the Daughters
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Chapitre 127 min de lecture

Capítulo 1: Adivinhe quem vem pro jantar?

Com seu terno italiano de três peças, gravata fina com nó de diamante, Trez parecia, a cada centímetro, o homem de negócios de sucesso que ele fingia ser. Butch estava ajudando a preencher seu armário. O homem era mais obcecado que uma fêmea. Ele e Phury eram todo sorrisos quando voltaram da New York Fashion Week. Em qualquer outro momento, Trez teria achado suas preferências de estilo agradáveis e se submetido de bom grado. Agora, ele não dava a mínima para como ele se vestia. Se ele pudesse, teria beijado um barril de napalm e dado adeus às aulas de moda, mas isso não era uma opção. iAm deixou perfeitamente claro de que se Trez entrasse no Fade, iAm o seguiria.

Trez era um idiota egoísta, mas ele não faria isso com o macho. Ele preferia mastigar e comer sua própria pele com molho picante a causar mais dano a seu irmão.


Ele estava em seu escritório observando os ratos sem rabo se alinhando do lado de fora de seu clube. As universitárias excitadas e sedentas, com seus peitos saltitantes e suas bolsinhas caras, procurando por algo ilícito e perigoso. Os vira-latas esperando que algumas daquelas garotas os abençoasse com uma passada nos banheiros privativos. Alguns caras velhos esperando que algumas delas os deixasse sentir suas bundas firmes por algum tempo. Até algumas velhas lobas à espreita esperavam encontrar algum novinho que não se importasse com suas estrias. Tudo de mais feio no mundo. Suas ânsias por uma fuga era palpável. Isso deixava sua língua amarga.
Trez odiava todos eles. Ele odiava o quão felizes eles pareciam, com que facilidade eles riam. Ele odiava a expressão satisfeita que alcançavam com suas bebidas e outras substâncias. Ele odiava que eles pudessem escapar. Trez puxou a gola de sua camisa. Ele lutou contra o desejo de rasgar a coisa de seu peito. Ele odiava estar em sua pele; ele odiava a pressão da vida sobre ele. Ele sabia agora porque um pássaro engaiolado cantava. Ele queria lamentar, pedir aos céus para libertá-lo de seu corpo. Ele queria estar onde quer que Selene estivesse. Ele queria sua felicidade de volta. Ele queria que seu coração batesse novamente.

Seu homem na porta abriu a boate e os festeiros começaram a entrar. O DJ ligou a música e acendeu as luzes no armazém reformado. As suas garotas se misturaram entre a clientela. Logo várias delas puxarão os Zé-ninguém para as áreas privadas do clube. Ele não aguentava mais olhar para eles; ele se retirou para seu escritório e sentou em sua mesa fazendo um monte de nada. Sua tripulação era eficiente e muito boa em seus trabalhos. Eles cuidavam de tudo.

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Dihya e sua irmã gêmea, Kahina, estavam na fila para o clube congelando seus peitos juntamente com um grupo de amigas. Era o começo de fevereiro no interior de Nova York e ela usava um minúsculo vestido amarelo que mal cobria sua bunda, sua irmã em um vestido similar preto.
Ela nunca tinha usado tão pouca roupa em público antes. Mas sendo uma cientista, ela passava todo o tempo no laboratório trabalhando em seus projetos e a última coisa que você queria era uma acidente químico enquanto usava shorts e cropped.

"Porra, está muito frio." Jamila estremeceu e colocou os braços em volta de sua barriga.

"Cadela, você está com top e uma mini saia!" Marla atirou de volta. O grupo riu. A fila avançou algumas pessoas. Elas quase podiam ver as espinhas no rosto do segurança agora.

"Meu aluguel é cobrado na próxima semana." Jamila declarou simplesmente.

"Então, isso é marketing?" Dihya perguntou, um sorriso brincalhão no canto da boca.

A latina afofou o cabelo parecendo o gato que pegou o canário. "Em uma maneira de dizer..."

"Então o seu colchão é realmente o seu caixa eletrônico?" Kahina sorriu.

