que ele não tenha visto Voldemort lá dentro entrando nos cômodos que ele sempre chamara de lar, era doloroso só pensar no assunto, saber que a mansão, um lugar onde ele já vivera e que já chegara a ser feliz antes de tudo isso se atenuar, agora um monstro morava lá e fazia o que queria com as pessoas em seu interior.

Mais porque o Lorde queria vê-lo?

Essa pergunta martelava tantas e tantas em sua mente que chegava a incomodar.

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“Porque? Porque?!”

Rony fazia a refazia essa pergunta em sua mente a todo instante.

Porque ele, nunca pôde superar Harry Potter?vPorque aqueles olhos orientais de Cho nunca o olhavam como deveriam?

Ele já pensara mais do que o necessário nela, ele não podia evitar. Ele estava sentindo, mas do que uma boa amizade pela linda donzela de cabelos negros e lisos e de enigmáticos olhos orientais que o deixavam louco.

Rony soltou um mumoxo ao recordar que ele não passava de um brinquedinho nas mãos habilidosas dela, nada mais nada menos do que um mero objeto para fazer ciúmes em Harry Potter.

Mas Cho, não sabia como ele ficava abobado todas as vezes que ela o beijava na frente de Harry, ela não sabia que ele sempre suspirava quando a via linda e radiante pelos corredores, e ela não sabia como ele sorria de forma bela, quando ela vinha em sua direção e lhe beijava os lábios.

Mas era tudo fingimento, era tudo enganação, tudo que estava acontecendo era somente para fazer ciúmes a Harry Potter. Como ele queria que aquilo fosse real...

Ele sempre seria a sombra do Harry, ele nunca iria conquistá-la por si só, e isso doía em seu peito como se uma mão fria apertasse seu coração sem dó nem piedade.

Talvez ele deveria dar finalmente uma chance a Lilá, a garota que, apesar de enjoada era linda, mas ao invés dos cabelos negros e lisos de Cho, a garota tinhas lindos cachos dourados.

Isso não importava.

Vagando tristonho pelos corredores de Hogwarts, ele encontrou justamente quem ele queria evitar. Era ela. A dona de seus pensamentos.

-Rony! – Disse sorrindo correndo em direção a ele.

Depois do “acordo” feito por ambos, eles sem a presença de Harry, eram ótimos amigos, e Cho igualmente a Rony, suspirava sempre que via a imagem de Rony pelos corredores.

Como ela gostava dele também!

Seus cabelos vermelhos a encantavam, e ela amava o modo como sua face extremamente pálida corava quando ela o beijava na frente de Harry para causar ciúmes. Ela não estava se sentindo confortável com isso, ela achava que Harry não valia o esforço para usar Rony dessa maneira, por isso a morena fora falar com o ruivo sobre isso , mas ao aproximar-se ela notou o rosto do Ruivo mais rígido ele parecia mais...frívolo.

-Preciso falar com você – Disse Rony sem ânimo.

Ele não queria ter que fazer isso, ele não queria ser frio mais ao pensar no assunto com clareza ele cansara de ser somente um objeto para provocar Harry Potter. Como ele odiava ter que perder até a garota que ele gostava para Harry!

- Fale... — Disse sorrindo levemente a menina oriental ela já ficava contente somente por vê-lo.

- Está na hora dessa brincadeirinha acabar – Disse com a voz firme mais dava para ver constrangimento em suas feições e movimentos – Lilá não está gostando nada disso... — Disse roçando seus dedos nos cabelos vermelho vivos.

-C-Como? – Disse inocente.

-Não sou um brinquedo Cho... Não vou deixar Lilá irritada só para continuar com o seu teatrinho de irritar o Harry...

- Era disso mesmo que eu iria falar... — Ela já ia começar a falar ela já ia dizer que Harry não valia tanto para fazer isso com o ruivo que agora era seu melhor amigo e que em alguns instantes ela também confundia seus sentimentos e se assustava com isso.

- Não fique chateada Cho. Só não quero irritar Lilá – Disse o Ruivo interrompendo-a.

Ele nem falara com Lilá sobre isso , decidiu na hora , como uma maneira de dizer a Cho que aquela brincadeirinha estava acabada e que queria que ela sofresse de alguma forma, ele falaria com Lilá depois e a pediria em namoro , ele sabia que a loira iria aceitar.Ele podia sentir a tristeza na face da garota oriental.E o Ruivo não podia negar que ficara triste em não ter mas Cho como namorada mesmo que sege apenas na frente de Harry.

Era tão estranho parecia que os dois, estavam conectados por um magnetismo um elo, que fora rompido com brusquidão e isso doía.

