A Amante

25 Porque agora?


Notas iniciais
Oiie gente...
Estou aqui de novo..
Então esse capitulo é bom e ruim ao mesmo tempo!
Sinto que vocês vão amar e querer me matar também...
Bom, vou deixar vocês lerem...

DAMON

Um mês se passou, e hoje é um dia muito importante para Elena, é o julgamento do Robert, e ela está muito nervosa.

Eu ainda não voltei para casa, e nem penso em voltar, as coisas com Rose estão cada vez mais estranhas, e claro ainda tem Elena.

Eu acho que estou me apaixonando por ela, mas isso é um grande problema, ela não quer compromisso e já me apeguei tanto a ela e meus sentimentos por ela estão cada vez mais forte.

Porque as coisas são tão difíceis? Estou me apaixonando pela minha “amante”, e preciso decidir meu “futuro” com minha esposa. Eu sei o que tenho que fazer, mas será que estou disposto a arriscar tudo por algo incerto?

Por mais que Elena seja carinhosa comigo eu não sei se o que ela sente é o mesmo que eu, ela pode está me usando ou algo assim, ou ser apenas pelo sexo.

Merda! Porque eu me apaixonei? Porque me envolvi?

- Oi... – Elena diz beijando meu pescoço.

- Oi... – Eu digo abaixando a tela do meu notebook.

- Tudo bem? – Ela pergunta sentando no meu colo.

- Tudo sim – Eu digo beijando sua boca. – E com você?

- Nervosa – Ela diz e suspira.

- Vai dar tudo certo, aquele canalha vai pagar pelo que fez... Lembre-se, Bonnie disse que tem uma testemunha chave, vamos confiar – Eu digo e acaricio seu rosto, ela fecha os olhos e eu selo nossos lábios em um beijo calmo.

- Dam... – Ela diz quando nos separamos. – Fica do meu lado hoje?

- Claro – Selo novamente nossos lábios.

Completamente apaixonado!

ELENA

Chegamos ao tribunal e logo vimos Stefan e Robert, achei estranho Eleonora não está com eles, mas nem quis perguntar, passei direto por eles entrando na sala do julgamento. Damon sentou ao meu lado direito e Bonnie do meu lado esquerdo.

Logo após nos sentarmos, Stefan e Robert entraram e se sentaram em seus lugares, logo o juiz chegou e todos nos levantamos, e quando ele mandou, sentamos.

- O réu é acusado de tentativa de estrupo, tentativa de homicídio doloso e ocultação de provas, como o senhor se declara? – O juiz pergunta.

- Inocente! – Ele diz e eu cerro meus punhos.

- Senhor Salvatore pode começar a defesa de seu cliente. – O juiz diz e Stefan se levanta.

Stefan começa a defesa do seu cliente, diz várias besteiras e logo depois Bonnie tem a palavra. Então o juiz começa a chamar as testemunhas de defesa.

Ver as pessoas mentindo sobre o que aconteceu, me dava muita vontade de chorar, Damon segurou minha mão várias vezes, me confortando. Então chegou a vez das testemunhas de acusação.

- Eu gostaria de chamar o senhor Frank Pierre, um dos seguranças que trabalhou no dia do estrupo. – Bonnie diz e Frank entra.

Logo o reconheço, foi o que me emprestou seu casaco, para eu não ficar exposta. Ele faz o juramento.

- Senhor Pierre, conte-nos o que aconteceu aquela noite. – Bonnie diz.

- Bom eu me lembro de ter estranhado de tanto o senhor Dewan e a senhorita Gilbert não terem saído no horário de sempre, o máximo que eles demoravam era meia hora depois do expediente, eu sei disso porque a senhorita Gilbert era amiga de todos e sempre foi comunicativa. – Ele diz e eu sorrio. – Então logo achei que eles estavam trabalhando em um projeto importante, porém na ronda das 8 da noite, eles ainda não tinham decido, foi quando escutei os gritos da senhorita Gilbert , segui os gritos e vi Robert se aproximando dela, enquanto ela estava com as roupas rasgadas.

Lágrimas descem dos meus olhos, por causa das lembranças, Damon vira meu rosto para ele, e seca as lágrimas.

