A Amante

22 ESPECIAL: PASSADO


Notas iniciais
Oie gente, capitulo bônus...
Estou aqui com o passado do nosso casal...
Assim acho que vocês vão poder entende-los mais, ou menos kkkkkkkkk
Espero que gostem...
Ahh e não se preocupem ainda teremos o do dia 13...
É só que não aguento ficar sem escrever para vocês e decidi fazer esse bônus...
Porque o proximo capitulo é u MEGA capitulo e com muitas coisas...
Então me dará mais trabalho... (Já tenho metade dele)
Boa leitura...

AUTORA

Para a compreensão da atualidade, voltemos ao passado, para tentar entender o que se passa atualmente.

Muitas das vezes um acontecimento muda toda nossa trajetória. Não seria diferente com Damon e Elena.

Damon era um galinha, um amante da vida. Sua vida era sexo e diversão, apesar de sempre trabalhar.

Elena sonhava em casar ter filhos, sonhava que um dia encontraria seu príncipe encantado.

Como eles se tornaram o que são hoje? É o que vamos ver...

O passado sempre tem influencia no presente. Não se pode negar o passado, mas pode tentar mantê-lo em segredo, mas nada fica oculto por muito tempo...

ELENA

Aos 10 anos...

Estava sentada na sala vendo tv quando escuto a porta sendo aberta, olho e vejo meu pai com um buquê de flores, sorrio.

- Chama a mamãe... – Ele sussurra pra mim.

- Mãe – Eu grito.

- Que foi? – Minha mãe grita da cozinha.

- Vem cá... – Eu grito.

- Tô ocupada Elena... – Ela grita e eu reviro os olhos.

- Tem um bicho... – Eu grito fazendo voz chorosa. Meu pai ri baixinho.

- Que bicho? – Escuto a voz da minha mãe se aproximando.

- Eu... – Meu pai diz rindo.

- Querido... – Minha mãe vai até ele e lhe dá um beijo.

- Estava com saudades... – Ele diz lhe entregando o buquê.

- Mas vocês se viram antes do senhor ir trabalhar pai – Eu digo e ele ri.

- É que não consigo ficar longe da sua mãe... – Ele diz e minha mãe sorri. – O que teremos para janta?

- Sua comida predileta... – Minha mãe diz sorrindo.

- Humm... Assim você me mima demais... – Meu pai diz e minha mãe ri.

- Filha vai lavar as mãos e chamar seu irmão – Minha mãe diz.

Subo a escada, mas paro em um lugar que meus pais não me vejam.

- Eu amei as flores... – Minha mãe diz e beija meu pai.

- Só as flores? – Meu pai pergunta, minha mãe ri e eu também.

- Você sabe que eu te amo... – Minha mãe diz.

- Eu te amo mais... – Meu pai fala e beija minha mãe novamente.

Suspiro. Eu quero um amor assim, que nem o dos meus pais. Quero casar com alguém que me ame como sou, que faça por mim tudo o que estiver ao seu alcance. Que queira ter filhos comigo...

Aos 12 anos...

Minha professora do reforço passou mal, então tive que voltar mais cedo para casa, para minha alegria. Hoje é sexta feira e vou poder aproveitar mais.

Entro em casa e não vejo Sônia a nossa empregada, o que é estranho.

- Mais... – Escuto a voz de Sônia abafada. – Isso... – À medida que ando a voz dela fica mais alta.

Vem do escritório do papai.

- Vamos Sônia... – Escuto a voz do meu pai.

Meus olhos se enchem de lágrimas, eu já havia escutado esse tipo de coisa, mas entre papai e mamãe.

- Ahhh... John... – Sônia fala.

Abro a porta lentamente, sem fazer barulho, vejo Sônia no colo do meu pai, os dois estão pelados, se beijam, trocam carinhos. Saio correndo sem que eles me escutem e ligo para minha mãe.

- Mãe... – Eu digo chorando quando ela atende.

- O que foi filha? – Ela pergunta preocupada.

- O papai... – Eu choro ainda mais.

- O que ouve filha? Cadê o papai? – Ela pergunta ainda mais preocupada.