"Melhor que um cartão de platina." A menina piscou. Elas caíram em uma gargalhada enquanto chegavam ao topo da fila, passando pelo segurança que olhou para as carteiras de motorista das gêmeas por pelo menos 5 minutos, e seguiram para a área de verificação de casacos.

Nenhuma delas trouxe casacos, arruinava o look, mas era um bom lugar para checar maquiagem, cabelos, celulares e contagem de preservativos, sendo este último o acessório favorito de Jamila. Dihya não tinha planos de levar ninguém para a cama dela. Ela não era virgem e tinha um apetite saudável por sexo, mas estava cansada do sexo anônimo com os encontros do Tinder. Mais ainda pra sexo com comprometimento emocional.
Ela estava varrendo o amor, e todas as merdas que vinha com ele, para debaixo do tapete por enquanto. Conseguir que seu coração fosse arrancado do seu peito e pisado uma vez foi o suficiente para ela. Ela não estava procurando por uma repetição do Liam. Me engane uma vez, a culpa é sua, me engane duas vezes e eu posso pensar em ótimas maneiras de arrancar seu pau e empurrá-lo dentro da sua bunda, deixando minha irmã louca com um fetiche em facas e punhais fazer isso. Dihya sorriu com as imagens enquanto saíam para a pista de dança. Kahina bateu ombros com os dela. "Por que você está sorrindo como uma demônia?" Ela perguntou.

"Pensando em você castrar o Liam."

"Claro que sim, mas você tem que pegar todas as minhas facas."

"Kahi, eles nunca mais iam te tirar da cadeia se você fatiasse aquele branquelo." Dihya colocou um pedaço de chiclete em sua boca.

"Verdade, maninha."

O clube ficava em um antigo prédio industrial e, com exceção de um belo trabalho de limpeza, e a colocação de um bar e uma pista de dança, o espaço aberto do clube estava intocado. Atualmente o piso e as paredes estavam pulsando com som, luzes piscando e pessoas. Dj Khaled estava atacando seus ouvidos ostensivamente, mas estava tudo bem. Ela precisava sair de casa e do laboratório e estar perto de pessoas vivas. A pista tinha uma boa mistura de brancos suburbanos e negros urbanos. Ela até pegou alguns rostos hispânicos entre as luzes. O grupo se aproximou do longo bar e pediu uma rodada de drinks. Algumas Long Islands, um Sex on the Beach e uma Screwdriver. Dihya queria ficar no brilho, não bêbada. Além disso, elas tinham começado nesse jogo na casa da Marla, três rodadas atrás. Apenas uma alta tolerância para bebida manteve todas em seus Stilettos.

Bebidas na mão, elas foram para a pista de dança. Khaled passou para Big Sean, e depois um remix da música "The Boy is Mine" da Brandy & Monica. Dihya podia sentir-la embaixo nas solas de seus pés, o som subia pela espinha, construindo um tipo de orgasmo sensorial. Isso fez todo o seu corpo vibrar, extasiando-a. Ela cedeu à sensação, deixando que isso a envolvesse como um amante sedento.

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Alguns minutos se transformaram em quase quatro horas, mas finalmente Trez saiu de seu escritório para uma caminhada. Ele parou na beira da pista de dança.
Shadows estava fervilhando com a massa de pessoas, e Trez queria incendiar o lugar inteiro. A aglomeração de corpos humanos no lugar estava fazendo o olho dele tinir. Eles dançavam e se esfregavam um contra o outro, a luxúria tão grossa no ar que ele podia engasgar nela. O pedaço de gelo em seu peito estava começando a se espalhar para o resto do corpo e ele não deu à mínima.

Beyoncé soou através do sistema de som e a multidão foi à loucura.

Cada uma mulheres no clube correu para a pista de dança, e todo cara excitado seguia bem atrás do rabo delas. Trez ficou nas sombras assistindo, não rastreando absolutamente nada. Big Rob e Silent Tom se moveram pela pista de dança, dando a qualquer um procurando por problemas um olhar mortal.

Um grupo de garotas no centro da pista de dança chamou sua atenção. Ele não podia dizer o que sobre elas que o fez se focar nelas. Era um grupo de cinco meninas, todas elas beldades de pele escura. Variando de um metro e oitenta a um metro e quarenta. Muito bem vestidas e parecendo estar tendo o melhor momento de suas vidas. Algumas delas estavam bêbadas, mas nada sério ou perigoso.

