A Ansiedade Por Seus Desejos Me Devora
82 Feliz ano novo!
Notas iniciais
Animals — Nickelback
“Uma busca com sabor de ansiedade, tortura o âmago me apressando em chegar, com essa minha vontade louca de tocar seu corpo, beijar sua boca e nossos desejos saciar....”
― Marco Antonio Alvarenga
Cora estava estranhamente arrumada naquela noite de festa. Aiden não costumava ver a namorada maquiada e usando saltos por ai, era mais fácil ver esse tipo de comportamento em Lydia. A caçula dos Hale tinha sido ajudada por Allison e Lydia a se arrumar, estava se sentindo uma palhaça com aquele vestido justo branco e aquele amontoado de adereços e maquiagem. O batom vermelho era um exagero, ela sabia disso, mas nem sendo a loba da situação conseguiu impedir que Lydia pintasse seus lábios.
– Pode rir, eu sei que isso está ridículo. Culpa daquelas duas ali. — a menina apontou ao ver o namorado se aproximar, até envolvê-la pela cintura.
– Eu não estou achando você ridícula, pelo contrário, está linda. — ele aproximou os lábios do ouvido da loba a fazendo arrepiar. — Muito sexy na verdade. — a loba mais jovem corou e empurrou o peito de Aiden em uma tentativa absurda de desdenhar do elogio.
– Qual é, estou me sentindo um E.T., essa roupa é tão... — os lábios do loiro tocaram os da namorada.
– Você está me deixando quente e se isso é algum poder extraterrestre, posso aceitar. — ele correu as mãos pela cintura de Cora até pousas ambas as palmas na bunda.
– Aiden! — ela tirou suas mãos dali as subindo para a coluna, o garoto voltou a acariciar suas nádegas por cima do vestido justo. — Alguém pode nos ver. — ela disse sem muita convicção ao ter seu pescoço atacado pelos dentes do namorado.
– Eu não acho que alguém esteja se importando. — Aiden puxou a menina contra seu quadril deixando suas coxas entre as dela e seu membro em meia ereção roçando nelas levemente.
– Se eu soubesse que me vestir de palhaça te deixaria assim, tinha feito antes. — ela debochou e marcou o pescoço do lobo com o tom rubro de seus lábios.
– Se os palhaços se vestissem como você Cora, teríamos que torná-los diversão proibida para menores. — o lobo expôs mais o próprio pescoço e se deixou marcar pelos lábios da morena.
– Não acha melhor a gente ir para o quarto não? — ela roçou as unhas recém pintadas no queixo de Aiden.
– Aqui na cozinha me parece um ótimo lugar. — o lobo com um sorriso malicioso nos lábios enfiou uma das mãos entre as pernas da loba mais jovem e afastou sua calcinha para o lado.
– Você é tão exibicionista Aiden. — Cora arranhou a nuca do rapaz e correu as mãos até o botão da calça. — Espero que essa sua escolha não te deixe constrangido depois. — ela deu um sorriso malicioso tirando o membro do lobo das calças sem se desfazer delas.
– Oh! Eu definitivamente vou gostar muito disso, não se preocupe. — Aiden penetrou Cora lentamente sentindo os lábios dela manchando cada pedaço de pele exposta do seu pescoço. — Shh! — ele tapou a boca da namorada e voltou a estocar em seu sexo encharcado com violência.
Cora queria gritar, se sentia tomada por um prazer intenso e parte da sua transformação estava deixando aquele sexo muito brutal. Eles tinham que ficar quietos, há poucos metros no jardim os convidados da festa se divertiam aproveitando a noite de ano novo e ela se viu explodir em êxtase, com a boca tampada, o lobo de olhos azuis e presas a encarando e se desmanchando dentro de si e os fogos.
Era ano novo e Cora estava sentindo Aiden dentro de si, sentindo um prazer intenso de um jeito pervertido e louco. Passou por sua cabeça o que Derek faria se estivesse ali e ela riu, para depois gemer ao ter a língua do namorado brincando com a sua enquanto ele continuava a se remexer entre suas carnes sensíveis.
