A Amante

30 Viajar?


Notas iniciais
Oie gente, olha eu aqui com o penultimo capitulo da fic...
Quando eu postar o proximo, já colocarei o link da proxima temporada...
Então se eu demorar um pouco não se preocupem, é que vou ter que escrever dois capitulo seguidos e esse fim de semana é o ENEM...
Vou deixa-las lendo.
Quase ia me esquecendo, obrigada Therock pela linda recomendação ♥

DAMON

Confesso que depois que Klaus me ligou, contando que as meninas aceitaram prescindir a reunião eu fiquei nervoso, eu confio nelas, mas fico temeroso que eles não entendam. Quando escuto o barulho da porta meu coração se acelera. Elena entra e vem em minha direção, não consigo decifrar se a noticia é boa ou ruim.

– Está melhor? – Ela pergunta quando me sento.

– A febre diminuiu – Eu digo e ela sorri e se aproxima. – Senta aqui – Eu digo apontando para meu colo.

– Você ainda não está sem por cento. – Ela diz e se senta ao meu lado.

Eu fecho a cara e ela ri.

– Não adianta fazer essa cara. – Ela diz e começa a tirar a bota que estava usando.

– É a única que eu tenho – Eu digo e ela ri.

– Ok – Ela diz sentando em meu colo e me dando um selinho.

– Então como foi? – Eu pergunto logo de uma vez, estou muito curioso.

– Fechamos o negocio – Ela diz, mas não parece animada.

– E porque não está feliz? – Eu pergunto e ela deita a cabeça em meu ombro. – Elena o que ouve?

– A reunião foi ótima, no inicio eles ficaram receosos, mas logo mudaram de postura, o problema é que... – Ela diz, mas para e me olha. – Eles nos ofereceram cargo de diretora de marketing, Caroline recusou na hora, mas...

– Quer pensar na possibilidade – Eu digo e suspiro.

Claro que ela está pensando nessa possibilidade, e ela tem que pensar, ela quer crescer e não é sendo somente minha secretária pessoal que isso vai acontecer.

– É... Mas eu disse que ia pensar, porque queria conversar com você! – Ela diz.

– Mas porque pensar? Porque não aceitou logo? – É quando vem um estalo na minha cabeça.

É em outro país, ela teria que se mudar pra lá.

– É em Portugal. – Ela diz. – Damon ao mesmo tempo em que eu quero, eu não quero...

– Por minha causa... – Eu digo sussurrando e ela concorda com a cabeça. – Podemos dar um jeito. – Eu digo e tento dar um sorriso.

– Damon, eu não acredito em namoro a distancia – Ela diz.

– Eu também – Eu digo e ela acaricia meu rosto. – Mas é seu futuro, eu tenho o meu você ainda está construindo.

– Eu sei Damon, por isso pedi para pensar. – Eu digo.

– Ligue peça para ouvir a proposta, ser for realmente boa, daremos um jeito. – Eu digo e beijo sua boca.

Esse beijo é sofrido, porque trás as nossas incertezas quanto ao nosso futuro junto, já que se ela decidir aceitar teremos que nos separar, ou arranjar outra solução.

Ela levanta do meu colo e pega seu telefone e um cartão, fico a observando enquanto ela fala no telefone. A campainha toca e vou abrir, vejo que é nosso porteiro, ele trás um envelope, eu assino e abro. Não acredito!

ELENA

Damon está na porta com o nosso porteiro, ele está lendo alguma coisa. Mas logo me distraio com que o senhor Bezerra diz ao telefone.

– Eu tive que voltar às pressas para Portugal, então se a senhorita quer ouvir a proposta, terá que vir aqui em meu escritório – Ele diz.

Nossa como assim ele já está em Portugal? Jatinho, mas mesmo assim.

– Ir para Portugal? – Eu digo e Damon me encara. – Quando?

– Ainda essa semana, pois vou para Grécia no fim de semana. – Ele diz e eu suspiro.