- Ele está com a Sônia... – Eu digo soluçando.

- E o que tem isso filha? – Ela pergunta.

- Eles estão transando... – Eu digo e a ligação cai.

Vou para meu quarto e começo a chorar, Alexander está no futebol, eu ainda escuto barulhos no escritório do meu pai.

- Seu desgraçado! – Escuto o grito da minha mãe. – Vadia...

Desço as escadas correndo e vejo minha mãe batendo na Sônia.

- Mamãe... – Eu grito.

- Sobe filha... – Minha mãe grita e meu pai me olha incrédulo.

Meu pai tenta afastar minha mãe de cima da Sônia.

- Miranda para – Meu pai grita a segurando.

- Seu filho da puta... Como você teve coragem? – Minha mãe pergunta chorando.

- Eu posso explicar... – Meu pai diz.

Sônia sai pega suas roupas e sai correndo pela porta.

- Explicar? Nossa filha te pegou com outra, seu canalha... – Minha mãe chorava. – Você dizia que me amava...

- Eu amo... – Ele diz tentando a fazer olhar para ela.

- Ama? – Minha mãe ri. Eu chorava em silencio vendo aquela cena.

- O que ouve? – Alexander entra em casa afobado. – Escutei vocês discutindo...

- Alexander leva sua irmã para passear... – Minha mãe diz.

- O que ouve? – Ele pergunta mais uma vez.

- Papai transou com outra – Eu digo quando vejo que ninguém vai falar nada e saio correndo.

Aos 13 anos...

Fazia quatro meses que minha mãe mandou meu pai ir embora. Eu não queria vê-lo, mas minha mãe disse que eu tinha que visita-lo sempre, que ele ainda era meu pai. Não ele não é meu pai... Aquele homem não é mais meu pai...

O divórcio saiu hoje, minha mãe era para está feliz, mas não, eu a escutava chorar todas as noites desde a traição do canalha que tenho que chamar de pai. Assim que chegamos do tribunal, minha mãe foi direto para o quarto, eu resolvi fazer um bolo de chocolate com calda de morango, que era seu predileto.

Alexander estava na cozinha me fazendo companhia, conversávamos sobre motos, meu irmão gostava e eu aprendi a gostar também. Quando pus o bolo no forno o telefone tocou e Alexander atendeu.

- Alo – Meu irmão falou. – Ela está repousando... – Ele ficou mudo. – Só um momento...

- O que foi Ale? – Eu pergunto.

- É sobre o papai... – Ele diz saindo – Mãe! – Ele grita – Mãe desce aqui...

Eu pego o telefone.

- Alo? – Eu falo.

- Senhora Gilbert? – Uma mulher pergunta.

- Sim. – Eu minto.

- Sinto muito informar, mas seu marido acabou de sofrer um acidente e morreu... – A moça diz e eu começo a chorar, logo minha mãe pega o telefone da minha mão.

Meu irmão me abraça e minha mãe desaba no chão, provavelmente a mulher repetiu o que ela me falou.

- Ele morreu Ale... – Eu sussurro.

- Vai ficar tudo bem Leninha... – Ele diz me abraçando mais forte.

Aos 14 anos...

Hoje fazia um ano desde a morte do meu pai. Sei que na época pensava coisas horríveis sobre ele, mas minha mãe estava certa, apesar de tudo ele sempre foi meu pai, sempre foi meu super herói, meu homem modelo. No dia que peguei ele com Sônia, todos os meus sonhos morreram, ele destruí a vida perfeita que eu havia construído, me mostrou a realidade.

Mamãe tentava se fazer de forte perto de Alexander e eu, mas sabíamos que ela estava sofrendo muito. Ela foi parar diversas vezes no hospital por fraqueza, ela estava mais magra, mas abatida. Desde que contei sobre a traição do meu pai, minha mãe não foi mais a mesma, eu não fui mais a mesma, nem Ale foi mais o mesmo.