Depois de votos animados de ano novo, Ethan e Danny resolveram dar uma volta pela reserva. Os fogos ainda explodiam em cores no céu quando Danny parou e puxou Ethan pela camisa, o lobo encarou o moreno com uma expressão séria.
– Estamos tecnicamente há um ano juntos. — Ethan sorriu com a lembrança de Danny.
– Isso nos faz diferentes? — Danny sentiu as costas coladas ao tronco de uma grande árvore e o lobo o encarando ainda distante.
– Nos faz mais que simples amigos. — o humano não sabia o que estava fazendo.
– Amigos? — Ethan sorriu malicioso ao ver o humano corar. Danny podia ser muito sincero e direto quando queria, mas se tratando de sentimentos ele sempre ficava assim, sem rumo.
– Amigos com alguns benefícios. — Danny puxou o outro pela camisa grudando seus corpos.
– Se não somos mais amigos com benefícios, o que somos? — Ethan estava provocando o companheiro.
– Algo mais? — Danny não tinha certeza do que estava falando, com certeza, aquela não era a forma certa de fazer aquele pedido.
– Está me pedindo em namoro? — Ethan mordeu a ponta da orelha do moreno que se arrepiou.
– Você aceitaria? — Danny estava apreensivo e ficou mais ainda quando Ethan ficou sério.
– Pensei que você não estivesse pronto para namorar lobisomens. — era apenas o Ethan se fazendo de difícil, mas Danny sentiu o peso das suas próprias palavras sendo usadas contra ele.
– Eu não estou preparado para namorar outros lobisomens, mas eu quero namorar você. Porque eu gosto de você e não quero ver você com mais ninguém e enquanto não estivermos namorando, existe uma abertura para você se envolver com outros caras, inclusive lobisomens. — Ethan estava sorrindo, algo muito parecido com divertimento que fez Danny ficar confuso.
– Você quer me por na coleira porque está com medo que eu transe com outros? — Ethan se grudou mais ao corpo do humano e ouviu seu coração bater rápido.
– Não quero te colocar uma coleira. Vai para o inferno Ethan. — Danny exasperou. — Eu sei que recusei seu pedido há alguns meses... — Ethan beijou Danny sem deixá-lo dizer mais nada.
– Sim Danny, eu quero namorar com você. Não quero me envolver com outros caras, tenho o bastante aqui. — o lobo beijou o humano profundamente, sentindo o garoto raspar as unhas pelas costas coberta por um fino tecido e seguirem até apalparem seus glúteos.
Ethan enfiou as mãos por dentro da calça justa de Danny e explorou deliberadamente o vão entre suas nádegas. O menino gemia e apoiava a cabeça na curva do pescoço do então namorado e levou as próprias mãos a ereção do lobo, ouvindo um rosnado retumbar entre eles. As roupas se perderam aos poucos, estavam despreocupados quanto a noite fria da floresta e com os demais que poderiam ouvi-los, eles só queriam aproveitar aquela noite.
Danny chupou Ethan com vontade, queria sugar toda a essência do lobo enquanto apertava a bunda firme dele e passeava os dedos pela entrada contraída arrancando-lhe mais gemidos. Ethan retribuiu o carinho, mas não deixou o pau de Danny livre até sentir o gozo encher sua boca, deixando o toque indescritível do sabor do namorado. Não se deu conta de como estava excitado até sentir o humano puxá-lo grudando seus quadris.
Ethan puxou um dos joelhos de Danny para cima e se encaixou na entrada contraída do humano, forçou a passagem do seu membro e sentiu o garoto apertar seus ombros e reclamar no início, o que não durou muito tempo, logo eles estavam gemendo e chocando seus quadris enquanto esmagavam a nova ereção de Danny o deixando pronto para gozar novamente. Não demorou tanto para Ethan se desmanchar em uma estocada profunda e violenta que fez Danny grunhir e o acompanhar naquele ápice. Os dois escorregaram até estarem no chão, abraçados e ofegantes.
John sentia saudades do corpo de Melissa, principalmente depois que Claudia nasceu. Não que a vida sexual deles estivesse estagnada, mas a menina tinha o dom de chorar nas horas mais impróprias e como Stiles e Derek estavam no México não era como se ele pudesse ter muita privacidade com a mulher. Scott poderia ajudar, se não fosse tão estabanado e a menina não ficasse tão inquieta quando ficava entre o irmão e seus dois relacionamentos.