- O que você fez em seguida? – Bonnie pergunta.

- Dei meu casaco a senhorita Gilbert, já que ela não estava em trajes apropriados, enquanto meu companheiro segurava o senhor Dewan, fomos para delegacia, prestamos nosso depoimento e fomos liberados. Depois desse acontecimento só vi a senhorita Gilbert mais uma vez, foi quando ela foi pedir demissão. – Frank fala.

- Como o senhor sabia que ela havia ido pedir demissão? – Bonnie pergunta.

- Porque perguntei no RH, eles confirmaram, mas não disseram o porquê, então alguns dias depois, quando um amigo meu voltou de férias fui perguntar a ele, e ele disse que não encontrou a ficha de demissão da senhorita Gilbert, e Robert ainda estava trabalhando, e logo chegou minha carta de demissão, pois confrontei o senhor Dewan. – Ele diz.

- Sem mais perguntas meritíssimo. – Bonnie diz e se senta.

- Senhor Salvatore sua vez de perguntar. – O juiz fala.

- Senhor Pierre você já teve algum envolvimento com a senhorita Gilbert? – Stefan pergunta.

- Não! – Ele diz convicto.

- Tem certeza? Tem fotos suas com ela em um bar, onde parecem bem íntimos. – Stefan diz triunfante.

- Eu sou gay, e todos os meus amigos sabem disso, no trabalho não dou a entender porque muitos tem preconceito, a senhorita Gilbert não tem, e a foto era a comemoração de seis meses de namoro que eu estava fazendo com meu companheiro, e estamos para completar um ano! – Frank diz e eu tenho vontade de rir.

Stefan fica perplexo, acho que alguém não fez seu trabalho de casa.

- Então o senhor tem motivos para querer Elena fora da jogada? – Stefan pergunta, o que?

- Protesto meritíssimo! – Bonnie fala.

- Deferido, reformule sua pergunta. – O juiz diz.

- Você sentia atração pelo senhor Dewan? – Stefan pergunta.

- Protesto meretissimo! – Bonnie diz novamente.

- Indeferido, responda! – O juiz diz.

- Não, eu nunca senti atração por ele, ele não faz meu tipo! – Frank diz e Stefan ri.

- Conta outra – Stefan diz.

- Senhor Salvatore, se atenha aos fatos. – O juiz o repreende.

- Não tenho mais perguntas – Stefan fala e Bonnie vibra.

- O senhor está liberado – O juiz fala e Frank vai embora. – Pode chamar sua próxima testemunha.

- Eu gostaria de chamar Elena Gilbert para testemunhar sobre os fatos ocorridos. – Bonnie diz e eu suspiro fundo.

Ela já tinha me contado que eu teria que dar meu depoimento e me deixou muito nervosa.

- Seja forte – Damon sussurra pra mim.

Faço o juramento.

- O que aconteceu aquela noite? – Bonnie pergunta.

Começo a contar tudo o que ocorreu naquela noite, e novamente começo a chorar, sinto seus toques, sinto o medo novamente.

- Socorro! – Eu grito me arranhando.

- Ela está tendo um ataque! – eu escuto a voz do Damon.

DAMON

Elena está indo muito bem, mas logo percebi que era impressão minha, ela começa a ficar inquieta e logo começa a gritar. Eu levanto rapidamente indo até ela e dizendo que ela estava tendo um ataque.

Tiro ela do banco de testemunho e a abraço, ela chora e seus braços estão todos marcados.

- Ordem! Ordem! – O juiz fala batendo o martelo. – Sua cliente está apta para continuar o testemunho senhora Bennet?

- Elena você está bem? – Bonnie pergunta pegando no rosto dela.

Elena estava aérea, não respondia nada, só chorava e me apertava.

- Não meritíssimo, gostaria de um recesso! – Ela diz.

- Protesto meritíssimo! – Stefan fala.

- Claro que protesta – Eu grito.

- Senhora Bennet acalme os ânimos de seus clientes. – O juiz diz. – Indeferido. Eu decreto recesso até semana que vem, e senhora Bennet, se sua cliente não estiver apta, que o testemunho dela seja colhido na presença apenas dos advogados.