Quando papai morreu parece que tudo ficou pior, todos já sabiam de sua traição, falavam mal da minha família, mas o pior é que eles estavam certos. Todos assim como eu tinham meus pais como casal modelo, e ao saberem da traição começaram a vir várias histórias, diziam que o casamento deles era só faixada, que era só para mostrar algo que eles não viviam. No fundo eu sabia que não era isso, mas até eu comecei a acreditar nessa história.

Não aguentando mais toda a falação, nos mudamos e tentamos recomeçar, ninguém além de nós sabiam da nossa história. Mas mesmo assim, minha mãe não melhorou.

- Mãe, já são três horas da tarde, vem comer algo – Eu digo batendo na porta do quarto da minha mãe. – Mãe...

Não escuto nenhum barulho, como minha mãe já passou mal antes, eu fiz um copia da chave de seu quarto sem ela saber, vou até meu quarto e pego a chave.

- Ale, acho que mãe passou mal de novo – Eu digo entrando no quarto do meu irmão.

- Vamos lá vê – Ele se levanta e vamos para o quarto da minha mãe.

Abro o quarto da minha mãe e está tudo escuro, as cortinas estão fechadas, não deixando entrar claridade no quarto. Alexander acende a luz e eu grito com o que vejo.

- Não... – Eu grito indo em direção ao corpo da minha mãe. – Alexander liga para emergência.

Meu irmão não se mexia.

- Não sinto o pulso... – Eu digo chorando.

- Ela morreu Elena... – Meu irmão me tira de cima do corpo da minha mãe.

- Não! Não! – Eu digo me debatendo sobre ele.

Alexander me tirou dali e tomou conta de tudo.

- Eu nunca vou amar ninguém... – Eu grito chorando – Nunca!

Entre os 18 e os 23 anos...

- Então... – Eu digo passando a mão pelo abdômen do segurança da boate. – Poderíamos sair depois do seu expediente...

- É? – Ele pergunta me analisando. – E vamos para onde?

- Que tal para seu apartamento? – Eu sussurro no seu ouvido.

- Te vejo mais tarde então... – Ele diz e eu sorrio. – Ivan deixa as meninas passarem.

Dou um selinho nele e entro na boate com minhas amigas.

- Vai mesmo dormir com ele? – Lola me pergunta incrédula.

- Claro... Assim sempre entraremos aqui de graça. – Eu digo e as meninas riem.

***

- Carteira de habilitação – O policial pede.

Quando eu o olho, um sorriso surge em meus lábios.

“Que delicia de policial...”

- Aqui... – Eu digo entregando minha habilitação.

- Precisamos fazer o teste do bafômetro... – Ele diz e eu saio do carro.

Sinto seu olhar percorrer meu corpo.

- Eu não bebi... – Eu digo e ele sorri.

- É o que todos dizem... – Ele diz.

- Você quer verificar? – Eu digo de maneira mais sensual me aproximando dele.

Ele olha minha boca que agora está a centímetros da sua.

- Por isso pedi o teste – Ele diz com a voz afetada.

- Prefiro que teste de outra forma – Eu digo e o beijo com intensidade.

Suas mãos vão para minha cintura me prendendo a seu corpo, sinto sua ereção surgindo e sorrio em meio ao nosso beijo.

- Então? – Eu pergunto sorrindo maliciosamente.

- Está presa! – Ele diz.

- O que? – Eu pergunto incrédula.

- Só sairá da minha cama depois que eu averiguar todos os detalhes... – Ele diz e eu sorrio maliciosamente para ele.

***

- Elena, olha que delicia de salva vidas... – Flávia diz pra mim mordendo o lábio inferior.

Olho com discrição e sorrio.

- Nossa... – Eu digo e mordo meu lábio. – Volto já... – Eu digo me levantando.

- Onde vai? – Flávia me pergunta.

- Conseguir um salva vidas... – Eu digo e ela ri.

Coloco meus óculos escuros e vou em sua direção.

- Sabe, assim as mulheres vão fingir se afogar só para ter sua atenção... – Eu digo quando estou perto dele e ele ri.

- E porque você não tentou fingir? – Ele pergunta.

- Porque prefiro uma abordagem direta... – Eu digo e ele sorri.