Melissa tinha acabado de colocar a filha no berço, a volta para casa foi tranquila e fria, o que lhe deu uma boa margem para ninar a menina enquanto John dirigia. O ano novo foi um pouco triste para o marido, ela podia sentir isso de longe. Ele estava feliz pela nova família, mas sentia falta de Stiles, sentia falta do garoto desde o momento em que ele deu entrada naquele hospital com um demônio o possuindo sem ele ter conhecimento disso ainda.
– Ele te ligou mais cedo não foi? — Melissa deitou na cama e começou a esfregar um pouco do creme que espalhou em suas pernas, nas costas do homem que encarava um porta-retratos no criado mudo.
– Claro, nos falamos três vezes hoje. Ele parecia nervoso e chateado por não estar comigo e ao mesmo tempo muito feliz por estar com Derek e se divertindo. — John se virou para a mulher e ela deu um beijo singelo em seus lábios.
– É difícil deixá-los crescer, mas eles são mais fortes que nós na maioria das vezes. — Melissa e John se encaravam com ternura.
– É sim, ainda mais quando você passa mais de uma década vivendo só com seu filho, você sabe é difícil. — Melissa sabia, desde os seis anos de Scott ela simplesmente o criou sozinho.
– Stiles ainda é aquele garotinho John, ele ainda é seu filho e ainda se preocupa com você. — o xerife sorriu e se encostou nos travesseiros trazendo a mulher junto em seu peito.
– Eu ainda lembro dele espalhando suas coisas pela delegacia e tentando resolver os casos que apareciam, ou ligando para emergência e pedindo para falar comigo. Stiles sempre foi, um garoto especial. — John estava realmente com saudades do filho, saudades de quando eram apenas eles.
– Agora ele está fazendo a vida dele, com Derek. — John já teve muita coisa contra Derek, hoje em dia ele só sentia uma cumplicidade muda por ambos quererem apenas o melhor para Stiles.
– E eu estou refazendo a minha com você. — John olhou nos olhos escuros da mulher ao seu lado por alguns segundos e recebeu um sorriso em retribuição.
Os lábios macios da esposa se encostaram aos seus e isso o fazia querer sorrir. Contava com a peri pérsia da filha em atrapalhá-los, mas aproveitaria o tempo que tivesse disponível. Tocou o robe que cobria o corpo da mulher, escondendo sua camisola comprida e o desamarrou, jogou a peça pela cama e desceu seus lábios pelos ombros ossudos e o colo farto.
Melissa gostava do carinho e retribuía se desfazendo primeiro da camisa do marido e depois o acomodando entre suas pernas. Eram pais com mais de quarenta anos, estavam com uma bebê com pouco mais de três meses no quarto ao lado e faltavam quarenta minutos para que ela precisasse ir até lá atender aos berros esfomeados da menina que precisava se alimentar.
John acariciou as coxas com delicadeza, enquanto trocavam alguns beijos lânguidos. Tinha muita ternura naqueles toques, muita cumplicidade e um sentimentos mútuo de que precisavam viver as suas vidas sem se preocupar com os filhos criados. Em poucos movimentos estavam quase nus. Quer dizer, John estava nu e Melissa quase isso. Seus seios estavam estufados, o triplo do tamanho normal por causa do leite e isso impedia ao homem em cima de si de liberá-los do sutiã de amamentação.
Aquilo não era sexy, Melissa tinha consciência disso, pensando melhor era bem engraçado mas, nenhum dos dois se importavam de estarem assim, desfrutando um do corpo do outro, com carícias, afagos e amor enquanto ela sentia o leve incômodo dos seios querendo expulsar o leite materno. John tocou a intimidade da mulher a estimulando por alguns minutos, ela suspirava e gemia baixinho, não queriam chamar a atenção da menina a poucos metros dali, o que voltava a teoria de que sexo e paternidade não era nada sexy.