Elas pareciam estar dançando em volta de um par de gêmeas no centro. Seus corpos moviam-se fluidamente em sincronia sob as luzes. Elas não podiam ter mais de um metro e meio de altura, mas cativaram todos na pista de dança. A maioria dos homens orbitando ao redor delas ficava arrumando as calças e olhava para o par com luxúria crua nos olhos. Era perigoso jogar o jogo da sedução com os idiotas bombadões que vinham ao Shadows. Não se passava uma noite que a segurança não tivesse que quebrar algumas mãos ou braços ou pernas porque alguém não entendeu que "não" significava “hoje não, filho da puta.”.

Algo na garganta da gêmea de preto brilhou sob as luzes estroboscópicas. Trez piscou para que as estrelas sumissem da sua vista e se concentrou nas gêmeas. Ambos tinham coxas grossas e as bundas volumosas, com pouco na cintura. Ele não as chamaria de gordas, só nem passavam fome nem comprariam roupas tamanho trinta e seis. Seus seios saltavam no ritmo da música e ele amaldiçoou seu pau por perceber. Foda-se ele, ele era um filho da mãe, menos de um ano desde que enviara Selena para o Fade e ele já estava pensando em enfiar seu pau em um par de gêmeas.

Sua libido idiota foi deixada de lado quando um grupo de garotos bêbados abriu caminho através da multidão em direção ao grupo de garotas.
O bêbado do grupo agarrou uma das gêmeas pela cintura, puxando-a de encontro a seu corpo. Ela se contorceu, mas ele segurou firme, ela se retorceu para frente e para trás tentando se libertar.

A gêmea da garota não gostou nada disso. Rápida como uma cobra, ela puxou o braço para trás e bateu no assediador bem na boca. Ele largou a irmã, cuspindo loucamente e procurando um alvo. "Tem uma situação na pista de dança." Ele disse suavemente em seu fone de ouvido. Este era um acidente de carro à procura de um guarda-corpo.

O cara pulou nela, perdendo o ombro dela por pouco. O Silent Tom pegou o idiota pelas costas da jaqueta. Ele levantou o cara a poucos centímetros do chão e sacudiu-o como um boneco de pano. Seus amigos pareciam prontos para defendê-lo até Big Rob sair das sombras. Eles sabiamente recuaram e permitiram que os seguranças os acompanhassem até a porta. Trez marcou seus rostos para lembrar. As pequenas gêmeas poderiam não ser uma das suas garotas, mas ele não lidava bem com nenhuma forma de violência contra qualquer mulher ou fêmea. Seria um extremo prazer rastrear o filho da puta e fazê-lo comer as próprias bolas.

Certificando-se de que tudo estava em ordem uma última vez, ele recuou para o seu escritório. Ele checou suas garotas, assentindo e sorrindo para algumas delas enquanto saia. A porta fechou com um clique suave, abafando o barulho da pista de dança.

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Vishous se afastou para admirar seu trabalho manual. Após uma batalha épica com os redutores, seus irmãos estavam com poucas adagas e ele queria fazer algo especial para o Bando dos Bastardos. Esses idiotas realmente surgiram com um vértice de selvageria e a essa altura mereciam ser recompensados.

Cinco machados de lançamento Aircobra brilhavam à luz do fogo. Xcor era um monstro com sua dama (a foice); V imaginou que os outros tinham aprendido a manejar e lançar machados. Alinhados ao lado dos machadinhas havia seis conjuntos de adagas. Foi um dos seus melhores trabalhos manuais.