- Achei que era para não se afogar de verdade – Ele diz e eu rio.

- Meu nome é Elena... – eu digo me apresentando.

- Gustavo... – Ele diz.

- Muito prazer em te conhecer... – Eu digo e sorrio.

- O prazer é todo meu... – Ele fala.

- Até outro dia Gustavo... – Eu digo e saio antes dele falar.

Sei que ele está me observando, pego minha canga e estico no chão, pego meu livro e deito de bunda para cima, retiro a parte de cima do meu biquíni e começo a ler meu livro.

- Sabe... – Escuto a voz do Gustavo e sorrio. – Assim, o salva vidas fica prestando atenção em você e esquece de seu trabalho. – Rio.

- Consegui chamar sua atenção duas vezes, sem ter que fingir que estou me afogando... – Eu digo e ele sorri. – Te pego as seis para sairmos. – Ele ri.

- Saio às sete. – Ele diz.

- Então as sete estarei aqui... – Eu digo. – Agora se me der licença, você está fazendo sombra... – Ele ri.

Ele agacha e sussurra no meu ouvido.

- É sério, se não colocar seu sutiã, a atração será outra... – Ao ouvir aquilo fico molhadinha.

- Deixemos isso para mais tarde. – Eu digo e coloco a parte de cima do meu biquíni.

- Muito melhor... Até mais tarde... – Ele diz saindo.

- Elena você não presta – Flávia fala rindo.

- O que não vai prestar é ele na minha cama – Eu falo e ela ri mais.

DAMON

Aos 12 anos...

Uma “amiga” do Stefan, vinha todas as tardes explicar o dever para ele, era ela até mais velha do que eu, e simplesmente linda. Eu ficava da escada a vendo ensinar o dever ao Stefan, adorava quando ela vinha de saia ou de vestido, ficava imaginando que cor era sua calcinha.

Num sábado ela apareceu aqui em casa, disse que Stefan queria falar com ela, como ele ainda não havia chego do futebol, fiquei fazendo companhia para ela.

- Então Damon você não joga futebol? – Ela pergunta.

- Prefiro basquete... – Eu respondo. – E você porque dá aulas para meu irmão?

- A verdade? – Ela diz e dá um risinho.

- De preferencia – Eu digo.

- Pra me aproximar de você... – Ela diz e eu sorrio.

- Sabe que meu irmão está todo apaixonadinho por você né? – Eu pergunto.

- Sei, acho fofo, mas ele é muito novo... – Ela diz se aproximando mais de mim.

- Ele é sim... – Eu digo e a puxo para um beijo.

Vejo meu irmão.

- Ela é muito velha para você – Eu sibilo para ele, que sai da minha visão.

Volto a beijar Gabriela.

Aos 15 anos...

Eu estava vendo televisão na sala quando France, a namorada de Stefan chegou.

- Quer que eu chame meu irmão? – Eu pergunto educado.

- Não precisa, ele sabe que estava chegando, daqui a pouco ele desce... – Ela diz se sentando ao meu lado.

- Tudo bem – Volto a ver meu Lakers jogar.

- Damon... – France me chama depois de um tempo.

- O que? – Eu pergunto me virando para ela e ela me beija.

Quando eu ia me afastar meu irmão deu um grito.

- O que é isso? – Sua voz era de ira.

- Stefan... Não é o que você está pensando – Eu digo me afastando.

- Você estava beijando minha namorada... – Ele grita.

- Ela que me beijou... – Eu digo em minha defesa

- Seu mentiroso. Stefan ele me agarrou a pulso – France fala e me dá um tapa na cara.

- Ela que está mentindo Stefan... – Eu digo com raiva.

- Some Damon – Stefan diz.

Merda, o que essa menina tinha na cabeça para me beijar e depois mentir dessa forma?

Aos 16 anos...

A escola estava um tédio como sempre, mais um dia de luta. Chego na sala e me sento no meu lugar habitual, logo entra uma garota com o cabelo castanho na altura da cintura, bonita. Ela senta ao meu lado e sorri para mim.