John gostava daquele notável falta de cintura deles ao lidarem com esse tipo de situação. Os gemidos que escapavam mais altos quando ele provocava o clitóris de Mel com a língua, ou quando ele mesmo se sentia impelido a grunhi ao sentir os lábios da mulher ondulando seu membro duro e pronto para ela. A forma como o sutiã de Melissa ficava levemente molhado e o cheiro do leite que alimentava sua filha se misturava ao de sexo, tudo era um pouco divertido, incerto e novo.
Melissa pegou uma camisinha no criado mudo e entregou para John que a vestiu e invadiu a mulher com carinho. Tudo ao redor deles era assim, carinhoso, doce e tomado por uma cumplicidade descomplicada. Era um amor leve, uma paixão que mantinha eles assim, em sintonia. Os corpos se chocando, os gemidos sendo abafados pelos beijos e pela força de vontade de terminarem o que começaram, o desejo de não serem interrompidos pelo menos daquela vez. Suados e perto do ápice eles aumentaram o ritmo, as unhas curtas da enfermeira cravaram os ombros do xerife e eles puderam enfim respirar aliviados.
– Pelo menos a Cacau não acordou. — John fez uma observação enquanto saíam do banho, onde tiveram oportunidades de se curtirem mais um pouco, mas aquilo foi dito cedo demais já que ouviram o choro da menina pela babá eletrônica.
– Você não achava que ela ia esquecer da comida não? — Melissa riu terminando de secar os cachos curtos e seguiu para o quarto da filha.
Allison tinha a casa só para ela naquela primeira madrugada do ano e estava feliz em poder dividir isso com seus dois namorados. Há alguns meses se sentiria suja por dividir a cama com dois caras, ou melhor, dois lobisomens. Ela é uma caçadora e não deveria dormir com licantropos, mas ela não podia evitar, não conseguia evitar o que sentia pelos garotos, como se sentia segura perto deles, como necessitava senti-los o tempo todo e protegê-los de outros perigos, inclusive dos que ela poderia infringir aos dois meninos.
– O que vamos fazer? — Isaac perguntou se jogando na cama da menina e se livrando dos sapatos.
– Tenho ideias bastante interessantes. — Scott tirou a camisa e deitou ao lado de Isaac se livrando da camisa dele também.
– Pelo visto vocês ficaram bem íntimos na minha ausência. — a menina tirou a roupa ficando apenas de calcinha.
– Está com ciúmes Alli? — Isaac perguntou enquanto se livrava da calça de Scott o deixando de cueca.
– Talvez só curiosa. — a menina sentou em uma poltrona e viu um sorriso malicioso brotar nos lábios do loiro.
– E o que você quer ver Alli? — Scott perguntou deixando Isaac completamente nu.
– Um pouco de vocês dois, sabe? Me aquecer antes de entrar na festa. — a menina sorriu e passou a mão pelos seios vendo os meninos se beijarem.
Isaac não se fez de rogado e foi direto até o pau do alpha o lambendo e sugando, ouvindo os rosnados e gemidos de aprovação, enquanto Scott masturbava seu beta e encarava Allison deleitando-se da cena. Eles se deitaram na cama e começaram a se esfregar, Scott se deixou encoxar por Isaac e não reclamou quando os dedos do menino o invadiram e fez o mesmo com o loiro.
– Você fazem isso parecer tão bom. — Allison tinha o rosto vermelho de tesão e os lábios inchados por mordidas solitárias.
– Vem Alli, deixa a gente te mostrar como é gostoso. — Scott a chamou e Isaac se afastou deixando a menina deitar entre eles.
Scott tratou de se ocupar com os seios miúdos da morena enquanto Isaac lhe lambia as coxas até brincar com seu sexo entumescido. A garota não conseguia pensar, só gemer e se contorcer pelas ondas de prazer intenso que a impulsionavam a pedir por mais. O primeiro orgasmo a atingiu sem prévio aviso e ela se viu extasiada entre os dois lobos adolescentes.
Isaac fez a menina afastar as pernas e começou a brincar com seu sexo, levando seus líquidos até a entrada nunca antes explorada logo abaixo. A menina estremeceu com o novo contato, íntimo e estranhamente gostoso e se deixou levar, aproveitando que Scott brincava com o polegar em seu clitóris inchado e sensível.