Cho não entendia o porque, mas ela sentiu um rasgão em seu peito logo após Rony comentar sobre Lilá e desconsolada saiu correndo para seu dormitório , antes que Rony notasse as lágrimas cristalinas que caiam dos olhos orientais.

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Estava tudo pronto

Draco pensou. Já era noite na floresta proibida e o castigo deles só acabaria amanhã de manhã. Ele iria visitar o Lorde e se tivesse sorte de voltar com vida ele, chegaria ao amanhecer no castelo.

Draco pensava nos detalhes minuciosamente. Ele chegaria até a casa dos gritos pela passagem do salgueiro lutador, e depois partiria em rumo a sua mansão onde o lorde o estaria esperando.

Como ele odiava deixar Hermione sozinha no meio dessa cabana. Apesar de saber que ela era uma mulher forte e uma bruxa poderosa, ele não gostava da idéia de deixá-la.

A Castanha estava nesse exato momento fazendo uma caminhada pela floresta, segundo ela porque ela queria tomar um ar fresco, mas ele sabia que ela estava pensando sobre eles. Sobre esse amor irreal e impossível, mas que acontecera e que teria conseqüências catastróficas.

Ele queria um beijo apenas, só para se despedir mais antes de partir uma leve brisa fria o atingiu o rosto fortemente como um abraço acolhedor, e ele abraçou o vento como se ele fosse Hermione.

- Eu te amo – Ele sussurrou enquanto a brisa parava com leveza.

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Toc Toc

Draco bate da porta de sua própria mansão.

Como aquilo era humilhante pensou ele.

Bater na porta de sua própria casa, de sua própria mansão de seu próprio lar.

Bellatrix o atende na porta e logo que o vê de imediato a mulher lança seu sorrido maléfico para Draco, fazendo o loiro tremer novamente.

- Porque demorou Draco? O esperávamos impacientes – Disse Bellatrix com voz esganiçada de sempre e zombeteira – Não deveria ter deixado o Lorde esperando tanto, sua situação já não é das melhores, não deveria aborrecê-lo.

Draco bufou, e entrou dentro da mansão aborrecido.Como ele odiava Bellatrix , ainda mais ali na sua casa , estando sob o mesmo teto que o dele.Ela além de cruel era sarcástica e maléfica.

- Venha – Disse ela sorrindo e logo em seguida dando a sua rotineira risada maléfica e Draco sentiu que o que o aguardava não era nada bom.

Draco seguiu Bellatrix, e enquanto andava ele repara nos cômodos de sua antiga casa, estavam diferentes. A mobília havia sigo mudada de lugar se tornando um lugar mais... espaçoso. Provavelmente Voldemort queria um espaço mais amplo para treinar duelos com seus comensais.

Bellatrix o levou onde, ele reconheceu ser a sua antiga sala de jantar. Também estava diferente, a grandiosa mesa não existia mais juntamente com o tapete luxuoso , mais Draco reparou que os antigos quadros que sua família sempre tivera ainda estavam lá.Todos os fantasmas de dentro do quadro o olhavam com piedade e medo.

No fim do grandioso salão existia uma grande cadeira mais parecida com aquelas poltronas acolchoadas de reis e sacerdotes. Foi quando o viu.

Sentado a cadeira, com a pele branca como o giz com fendas ao invés do nariz, com a cabeça também branca e sem cabelo igualmente ao resto do corpo, com seus olhos penetrantes de vermelhos vivos com duas fendas iguais as de um gato astuto e feroz.

Lá estava ele o temido e indomável Lorde Voldemort.

Ele encontrava-se sentado com alguns comensais da morte nas laterais das paredes. Todos pareciam que o esperavam. Dentre os começais ali presente Draco reconheceu um em especial, e seu coração se apertou em um batimento falho. Aquele era seu pai, com os mesmos cabelos loiros claríssimos iguais aos do filho, porém Lúcio estava com o rosto mais deplorável cheio de olheiras e cansado.

Como ele queria voltar a ser aquele garoto! Aquele garoto que corria radiante para os braços de seu pai, agora ele mal podia olhá-lo, e nem abraçá-lo o Lorde estava presente vendo seus movimentos.

No centro do salão havia um luxuoso tapete vermelho, ao qual no final do mesmo havia a majestosa poltrona de Voldemort que aguardava Draco caminhar até perto dele.

Ao ver o Lorde mais de perto seu corpo tremeu novamente, e ele aguardou silencioso até esperar Voldemort começar a falar.

-Olá jovem Draco... Há quanto tempo.- A voz do Lorde ressoou no silencio.

Draco apenas acenou.

- Eu estava te checando um dia desses, invadindo sua mente perturbada examinando seus pensamentos mais profundos... E vergonhosos – Acrescentou- E devo dizer que não gostei do que vi.