- Meu nome é Damon... – Eu digo.

- Rose... – Ela diz.

- Seja bem vinda ao inferno – Eu digo e ela ri.

- É tão ruim assim? – Ela pergunta.

- Se andar comigo não... – Eu digo e ela ri novamente. – Te direi com quem andar...

- Interessante... – Ela diz.

***

Aos poucos minha amizade com Rose aumentava, ela me dava cobertura, e até me apresentava algumas meninas. Claro que eu não fazia o mesmo, eu até dava cobertura a ela, mas se tratando de meninos, eu os mantiam longe. Rose era especial para mim e todos começaram a notar isso.

- Iai Rose quando vai me dar uma chance – Eu digo depois que a imprenso na parede mais uma vez.

- Damon se enxerga, somos só amigos – Ela diz e eu rio.

- Vai dizer que nunca sentiu atração por mim – Sussurro em seu ouvido e a vejo se arrepiar.

- Atração é uma coisa – Ela diz tentando me afastar – Desejo é outra...

- Fala sério Rose... – Eu digo e ela ri.

- Damon você é galinha... Não vamos estragar nossa amizade só porque você quer transar comigo... – Ela diz.

- Não vai estragar... – Eu digo e ela ri.

- Ah sim, depois que você transar comigo, vai fazer o que sempre faz. – Ela diz se afastando de mim.

- Me dê credito Rose... Somos amigos... – Eu digo fazendo biquinho.

- Mereça crédito Damon... – Ela diz saindo.

- Ah Rose, eu ainda transo contigo – Eu grito e escuto sua risada.

Aos 17 anos...

- Anita, você está linda – Eu digo elogiando a morena na minha frente.

- O que você quer Damon? – Ela pergunta sem me dar atenção.

Anita apesar de linda, era um pouco nerd, e sempre dava foras nos caras que se aproximavam dela. Mas eu era Damon Salvatore, e a queria, e eu a teria.

- Janta comigo... – Eu peço.

- Não! – Ela diz sem me olha ainda.

- Por quê? – Eu me aproximo dela...

- Porque não Damon... – Ela diz calma.

- Tem medo de que? – Eu pergunto colocando meu corpo ao seu, e ela suspira.

- De nada – Sua voz sai como um sussurro.

- É só um jantar... – Eu sussurro no seu ouvido.

- Sei... – Ela diz e se vira para mim.

- A não ser que você queira algo mais. – A puxo pela cintura e ela solta um gemido baixo, com certeza sentiu o quanto fico excitado perto dela. – Eu quero...

- Só um jantar Damon... – Ela diz.

- Só um jantar – Eu digo e beijo o canto de sua boca e a solto.

- Não se atrase – Ela diz com um sorriso no rosto.

- Nunca me atraso... – Eu digo.

***

- Ah Damon... – Anita geme em meu ouvido.

- Isso Anita... Assim – Eu digo. Estamos transando no meu carro, nem chegamos ao restaurante.

Sorrio ao lembrar que foi só eu morder seu lóbulo que ela ficou toda molinha em meus braços.

- Estou quase lá... – Ela diz.

- Deixe vir – Eu digo e aumento minhas estocadas.

Ela logo goza, dou mais algumas estocadas e gozo.

- Nossa... – Ela diz ofegante.

- Melhor se recompor, temos reservas... – Eu digo e ela ri.

- Sério? Ainda vamos jantar? – Ela pergunta rindo. – Achei que você só queria me comer...

- Não falto com minha palavra! – Eu digo e ela ri – Eu disse que jantaríamos, então iremos jantar.

- Isso é novo. – Ela diz e me dá um selinho.

Aos 18 anos...

Rose não me dava bola, sempre vinha com a mesma coisa. No inicio só queria mesmo sexo, mas depois vi que queria algo mais com ela e isso estava me matando. Principalmente porque ela me contou hoje que está namorando e que é para eu parar de gracinhas.

Vou para um bar beber, tomo todas e mal aguento andar, até que vejo alguém conhecido.

- Lo...Rena – Eu digo atrapalhado pela embriaguez.