Scott lambia a intimidade de Allison enquanto Isaac lubrificava cada vez mais o ânus da menina com o gel que tinha pegado numa das gavetas da cômoda da namorada. Allison sentiu os dedos de Isaac a invadindo simultaneamente e a menina gemeu alto se deixando levar pelo segundo orgasmo que explodiu em seus poros.
Agora com a menina sentada entre os dois, o membro de Scott invadia o sexo molhado da menina e Isaac começava a penetrá-la por trás a fazendo sentir uma dor quase intensa demais. Ela reclamou, mas ao sentir Scott se mexer dentro dela relaxou um pouco até que Isaac estivesse todo dentro dela.
Era uma sensação sufocante, dor, prazer, muitas partes do seu corpo sendo estimulada, seu cérebro estava entrando em curto quando mais um orgasmo a fez estremecer no colo dos dois garotos que dividiam caricias no corpo magro da menina. Não demorou muito para Scott e Isaac se derramarem dentro da menina e caírem os três adormecidos e conectados na cama em um sono profundo.
Kira estava há algumas semanas naquele apartamento com Malia e não esperava que depois de uma festa na casa da mansão e uma caminhada tão intensa fosse desejar ter um pouco mais de agitação com a coiote. Estavam sentindo a água tomar o corpo delas enquanto se beijavam e sentiam os mamilos se encostarem de forma prazerosa.
Arrepiadas e tomadas pelo relaxamento que a água causava, começaram a trocar carícias íntimas e a se e empurrarem contra o vidro embaçado do boxe. Os sexos eram estimulados com dedos e os seios chupados e beliscados eventualmente. Malia mordia o mamilo de Kira enquanto massageava seu clitóris e sentia seu próprio sexo ser penetrado pelos dedos da menina.
Não foi difícil fazer Kira chegar ao orgasmo, o que deixava a oriental ainda mais bonita com a pele levemente corada, os lábios separados e o ar saindo denso pela boca. Malia sentiu os lábios de Kira em seu sexo e apoiou uma das coxas em seu ombro sentindo a língua da menina ondulando seu nódulo inchado de carne, a levando ao centro do seu prazer. Kira chupou mais forte o sexo da namorada e sentiu os dedos da menina presos em seu cabelo logo a menina estava gozando.
Peter e Lydia estavam terminando de arrumar a sala enquanto o céu começava a demonstrar sinais de que o dia estava raiando. Lydia não tinha nenhum surto sexual desde o dia em que acordou Peter praticamente abusando de seu corpo. Não que Peter não gostasse disso ou fosse inocente. Ela sentiu o loiro beijar sua nuca, afastando os cabelos ruivos um pouco desgrenhados.
– Peter menos. — ela pediu vendo Cora subir com Aiden pelas escadas.
– Você não perecia se importar com isso outra noite. — Peter puxou a ruiva para o sofá e ela deu risada.
– Seu bruto! — ela reclamou batendo no peito dele antes de ser parada por um beijo.
– Eu nunca disse isso ruivinha, mas eu te amo. — ela encarou Peter por alguns segundos com a boca aberta.
– Eu... — ela não conseguia dizer, não assim, não para o mesmo Peter psicopata que a obrigou a entrar naquela vida, ela sentia, mas não conseguia dizer.
– Você não precisa, eu sei que é complicado. — Peter sorriu, Lydia sabia que ele podia entendê-la, podia esperar seu tempo.
– Me faça suar tio Peter. — ela brincou trocando de assunto e ele fez uma cara de ultraje.
– Tio Peter? Sério Lydia? — ele se deixou perder a camisa entre um beijo e outro.
– Eu mando aqui ok, é tio Peter. — ela sussurrou sexy no ouvido do mais velho.
– Você é tão pervertida. — ele deixou a menina se encaixar em seu membro nem bem tirado da calça e cavalgar. — Oh! — ele apertou as coxas pálidas da garota deixando um rastro vermelho de arranhões.
Não foi algo rápido, eles sentiam como se pudessem fazer aquilo a noite toda e Lydia sentia várias vezes o torpor, o calor, a febre e os orgasmos indo e vindo até que ela estivesse cheia demais do prazer de Peter, até que ela estivesse apagando nos braços do lobo mais velho e fosse carregada por ele para cama.
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