- Obrigada meritíssimo. – Bonnie diz. – Damon, leva ela pro carro.

Pego Elena no colo, ela ainda não responde a nada, ela parece não está conosco, e isso me preocupa. Entro no meu carro com Elena, no banco de trás.

- Elena, por favor, responda – Eu digo acaricio seu rosto.

- Ela está bem? – Matt pergunta preocupado.

- Ela teve um surto, e não responde – Eu digo ainda mais preocupado.

- Eu tenho perfume aqui na bolsa, será que funciona? – Ele pergunta.

- Podemos tentar – Eu digo e ele mexe na bolsa e me entrega o perfume.

- Elena, meu amor, responda! – Eu peço e faço-a cheirar o perfume.

Nada!

- Por favor, meu amor... – Eu digo e lhe dou um beijo, e lágrimas descem dos meus olhos.

ELENA

Angustia, medo, pavor... Ele não pode se aproximar de mim, ele tem que pagar! Sinto suas mãos em meu pescoço novamente, sinto ele se aproveitando do meu corpo, e quero me afastar, tirar seus toques da minha pele.

Sinto o corpo que tanto me protege, sinto Damon me pegando no colo, mas eu não vejo e nem escuto nada. Mas tê-lo do meu lado me conforta, aos poucos vou recobrando a consciência, sinto um cheiro de perfume, e minha visão vai se clareando.

- Por favor, meu amor... – Escuto a voz do Damon e meu coração se acelera, ele me beija e sinto suas lágrimas em meu rosto.

Amor! Ele me chamou de amor...

- Ela melhorou? – Escuto a voz da Bonnie, depois uma porta batendo.

- Não – Ele diz.

- Damon... – Minha voz sai muito baixa.

- Elena, você está bem? – Bonnie pergunta.

- Acabou? – Eu pergunto e Damon me aperta em seus braços.

- Adiamos o julgamento! – Damon fala.

- O que aconteceu? – Eu pergunto e vejo marcas no meu braço.

- Você teve um colapso nervoso – Bonnie fala.

- Matt nos leva para casa – Damon fala.

- Claro – Ele diz e o carro começa a se movimentar.

- O julgamento foi adiado para próxima quarta feira, mas o juiz disse que se você quiser, pode dar seu depoimento só para os advogados e para ele. – Bonnie diz.

- É melhor assim – Damon fala.

- Pode ser... – Eu digo e deito no peito do Damon.

- Matt me deixa na próxima esquina, por favor. – Bonnie fala.

- Não quer que eu deixe em outro lugar? – Damon pergunta.

- Não precisa, eu pego um taxi – Ela diz. – Elena melhora, e amanhã eu ligo te avisando quando será seu depoimento.

- Tudo bem – Eu digo e ela sai do carro.

Damon me beija e faz carinho na minha nuca.

- Fiquei preocupado, você não respondia... – Ele diz e apoia sua cabeça em meu ombro.

- Eu só via o Robert, sentia seus toques... – Ele coloca seu dedo na minha boca.

- Não fale nada, não quero que tenha outro colapso – Ele diz e me beija.

Ele fica fazendo carinho em mim, até o Matt estacionar o carro na frente do nosso prédio. Damon me pegou no colo, mesmo eu relutando e só me soltou quando chegamos ao nosso quarto.

- Durma e descanse – Ele diz e beija minha testa.

- Damon... – Eu o chamo e ele se vira pra mim.

- Que foi? – Ele pergunta se sentando na cama.

- Obrigada! – Eu digo e ele sorri pra mim.

- Eu vou está no escritório, qualquer coisa grita! – Ele diz e me beija.

Ele sai, e me deixa sozinha, minha mente vaga para sua voz me chamando de amor! Será que eu estava alucinando?

DAMON

Eu estava preocupado com Elena, seu colapso, tive que medo que ela se machucasse, que eu a perde-se. Meu telefone toca e quando olho no visor não reconheço o número, resolvo atender.

- Alo? – Eu digo ao atender.

- Senhor Salvatore? – Uma mulher pergunta.

