Estava em uma sala que era apenas escuridão a não ser pelo fogo crepitando que fazia formas dançantes. Eu havia sentado numa poltrona antiga que um dia fora de alto valor, mas atualmente não valia nada. Eu encarava o fogo com os olhos ardendo provavelmente eu choraria dentro de minutos. Por culpa de meus pensamentos quando uma voz me interrompe viro minha cabeça para trás para ver quem era e o que queria.

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— Achava que nunca mais o acharia – disse o rapaz com os cabelos mais negros que a noite.

— O que foi? – perguntei hoje era mais um daqueles dias que eu não suportava de tanta dor. Era o aniversario da morte deles respirei fundo para não deixar uma lagrima que estava teimando em cair no canto dos meus olhos não iria chorar, não havia tempo para isso.

— É uma boa noticia tire essa carranca da cara e vem comigo temos alguns assuntos a tratar e uma das coisas da qual você mais estava atrás provavelmente deu sinal de vida – ele falou e logo em seguida franziu o cenho ao ver a minha expressão fria e calculada e limpou a garganta e acrescentou rapidamente – não que eu achasse que nunca daria sinal de vida ou que você nunca encontraria, ah você me entendeu, eu estou indo falar com a “tirana” como você diz, venha se quiser não o estou obrigando a nada – logo em seguida saiu da sala.

Com um suspiro me levantei e comecei ir em direção à porta pensando se não era alarme falso se não fosse seria uma grande coincidência, pois o dia de hoje era importante também para ela de algum modo, mas também tinha uma “pequena” dor nessa data para quem lembrava.