– O senhor pode esperar um instante? – Eu pergunto.

– Claro, eu estou no avião – Ele diz.

Damon para na minha frente e eu respiro fundo.

– Ele está indo para Portugal e se eu quiser ouvir a proposta tenho que ir pra lá – Eu digo.

Os olhos de Damon estão vagos, ele olha para o envelope na sua mão, respira fundo e faz que sim com a cabeça e então vai pro seu escritório. O que aconteceu? O que tinha naquele envelope?

– Eu aceito... – Eu digo. – Embarco o mais rápido que eu puder, te aviso por e-mail pode ser?

– Claro que sim, ficarei esperando. Tenha uma boa noite senhorita Gilbert – Ele diz.

– Boa noite senhor Bezerra – Eu digo e desligo.

Damon ainda não saiu do escritório, será que aconteceu algo? Vou até lá e bato na porta, escuto um entre, e logo entro.

– Está tudo bem? – Eu pergunto.

– Sim, só ainda muito cansado – Ele diz e digita algo no notebook.

– O que chegou? – Eu pergunto apontando para o envelope.

– Um documento que eu estava esperando. – Ele diz e o guarda na gaveta, com chave.

Estranho isso, Damon não é de esconder nada. Mas respeito.

– Então você vai mesmo para Portugal? – Ele pergunta olhando para mim e eu sinto um aperto no coração.

– Damon... – Eu digo, e sinto meus olhos lacrimejarem. – Eu preciso ir...

– Eu sei Elena... – Ele diz se levantando e vindo em minha direção.

– Vamos comigo? – Eu pergunto e ele para e me encara. – Por favor, sei que você pode tirar férias.

Ele parece pensar em algo, meio que incerto. Acho que fui longe demais.

– Desculpa – Eu digo me virando e ele me puxa e me beija.

– Só estava assimilando o que me pediu – Ele diz e volta a me beijar. – É claro que eu vou contigo! – Ele desce seus beijos para meu pescoço.

– Hum... – Eu gemo e sorrio. – Obrigada.

– Claro que tem um preço – Ele diz sedutor.

– Qual? – Eu pergunto ofegante.

– Vamos pro quarto que você saberá! – Ele diz me puxando para o quarto.

– Você ainda não está bem – Eu digo e ele para me encarando.

– Eu preciso de você – Ele sussurra no meu ouvido e eu estremeço.

– Assim é injusto – Eu digo e ele ri.

– Porque é injusto? Você utiliza meios mais cruéis. – Ele diz e eu sorrio.

– Não utilizo nada – Eu digo e ele ri.

– Se você diz – Ele diz e me beija.

Subimos aos beijos pro nosso quarto, ele me deita na cama e começa a retirar sua roupa, antes de voltar a me beijar.

– Você está vestida demais – Ele diz.

– Estou com preguiça de tirar, tira você – Eu digo e ele ri.

Eu me sento na cama e ele se aproxima lentamente, desabotoa cada botão da minha blusa, com uma lentidão, seus olhos estão conectados no meu, e a cada parte do meu corpo exposta, ele desliza as pontas de seus dedos, deixando uma corrente elétrica passar. Ele retira minha blusa e joga em algum lugar, ele abre o botão da minha calça e eu arqueio meu corpo para ajuda-lo a tirar.

– Adoro vê-la assim de lingerie – Ele diz me deitando novamente na cama e começando a me beijar.

– Adoro vê-lo de boxe branca, acentua o que eu mais gosto – Eu digo maliciosa e ele sorri.

– Sério que é o que você mais gosta? – Ele pergunta se afastando e eu fico confusa.

– Você achou o que? Que me apaixonei pelos seus olhos? – Eu digo rindo e ele ri.

– Magoou – Ele diz e ri.

– Eu te amo por tudo o que você é – Eu digo acariciando seu rosto. – Mas isso – Aperto seu membro e o acaricio, Damon geme. – É o que eu mais gosto...