Ele estava dolorido e suado pelo esforço, mas era uma dor boa. Sentir as dores depois de um dia duro de trabalho e você está pronto para jogar a toalha. Seus músculos estavam tensos e prontos para algum alívio. Ele revirou o ombro algumas vezes e depois estalou o seguinte. A mansão realmente precisava de um fisioterapeuta ou de um massagista de esteiras. Ele fez uma nota mental para olhar através do diretório de vampiros e procurar alguns. Ele não podia pedir para nenhuma das shellans fazer um curso. Essa era uma maneira infalível de ter uma mansão cheia de machos irritados procurando por uma cova vazia.
Ele esteve em sua forja por dias. Sem comer, sem dormir. Nada a fazer além do trabalho. Ele precisava de algo para fazer sua mente se concentrar. Nenhuma vez Jane veio checá-lo, não que ele esperasse, mas teria sido bom se ela tivesse. Ele podia sentir sendo sugado para baixo e não havia uma maldita coisa que ele pudesse fazer para parar aquilo. Sua mão pinicou e ele piscou. Sua visão estava turva. Ele passou a mão pelo rosto; ela voltou molhada.

Ele estava chorando.

Vishous, filho do Bloodletter, o filho da puta mais desagradável da Irmandade não chorava. Especialmente não porque ele estava sentindo pena de si mesmo. Ele rosnou e se livrou do fogo na forja. Iniciando o processo de desligamento.
Ele chutou a própria bunda mentalmente. Ele não ia se transformar em uma garotinha que chorava sobre o leite derramado. Depois do confronto com os assassinos havia muitos feridos e ela era necessária; mas todo mundo estava estável, ela poderia ter vindo uma vez. Não teria matado ninguém.
V rosnou novamente e terminou de limpar e se certificou de que sua forja estava esfriando. Ele estava sendo um canalha de primeira linha com Jane, ele sabia e ele tentou não ser, mas era de sua natureza. O Bloodletter arrancou e afastou qualquer calor de dentro dele. Ele era uma concha oca, não tinha mais nada ali. Não é de admirar que Jane tenha se atirado de cabeça no seu trabalho. Ele poderia realmente culpá-la?

Ele não podia ficar sozinho agora. Ele estava em um lugar perigoso, seu humor ficando cada vez mais obscuro a cada minuto, e não havia como dizer para onde sua mente iria vagar. Fazer um telefonema estava fora de questão, ele sabia que Butch ajudaria se ele perguntasse, mas ele não estava ruim a esse ponto.

Ainda.

Ele se enxugou e se enfiou numa camisa preta de musculação, ele saiu do ventre da casa para a cozinha. A preparação para a Primeira Refeição estava em pleno andamento. A casa estava cheia de vampiros e crianças. Vishous podia sentir todos os seus padrões cerebrais. E pensar que ele sentia falta deles em sua cabeça.

Que idiota.

Os doggens estavam se movendo com precisão militar. Três deles estavam trabalhando na grelha. Bifes, bacon, salsichas ou todas as variedades eram viradas, passadas para as bandejas e colocadas em travessas. As frutas foram descascadas e esquartejadas rapidamente. Montes de panquecas, torradas e waffles feitos em quantidade em pouco tempo. O som de dúzias de ovos sendo quebrados saltava pela cozinha a cada segundo. Fritz coordenou funcionários aqui e ali, conforme necessário. V teria adorado levar o velho para o campo. Ele poderia acabar a guerra com os redutores, estaria terminada há um século sob seu comando.


Bitty e Nalla estavam ajudando. Bem, Bitty estava ajudando, cortando maçãs e laranjas. Nalla estava mastigando o que quer que Bitty continuava deslizando pra ela quando ninguém estava olhando. Fritz viu. Com uma mão rápida, ele sacou um pequeno babador preto com crânios brilhantes sob o pescoço da criança antes que Bitty lhe desse outro pedaço suculento de fruta.

V abaixou-se, agachando-se atrás das três bancadas da cozinha. Ele olhou ao redor, nenhum dos doggens o notou , ou eles fizeram e imaginaram que ele estava fazendo algo importante. Nem Bitty nem Nalla ergueram os olhos de suas frutas. Ele se arrastou avançando em frente, mantendo a cabeça abaixo da bancada, silencioso como a sepultura. Ele roubou a segunda bancada e conseguiu chegar ao fogão em frente às crianças. Algo deve ter alertado a menor, o olfato ou um sexto sentido, o pai dela era um dos melhores rastreadores da Irmandade, pois ela girou ao redor de sua cadeira, olhos amarelos procurando a fonte.

"Tio Fish". A criança anunciou. V não pôde deixar de sorrir. Ele suspeitava que Nalla pudesse pronunciar seu nome, mas preferia não fazê-lo.