- Sim, sou eu! – Eu digo.

- Senhor, sua mulher acaba de dar entrada no hospital, o estado dela é critico. – Ela diz.

- O que ouve? – Eu pergunto preocupado, o que será que aconteceu com Rose?

- Ela entrou com uma hemorragia grave. – Ela diz.

- Estou indo – Eu digo e desligo.

Corro para o quarto e Elena está lendo um livro.

- O que foi? – Ela pergunta.

- Rose deu entrada no hospital com hemorragia, eu preciso ir pro hospital. – Eu digo.

- Claro, vá logo o que está esperando? – Ela pergunta.

- Você vai ficar bem? – Eu pergunto preocupado.

- Vou sim, vou ligar para Caroline... – Ela diz.

- Ligue mesmo, e qualquer coisa me ligue – Eu digo e me aproximo. – Qualquer coisa mesmo. – Eu a beijo.

- Vá logo, Rose precisa de você... – Ela diz e sorri.

- Volto assim que der... – Eu digo e saio.

Pego a moto e vou para o hospital, chego lá descubro que Rose está em cirurgia e que seu estado é critico, aviso Elena que vou demorar, Klaus, Gui, Caroline estão lá em casa com ela.

Logo agora que eu já tinha decidido o que fazer! Logo agora que eu havia me decidido separar para viver com Elena sem nenhum empecilho.

- Senhor Salvatore! – Um homem me chama.

- Sou eu – Eu digo e ele se aproxima.

- Doutor Canavagh, acabei de operar sua esposa. – Ele diz.

- Ela está bem? – Eu pergunto preocupado.

- Não, seu estado é critico e sinto informar que sua esposa está com um tumor no útero. – Ele diz e lágrimas descem dos meus olhos.

- Eu poço vê-la? – Eu pergunto.

- Ela está cedada... Mas pode ir vê-la – Ele diz. – Me acompanhe.

O acompanho até o quarto e vejo minha esposa cheia de aparelhos. O médico sai, me deixando a sós com minha esposa.

- Por que Rose? Porque agora? – Eu pergunto com lágrimas nos olhos.

ELENA

Estou com a cabeça no colo do Gui, enquanto ele faz um carinho gostoso em meus cabelos, Caroline e Klaus também estão sentados na minha cama.

- Eu estou me apaixonando por ele... – Eu digo e suspiro.

- Isso todos nós já sabíamos... – Caroline diz e ri.

- Mas ele ainda é casado com a Rose, e eu não sei o que fazer... – Eu digo.

- Ele gosta de você e logo perceberá isso! – Klaus diz.

- Eu espero! – Eu digo e sorrio.

DAMON

Três dias se passaram e eu fiquei no hospital ao lado de Rose, o médico me explicou a situação dela, e que ela tinha que ter todo o cuidado possível. Vou até meu apartamento e encontro Elena dançando na sala com Gui e Caroline.

Fico até triste, porque sei que ela vai ficar triste com o que eu tenho para falar. O que eu decidi não vai ser fácil nem para mim e nem para ela.

- Damon! – Ela diz e vem correndo e me beija.

- Oi... – Eu digo e ela se afasta.

- O que foi? – Ela pergunta e acaricia meu rosto.

Eu ia me separar! Mas agora com essa doença da Rose, eu não consigo, eu não posso abandona-la.

- Eu vou voltar para casa! – Eu digo e ela me solta.

- O que? – Ela grita.

Isso vai ser difícil...

Notas finais
Será que vou sobreviver? kkkkkkkkkkkkkkk
Então, estava aqui pensando será que eu não mereço mais recomendações?
Elas me deixam tão feliz!
Sei lá sabe, as vezes faz falta...
Eu amo os comentários de vocês e isso me motiva...

Bom, com relação ao capitulo, sei que vocês amaram, mas entendam que o final foi preciso...
Não julguem o Damon, tentem entender o lado dele.
Rose é importante para ele...
Elena também!
Mas ele tem um "compromisso" com Rose, e abandona-la doente não é a cara dele...
Calma, tudo se resolve (ou não!)

Não me xinguem, amo todas vocês! ♥