Ele me beija com intensidade, e tira meu sutiã o jogando longe, sem olhar. Ele coloca um pouco do seu peso em meu corpo e eu gemo com o nosso contato, sua pele ainda está quente da febre.

– Você está com febre – Eu digo e ele ri.

– Acho que estou fervendo por dentro, porque você toda hora atrapalha o que estou fazendo – Ele diz emburrado.

– Damon pode te fazer mal – Eu digo e ele faz biquinho, sorrio.

– Mal vai me fazer se em um minuto eu não estiver me enterrando em você – Ele diz e sorri.

O puxo para um beijo, e logo trato de tirar sua boxe, ele desce seus beijos para meus seios e rasga minha calcinha, me fazendo rir. Ele sobe seus beijos para minha boca, e logo o sinto me penetrar com toda calma do mundo.

– Humm – Eu gemo e ele sorri.

Ele se move lentamente, me fazendo soltar um resmungo. Ele sai e entra com força, me arrancando um gemido alto. Ele faz de novo.

– Damon! – Eu gemo, grito, ofego, sei lá o que foi isso.

– Sei que você gosta – Ele diz e faz de novo.

– Céus... – Eu digo baixinho e mordo meus lábios.

– Não reprima os gemidos Elena, ninguém pode escutar mesmo – Ele diz e eu rio.

Ele começa a estocar rápido, arrancando gemidos, tanto meus quanto dele. Ele nos vira na cama, me deixando por cima, eu começo a quicar, sem piedade, o fazendo gritar meu nome várias vezes, e gemer de uma forma, que fazia eu me excitar cada vez mais.

O melhor de tudo, é que mesmo tendo essa excitação toda, queríamos prologar isso por mais tempo, então comecei a rebolar lentamente em seu colo, enquanto ele brincava com meus seios.

– Isso é tão bom... – Eu digo e ele sorri.

– É sim... – Ele diz e nos vira novamente.

Sentir o corpo quente dele sobre o meu, estava me alucinando, sei que poderia fazer mal para ele, mas sem duvidas, o sexo estava sendo incrível.

– Vamos terminar no banho – Ele pede sussurrando no meu ouvido.

– Vamos. – Eu digo.

Ele nos vira novamente, me deixando sentada em seu colo. Cruzo minhas pernas na sua cintura, e ele se levanta, nos levando em direção ao banheiro. Entramos no box, e ele liga a água no gelado o que me faz gritar de susto.

– Damon... – Eu digo e ele ri.

Ele me prensa na parede e volta a estocar com rapidez e força, me fazendo esquecer a temperatura da água e me concentrar só em nossos corpos unidos. E assim chegamos juntos, a um orgasmo incrível e intenso.

– Eu te amo... – Eu digo me beijando e mudando a temperatura da água para morna.

– Eu também te amo... – Eu digo e saio de seu colo.

Termino meu banho primeiro que Damon, que quis ficar no chuveiro mais um tempo. Coloco minha camisola e deito na cama o esperando e logo ele sai, totalmente nu. Senhor do céu, que Deus grego!

– Está melhor? – Eu pergunto enquanto ele coloca uma boxe vermelha.

– Nada que uma boa noite de sono não resolva – Ele diz deitando do meu lado e me puxando para seu peito.

– Que bom, porque amanhã será um longo dia. – Eu digo e ele suspira.

– Eu sei. – Ele diz e apaga as luzes do abajur, deixando o quarto no escuro.

Notas finais
Cometem e digam o que estão achando *-*
***
Será que eu finalizarei a fic com pelo menos 15 recomendações?
Já tem 13...
Vamos lá galera, recomendem e me deixam ainda mais feliz =D

***
Já deram uma lida na fic Trapped In Paradise da nossa Thay Marqz?
Se ainda não, deem uma lida =D
http://fanfiction.com.br/historia/427938/Trapped_In_Paradise/capitulo/4