"Você é minha, pequenininha." Ele sorriu e saltou para frente. Ela gritou e saiu da cozinha. Suas loucas risadas soaram no foyer enquanto ele a perseguia.

Ele podia ouvir Bitty correndo nos seus calcanhares. "Corre Nalla." Bitty gritou pulando nas costas de V. A garota não pesava nada, mas V fingiu cambalear sob o peso dela, agarrando-se à parede. Rhage descia as escadas com uma caneca de chá nas mãos.

“Com o que você está alimentando essa garota? Ela pesa quase tanto quanto você, true.”

V a pegou atrás dele e girou Bitty ao redor e lançou ela alto no ar. Ela riu, seus braços girando antes de voltar para os braços dele.

“Ela é forte como o pai dela. Um Ford durão.” Rhage engoliu o resto do chá, observando o Irmão e a filha adotiva enquanto eles perseguiam Nalla, a criança terror, em volta do vestíbulo.

Rhage recostou na parede. Era bom ver V sorrindo. O irmão estava com um humor tão negro ultimamente que ele estava dando arrepios em Z. E isso exigia muito. Rhage queria perguntar a V o que estava acontecendo, mas V não era o tipo de cara a quem você fazia perguntas pessoais. Talvez ele falasse com Mary.

Sim, e talvez os unicórnios pudessem peidar pó de arco-íris em toda Caldwell.

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Kahina Kusaila Du Lefraiette dançou como se tivesse sido liberada em liberdade condicional por bom comportamento. Claro que ela corria quando descobria algum fato histórico obscuro escondido na biblioteca, mas não havia nada como suar a calcinha de tanto rebolar.

Seu corpo estava escorregadio de suor e o rosto corado pelo esforço. Ela estava com uma dor aguda em um dos lados, mas ela não se importava. Durante seis anos ela estava enterrada em trabalhos de faculdade ou na biblioteca tossindo coelhinhos de pó, claro que ela ainda se divertia, mas nada como o abandono de expectativas das últimas duas semanas. Era um ótimo dia para estar viva e ela iria aproveitar cada minuto dele.
Sua irmã também estava dançando como numa tempestade. Ela estava suando todo o seu permanente e não estava dando a mínima pra isso.

"Quer mais uma rodada?" Shaniqua gritou para ela. Kahina assentiu e dançou de volta no tempo da música.
Sua irmã estava rodopiando em torno do grupo rindo o tempo todo. Foi liberação da pressão para as duas. Havia apenas uma maneira de sair do inferno que a vida delas tinha sido e nenhuma delas ia deixar passar.

Ela pensou em subir em uma das plataformas de dança e agitar o que sua mãe lhe deu, mas algumas daquelas garotas pareciam absolutamente territoriais e a última coisa que Kahi queria era bater em uma cadela e ser chutada do clube. Aqueles seguranças estavam armados e tinham perigo estampado na cara deles. Ela ia ficar muito puta se fosse jogada para fora do clube. Além disso, poderia estragar a noite se ela fosse presa por ter atingido alguém na boca. Isso seria uma pena em seu último fim de semana antes da formatura. Ela acabaria na cadeia com os nós dos dedos quebrados, porque ela era uma cabeça quente. É por isso que foi uma dádiva quando seus professores perceberam que ela era tão inteligente quanto viciada. Ela teria terminado a sete palmos no chão, sua irmã uma concha oca sem ela.

Assim que Kendrik Lamar tocou nos alto-falantes, um flash quente rasgou o corpo de Kahi, sua visão abandonando-a. "Dih...". Ela engasgou. Dihya se dobrou de dor antes que a palavra saísse de seus lábios. Ela pensou que elas tinham pegado qualquer vírus que estivesse correndo pelo sistema nervoso há algumas semanas atrás, mas ela podia sentir aquele barulho familiar crescendo em seu estômago.

As gêmeas agarraram uma à outra para ter apoio. Elas eram as únicas coisas que as mantinham fora do chão.

"A gente volta." Kahi gritou. Elas se afastaram antes que Jamila ou Shaniqua pudessem dizer qualquer coisa.