- Damon o que ouve? – Ela diz me apoiando.

- Me leva... Pa ca... Casa? – Eu peço.

- Venha... – Ela diz me levando para algum lugar.

Quando ela me põe no carona de seu carro eu apago. Sinto beijos molhados pelo meu corpo, abro os olhos e vejo Rose e um sorriso aparece em meu rosto.

- Isso Damon... – Ela fala.

- Rose... – Eu gemo baixinho e a sinto se encaixar na minha ereção e ela começa a rebolar.

“Mas ela não está namorando?”

- Vou te matar Damon – Escuto a voz do Stefan.

Quando olho quem estava no meu colo, cadê Rose. Stefan me soca.

- Rose – Eu gemo baixinho.

Stefan me bate mais uma vez.

- Rose... Rose... – Eu chamo por aquele que tanto quero.

Stefan para de me bater, e aos poucos vou recobrando o juízo, ele me olha espantado, escuto uma risada constante, olho e vejo Lorena rindo. Eu apago.

Aos 20 anos...

Rose chorava muito no banheiro, e eu estava ficando preocupado. Ela não me respondia.

- Rose abra essa porta ou vou arrebenta-la – Eu digo e ela não responde.

Então eu chuto a porta e vejo Rose numa poça de sangue.

- Rose... – Eu digo a pegando no colo. – Você está perdendo o bebê...

Sai com ela no colo, passo pela minha mãe, que grita quando vê o sangue de Rose, minha mãe estava passando uns dias com a gente. Ela foi para o carro imediatamente, eu entrei atrás com Rose, enquanto minha mãe nos levava para hospital.

***

- Ela está sedada agora, não pode receber visitas – O médico falou.

- E o bebê? – Eu pergunto temeroso.

- Sinto muito, mas ele já chegou sem vida aqui... – Ele diz e suspira – Ela teve um aborto espontâneo, estamos fazendo alguns exames para saber a causa.

- Não... – Eu digo colocando a mão na cabeça e desabando em lágrimas.

Ser pai era meu sonho, quando Rose me contou eu fiquei muito feliz, ter um filho da mulher que eu amava. E agora esse filho não existe mais...

***

- Eu sinto muito em informá-los, mas a senhora não poderá mais ter filhos – O médico disse e aquilo foi uma facada no meu coração.

- Ela ficou estéril? – Eu pergunto com lágrimas nos olhos.

- Sim... Ela perdeu muito sangue no aborto e isso prejudicou muito... – Ele diz.

- Damon... – Rose me abraça.

- Eu queria tanto filhos... – Eu digo.

- Eu sei... – Ela diz suspirando.

AUTORA

Mas mesmo com alguns traumas as pessoas podem mudar, elas podem voltar a sentir coisas que elas juraram nunca mais sentir, podem voltar a ser como eram antes.

O futuro ainda reserva muitas coisas para Damon e Elena e suas vidas estão cada vez mais ligadas sem que eles percebam.

Já admitiram sentir algo, mas será que o que eles sentem é amor?

Notas finais
Então gente? O que acharam?
Mais sobre o passado deles e porque eles são assim agora...
Tenso né?

Elena pegou o pai transando com a empregada... Viu a cena...
E todo seu sonho romantico foi embora...
Damon era galinha, conquistador... Desde pequeno...
Mas as mulheres tambem correm atrás dele...
O interesse dele por Rose começou com sexo... Será que é assim que sempre começa as coisas para ele?
Mas será que ele a amou mesmo? Ou só sentia desejo por ela? Por ela ter dito não?

***
Links:
Policial que aborda Elena: http://h1.vibeflog.com/2006/03/13/07/1802070.jpg
Salva vidas: http://img3.orkut.com/images/mittel/1351367285/123407632/ln.jpg
Segurança: http://2.bp.blogspot.com/_jyj7X8ghjvI/TQ8XxmN-V6I/AAAAAAAALm8/jeuHjEQDEOI/s1600/thumbs_homens-pelado-gostosos.jpg

Anita: http://mulhereslindas.files.wordpress.com/2008/10/morena_linda.jpg