Ambulâncias e carros da polícia tinham estacionado no terreno do galpão e Denise estava recebendo os primeiros socorros. Um paramédico tinha colocado soro na veia, outro checava seus sinais vitais. Seu corpo estava desidratado, ela tinha perdido a consciência e precisava de atendimento urgente.
Carmem, Marina e Maria também foram atendidas, embora o estado delas não fosse tão grave. Magali também estava entre elas amuada e triste.
Vários pais tinham ido até lá para abraçar as filhas desaparecidas e dar broncas nos filhos que tinham fugido no meio da noite para enfrentar uma seqüestradora perigosa. Os jovens tentaram falar o mínimo possível, dizendo somente que a mulher tinha fugido assim que eles chegaram e levaram muitas broncas dos policiais por terem agido por conta própria ao invés de chamar a polícia. Afinal, aquilo não era nenhum filme ou mangá.
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