"Eu vou vomitar" Dihya choramingou.

"Segura aí, gêmea." Kahi, a mais forte das duas, arrastou sua irmã através do emaranhado de corpos na pista de dança. Ela levou alguns olhares sujos e um empurrão ou dois, o que rendeu aos ofensores uma foda-se ocular. Ela não estava disposta pra jogar agora. Elas conseguiram chegar ao outro lado do clube em tempo recorde. A fila para o banheiro feminino era ridícula, ela não tinha tempo para isso.

A Dihya ia vomitar e não ia ser bonito, e ia ser bem nos saltos de sua irmã. Seu estômago estava agitado, sua pele queimava e uma dor de cabeça ameaçava estacionar bem no seu lobo frontal.

Ela abriu caminho até a saída de emergência na parte de trás. "Oh, por favor, abra", ela implorou. Ela bombeou a maçaneta três vezes antes da porta ser liberada. Ela não teve tempo para isso. Kahi tropeçou para fora, arrastando sua irmã pelo braço neste momento. Elas mal conseguiram chegar a um arbusto minguado antes de vomitar. Seu estômago se apertou e ela vomitou novamente. Kahi se apoiou na parede enquanto seu corpo tremia com a violência de sua explosão. Ela não conseguia segurar a irmã que caíra no chão, só conseguindo no último segundo evitar plantar o rosto em seu próprio vômito.

"Quando eu comi milho?" Veio uma pergunta abafada que enviou Kahi em uma rodada entre vomitar e rir. Confie em sua gêmea para tirar onda, mesmo quando estavam com o baço fodido, por qualquer meio necessário.

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Ele podia sentir isso, o trem de carga passando direto pelo seu lobo frontal.

"Merda." Ele estava ficando cansado disso. "Porra!" Ele se afastou de sua mesa, espalhando planilhas de excel e formulários de pedidos de bebidas alcoólicas. A sala pareceu estar inclinando o mundo ao redor dele. O toque do seu celular disparou pelo seu cérebro e instalou residência. Ele não precisava olhar para a tela para saber quem era. Seu irmão tinha a melhor percepção extra sensória quando ele estava em apuros. O vínculo deles não poderia ser tão forte se eles não fossem gêmeos, mas ele não queria falar com ele agora. Não queria todo o cuidado e toda essa besteira em sua cabeça. Havia o suficiente acontecendo naquela cúpula sem a preocupação de seu irmão ocupando espaço.

Certo, mexa-se filho da puta. Um passo, vacilar, depois foram dois passos ao redor da mesa e, em seguida, foi um solavanco para atravessar a sala. Duas tentativas de fazer a mão girar a maçaneta da porta, e então foi sair para o paredão de som que era seu clube. Ele realmente teria que falar com alguém sobre o volume dos alto-falantes. Ele estava vendo estrelas apenas pelo som. Suas bolas formigaram com o baixo grave vibrando através delas.

As enxaquecas estavam ficando mais frequentes. Costumava ser uma vez a cada dois meses, mais se ele estivesse estressado. Agora ela vinha numa média de uma semana. Ele percorreu o corredor rezando para uma divindade na qual ele não acreditava pra que ninguém o visse. Ele não podia lidar com a compaixão agora. Ele estava se despedaçando lentamente e queria fazer isso em paz. Ele jogou o braço para se segurar na parede.

Ele sentiu o movimento em suas costas. Big Rob estava bem atrás em seus calcanhares. "Você está bem, chefe?" Trez tentou afastá-lo, mas a dor já estava se espalhando. Ele precisaria de forças para chegar em casa. IAm estava na colônia com sua companheira, e ele não ia deixar que fizessem o filho da puta largar sua companheira para cuidar de seu irmão. Ele não estava fazendo essa merda, e Xhex tinha a noite de folga, provavelmente com o companheiro dela também.

"Só preciso ir para casa." Ele ofegou. Sua visão saiu de férias um pouco. "Fique. Tranque tudo. ” Era tudo o que ele pode chiar. Certo, hora de ir. Ficar por mais tempo e ele não ia conseguir. A última coisa que ele queria era que um de seus funcionários humanos chamasse uma ambulância. Ele quase se jogou em direção da saída, praticamente chutando a porta ao abrir.

