
Narrador POV
Isabella Staton ou Tenente Staton era uma das integrantes do Exercito Americano dos Estados Unidos, e sua especialidade era pilotar, isso ela sabia fazer bem. Junto com seu primo e amigo Jasper Hale faziam parte dos Rangers.
Ela não era uma mulher de ficar presa em seu escritório, após perder o marido a 2 anos passou a atuar avidamente em missões. Aos 24 anos, a tenente Staton já era responsável por grandes feitos e sua tendência era subir cada vez mais de posto dentro da força aérea. Nada a prendia, nada a fazia temer o seu destino.
Ela ficou conhecida por ser uma mulher fria e sem coração, após ter sido abandonada pelo homem que amou nunca conseguiu amar verdadeiramente outro, seu marido Matthew Staton foi seu grande companheiro por 2 longos anos e apesar de adorá-lo e ser devota a ele nunca o amou verdadeiramente, seu coração tinha um único dono e mesmo essa pessoa tendo o abandonado ele seria sempre seu.
Isabella acordou para mais um dia de trabalho, ela se sentia forte e revigorada, o exército era para ela um segundo lar, a extensão de sua casa. Hoje não seria um dia comum, hoje a Tenente Staton encontraria velhos fantasmas de seu passado, e perceberia que oito anos se passaram, mas um segundo seria capaz de reacender uma velha chama que foi apagada e estava esquecida a longos anos.
(...)
Edward Cullen também conhecido como o temido Tenente Coronel Cullen do exercito americano, aos 27 anos já havia participado de grandes missões e por muitas dessas missões foi condecorado por sua honra e seu êxito. Seu melhor amigo dentro da corporação era o Tenente Emmett McCarty, eles se conheceram no Afeganistão e desde então não se separaram mais.
Tenente Coronel Cullen era conhecido por sua frieza, nada o atingia, as más línguas diziam que o homem não tinha coração, ele tinha prazer por matar e tortura por isso era tão bom no que fazia, mas além de tudo ele era um homem justo. O Coronel Cullen podia ser acusado de qualquer coisa menos de ser injusto e companheiro, ninguém da sua equipe ficava para traz e ele nunca matou um inocente.
Muitos arrependimentos rondavam a vida do Coronel, o maior deles foi ter deixado a única mulher que verdadeiramente amou para traz. Ele podia ter vários casos e nunca ficar com uma mulher por duas vezes, mas ela, ela era sua vida, por isso se culpava por ter a deixado. Não se arrependia por está onde estar no exercito, mas nunca se perdoaria por tê-lo escolhido ao invés dela. Mal sabia ele que em breve todos os seus sonhos mais profundos, todos os seus desejos mais íntimos seriam atendidos e que em poucos horas ele estaria frente a frente com a única mulher que verdadeiramente amou.

