A Aposta
13 Capítulo 13
Notas iniciais
well eu entro de férias na quarta e vou ter mais tempo pra escrever
xD
minha imaginação está a mil e eu realemnte acho que posso aproveitar alguma coisa
espero que gostem!
=**
[Sarah’s POV]
Ray freou a van abruptamente, fazendo com que todos quase batessem as cabeças nos bancos.
— Só podia ser o Frank! — O ruivo deu um tapa no volante, virando a van numa manobra muito rápida.
Lolli voou contra o vidro, xingando alto e colocando a mão na testa. Mel quase deitou no meu colo e nós começamos a gargalhar alto. A van estava acelerada; Ray estava nervoso. Paramos no estacionamento do restaurante e saímos correndo para a área das mesas.
— Frank, cadê você?
— Pigmeu! Aparece, Frank!
Gerard foi perguntar ao dono sobre Frank, enquanto nós nos sentamos e aguardamos por notícias, apreensivos e ansiosos.
— Tomara que ele esteja bem. — Mel apoiou sua cabeça em meu ombro.
De repente, eis que nos surge a figura da pessoa tão procurada. Frank saiu de uma porta de um quartinho, com o ursinho de pelúcia no colo, a blusa do avesso e o cabelo totalmente desarrumado. Uma moça saiu atrás dele, indo para outro lugar como se nada tivesse acontecido.
— Onde você estava?? — Gerard puxou-o pela gola e começou a sacudir o pequeno. — Ficamos preocupados!
— Eu...erm...estava ocupado. — Frank sorriu, travesso. — Você me entende, né?
— Poupe-nos dos detalhes, Frank. Agora vamos para a van, gente. Por favor, para não atrasar ainda mais nossa viagem. — Pedi calmamente, mas minha vontade era de voar no pescoço do Iero, sacudi-lo e apertar até que ele ficasse roxo.
Entramos na van, Ray fez uma lista de chamada e depois seguimos pela estrada. Estávamos empolgados; o clima estava quente, faria sol, teríamos uma piscina nos esperando, tínhamos a casa vazia e, óbvio, teríamos ao menos 3 dias de festa na fazenda.
Paramos algumas poucas vezes, ou para alguém correr no banheiro, ou para comprarmos alguns lanches, ou para mudar o motorista. Mais de 3 horas depois, chegamos em Pittsburg.
— Sabe gente... Esqueci de contar... A fazenda fica entre Erie e aqui... Vai demorar mais um tempinho pra chegar.
— A gente vai passar num mercado, né? — A voz de Lolli soou abafada, entediada e sonolenta.
— Sim, Lolli.
— Então vamos cantar! — Lolli deu um pulo, com as mãos para o alto e um enorme sorriso no rosto.
Foi hilário: Lolli pulou feliz e Gerard virou a cabeça lentamente para ela, olhando-a como se a fofa fosse uma E.T. Ri divertidamente e o chato começou a me zoar. (¬¬°) Paramos no mercado e Ray pediu a atenção de todos com um apito, que chamou a atenção de todos do mercado.
— Hey, povo! — Ray começou a bater palmas e só conseguiu o tão desejado silêncio quando colocou o apito novamente na boca.
— Fala, Ray.
— Sarah e Gerard vão cozinhar, então eles vão comprar o mais importante. Mel e Mikey ficam com os vegetais, Lolli e Bob vão comprar carne e eu e Frank vamos comprar as bebidas, valeu?
— Beleza. — Frank sorriu.
— Daqui a 30 minutos nós nos encontramos no caixa.
E cada um seguiu com a sua dupla para o seu lado. Gerard pegou minha mão e levou-me para perto dos congelados. Decidimos o que comprar e saímos pelo mercado.
— Como você está? — Gerard pegou um pacote de batatas fritas e tentou puxar assunto.
— Estou bem.
— Hoje à noite, na festa, nós podemos conversar?
— Claro, ué. — Sorri. — Vamos comprar sorvete?
— Claro! — Gerard pegou o carrinho e arrastou-me para os sorvetes.
Eu sabia o que ele queria — eu tentava não pensar nisso. Eu não queria machucá-lo— mais do que eu já machucaria. Eu estava morrendo aos poucos com aquilo. Gerard não merecia nada daquilo, ele não merecia ficar com alguém tão sujo e baixo quanto eu.
Apostar a felicidade dos outros. Fazer-se de amigo de alguém para, no fim, destruir todas as esperanças da pessoa, e acabar consigo próprio, passando por cima de seus sentimentos e de suas prioridades simplesmente para ganhar dinheiro e um pouco mais de respeito. Isso definitivamente foi a coisa mais idiota, ridícula e suja que eu já fiz.
Fomos para a fazenda e, em pouco tempo, já estávamos na estrada de terra. Ray desceu da van e abriu a porteira. Seguimos por uma estrada por uns 5 minutos, entre bois e árvores, até um grande gramado na frente de uma linda casa. Ela tinha 2 andares, era branca com as janelas de madeira vermelha e tinha uma grande varanda ao redor do 1° andar.
— Bem-vindos à fazenda, pessoal!
Notas finais
^^
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