O ar frio que passou tirou seu fôlego, mas limpou um pouco da dor e ele foi capaz de se concentrar por alguns momentos. Ele não podia dirigir sozinho. Ele precisava se transformar em sombra para chegar em casa.

Um par de gemidos chamou sua atenção.

As gêmeas da pista de dança estavam curvadas para vomitar. Bem, uma delas estava beijando o asfalto e a outra mal estava pendurado na lateral do prédio, mas ela estava indo para a asfaltolândia a qualquer momento. A que estava em pé olhou para ele, vomito seco no canto da boca, as ondas de cabelos negros despenteados e em pé.


Seu mundo girou pela segunda vez aquela noite.

Ele desmoronou de cara no chão. "Ow". Ele choramingou.

"Oh meu deus, você está bem?" Um das gêmeas mancou até ele, parando para limpar o vômito de sua bochecha com um lenço de sua bolsa. Ela se ajoelhou, lutando para rolá-lo. Ele podia ouvi-la grunhir com o esforço. A outra se arrastou para ajudar sua irmã. Mais um par de mãos idênticas o tocaram suavemente. Seu corpo levantou da calçada quando o contato foi feito.

"Porra, o que há de errado com ele?" Uma delas disse.

“Overdose talvez. Coloque-o de lado para que ele não aspire pros pulmões.” A outra ofereceu.

Eles o colocaram de costas e ele sugou o oxigênio. Demorou um par de tentativas, mas ele conseguiu abrir os olhos, apenas para recuar. Dois pares de olhos cor de diamantes e bordas azuis o petrificaram. "Caralho".

"Não, obrigado." A da direita disse.

"Não com Zé droguinhas." A da esquerda apresentou.

Se a cabeça dele não fosse uma dor forte acima do pescoço, ele teria descoberto suas presas e dito àquelas vadias para se foderem, mas ele não estava em condições de chutar a bunda de suas salvadoras. Ele inalou profundamente, puxando seu perfume profundamente em seu nariz. Ele podia sentir o cheiro da transição chegando e, a julgar pelo forte cheiro de humano sobre as duas, elas não tinham ideia do que estava prestes às atingir. Elas tinham dias no máximo.

Ele pegou uma delas; qualquer uma delas, bem, ele precisava colocar as duas em segurança, indo direto ao ponto, precisar levar as duas para o complexo da Irmandade. Mesmo com o cérebro confuso, ele pôde ver a linhagem de sangue escrita em seus rostos. Esta bomba seria maior que Hiroshima.
Uma mão esquerda e uma mão direita agarraram a dele. Elas tinham a mesma pegada. "Usou o que?"

"Não." Ele resmungou.

“O que está fazendo? Você precisa de uma ambulância.” Uma delas começou a cavucar em sua bolsa. Ele tomou um flash da tela do iPhone antes de agarrar seus pulsos. Máscaras gêmeas de fúria quase atravessaram seu rosto. "Não estrague tanto a nossa noite idiota, estou apenas tentando ajudar." A de preto sibilou. Ele podia ver os músculos em seu braço se contraindo, preparando-se para soltar um soco de coelho no rosto. Ela tentou se soltar do aperto dele.

“É melhor você nos deixar ir. Eu sou a legal e eu carrego spray de pimenta.” A de amarelo disse.

"Você tem que vir comigo." Merda, ele ia apagar se não se apressasse.

“O inferno que nós vamos. Me larga.” Ambas firmaram suas pernas e puxaram. Elas mal o moveram uma polegada, mas ele respeitou o esforço, mesmo que ele não tivesse tempo nem paciência para isso.

Ele fechou os olhos, puxando oxigênio. Ele bloqueou os protestos, e antes que a de preto pudesse chutar suas bolas, ele se desmaterializou.


Os vampiros não podiam transportar passageiros quando se desmaterializavam, mas os Sombras não tinham tais restrições. Embora fosse sempre bom quando a sua concentração não estava em um aperto de mão e seus companheiros de viagem não estavam lutando com unhas e dentes por todo o caminho. Ele teve que nocautear mentalmente a mal-humorada, ele quase a deixou cair sobre o rio Hudson, não que tivesse sido uma tragédia total, mas ele imaginou que seu pai enfiaria uma bota na bunda dele quando descobrisse.