- Do que não gostou, meu Lorde?- Como ele odiava o modo respeitoso quando tinha que falar com ele os pensamentos eram dele, era ele que deveria decidir sobre eles e não Voldemort

- Tem uma garota na sua vida... Uma sangue-ruim não é? – Disse inesperadamente sua voz sempre era calma mais Draco podia sentir o tom áspero de ameaça ardendo por trás de suas palavras.

-Não existe nenhuma sangue-ruim em minha vida – Disse Draco ríspido.

De repente Voldemort abre um sorriso deixando seus dentes podres a mostra

- Eu esperava que dissesse isso – disse radiante esticando a varinha e Draco esperou a dor o atingir – CRÚCIO!

-AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH

A dor era forte e agonizante muito pior que quando ele invadia sua mente, era uma dor mais forte mais fatal mais... Crucial.

- SIM EXISTE UMA! – Gritou Draco em meio a dor ele estava jogado ao chão e se esperneava de dor.

-Uma o que? – disse sarcástico e uma risada cruel extravasou de seus lábios – CRÚCIO!

-AAAAAAAAHHH – Gritou Draco.

Draco em meio a dor, pode visualizar seu pai. Com os olhos azuis iguais aos seus arregalados de pavor, mas mesmo assim dava para visualizar em suas feições a decepção que Lúcio tivera do filho ao se envolver com uma sangue ruim, e seu olhar reprovativo doía mais do que a maldição em si.

-Fale! CRÚCIO! – Novamente a risada sarcástica do Lorde tocou o ambiente

Lúcio se remexeu incomodado com a dor do filho mais permaneceu ali. Calado, sem falar nada vendo seu filho se definhar aos poucos.

-ESTOU COM UMA SANGUE-RUIM! – Gritou Draco devido a dor e ele colocou os braços em torno da barriga como um modo de uma auto proteção tosca.

-Uma Grifinória?

-Sim.

O Lorde sorriu.

-CRÚCIO! — E os orbes de fendas de Voldemort se remexeram de alegria ao ver Draco dolorido novamente – Isso é para você aprender!

-Meu Lorde? – interrompei Lúcio abruptamente

- Sim Lúcio fale – Disse Voldemort

- Isso pode ser resolvido de outra forma... — Disse temeroso que o Lorde o repreendesse – Draco pode terminar com... Essa bastarda – Disse indignado lançando mais uma vez seu olhar reprovativo para o filho quase inconsciente de dor ao chão.

-Tenho uma idéia melhor – Disse o Lorde sorrindo mostrando mais uma vez seus dentes podres e amarelados – Draco? – Disse checando se o loiro estava consciente.

Draco se remexeu no chão com esforço para confirmar que estava ouvindo.

-Ela é amiga de Potter certamente não? – Draco afirmou com a cabeça que doeu com o esforço – Então provavelmente a garota não irá abrir a boca sobre alguma informação importante- Concluiu Voldemort que praticamente falava com si mesmo- Então... Não a mate, tenho planos melhores para ela mais tarde, somente... A humilhe.- Disse sorridente

-Hun ? – Disse Draco sem entender.

Como assim ele tinha planos para ela?

Ele não conseguia pensar, sua cabeça doía, juntamente com todo o seu corpo estilhaçado e acabado no chão frio.

- Ela sendo amiguinha do Potter, se ela sofrer, ele irá sofrer também e é isso que eu quero – Disse simplesmente – E além do mais, pelo que vi em sua mente também... Potter...sente mais do que uma amizade por essa garota , então o sofrimento dele quando a ver sofrer será maior- Disse sorrindo ao imaginar a cena com o rosto brilhando de triunfo – A humilhe da pior forma Draco sei que sabe como fazer isso...tem que ser na frente de todos – Disse o olhando de forma penetrante.

E de repente Draco entendera o que era para fazer, Voldemort deveria ter visto isso em sua mente também.

A Aposta

Voldemort queria que ele revelasse A Aposta na frente de todos para humilhá-la da pior forma. Aquilo seria o fim , ele preferia morrer ao ter que fazer isso , ao ter que trazer dor ao ser que ele descobrira que amava.

- E se não quiser fazer Draco – Disse Voldemort como se tivesse adivinhado seus pensamentos – Eu a matarei juntamente com sua família... – E os olhos vermelhos faiscaram de prazer ao ver as feições doloridas de Draco.

Se ele não estivesse sob a presença do Lorde, ele choraria, e ele teve de se concentrar para não despejar as lágrimas que queriam escorrer de seus olhos.

Notas finais
Então?? O que acharam?? *---*
Estamos esperando indicações! (E reviews) Se recebermos uma indicação vamos até Askaban capturar um dementador ;D
Beeeijos de Framboesa!
Rynui