Aí Se Eu Te Pego!
21 Capítulo 22
Notas iniciais
Ao chegar em casa, ainda distraída com o ménage dos meus sonhos, encontrei uma festa de arromba acontecendo e uma pirainha da pior espécie toda se querendo pro meu Michel. Preparei minhas garras felinas e me aproximei já pronta para torturar se fosse necessário.
- Oi, querida. Posso saber quem é você?- Disse tentando manter a calma, porém não deixando de mostrar meu lado psicopata através da voz.
- Suelen, prazer.
- Então... Suelen sem querer incomodar, mas este homem aqui já me pertence então se você pudesse tirar essa bunda daqui eu agradeceria!
- Desde quando ele é carro para ser comprado? Se eu fosse você, Michel largava essa mulher ela te vê como um objeto relacionamentos assim não tem futuro não, hein... Escuta o que eu to dizendo, eu sei do que eu falo...
- CALA A TUA BOA, VADIA! QUE A CONVERSA AINDA NÃO CHEGOU AO PROSTIBULO!... Vem comigo, amor acho que precisamos conversar.
- Não sei não, Katherine. Talvez ela tenha razão eu não sou propriedade sua.
- OLHA O QUE ESSA VADIA FEZ, MICHEL BOTOU CARAMINHOLAS NA SUA CABEÇA! EU VOU TE MATAR VADIA...
- VEM SE TEM PEITO?!- Eu gostaria de descrever os momentos seguintes, porém não posso. Me descontrolei um pouco mais do que deveria, resumindo quase acabei minha noite na delegacia por pura sorte não matei a prostituta. Até queria, mas o exército da salvação (Stefan, Elena e o mais novo integrante Michel) não permitiram.
Após Stefan deixar a “tubaroa” num hospital de reconstrução facial fomos para casa onde Michel, que parecia bem chateado, disse que queria falar comigo.
- O que foi amor?
- Nunca tinha te visto dessa forma antes... Você me assustou, Katherine!
- Eu sei, mas você vai se acostumar...
- Não quero me acostumar, Katherine!
- Como?! O que quer dizer com isso?
- Eu disse que aceitava seu lado vampiresco, mas não sei agora que vi se posso lidar com isso.
- Mas é claro que pode. Eu pago o melhor psicólogo para você se for necessário!
- Não quero um psicólogo! Quero ser normal e parece ser impossível estando ao seu lado.
- Está terminando comigo, é isso?
- Não exatamente... Quero que você mude Katherine!
- Não tem como eu voltar a ser humana se é isso que você quer!
- Não é isso que eu quero. Aceito você ser uma vampira, aceito o fato de você ter que se alimentar de sangue. O que eu não aceito é você fazer algo como o que você fez hoje. Você, quase a matou. Tem noção disso?
- Tenho e não é como se eu gostasse de agir desse modo, mas eu sou assim e você tem que me aceitar do jeito que eu sou. Você, disse que me aceitaria!
- Temo ter sido muito precipitado quando disse isso. Não tinha a menor ideia de onde estava me metendo!
- Ok, eu já entendi, Michel. Se minha presença te enoja tanto pode ir... Não vai fazer falta mesmo!
- Você, não está entendendo. Eu te amo, Katherine, mas não posso coagir com o que faz. Quero que você mude é a única coisa que eu peço: recupera a tua humanidade perdida. Eu sei que se você tentar você consegue... Por mim!
- Falou bem minha humanidade está perdida, foi perdida antes mesmo de eu me transformar em vampira. Não vou encontrá-la, não quero encontrá-la.
- A escolha é sua, Katherine.
- Do modo que fala até parece que eu posso escolher! Você, não entende, nunca vai entender!
- E não pode?!
- Não. Eu sou uma vampira essa é a minha natureza!
- Katherine, você não é feita apenas de extintos quando vai entender isso... Se Stefan conseguiu você também pode!
- Vai citar o Santo Stefan agora?! Saiba que ele não é exemplo pra ninguém o mesmo já foi um estripador da pior espécie.
- A questão não é o que ele foi sim o que ele é. O que você pode ser se quiser.
- É muito fácil julgar quando não é de você que a conversa se trata!
- Para de me atacar, Katherine. Eu só quero te ajudar!
- Não é o que está parecendo...
- É você quem está se negando ajuda... É você quem tem orgulho demais para admitir que está errada!
- Estou errada, era isso que queria ouvir?! Concordo agi errado, mas isso não quer dizer que eu vou mudar palavras são muito diferentes de atos.
— É você quem está dizendo... – Michel seguiu andando, mas antes de partir parou na porta me olhou profundamente com pena olhar e disse:
- Eu te amo, Kath! Tem certeza disso?
- Você, ama uma Katherine que não existe... Não há nada que eu possa fazer.
- Ela existe você que não a está permitindo agir.
Meu ex-namorado saiu e lá eu fiquei com lágrimas nos olhos me lembrando de cada momento que eu passara com ele.
Notas finais
Esperando ansiosamente...
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