Segundos depois, eles caíram do céu. Ele caiu em cima de uma delas, a cabeça dela batendo na entrada da garagem com uma pancada.
Ele amaldiçoou, rolou e vomitou. A outra aterrissou na pilha e gemeu. "O que merda cara." Ela gemeu quando ela rolou e vomitou novamente.

Trez lançou um grito mental muito alto e muito bem direcionado. Ele só esperava o idiota estivesse na mansão.

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Vishous estava no processo de depositar Bitty em seus pés quando o SOS mental de Trez o tomou de assalto. Apenas o deixou de joelhos. Malditos Sombras. Eles eram piores que os Sympathos no Kung fu mental. Ele tropeçou na parede, agarrando-se antes que ele mergulhasse no vestíbulo.

“Que porra é essa. Eu quero dizer inferno. Merda.” Rhage amaldiçoou, agarrando V.

V bateu nas mãos dele. “Trez está na garagem. Enxaqueca.” Ele se contorceu. Rhage parou na sala de bilhar e recrutou mais algumas mãos. Eles saíram batendo os pés.

A porra do Sombra não sabia o quão forte era seu jogo mental. Os olhos de V estavam rolando em sua cabeça pela força do grito. Ele ia ficar enjoado. Ele tropeçou pra chegar no banheiro sob as escadas para vomitar. Ele não tinha muito em seu estômago, só uma maçã e um sanduíche de manteiga de amendoim e geléia, mas tudo veio do mesmo jeito. Ele limpou a boca, lavou as mãos e voltou para o vestíbulo. A porta ainda estava aberta, uma brisa fria congelando suas bolas em seus couros.

V não estava interessado em brincar de enfermeira com o Sombra. Ele tentou uma vez; ele ainda estava tentando tirar vomito dos seus coturnos.

"Merda, Vishous vem aqui fora, Irmão!" Z gritou.

Ele não estava com disposição para isso. "Porra." Ele correu pela porta para o pátio.

Do lado de fora, Trez estava deitado de costas; o lance do vomito ao redor de sua cabeça lhe dando um efeito de auréola. Mas ele não era a notícia urgente, mesmo que todo mundo estivesse olhando. Esparramados ao lado do cara havia um par de mulheres humanas de pele escura; ele podia sentir o cheiro de humano no ar.
Uma delas estava no processo de vomitar novamente; a outra estava fria com uma poça de sangue em movimento lento saindo da cabeça.

Tohr ficou de guarda sobre a que se movia. Ela parou de vomitar tempo suficiente para olhar para ele. O irmão deu um pulo para trás como se ela tivesse empurrado um Taser no seu traseiro. "Merda."

Por que Trez levaria as mulheres à mansão na volta, especialmente em seu estado atual? Wrath ia comer as bolas dele no café da manhã.
Tohr olhou para ele, seu rosto ficando meio cinza. "O que está fazendo, meu Irmão?" Rhage, nunca alguém que se deixava ficar fora do circuito ou qualquer cordão de isolamento, andou até Tohr. Ele relanceou para a mulher. "Puta que pariu.”

Agora todos eles queriam saber o que estava acontecendo. Eles se reuniram em torno da mulher, cada um deles olhando para ela e, em seguida, olhando para o outro.
Zsadist rolou suavemente a moça ensanguentada. Ele levantou uma pálpebra. Ele assobiou e teria deixado ela cair se ela já não estivesse em péssimo estado.

“Que porra é essa, Z?” V não estava no clima para qualquer coisa que estivesse acontecendo.

Os olhos da humana se agitaram como se seu cérebro estivesse lutando para se reiniciar.

O coração de V parou.

"De jeito nenhum." Ele empurrou a plateia para fora do caminho e se ajoelhou. Ele afastou a pálpebra da mulher. Uma íris de diamante com bordas azul escuro sem foco olhava para o espaço. Ele olhou para o outro. Um par idêntico de íris de diamante com bordas azuis olhou para ele.

Ele caiu pra trás. "Puta que pariu".

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