Na escola, apenas 8 horas da manhã e já estava louca de tanto pensar!

Pedi permissão para ir ao banheiro, minha intenção era jogar uma água fria no rosto para ver se ajudava a esfriar a cabeça. Mas quando olhei no espelho recordei da conversa com Léo na noite anterior.

“Não posso ficar com isso” – disse devolvendo a moeda.

“Por quê? Estou te dando. Não quero ela” – Léo sorria.

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“Mas era do seu avô...”

“E agora é sua. Pense nisso como um presente de natal antecipado”

Aceitei.

“Você é doido sabia?” – sorri para ele.

Não foi só por causa do presente. Foi tudo junto. A sua conversa fácil, seu jeito engraçado, o fato de me deixar tão à vontade para falar as coisas que penso. Tinha algo de puxativo nisso.

Eu conhecia bem essa sensação, estava inexoravelmente me apaixonando por ele.

De repente um estrondo. Alguém entra correndo no banheiro. Ela para abruptamente.

Apesar do cabelo cobrindo o rosto consigo ver que é Helena e está chorando.

“Aconteceu alguma coisa?” – pergunto assustada. Porque ver Helena chorando é algo muito estranho, nem imaginava que ela tivesse lágrimas.

Ela me encara com ódio.

“Pode comemorar, sua ridícula! Davi terminou comigo!”