Memórias Perdidas.

As trigêmeas


P.O.V. Elijah.

Eu nem consigo explicar a alegria que eu senti quando descobri que iria ser pai. Sentir as crianças se movendo dentro do ventre de sua mãe, a alegria quando elas nasceram parecia que meu peito iria explodir.

Lily nasceu primeiro, depois Lucinda e por último a menorzinha Lana.

Segurá-las nos meus braços, dar de mamar. Nos mudamos pouco antes das trigêmeas nascerem. Ser pai é uma tarefa árdua, mas compensa cada segundo.

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Estamos sempre vomitados, babados, cansados.

Elas já estão com dois meses agora e começaram a engatinhar pela casa. Ontem Lucy bateu palmas pela primeira vez.

Lana é a mais ousada das três.

Toda vez que eu entro no quarto delas é como entrar em outro mundo. Num mundo cor de rosa, cheio de fofura e bichos de pelúcia. Um mundo onde não existe maldade.

—Amor! Vem cá! Vem correndo!

—O que foi? Oh!

Lana se sentou, depois ficou em pé e deu dois passos pra frente antes de cair sentada. Apesar de ser a caçula Lana era a mais ousada como eu já disse, ela era sempre a primeira a testar coisas novas.

Ela se levantou e caminhou novamente desta vez foi direto para os braços de Sarah.

—Ai gatinha! Muito bem.

Então foi a vez de Lily e por último Lucy. Lucy era a mais tímida das três.

Vale ressaltar que as gêmeas não são idênticas, mas elas são muito parecidas.